segunda-feira, 31 de agosto de 2026
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
PÃO E CIRCO
A melhor justificativa para estes candidatos "de araque" como Caneta Azul, Tiririca, Edmundo, Andréia Sorvetão e tantos outros que não entendem de política, não têm propostas, só querem uma boquinha e alguns ainda serem eleitos, é que o Brasil é mesmo uma esculhambação.
QUEM DEVE QUE PAGUE
O presidente da República tem sido muito assertivo em relação às investigações que pairam sobre seu próprio filho, Fábio "Lulinha" da Silva. Quando diz que "não vai interferir nas instituições e que, se for comprovado qualquer crime, ele pague por isto". Diferente de seu antecessor, Jair Bolsonaro, que em reunião ministerial bradou que queriam f.... sua família e, se precisasse, "tirava delegado, superintendente da PF e até ministro", Lula mostra - pelo menos através de discursos e entrevistas - que apoia as normas institucionais e republicanas, a polícia que é de Estado e está disposto a cortar na própria carne se preciso.
PRA COMEÇAR A SEMANA
Se, como dizem alguns, os presidiários votam mesmo em Lula, Jair Bolsonaro vai trair o próprio filho.
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
CAÇA AOS VOTOS
Neste início de caça aos votos (faltam 49 dias para as eleições), peguemos Quissamã, município pequenino do Norte do RJ, que deve estar beirando aos 20 mil eleitores e analisemos o perfil, principalmente, dos candidatos proporcionais (deputados federais e estaduais), daqueles que são de lá ou até mesmo da região, lembrando que o município, sozinho, não tem votos suficientes pra elegê-los. Mesmo não havendo voto distrital - algo defendido por nós há muito -, devemos fazer o "dever de casa" analisando bem quais podem contribuir para o crescimento da população regional. De nada adiantará votar em forasteiros, tampouco, em candidatos olímpicos que costumam aparecer, ou mandar emissários/representantes, de quatro em quatro anos, vendendo propostas e promessas que não cumprirão. Nem na Alerj, nem em Brasília.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
BRASIL PARA BRASILEIROS
A tal da "Doutrina Monroe" pode até caber em países que aceitem se submeter à intervenção dos EUA. Mas o Brasil é muito grande e sua população livre e soberana há mais de 200 anos, portanto, jamais se submeterá a quaisquer regimes atentatórios contra a liberdade e uma democracia que nos custou muito caro. O vídeo publicado nas redes sociais exaltando o domínio americano que "nunca mais será questionado" é quase uma declaração de guerra a quem não aceita - e não aceitará - ideias ultrapassadas e imperialistas. Por isso, conversas entre os governos do Brasil, da China e da Rússia representam, tão somente, um redesenho geopolítico onde não cabe política de expansão política e dominação territorial, econômica, cultural de ninguém.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
PREFEITO SÁBIO
Prefeito sábio, principalmente, quando vence a eleição por uma margem pequena de votos, é aquele que tem conhecimento do que cerca seu governo. Primeiro: pelo menos 50% são "chapéu de dois bicos", algo que aprendi em Quissamã nos meus 30 e tantos anos por lá. Algo comum na política. Depois, que é tudo uma questão de boa conversa, lúcida, sem "festinhas", palpiteiros e traíras por perto. Finalmente, saber que o adversário de ontem pode ser o aliado de amanhã.
QUISSAMÃ: OURO OU PRATA?
Leio - e ouço -, por aí, que já começaram as articulações para disputar as eleições visando a composição da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Quissamã, biênio 27/28. Até o momento, corre à boca miúda e permeiam as redes sociais que poderá haver duas chapas, uma de "oposição" e a outra liderada pelo atual presidente da Casa - mesmo que não seja candidato por impedimento regimental - , aliás, irmão do prefeito daquele município do norte fluminense. O quadro atual, e numa antecipação quase recorde, já que ainda faltam cinco meses para a votação e ouro costuma virar prata com certa facilidade, é de 6 x 5 para o grupo que não parece estar muito satisfeito com a atual administração. É pagar pra ver se naquele bucólico e aprazível município do interior do Estado vai dar zebra e o prefeito não conseguirá fazer, digo, dar uma mãozinha pro seu candidato, contrariando uma tradição que dura há muito, desde os tempos de uma eleição que presenciei, pessoalmente, em 1995. Alguém ainda se recorda?
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