quinta-feira, 20 de setembro de 2018

PINGOS NOS IS

Continuam repercutindo, apesar de com muito menos intensidade que os esquerdopatas, principalmente, petistas, comunistas e, até, a 'chata' da Marina, gostariam, as declarações do General Hamilton Mourão- vice de Jair Bolsonaro - para o qual " famílias pobres, sem pai ou avô, mas com mãe e avó, são fábricas de desajustados que fornecem mão-de-obra para o narcotráfico". Suas declarações baseiam-se em estatísticas recentes de vários estudos realizados pelo mundo todo, inclusive, em constatações feitas pelo ex-presidente Barack Obama, em 2006, durante palestra em universidades americanas sobre a relação da droga com a juventude onde ele afirma quase o mesmo que o general, só que com outras palavras que parecem não ter afetado tanto algumas mulheres brasileiras que se sentiram agredidas por muitas delas terem sido "pai e mãe" ao mesmo tempo e criarem sozinhas seus filhos que, hoje, "vivem dentro de todos os padrões éticos, morais e legais". Abaixo, um vídeo interessante sobre o assunto na rádio Jovem Pan, de São Paulo, durante o programa Pingos nos Is.


que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola
que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

HADDAD? NEM A PAU JUVENAL!

Perguntado quem apoiaria num provável segundo turno, se Jair Bolsonaro ou Fernando Haddad, o ainda candidato Ciro Gomes disse "nem a pau, Juvenal", preferindo desconversar e atacar a inexperiência e arrogância do petista, aliás, uma das poucas coisas com as quais concordo inteiramente com ele pois nada mais arrogante do que a maioria da galera do Partido dos Trabalhadores que costuma "se achar acima do bem e do mal, os únicos capazes de levar o País, novamente, a sair da crise (a propósito, criada por ele, pelo PMDB com apoio da base alugada), acabar com a corrupção (nunca vista como nos 13 anos que a quadrilha permaneceu unida), fazer as reformas necessárias ( as quais nunca tiveram coragem para fazer, sequer votar)", enfim, falar uma coisa e fazer outra completamente diferente. Nada mais repugnante do que se assistir propagandas eleitorais como aquelas do "poste Andrade" e do PT cujas propostas beiram ao ridículo e, entre outras coisas, são nitidamente mentirosas. E, claro, arrogantes. Como o inexperiente candidato de Lula (a propósito, derrotado na reeleição para a prefeitura de São Paulo) e da "cumpanheirada" que, além de corruptos, não podem ser reconduzidos ao governo brasileiro e nem deveriam disputar segundo turno com Jair Bolsonaro que tem a experiência de 30 anos na vida pública como parlamentar (somados aos mais de 15 como "soldado do Exército), é autêntico e não é corrupto.

ELEIÇÃO SUI GENERIS

Pela primeira vez na história mundial, pelo menos que tem-se notícia, um país realiza um processo eleitoral polarizado entre um candidato preso a um leito hospitalar, após ter sofrido um atentado, definitivamente, por razões políticas (às favas quem tenta alegar motivos "ideológicos, religiosos, insanidade", etc), praticado por um réu- confesso defendido por uma caríssima banca de advogados pagos por sabe-se lá quem ou o quê e outro preso (às favas também quem acha que Fernando 'Andrade' Haddad é o cabeça-de-chapa), condenado em duas instâncias superiores pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e pela Lei da Ficha Limpa, em uma confortável sala na sede da Polícia Federal com 15 metros quadrados adaptada para recebê-lo e, ao que tudo indica, para ser seu QG e local para reuniões do Partido dos Trabalhadores (PT). O Brasil é, mesmo, sui generis em todos os sentidos e, por mais que algumas instituições e boa parte da sociedade queiram e se esforcem para fazer diferente, tem dado motivos de sobra para que o mundo continue nos vendo como corruptos, um amontoado de gente que não sabe votar com caráter (só com sua "consciência"), institucionalmente confuso e desequilibrado, sempre como emergentes e/ou em desenvolvimento. E diferentes. Pelos muitos exemplos dados desde que a República começou a tentar virar uma de suas páginas mais tristes.

