terça-feira, 21 de junho de 2022

CAÇADA HUMANA

Agora já se sabe porque Bolsonaro incentiva tanto a facilitação na compra de armas. Não é para matar "apenas" preto, pobre e analfabeto. Ele também quer o extermínio de outros vulneráveis ou acometidos das mais absurdas formas de discriminação como, por exemplo, os índios cuja morte vem sendo anunciada desde o descobrimento. O que aconteceu ao indigenista Bruno Pereira e ao jornalista Dom Phillips, brutalmente assassinados pelo produto da violência incentivada pelo presidente da República e seus milicianos, mostra ao mundo o quão perverso, desumano e genocida é o governo brasileiro e o quanto estamos correndo perigo. Nós, de todas as cores, raças, credos, ideologias e classes sociais. Da Amazônia ou de qualquer outra parte do planeta.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

Bolsonaro disse que "nem tudo é dinheiro". Para ele, tem as rachadinhas, os cartões corporativos e outras formas dele e a família torrarem dinheiro público.

terça-feira, 14 de junho de 2022

AO SABOR DAS MARÉS

O ex-governador de São Paulo, João Dória, declarou que saiu da vida pública para não mais voltar. Como político, acostumado às traições e mentiras, ele sabe que existem poucas maneiras de se sair dela e uma é por morte natural. Ou por morte provocada. Tem, ainda, a possibilidade (remotíssima) de ser preso, se bem que alguns conseguem se safar, sair da prisão e até voltar a disputar a presidência da República, o Senado federal, etc. Claro que João - como pediu pra ser chamado - tem exitosa carreira como empresário e "as chuteiras penduradas", de prefeito e governador do maior estado e do município da América do Sul, além de comporem o currículo e cenário de sua bela mansão, provavelmente, estarão ali para lembrá-lo de algumas máximas de Maquiavel como: "A política ama a traição, mas abomina o traidor" e "Na política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã". Dória, como homem de marketing, também conhece várias estratégias para se voltar por cima, o que pode tê-lo convencido a bater em retirada num momento tão desconfortável e adverso como este. Para tentar voltar, muito e breve, ao cenário de traições, mentiras e outras "qualidades" que tanto viu de perto e, birras à parte, parece ter gostado.

domingo, 12 de junho de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

Pra quem está se afogando, jacaré vira tronco.

quarta-feira, 8 de junho de 2022

UM SÓ EXÉRCITO

Bolsonaro continua com aquelas teorias da conspiração e a paranoia de que "se não vencer as eleições", no primeiro ou no segundo turno, "é porque houve fraude". Que ele demonstrou ser, além de incompetente, um grande malandro (em mais de 30 anos como parlamentar só fez aumentar o patrimônio da família), na acepção de todas as palavras, a Nação - pelo menos a sadia - toda sabe. Mas sua esperteza pode estar com os dias contados pois a tese de que a popularidade e, por conseguinte, o amplo favoritismo nas ruas e nas urnas, não é verdade. Portanto, não se sustenta. Primeiro, porque a maioria da população - a não fanática - sabe que as aglomerações com milhares de apoiadores em carreatas, motociatas, andanças por botecos, etc , são fakes, estruturas montadas, prévia e possivelmente, compradas com o intuito de mostrar, aí sim, manipulação, fraude, salas secretas em gabinetes do ódio, alteração de dados. Coisas que a maioria não acredita mais. Nem "seu exército". Nem o de Caxias e do povo brasileiro, o mesmo que constatou o puro proselitismo, a montagem de cenários e a tentativa de golpe.E, claro, serem as urnas e o processo eleitoral confiáveis. E democráticos. Só louco não vê. (21) 99135.8101

segunda-feira, 6 de junho de 2022

LULA OU BOLSONARO?

Uma das perguntas ouvidas por aí, nestes tempos de campanha política extemporânea - ilegal aos olhos da lei, mas intensificada demais nos últimos três anos, cinco meses e alguns dias -, é: caso haja segundo turno, e a maioria dos prognósticos e pesquisas sérias de opinião se confirmarem, você votará em Bolsonaro ou Lula? Várias respostas têm apontado para um rotundo " Bolsonaro de jeito nenhum"! Isto pode significar que o eleitor não vai votar em ninguém, preferindo se abster, pretende teclar anula + confirma ou algo óbvio de se supor que o atual presidente é tão ruim, tão fraco, tão omisso, tão falastrão, tão canalha e tão permissivo, inclusive com o maior problema de todos numa administração pública (corrupção), que será "obrigado" a optar por Lula. Triste país o nosso. Onde somos obrigados a fazer escolhas como estas, entre o ruim e o menos pior.

