quarta-feira, 24 de maio de 2017

POLÍTICOS BRASILEIROS

Sem rodeios ou medo de retaliações, vamos direto à pergunta: Servem pra quê? Que me perdoem aqueles que, porventura, se sentem ofendidos pela maneira quase genérica (palavra bem adequada mesmo) e unânime ( Nélson Rodrigues errou nesta) pela qual os trato, principalmente, agora, após os últimos acontecimentos não só da mais expressa vilipendiação aos direitos, como da roubalheira quase institucionalizada que se instaurou no País, mas não tem como responder diferente daquilo que está nas mentes, nos corações e nas palavras proferidas por milhões de brasileiros e brasileiras, de norte a sul: Pra nada! Ou melhor, aliviando a barra dos poucos que ainda correm atrás - atrás mesmo, sendo este um dos problemas de nossa pretensa democracia - pra muito pouco! Deixando o aspecto da roubalheira de lado, só por agora, é exatamente o que faz a grande maioria daqueles que são eleitos para criar leis, no caso do Legislativo e executá-las, como o Executivo deveria fazer. Entretanto, os políticos brasileiros, em sua graaaaaande maioria, além dos muitos atos de corrupção e desvios, dos mais diversos, têm andado na contramão daquilo que prometem após a posse e da polpuuuuuuda remuneração (você tem ideia de quanto ganha, por exemplo, um senador, um deputado federal ou até mesmo um vereador de seu município?). Ou seja, promover o acesso de todos a mais educação, saúde e segurança pública, melhorias no transporte público, salários mais dignos através de uma economia, de fato, estável e pujante de forma a gerar novas oportunidades de trabalho e garantir outros direitos expressos na Constituição, coisas que não fazem e, se fazem, ainda levam as tradicionais vantagens oriundas de um superfaturamento que todos pagamos. Tudo como reza no código dessa gente desqualificada e desonesta, à moda da Lei de Gérson: Leve vantagem em tudo você também, certo!?!? Solução? Uma profunda reforma política e leis severas que coloquem, qualquer um, sem qualquer benefício, atrás das grades, quem 'pega' o que não lhe pertence (né, Lula?). Sejam governadores, ao tapar rombos com aumento da contribuição previdenciária dos servidores (né, Pezão?), sejam deputados e senadores, votando a favor de reformas para beneficiar, mais ainda, os poderosos e sonegadores (né, Temer?).

domingo, 21 de maio de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Não dá mais pra segurar: Diretas já!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

PANORAMA POLÍTICO

SENHA

Durante a última audiência com o juiz Moro, o ex-presidente Lula afirmou que existe um complô contra ele. Inclusive, seu nome é uma espécie de senha, durante as delações, visando mostrar que sabia de tudo e, consequentemente, incriminá-lo. Quem o 'cara' pensa que está enganando? Aos milhões de desempregados e endividados pelo estouro da bolha? Aos pelegos e políticos raivosos que acompanham os movimentos do PT? A imprensa mundial, uma vez que, segundo ele, a daqui 'está comprada'? Certamente, não ao Conde de Monte Cristo que, ressuscitado, também afirmaria : Lula é o dono do tríplex, do sítio de Atibaia, pela armazenagem de itens retirados do Palácio do Planalto e responsável pelo esquema de corrupção na Petrobras que colocou o País nesta situação.

DESCANSE EM PAZ

Lula pode até não ter roubado, ops, desviado, tudo que dizem que ele roubou, de novo o ato falho, desviou. Mas uma coisa ele fez durante o último depoimento em Brasília. Foi mentiroso e debochado como sempre, canalha, deselegante e até desumano quando, de maneira peremptória, afirmou que a propriedade do tríplex no Guarujá (conhecida como a "Pérola do Atlântico" devido às suas belas PRAIAS e belezas naturais) era de dona Marisa, sua falecida esposa que, além de estar se remexendo no túmulo, não consegue nem descansar em paz pois o Barba, o Brahma, o Chefe, o Nine - alguns dos muitos apelidos do ex-presidente - não deixa. Como se vê, o "Descanse em Paz,que o seu Lulinha paz e amor vai continuar brigando por você" vai ficar só na faixa e nos discursos pois o ex vai continuar a dizer que 'sua Galega' foi quem planejou tudo'.



