segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PISO PARA CAMELÔ

Pior cego é aquele que não quer ( ou não pode) ver. Como deve estar acontecendo com fiscais da prefeitura e GCMs de Niterói que continuam ignorando as barracas instaladas, irregular e desumanamente, sobre o piso tátil de algumas ruas do Centro. Pra começar, seria bom que alguém do setor de fiscalização da PMN ensinasse que, piso tátil, aquilo amarelinho no chão, são faixas em alto relevo fixadas para fornecer auxílio na locomoção pessoal de deficientes visuais. Depois, dessem uma caminhada, por exemplo, nas ruas Visconde do Uruguai, Cel. Gomes Machado, São João e São Pedro para verificar, entre outras coisas, o porquê da vista grossa e mandando retirar, imediatamente, as barracas do caminho.

domingo, 8 de dezembro de 2013

FLU NA SEGUNDONA

Sou tricolor de coração... É, posso até sê-lo, mas o Fluminense mereceu o rebaixamento pois, além de jogar mal, os dirigentes caíram nas armadilhas de clubes que resolveram se unir para levar o clube, campeão do ano passado e de tantas glórias, a esta condição ridícula. Não podemos nos esquecer, também, de destacar a influência (negativa, claro) do patrocinador e do técnico Luxemburro. Agora é ter vergonha na cara e reformular geral.

PRA COMEÇAR A SEMANA

É necessário ter o caos cá dentro para gerar uma estrela.
Friedrich Nietzsche

DEU NAS REDES SOCIAIS

"Agora é Mandela pra lá, Mandela pra cá. Mas muitos não sabem nem cantar uma de suas músicas".
" Estamos tristes com a morte do grande líder negro Martin Luther King". (Paris Hilton)
Isso mostra como anda a cultura daqui e de fora

sábado, 7 de dezembro de 2013

PAÍS COTISTA

Mesmo não faltando assunto na política tupiniquim ( mau desempenho da educação, mensalão, roubalheira institucional, saúde em coma, insegurança pública, transportes caóticos e até o futebol contra Croácia, México e Camarões) já vem de novo o papo de cotas para negros, indígenas, etc. Será que ainda não viram que as cotas só reafirmam ser o Brasil um país racista, a separar pessoas? A propósito: o ministro Joaquim Barbosa precisou de cotas para chegar aonde chegou? Não, ele só estudou. Mas é aí que a coisa pega. Político não gosta muito disso.

DE MANDATOS AO MANDADO (DE PRISÃO)

Vejam o que é a política, o poder e a ambição. Aquele jovem e destemido advogado que conheci, há muito tempo, no Povo na TV e que fazia tudo para aparecer, hoje vive escondido, doente, em uma pequena cidade do interior do Rio, esperando o mandado de prisão em casa. Delator do mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson foi condenado no ano passado a 7 anos e 14 dias pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Pena que deverá ser cumprida no xilindró, aquele em que o sujeito vê o sol nascer quadrado, uma vez que o STF negou-lhe o direito de prisão domiciliar. Triste fim para políticos arrogantes que ainda acreditam num País sem lei.  

HISTÓRIAS DO DOMINGUINHOS

Tem coisas que só acontecem com Dominguinhos. Outro dia, num grande encontro político, o 'cara', nosso amigo das antigas, ficou bem ao lado do presidenciável Aécio Neves e se apresentou da seguinte forma, travando com ele o seguinte diálogo:
- Senador, eu sou o Dominguinhos, tesoureiro do PP de Niterói, muito prazer.
- PP, do tio Francisco Dornelles?
- Esse mesmo!
- Vou precisar de vocês de Niterói, Dominguinhos. E já gravei seu nome. É muito fácil.

CENTRO SEM LEI

Parece que não tem jeito mesmo. O Centro de Niterói continua uma grande mer.......cadoria. Sem fiscalização e sujo, com uma camelozada clandestina digna do mais desorganizado comércio de rua, começa a se parecer, por exemplo, com alguns países africanos, onde cada um faz o que quer, onde e como quer. Pedir para que as autoridades responsáveis intervenham não vem adiantando muito pois, ao contrário do que a prefeitura apregoa, de estar revitalizando aquela parte da cidade, a bagunça é maior a cada dia.

