domingo, 15 de julho de 2018

PERGUNTA PRA MÁRCIA

A cada episódio de crimes cometidos por prefeitos, governadores e presidente da República, fica claro pra que serve a maioria das casas legislativas: pra cometer mais crimes de corrupção, compadrio, lavagem e torração de dinheiro público - e privado - e até para livra-los de todo mal. Como acaba de fazer a câmara de vereadores do Rio de Janeiro que, mesmo com todas as provas de irregularidades contra o prefeito Marcello Crivella - acusado e flagrado por favorecer evangélicos ofetecendo vantagens nos serviços públicos para os "fiéis" ( é só perguntar pra Márcia) - decidiu, por 29 a 16, votar contra o impeachment do alcaide carioca e pastor de uma rede de TV. É por estas e outras que se diz que é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um político brasileiro entrar no Reino dos Céus.

PRA COMEÇAR A SEMANA

O ministro Dias Toffoli está de férias na Escócia. Bem que o "Monstro do Lago Ness" (Loch Ness) podia engolir ele antes de assumir o STF e tentar libertar o padrinho ( e larápio) Lula.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

TÁ TUDO DOMINADO

O País foi - e, se deixarmos, sempre será - dominado pela corrupção vinda, principalmente, das mãos, bocas e corações sujos dos políticos que fazem de tudo para perpetuar a espécie. Através dos mandatos e cargos contínuos, que ficam com eles e com os seus ( amigos e parentes), vão mantendo uma máquina corrompida e voltada para atender aos interesses pessoais (deles, dos amigos e parentes, além dos corruptores que participam das campanhas), num círculo vicioso e viciante. Isto tem sido, há décadas, o mal maior do Brasil que não consegue caminhar como deveria, sem a dependência e a interferência do Estado, onde, em todas as esferas, nada se consegue e pouco se faz se eles, os que detém algum poder, não quiserem. É assim nas pequenas coisas, como uma simples troca de lâmpada de uma rua numa cidadezinha do interior, até o asfaltamento de uma estrada importante. Diria uma letra de funk: "tá tudo dominado". Muito se fala em reforma política, mas se não houver grandes manifestações populares, até mesmo uma forte e séria interferência de setores da Justiça, aquela que, porventura, ainda esteja imune a terrível epidemia ( ou seria uma pandemia?) e até das forças militares que poderiam exercer o papel democrático de exigir o cumprimento da Constituição de impedir o avanço do mal maior instalado nos Três Poderes, ninguém crê em algo diferente de a maior parte da população afundar e ser destruída, ainda mais, por estes criminosos. Solução? Há, sim. A começar por uma pressão nas urnas, não elegendo nenhum dos atuais mandatários, tampouco, seus sucessores ( geralmente, filhos, esposas/maridos e irmãos) e, a partir de janeiro do ano que vem, sobre o novo Congresso para mudança radical na atual lei eleitoral com ênfase, quem sabe, para o fim da reeleição, de cabo a rabo, impedir dinheiro público em campanhas, propor um semipresidencialismo (aproveitando partes boas do parlamentarismo como aquele de destituir, com celeridade, aqueles que cometam quaisquer desvios) e tantas outras mudanças importantes e moralizadoras para as atuais gerações e as que já viriam sabendo que a política - e os políticos - é algo muito sério e feita para mudar a vida de todos para melhor. Sem privilégios. Sem hereditariedade. E sem corrupção.

TRIBUNAL DA MENTIRA

Dia desses, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Fux, disse que as fake news ( notícias falsas) podem anular as eleições de outubro. Será que até aqueles que são obrigados a dar ao processo democrático a segurança necessária e a garantia para que os eleitores possam ter acesso às informações e, a partir delas, venham de onde vierem, fazer o julgamento que lhes convier, também estão preocupados com algumas candidaturas que visam a combater o crime organizado existente, inclusive, no Judiciário? Será que o próprio TSE faz parte da conspiração que indica, por exemplo, ser a liderança do candidato Bolsonaro, nas pesquisas oficiais e nas ruas, uma mentira, uma fake news? Será que o ministro Fux vem discursando neste sentido porque está sofrendo pressões das " maiorias" que tremem de medo só ao pensar numa possível vitória nas urnas de um representante das "minorias" que têm votos? Será que ele, seus pares e os que defendem a candidatura de Fichas Sujas, como os petistas e corruptos, acham que todas as acusações contra Lula e o crescimento de Bolsonaro são fake news? Será que a fala do presidente do TSE é um plano B para que se registre a candidatura do maior criminoso da República, em agosto, e se limite o poder das redes sociais por "ameaçarem" as eleições? Ou será que, mais uma vez, querem impedir que a verdade prevaleça e destruir quem pretende atrapalhar os planos e interesses dos mesmos de sempre?

AMIGOS DO GILMAR

O STF, principalmente, sua maior "estrela", Gilmar Mendes, continua comprometendo a Justiça brasileira com suas muitas decisões estranhas, isto é, aquelas que a grande maioria das pessoas não entende. Depois dos muitos habeas corpus concedidos por ele, chancelados por Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski ( com o imprevisível Marco Aurélio de Mello à espreita e com toda a experiência adquirida em quase três séculos de chicanas e outras artimanhas pra ficar bem na fita e deixar o país mais frágil e à mercê dos poderosos), é indiscutível que milhões de brasileiros e brasileiras permanecerão com a pulga atrás da orelha, convictos que aquele "supremo" está lá pra defender interesses pessoais, praticar e incentivar injustiças e manter corruptos imunes e impunes. Como acaba de fazer, por exemplo - e exemplos não faltam - com o senador Aécio Neves cujos muitos processos mandou arquivar. Em qualquer país sério - que nem de longe é o nosso caso - Gilmar e outros asseclas, ops, colegas de tribunal, o senador mineiro e carioca já estaria vendo o sol nascer quadrado, ou na " melhor" das hipóteses (para ele) sem mandato e o direito de continuar praticando malfeitos.

domingo, 1 de julho de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro. (A. Einstein)