REFORMA MORAL

Uma diz que vai melhorar a vida do trabalhador brasileiro e aumentar o número de empregos, mas, na verdade, a modificação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vai retirar todos os direitos dos autônomos, possibilitar a precarização dos assalariados, permitir a negociação coletiva, pactuando o trabalho escravo, além de ir contra uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, que exige debate amplo e proíbe tramitação de urgência. A outra, a Previdenciária, esfacela a seguridade social como hoje conhecemos, a partir da constatação de que não se trata de uma proposta que visa ao equilíbrio financeiro do regime previdenciário atual, haja vista o governo ignorar os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS e dar outras vantagens como o perdão da dívida de R$ 1 trilhão de grandes proprietários de terras e a adoção do Refis que propõe parcelar as dívidas de empresas em até 240 prestações. E ainda cortar 90 % das multas. Entre outras 'bondades' que, como sempre, beneficiarão os que mais têm. Enfim, ambas são tão draconianas que deveriam fazer com que as mobilizações populares voltassem às ruas tal qual as últimas que provocaram as maiores operações da Justiça visando o fim (ou a diminuição) das práticas de corrupção num País que precisa, urgentemente, de outras reformas sérias como a moral, da ética e dos bons costumes.

+ REFORMAS

E já que o verbo de ordem parece ser mesmo reformar, quando entra em pauta a do Código Penal que pode levar à diminuição da criminalidade que, por exemplo, mata 55 mil pessoas e desaparece com 200 mil, por ano (10% sequer reaparecem), estupra 100 mulheres por dia, roubando todos os nossos direitos de ir e vir? Quando será que outras, devidamente, engavetadas no Congresso Nacional nos permitirão sentir menos vergonha de ser brasileiro e receber de volta a maior carga tributária do planeta (aliás, quando será proposta a Reforma Tributária?), através de serviços públicos de qualidade, por exemplo, com uma Educação melhor e educada que represente mais ética entre os cidadãos; uma Saúde muito menos doente que previna e trate a todos que precisam, inclusive os reféns das drogas; transportes seguros e eficientes; salários dignos, assegurados por uma CLT mais apropriada para quem trabalha(ou) e Segurança que acabe com a guerra civil travada entre o poder paralelo e as forças policiais que também precisam de reformas urgentes? Com a palavra, os reformistas de plantão...


MÃE DILMÁ

Durante os quase cinco anos e meio (quase uma eternidade) em que Dilma Rousseff esteve presidente, uma de suas marcas foi a briga com a língua portuguesa e com o pensamento e raciocínio lógicos. As teorias sobre um Brasil e um mundo melhor até hoje fazem a festa nas redes sociais e nos palcos e programas humorísticos de norte a sul. Mas não é que Mãe Dilmá de vez em quando dava uma dentro. A mais surpreendente 'profecia' foi quando ele disse: "Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem quem perder, vai ganhar ou vai perder. Vai todo mundo perder". 


IMPEACHMENT GERAL

O grande Nélson Rodrigues dizia que toda unanimidade é burra. Alguém que olhe o quadro aterrador da política nacional, com os recentes escândalos de corrupção envolvendo alguns de seus mais importantes representantes, ainda duvida das sábias palavras do dramaturgo e que se gritar pega ladrão não fica um meu irmão? O batom na cueca do senador Aécio Neves (PSDB) e do presidente Michel Temer (PMDB), sem falar em toda cáca na fralda de Lula (PT), mostram que o Brasil precisa ser (passado a) limpo. Mesmo! E haja creolina, aromatizadores e esfregões para se usar depois que esta gente corrupta e suja for condenada.  