domingo, 5 de junho de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

No Brasil, já houve um tempo em que os candidatos em campanha falavam de suas propostas de governo. Hoje, é tudo por dinheiro. Só de fundo partidário, são R$ 6 bilhões.

sexta-feira, 3 de junho de 2022

SAMBA DO CRIOULO DOIDO

As campanhas eleitorais, ao contrário do que determina o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), começam no dia seguinte às posses de prefeitos, governadores e presidente da República. Isto se deve, basicamente, a três motivos. Aliás, todos próximos à excrescência, à imoralidade e, na maioria das vezes, produzidos às escâncaras. O primeiro foi o direito à reeleição para cargos executivos, surgido, em 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), inovação aprovada em meio a vários escândalos, inclusive, compra de votos de deputados para a aprovação da emenda (R$200 mil pra cada, uma "ninharia" nos dias atuais) e que vem permitindo - e provocando - uma corrida desenfreada para multiplicar por dois o mandato de quatro anos. E aí, vale-tudo pois vê-se instalado, nas estruturas de governos, e fora delas, o autêntico samba do crioulo doido (nada de ideologia partidária, pragmatismo, respeito ao cidadão, etc.). A mais autêntica "Flor da Idade", de Chico Buarque..."Carlos amava Dora, que amava Lia que amava Léa que ama Paulo... que amava toda quadrilha". Segundo é que, principalmente, durante a era Bolsonaro, as instituições têm sido escancarada, fragorosa e flagrantemente, desrespeitadas. Se o presidente, chefe máximo da Nação, ao invés de trabalhar, faz campanha política todos os dias, pratica o toma lá, dá cá, incentiva a morte de milhares de brasileiros pela Covid, aplaude o assassinato de "genivaldos" por câmaras de gás e pelo chumbo grosso que sai das armas, promove a volta da inflação, militariza o governo, mente, caçoa e xinga representantes de poderes, entre eles, o Judiciário e a Imprensa, e nada acontece, por quê se deveria respeitá-las? Finalmente, e um motivo não menos importante, é que a maioria dos políticos se acha acima de tudo e de todos. Nem em Deus acredita.

domingo, 29 de maio de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

O governo antiquado e cruel de Bolsonaro, depois de apoiar a volta do voto de papel, da inflação e da ditadura, trouxe a truculência policial (esquadrão da morte) através de métodos de intimidação e eliminação de mais fracos, entre eles, a câmara de gás de Hitler e do nazismo que tanto mataram inocentes.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

TROCADILHO EM MIÚDOS

Como quase tudo no Brasil, as "pré-campanhas" eleitorais são engraçadas e viram piadas prontas. Até os nomes, sobrenomes e apelidos dos "pré-candidatos" - os que continuam ou já saíram-, nos lembram algo e fazem dar algumas risadas. Pra começar, num rol que de cândidos nada tem, Ciro, no latim significa 'senhor, eleito' e, pelo visto, esta via não vai nem pro segundo turno. De novo; Moro, após ser o candidato que foi sem nunca ter sido (ou Ciro), simplesmente, desMOROnou; Dória, ao declarar sua desistência em disputar o Planalto, é digno de muita DÓ (RIA com um barulho destes), devendo ser um dos campeões de memes; Lula, condenado ou não, absolvido ou não, carrega um nome cujo radical o identifica como LuLADRÃO, LuLARÁPIO. JÁ Bolsonaro, por tudo que vem fazendo para incendiar o País, tem sido chamado de BolsoNERO, além de carregar um MESSIAS, obviamente, muito mais pra Barrabás e Judas do que para Salvador do mundo. Ou de uma pátria que um dia o pariu. Pra não fugir à regra, o MDB quer emplacar a candidatura de Simone, que em hebraico quer dizer 'aquela que tudo ouve, obediente', TeBET (to bet, apostar em português), para ser objeto de troca num provável segundo turno. Devida e espertamente, silente. Quer apostar? Os demais, Janones, Vera Lúcia, Heymael, D'Ávila, Péricles, Marçal e Manzano não pontuaram ou não tiveram destaque nas últimas prévias (chamem DÓria e LEITE pois disso eles entendem) que mereça brincadeira mais séria.

