quarta-feira, 29 de julho de 2026
ESCOLHA DE SOFIA
A convenção do Partido Liberal (PL), realizada no último sábado, provocou uma espécie de Escolha de Sofia para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Isto porque, além de todo o circo montado (me perdoem os valorosos palhaços que tanta alegria nos trazem) com o presidente argentino Javier Milei e o candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, utilizaram Inteligência Artificial (IA) do ex-presidente Jair Bolsonaro pedindo voto e tecendo críticas a sua condição de " prisão injusta". Aliás, domiciliar, o que lhe impede de fazer tal manifestação. Os tribunais ficam, agora, obrigados a julgar se Jair sabia ou não do uso do recurso, o que, em caso positivo, pode agravar a pena e, ao contrário, pode, até, impugnar a candidatura do primogênito. Resta saber se os ministros responsáveis pelas ações que envolvem tantos crimes - presidente e relator - irão julgá-las devidamente ou se o quartel de Abrantes abrigará iminentes figuras da republiqueta.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
MOLHO À CAMPANHA
Sabe aquele prato que a gente sente faltar alguma coisa? Um molho, um tempero, o algo a mais? Pois é, em se tratando do início do cozimento, da fritura para as disputas eleitorais no Rio de Janeiro, parece não faltar mais. Com a entrada, no menu do "restaurante eleitoral", do ex-governador do Estado, prefeito por Campos dos Goytacazes e deputado federal, Anthony Garotinho (PR), a antes "marmelada" entre Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL)-, com amplo favoritismo para o primeiro -, parece que foi abolida do cardápio. A experiência e a coragem de Garotinho pode ser o plus para que o eleitor fluminense agora tenha na mesa - neste caso, nas urnas - alguém que possa colocar mão na massa para enfrentar, principalmente, um candidato como Eduardo Paes, conhecido por ações de puro marketing e levar as pessoas em banho-maria.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
CENTROS DE MALANDRAGEM
O Brasil não avança por motivos óbvios. A insegurança jurídica, a instabilidade na economia que afasta investidores, a corrupção e até por causa do tal 'Centrão", quando se trata do ponto de vista político. Aliás, o principal elemento para a desgraça nacional pois quase não se faz nada se políticos não "derem um jeitinho". Há pouco mais de dois meses para o primeiro turno das eleições - outro mal que assola o País -, os governos começam a ficar reféns, principalmente , do Congresso e das assembleias legislativas, cujos representantes, os atuais e os futuros, dão início às negociatas para fortalecer seus partidos, coalizar e, claro, encher cofres. E neste particular, o tal "Centrão, ou os tais Centrões, seja de Brasília , de São Paulo e do pequenino município de Quissamã, têm um papel importante na missão de pressionar o presidente da República, governadores e prefeitos, estes, geralmente, cabos-eleitorais de deputados e senadores. Na prática, o que acontece neste período de eleições que se avizinham? Candidatos iniciam tratativas para, se eleitos, comporem bases de apoio para o presidente e governadores, impacto que poderia ser minimizado, por exemplo, se primeiro elegêssemos os chefes do Executivo e duas semanas depois deputados e senadores. Mas não só. Que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puna com mais rigor - e celeridade - quaisquer crimes praticados. Antes, durante e depois das eleições e das práticas malandras de Centrões.
terça-feira, 21 de julho de 2026
LIBERTA, QUISSAMÃ!
Lembrando àqueles que não sabem: nomeações e exonerações são prerrogativas do senhor prefeito. De Quissamã e qualquer outro que não tem "rabo preso". Sem entrar no mérito, é assim que se faz, rapaz!
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