EXCEÇÕES

SIm, elas existem. Mas são tão raras e os escândalos envolvendo vereadores, do mais longínquo município, ao chefe máximo da nação, tão frequentes - e envolventes -, que poucos são os que escapam. E para piorar, ainda tem os quase 40 partidos registrados, com todo o arcabouço de corrupção, que contribuem, ainda mais, para a desconfiança geral. Sendo assim, fica difícil separar o joio do trigo e apontar aqueles que, porventura, permanecem puros, sem pecado e imunes de serem apedrejados. E  aptos a receber votos ano que vem. 

CONGRESSO SOB RISCO


A República agora parece que caiu. Mesmo. O vazamento das conversas do presidente Temer com o dono da JBS, Joesley Batista (na calada da noite e com uma intimidade inadmissível para um chefe de estado e em sua residência oficial), já que o empresário é um dos investigados pela Operação Lava Jato, mostra que o fechamento do Congresso Nacional pelo STF com apoio das Forças Armadas - como prevê a Constituição -  já não é mais algo improvável. Se havia um limite para os muitos desvios praticados pela grande maioria da classe política, ele foi ultrapassado, principalmente, nos últimos anos e não há outra alternativa para acabar com a corrupção endêmica se não cortar o mal pela raiz através de uma medida extrema. Ditadura, sim, mas para se mudar tudo e todos até que se faça uma nova eleição apenas com candidatos Ficha Limpa e com novas regras estabelecidas numa Reforma Política profunda feita por novos constituintes que também deverão ficar sob a égide de leis muito mais severas para quem rouba dinheiro público.

 






   

quarta-feira, 17 de maio de 2017

TAREFA ÁRDUA E ARROJADA

Sempre que posso, faço questão de ressaltar a luta de outros companheiros pela moralização da forma como tratam a política nacional. Na verdade, maltratam, pois a todo momento vê-se 'espetáculos' circenses, desvios, gastanças e exemplos e exemplos de corrupção em Brasília e em cada cantinho do território nacional. Talvez a do 'jovem' José Lopes Filho, um cidadão de 100 anos e fundador do Movimento Popular Pró-Moralização no Poder Legislativo (MPMPL), seja uma das mais emblemáticas. Ao 'perseguir' o sonho de ver mudanças e reformas (palavra em moda) profundas e verdadeiras, principalmente, nos legislativos, há décadas, o amigo Zé Lopes nos motiva a tentar fazer o mesmo, exigindo, por exemplo, o saneamento moral dos costumes em todo Poder Legislativo; o enxugamento da gordurosa e dispendiosa máquina legislativa, em todas as esferas e a aprovação de uma reforma política com o consenso da sociedade (plebiscito), baseado no parágrafo único do artigo primeiro da Constituição (Todo poder emana do povo...). Coisas que a classe política não quer, o Judiciário não faz força para mudar, mas que o povo, mesmo meio sem jeito e da forma errada muitas vezes, ainda deseja. 
   

MELHORIAS EM MARICÁ

Dia desses, fizemos aqui  (e numa coluna que temos em jornal de circulação na região metropolitana do Rio) uma crítica - construtiva, como sempre - ao município de Maricá que nos pareceu meio abandonado em alguns aspectos. E a limpeza de ruas de Itaipuaçu foi a mais contundente e direta aos órgãos competentes. Como uma boa prefeitura que se preze, alguém deve ter anotado a reclamação e, imediatamente, providenciou que a frente de um terreno, na Rua 58, no Jardim Atlântico, ao lado de nossa casa fosse limpo. Até onde as máquinas e os servidores puderam, pois o mesmo se encontra abandonado e, muito provavelmente, tiveram receio de adentrar e retirar objetos jogados lá por 'maus vizinhos' pois poderia haver alguma complicação. Afinal, sabe como é: as pessoas não ligam, não cumprem com seus deveres de zelar e manter em ordem sua propriedade mas se alguém tenta fazer isto, até mesmo uma autoridade municipal, pode produzir consequências e efeitos desagradáveis. Esperamos que, se possível, a prefeitura não se limite apenas à limpeza parcial do terreno e tente, através do próprio cadastro ou inscrição de IPTU, por exemplo, localizar e intimar os proprietários uma vez que o abandono do terreno é preocupante por várias razões que vão da segurança até à possibilidade de gerar doenças entre elas as temíveis dengue, shikungunha, Zika, proliferação de ratos, cobras, etc. Sendo, assim, nossos agradecimentos pela limpeza parcial e o desejo de ter vizinhos e serviços mais civilizados.