FREUD EXPLICA

O deputado estadual, Comte Bittencourt, foi reeleito presidente do PPS no Rio de Janeiro, dias atrás. O evento aconteceu na UERJ e reuniu integrantes do partido e de outras siglas, como o senador Aécio Neves, do PSDB, que integrava a turma do gargarejo e ouvia, atentamente, cada palavra do deputado niteroiense. Inclusive quando, em ato falho ( também chamado de parapraxia na psicanálise) ele anunciou a chegada do líder e presidente nacional do PPS, deputado Roberto 'Jefferson', referindo-se a Roberto Freire.  Será que o engano verbal ou comportamental de Comte pode estar revelando um conflito entre a intenção e o inconsciente? Ou terá sido, apenas, o nervosismo de estar cercado de presenças tão ilustres como o presidenciável, Aécio Neves e por sua declaração de apoio ao político mineiro? 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

ACABAM SEMPRE ENTORTANDO

Mais cedo ou mais tarde, os políticos, na grande maioria das vezes, nos decepcionam. Um bom exemplo é o ex-deputado Roberto Jefferson, aquele 'defensor dos fracos e oprimidos' do Programa O Povo na TV que conheci no final dos anos de 1970. Vê-lo agora, naquela situação deplorável, suplicando que acreditem no injustificável, nos dá pena e reforça a teoria que diz que para conhecermos alguém é só lhe dar poder. É, não tem jeito. Quem um dia foi rei, é tão contaminado pela ambição que, um dia, perde a majestade, sim.
 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

VOTO ABERTO

O Rio saiu na frente e acabou com o voto secreto para todas as votações. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), agora, quase tudo será transparente. Quase. ( Fica faltando abrir as caixas-pretas para o número e a folha de funcionários, salários, etc ). Mas isto não é nenhum favor, pois o deputado se elege para, pelo menos, mostrar ao seu eleitor o que faz e como faz. Só não mostra pra que, mas todo mundo vê. E sabe. Se já provoca frustração o cara se eleger e não fazer o que prometeu, imagina quando fazia as coisas às escondidas, como no caso das votações para cassação de mandato. Que a Câmara Federal e as municipais sigam este caminho, diferente do que fez o Senado, semana passada, ao vetar, secretamente, o voto aberto amplo, geral e irrestrito.
 

domingo, 1 de dezembro de 2013

MÉDICOS ESTRANGEIROS

O governo do Brasil quer aumentar, quase de qualquer maneira, o serviço médico. E isto vem incentivando, cada vez mais, a procura por cursos de medicina fora do País. Como na Bolívia, onde já são cerca de 25 mil alunos brasileiros estudando em instituições de lá. O número é alto e o maior motivo é a facilidade de acesso. Para entrar numa faculdade, em boa parte da América Latina, não é necessário vestibular. Além disso, os custos são baixíssimos. Na Universidade de Aquino (Udabol), onde estudam cerca de 5.000 brasileiros, o estudante que pagar à vista desembolsará cerca de R$ 10.500 por cinco anos. Na Santa Casa, de São Paulo, essa quantia não cobriria sequer três meses do curso. A mensalidade é R$ 3.940.
 

ALÔ, AUTOPISTA. ALÔ PRF!

A Autopista Fluminense, empresa responsável por boa parte da BR-101 (pelo menos a que utilizo com frequência, entre Niterói e Quissamã), não deveria ficar só atenta aos buracos, aos carros enguiçados e à cobrança dos pedágios. Quem cuida do tráfego e fica monitorando as centenas de câmeras espalhadas pela estrada deveria destinar uma atenção redobrada a algumas imprudências praticadas como na entrada de Rio Dourado ( Casimiro de Abreu) onde desocupados, 'recolhedores de moedas', ficam parando o trânsito ao seu bel-prazer, determinando quem vem e quem vai e provocando cenas de risco iminente de colisões sérias. Vem sendo comum, também, veículos ficarem parados, em plena estrada, com objetivo de passar para o lado oposto como se estivesse em uma ruazinha de cidade do interior, sem semáforo, fiscalização, etc. Isto serve para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a qual é impossível não saber que isto acontece há bastante tempo.


 

PRA COMEÇAR A SEMANA

A COISA TÁ FEIA. MAS NÃO É SÓ PARA O FLU NÃO.

SONHO DE UM PEZÃO

Luiz Pezão, pré-candidato ao cargo de Sérgio (como ele gosta de chamar o governador do Rio) deve estar sofrendo de algum transtorno. Em várias entrevistas e em reuniões políticas vem afirmando ganhar as próximas eleições. E logo no primeiro turno. Atrás de Crivella, Garotinho e Lindbergh, em todas as pesquisas, o homem esbanja tanto otimismo que beira ao ridículo. Alguém precisa lembrar a ele que a briga não será para prefeitura de sua cidade, Piraí e que, na política, também é assim: quando se está no cargo, todo mundo diz amém, dá tapinha nas costas e concorda com tudo. Depois, oh, é cada um por si. Por isso, Pezão, essa de dizer, por exemplo, que tem parceria com os 92 municípios fluminenses e a maioria deve apoiá-lo não cola. Mesmo.