PODER DAS MASSAS

Desde que a Internet começou a se popularizar, de verdade, com as redes sociais ficando ao alcance de quase todo mundo, a coisa tem mudado tanto que chegou ao ponto de influenciar até decisões importantes como as campanhas políticas que vão eleger, nos próximos dias, deputados e senadores e, no caso de segundo turno, governadores e presidente da República. Vários vídeos e posts, além dos memes, guardadas as devidas proporções das fakes news, da comicidade ou do inevitável lixo que circula por aí, chegam ao ponto de viralizarem tanto que são compartilhados por milhões de pessoas que veem no "material" uma possibilidade real de interpretar fatos que nem sempre lhes é mostrado íntegra e verdadeiramente. Alguns têm batido sucessivos recordes como, por exemplo, o do atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro, a lembrança de seu nome em shows, estádios, panelaços, buzinaços, bem como as anteriores caminhadas antes do crime e as recentes lives feitas no leito hospitalar, o que leva muitos a acreditarem que a sua ascensão ( a última pesquisa revelou 33% de intenção de voto) e a possibilidade de vitória, já no primeiro turno, deve-se, srm sombra de dúvida, às muitas aparições nos smartphones. Entretanto, existem milhares de outras "trocas de informações" mostrando fraudes eleitorais, libertação de Lula após o pleito e a nomeação como ministro, caso Haddad vença, declarações de artistas, depoimentos de experts, etc.  Ainda é cedo para todas estas influências se transformarem em realidade na mesma proporção que muitos dos conteúdos da Internet de tanto que são compartilhados (se bem que faltam " apenas" 18 dias). Mas uma coisa é certa: a vitória e a derrota de muitos que colocaram seus nomes e suas propostas para serem julgados pelo eleitor estão a mercê do que se fala, escreve e vê nas redes sociais e resta muito pouco para se conhecer seus desdobramentos. De verdade, independente de fraudes ou não.

FALSAS PROMESSAS

Pelas "propostas" apresentadas, a maioria dos candidatos a cargos eletivos no Brasil mereceria ter assento permanente na ONU pois promete acabar com os principais problemas da população. Ou cumprir longas penas numa prisão de segurança máxima por tantas mentiras e falsas promessas feitas - e não cumpridas - principalmente, durante a campanha. Do céu ao inferno, se promete de tudo mas, ao cabo de quatro anos, tem-se o mesmo: crescimento da corrupção e de seu patrimônio pessoal e o empobrecimento de mais pessoas que veem o dinheiro público ir pro ralo, bem como o sonho de uma vida melhor. Mas isto tem solução. Bastaria se criar leis, por exemplo, que punissem com rigor quem teve a chance e não fez ( o detentor de mandato teria um ano pra realizar ou cumprir o prometido sob pena de perdê-lo) , prisão imediata para qualquer crime, de qualquer natureza, praticado na administração pública com a imediata decretação de inelegibilidade ( para sempre) e tantas outras que seriam criadas por uma grande comissão de notáveis, sem nenhum envolvimento ou pressão política, para que deem certo e desarmem as muitas quadrilhas que tomaram conta do país.

domingo, 16 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Nesta eleição ( nas outras também) você tem duas opções: votar em quem pode fazer ( ou já fez) pelo coletivo ou em quem, de alguma forma, te interessa. Você decide!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