domingo, 22 de maio de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

"É preciso cultivar o próprio jardim". (Voltaire)

terça-feira, 17 de maio de 2022

DÁ TRABALHO DE FAZER

Dizer que Bolsonaro não faz nada é uma grande injustiça. Um equívoco não reconhecer seus muitos "feitos", como a duríssima campanha eleitoral - desde que assumiu há cerca de três anos e meio -, incluindo motociatas, carreatas, lanchaciatas, vociferar a formandos das Forças Armadas e conversas, quase diárias, com aquela gente, aquele gado reunido no chiqueirinho próximo ao "Palhaço do Planalto". Não se pode negar, também, as longas viagens - sem muita serventia para o país, é verdade -, saídas a botecos e similares (é duro comer e beber aquelas iguarias só pra fingir popularidade), fazer tanta boiada passar, bater recorde no uso do cartão corporativo - muitas vezes, convertido em dinheiro - e gastar um salário que teve reajuste de 69% no ano passado. Dá muito trabalho, mesmo, trocar ministros com frequência, negar a Ciência e, com isso, contribuir com a morte de 660 mil brasileiros, proteger Orcrim's, agredir a Imprensa, tornar o Brasil pária e, principalmente, manter o Congresso Nacional, de Artur Lira, sob controle, alugando deputados e senadores do "big center" através de emendas e outras benesses. Com tanto esforço desprendido, Bolsonaro jamais pode ser acusado de ser um mandrião, um presidente preguiçoso e sem ideais. Por tudo que vem fazendo, em janeiro do ano que vem, Bolsonaro passará à história como aquele que mais produziu: para si, para a família, para os aliados e para que o povo brasileiro ficasse mais pobre. E isso dá muito trabalho.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

PRA COMEÇAR A SEMANA

O Brasil está quebrado: obriguedes, Paulo gado!

quinta-feira, 12 de maio de 2022

BOLSONERO

Não querendo colocar mais lenha na fogueira ou, sem trocadilho, apagar o fogo com gasolina, mas o que o governo, com sua inépcia, imperícia e negligência, está fazendo, em relação aos preços dos combustíveis é, no mínimo, desleal. Pra não dizer criminoso. Principalmente, para aqueles que dependem dos derivados do petróleo, precisam levar o sustento pra casa e têm tido muita dificuldade em fazê-lo uma vez que há um desastroso efeito-cascata em rota de colisão e a caminho desde que a Petrobras, cujo acionista principal é o próprio governo, resolveu indexar os reajustes com o mercado. Aliás, empresa esta que vem sendo um dos palcos para os discursos mentirosos do presidente Bolsonaro que, apesar dos ataques, tem alcançado lucros fabulosos convertidos para o pacote de "bondades" oferecido aos aliados através de orçamentos secretos, emendas e outras vantagens (pra eles). Sendo assim, com tantos problemas e a falta de articulação com o setor petrolífero, desde a produção até a bomba, e previsível uma grande paralisação nos transportes o que, certamente, vai trazer caos ainda maior. Se é possível brasileiras e brasileiros suportarem mais sofrimento. Vários líderes de caminhoneiros, por exemplo, têm manifestado repúdio à política de preços dos combustíveis, principalmente, o diesel, e, muitos deles, arrependimento pela falta delas (políticas) e por toda a rede falaciosa montada por Jair Bolsonaro, seu posto Ipiranga, o falastrão, Paulo Guedes na qual também embarcaram numa boleia furada os gloriosos caminhoneiros.

segunda-feira, 9 de maio de 2022

VAI TER GOLPE

Muita gente por aí anda dizendo que vai ter golpe. Na verdade, se ocorrer, será apenas réplica de tantos outros. Desde que ressurgiu a "democracia", há 35 anos, isto é o que se vê a todo momento, praticado pelos governos, por todos eles - sejam de direita, de esquerda, centro ou "centrões" -, contra o povo, contra as instituições. Contra o Brasil. Os golpes não vêm (dificilmente virão) dos movimentos populares, das ruas, dos quartéis, da Igreja, sindicatos. Vêm das urnas, da vontade do povo (quem sabe a inconsciente de admirar o passado desde o Império?). Aperfeiçoados e sempre com novas roupagens, eles emergem (evacuam, num sentido vulgar como são criação e criatura) de cabeças políticas que habitam os esgotos de seus principais redutos, sejam eles câmaras municipais, assembleias e o maior e mais fétido habitat, o congresso nacional que consegue se apequenar, ainda mais, neste pobre período de nossa história dominado por seus representantes com sua ganância pelo poder e pelo dinheiro sujo da corrupção produzida à custa dos golpes contra a economia, geração de empregos, educação, saúde, segurança, meio ambiente, etc. Assim, acostumados à miséria e ao grande poder dos golpistas, não nos restam muitas opções a não ser acreditar que, muito em breve, teremos, sim, "novos" golpes. Corporativos, rentáveis, "legais". E, claro, altamente, destrutivos e parecidos com os anteriores.