FRAUDE ELEITORAL

Nestes tempos de campanha política - aliás, uma das mais conturbadas por tudo que vem acontecendo, na rua com o ataque ao candidato líder em todas as pesquisas até o momento e nos tribunais com suas longas e estranhas batalhas e decisões proferidas - resta-nos torcer por um porvir muito menos ameaçador ao processo e à própria democracia (ou o que resta dela). Resta-nos, também, informações relacionadas ao que pensa e quer o eleitorado e o que fizeram e vêm fazendo os candidatos a cada dia mais esperançosos por uma guinada que lhes permita ir para um segundo turno contra alguém que parece já ter sido escolhido por mais de 22 % do eleitorado. Mas, como vive-se num País onde a imprevisibilidade e a corrupção são uma constante, nada como um olho no peixe, outro no gato e, principalmente, na frigideira (fazendo de conta tratar-se de algum personagem mitológico). No caso, partidos políticos e seus candidatos, o TSE e o STF e as urnas eletrônicas, estas começando a atrair interesse mundial desde que, por coincidência, o deputado Bolsonaro ( Lei 13.165/2015) conseguiu aprovar, no Congresso Nacional, a emenda do voto impresso o qual foi barrado em decisão do STF a pedido da PGR, da imprevisível - tudo indica, não corrupta - Rachel Dodge que argumentou que "o voto impresso compromete a segurança e o sigilo das eleições", algo que Bolsonaro e mais 433 outros deputados (só sete votaram contra), assim como grande parte da população e até alguns organismos internacionais  não concordam. A propósito, o MOSSAD - serviço secreto israelense - alerta para um esquema de fraude que vem sendo armado para Bolsonaro perder as eleições (artigo DEFESANET intitulado "Exclusivo", de autoria de Nelson Düring em 10/09), sob mantras como o "índice de rejeição ao candidato do PSL que o inviabilizam vencer no 2° turno" e outros que poderão ser usados para ocultar uma possível fraude. A qual, resta-nos a opção de votar e torcer que seja apenas uma fake news, uma estória criada por alguém que deseja acabar com o que resta da democracia brasileira.


NÃO FOGE À LUTA

O candidato Jair Bolsonaro é aquilo que, popularmente, se chama de massa de pão: quanto mais bate, mais cresce. Não têm sido os constantes e mentirosos ataques, de boa parte da mídia e dos esquerdopatas, tampouco, aquele criminoso e covarde contra sua própria vida, que vão fazer ele sair do páreo, descer ladeira abaixo nas intenções de voto permitindo que outro candidato tome seu lugar. Muito menos inventarem coisas do tipo "o maior índice de rejeição", misoginia (ódio às mulheres), homofobia, racismo, que "dará armas para todos" e outras que ninguém acredita mais. Isto porque o cara tem aquilo que muitos não têm e, pelo visto, não terão nunca nem nestes vinte e poucos dias até o pleito (07/10) que são coragem, autenticidade, fé, obstinação (seu quadro clínico vem melhorando muito após a cirurgia realizada quarta-feira), autonomia, experiência nos 30 anos vivendo na política e, claro, o voto de milhões de brasileiros e brasileiras que veem nele possíveis e profundas mudanças no estado paralelo criado pelos últimos governos. Não adianta, também, institutos de opinião, dentre eles o Datafolha (que tem 'errado' tanto nos últimos tempos que ganhou o apelido de Datafalha) tentarem fazer com que a população engula pesquisas indicando que Bolsonaro "perde pra todo mundo num segundo turno". Neste momento importante para a democracia do País, o que se quer é ver o homem restabelecido e o soldado de volta à batalha. E as instituições, daqui e de fora, de olho nas urnas eletrônicas que alguns consideram - razões não faltam -  ser possível haver fraude a ponto de dar uma vitória a outros que perdem feio para a falta de interesse de grande parte do eleitorado (abstenções, nulo e em branco) e para o candidato que, desde muito antes das campanhas iniciarem, vem vencendo todos os adversários com absoluta vantagem. E, pelo visto, na maioria (Ibope confirma tendência de alta para Bolsonaro e de baixa para Marina na pesquisa divulgada terça-feira, 11) dos lares e  nas ruas,  bares, escolas, locais de trabalho e nas pesquisas de opinião realizadas até agora.

CONEXÃO NITERÓI

Niterói, que já foi apontado com um dos municípios com maior qualidade de vida (em 2017  tinha o sétimo IDH entre os municípios brasileiros e o maior do Estado do Rio de Janeiro) acaba de conquistar outra importante e honrosa premiação de mais inteligente e conectado do País. Entre as cerca de 700 cidades participantes do Ranking Connected Smart Cities 2018, conquistou a 10ª colocação (ranking obtido a partir de 70 indicadores), subindo oito posições na comparação com 2017. A cidade também ficou em 10° lugar na categoria Tecnologia e Inovação. Com este resultado, subiu oito posições na comparação com a edição anterior. Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: geral, por eixo temático, região e por faixa populacional sendo composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities. O 1° lugar no Ranking Connected Smart Cities 2018 ficou com Curitiba (PR), seguida por São Paulo (SP). O 3° lugar foi conquistado Vitória (ES), seguida por Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ), na 10ª colocação.

ABANANDO O POSTE

Finalmente, o poste - também usado por cães para fazerem suas necessidades - assumiu. Como já era de se esperar, o Partido dos Trabalhadores (PT) foi obrigado, pela justiça eleitoral (ou o que resta dos muitos imbróglios produzidos e/ou permitidos por ela), a oferecer a cabeça de Fernando Haddad numa bandeja, não ao rei Herodes, mas, sim, à população brasileira que desejava acabar logo com todo o circo. Vê-lo como candidato do partido disputando a presidência no lugar de Lula - devidamente  preso e condenado em segunda instância, portanto, barrado pela Lei da Ficha Limpa - representa quase tudo aquilo que já era previsto há muito (exceção apenas ao ataque praticado pelo terrorista Adélio Bispo que, segundo ele mesmo, "pretendíamos" acabar com Bolsonaro por razões políticas e ideológicas") por analistas e até por quem não entende tanto do assunto mas que sabia que os planos continuam sendo dar continuidade ao projeto criminoso de poder elegendo um capacho. E, pelo perfil apresentado, desde sempre, Haddad é o homem certo. Só que faltou combinar com os russos, isto é, com Bolsonaro, mais vivo do que nunca e líder isolado nas pesquisas e, principalmente, com a maioria da população que parece não ajudar muito na "decolagem" do PT, do ex-prefeito de São Paulo e do ex-presidente (atual presidiário) com toda a pretensão de voltarem aclamados nos braços do povo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

UMA COISA SÓ

Nada como um dia atrás do outro. Nada como ver o PSDB - partido político que tenta se mostrar como arauto da moralidade, acima de qualquer suspeita - começando a parar na lata de lixo da história por envolvimento de um de seus "caciques" em práticas de corrupção. A prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, em operação da Polícia Federal que, a despeito do que quer a maioria dos políticos brasileiros ( isso mostra o nível da política nacional), continua desbaratando a quadrilha que estava (?) a serviço de grandes empreiteiras. Mostra, também, que os últimos governos do PT e do PSDB, sempre capitaneados pelo (P)MDB, são exatamente iguais e têm os mesmos interesses, ou seja, roubar o dinheiro da população e relegá-la a planos inferiores. Tudo isto acontece durante o processo eleitoral - que já teve até candidato sofrendo atentado político, sim - deixa claro, ainda, que estes dois partidos e seus eternos "donos" ( acumpliciados com os outros da base alugada) estão desesperados e dispostos a tudo. E atolados até o pescoço por denúncias e provas incontestes de que fazem parte de um grande esquema de roubo aos cofres públicos capaz de se unir, sempre, contra tudo aquilo que os ameace. Como Deus e o próprio país.

domingo, 9 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Em pouco tempo, "estaremos" de volta à campanha. (Jair Bolsonaro)

NÃO É GUERRA

Que país queremos? Com certeza, um onde não haja tanta corrupção, criminalidade e tamanha truculência, tampouco, agressão à democracia como aquela que levou um desesperado, partidário e ideologicamente extremista ser capaz de perder a razão - que alguns tentam dizer, agora, que é louco - atacando com muita violência a um candidato a presidente durante campanha popular de convencimento. Aliás, que defende, exatamente, uma mudança radical nas atuais leis visando inibir ataques como estes e atos irracionais que sabem ser protegidos por elas e por advogados dispostos a defender o indefensável desde que bem pagos. O que aconteceu com Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, queiram os 'adelios' e outros esquerdopatas lunáticos ou não, foi um ato terrorista, um ato covarde numa guerra onde cidadãos comuns ou não estão à mercê de pessoas, grupos, partidos políticos ou quaisquer outros movimentos que desejam continuar fazendo do Brasil um país que a maioria não quer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

FESTA ERÓTICA

Lembro- me de ter ouvido alguém comparar a política nacional a "uma suruba, uma bacanal". Lembro-me, também, que não foi alguém que o fez num bar da esquina ou qualquer outro ambiente de descontração. O autor da pérola - que não deixa de ter fundamento - foi, nada mais, nada menos que o veterano senador Romero Jucá ( PMDB-RR) que deve entender muito bem de tudo isto pois representa uma das formas mais vis de se praticar a "arte" da política com todos seus aspectos repulsivos de praticá-la sempre de forma a se servir dela em benefício próprio ou para atender grupos, amigos, parentes, etc. Aliás, como se faz em, praticamente, todos os municípios brasileiros. De Norte a Sul, não importa o tamanho. Estamos em plena campanha eleitoral, oportunidade para se começar a mudar a grande confusão criada pelos últimos governos que conseguiram transformar o Estado numa grande máquina de corrupção, onde o serviço público fica à mercê do privado; sua qualidade é discutível, uma vez que o sistema é viciado - e viciante -, gasta-se tudo que é arrecadado (uma das maiores cargas tributárias do planeta), quase sempre de forma perdulária e numa  desproporção (custo- benefício) descomunal, inclusive para manter os Três Poderes de maneira nababesca, todas provas inequívocas de que vive-se uma grande "suruba" tal qual o senador, nada impoluto e moralista, referiu-se, dia destes, em discurso na "Casa Alta" e que precisamos começar a mudar. Lemas como família, amor a Deus, à Pátria e às famílias, a ordem e o progresso como regra geral e a permanente guerra à corrupção, bem como à perda do direito de ir e vir com a criminalidade que grassa em cada canto do País, devem ser muito bem analisados todos os dias e no próximo dia sete de outubro, devidamente, instrumentalizada quando teremos em mãos o voto e o dever de mostrar se queremos mudanças ou permanecer como estamos, por exemplo, nas garras do pacto feito entre o PSDB, PT, (P)MDB e congêneres, partícipes e cúmplices de uma estrutura carcomida que permite o avanço de uma epidemia que se não for combatida representará, mesmo, nossa destruição e independência.

BRASIL ACIMA DE TUDO

O Brasil clama, desesperado, por mudanças. E elas podem começar já a partir do primeiro dia de 2019, quando deverão assumir o novo presidente da República, governadores, 2/3 de senadores e deputados federais e estaduais que, espera-se, também espelhem uma necessária renovação (para isto, é importante se investigar bem o histórico e o perfil de cada um pra não se trocar seis por meia dúzia). Muitas são as reivindicações da sociedade que hoje vive refém, principalmente, da politicagem, do poder paralelo vindo das entranhas da criminalidade - marginal, perversa e quase invulnerável - e das leis vigentes que os protege. E nos desprotege. Fosse feita uma pesquisa de prioridades, destinadas ao presidente eleito, muito provavelmente constariam a mudança do atual Código Penal (penas mais rigorosas, incluindo rigor e seriedade na execução, redução da maioridade, etc), ampla revisão da Reforma Trabalhista (com revogação de vários itens), Reforma Tributária (benefícios para quem produz e diminuição da injusta e pesada carga), Reforma Previdenciária (com manutenção de direitos adquiridos e busca por recursos oriundos da sonegação, por exemplo) e, talvez, uma das mais importantes que seria a Reforma Política para acabar com privilégios (salários, benefícios estendidos às famílias, mandatos longos e duradouros servindo de moeda de troca entre os governos) de uma classe desclassificada de políticos que sequer faz o dever de casa e, sem dúvida, é a maior responsável pela onda de corrupção que afoga cerca de 200 milhões de brasileiros há um bom tempo. Outras seriam elencadas nesta possível - e pouco provável - pesquisa, tais como, a exigência por serviços públicos de qualidade, como na educação (respeito ao professor, ao aluno e às famílias, criação de mais colégios militares multiplicadores da Ordem e do Progresso), na saúde ( que pode incluir um amplo estudo nos planos de saúde e mais investimentos no SUS) e na segurança (a restauração pela figura da autoridade e do cumprimento do dever); favorecimento da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante), a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal; privatizações voltadas a diminuir a máquina estatal criada para abrigar o partidarismo), tudo isto convergindo, naturalmente, para a necessidade básica que é por emprego e a dignidade que ele trás. Resumindo: um Estado mínimo e com espírito nacionalista, onde o que se paga deve servir como estímulo, incentivo e oportunidade para que os brasileiros vivam bem e melhor.