REFORMA MORAL

Uma diz que vai melhorar a vida do trabalhador brasileiro e aumentar o número de empregos, mas, na verdade, a modificação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vai retirar todos os direitos dos autônomos, possibilitar a precarização dos assalariados, permitir a negociação coletiva, pactuando o trabalho escravo, além de ir contra uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, que exige debate amplo e proíbe tramitação de urgência. A outra, a Previdenciária, esfacela a seguridade social como hoje conhecemos, a partir da constatação de que não se trata de uma proposta que visa ao equilíbrio financeiro do regime previdenciário atual - cuja necessidade é altamente discutível -,haja vista o governo ignorar os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS e dar outras vantagens como o perdão da dívida de R$ 1 trilhão de grandes proprietários de terras e a adoção do Refis que propõe parcelar as dívidas de empresas em até 240 prestações. E ainda cortar 90 % das multas. Entre outras 'bondades' que, como sempre, beneficiarão os que mais têm, como os bancos, os sonegadores e, principalmente, os que financiam as campanhas políticas pelo famigerado - e abominável - Caixa 2, assegurando os projetos pessoais de deputados e senadores que compõe a base de um governo vulnerável politicamente e que vive uma grave crise de legitimidade e de representação (será que o TSE vai mesmo cassar a chapa Dilma/Temer?). Enfim, ambas são tão draconianas que deveriam fazer com que as mobilizações populares voltassem às ruas tal qual as últimas que provocaram as maiores operações da Justiça visando o fim (ou a diminuição) das práticas de corrupção num País que precisa, urgentemente, de outras reformas sérias como a Moral e a do Código Penal. As mesmas que nos permitirão sentir menos vergonha de ser brasileiro e receber de volta a maior carga tributária do planeta (aliás, quando será proposta a Reforma Tributária?), através de serviços públicos de qualidade, por exemplo, com uma Educação melhor e educada que represente mais ética entre os cidadãos; uma Saúde muito menos doente; transportes seguros e eficientes; salários dignos, assegurados por uma CLT mais apropriada para quem trabalha(ou) e Segurança que acabe com a guerra civil e com a criminalidade que mata 55 mil pessoas e desaparece com 200 mil, por ano (10% sequer reaparecem), estupra 100 mulheres por dia, roubando nosso direito de ir e vir.

domingo, 14 de maio de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Moro: - "Sr. ex-presidente, quem matou Odete Roittman"?
Lula: - " Não sei. Quem sabia dessas coisas era Dona Marisa".

SEM DESCANSO

A audiência de quarta-feira(10) com Lula, Moro e MP deixou claro que o ex-presidente sofre, mesmo, de mitomania, ou pseudologia fantástica como se trata na linguagem da psicologia. Um 171, no jargão jurídico e um autêntico alcaguete, para o mundo do crime.  Pior, da própria mulher, morta, recentemente, mas que ele fez - e faz - questão de responsabilizar por tudo planejado e executado por ele e a 'companheirada'. O diálogo travado em Curitiba deixou claro, ainda, que ele fará tudo para se safar, jogando a culpa em qualquer um que tente ficar em seu caminho rumo às novas mentiras e aos projetos megalomaníacos de corrupção e de pilhagem aos cofres públicos. Caso vitorioso nas urnas (afinal, o brasileiro não sabe mesmo votar), flagrado e denunciado por outros empresários e políticos, muito provavelmente jogará a culpa na bisneta que acaba de nascer, pois isto parece ser de sua natureza.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

EDUCAÇÃO, SEM DÚVIDA

Embora a política, um de nossos temas preferidos, esteja, como sempre, 'pegando fogo', uma vez que estão em curso reformas polêmicas, depoimentos, como o do ex-presidente Lula, novas delações de diretores da Odebrecht, prisões e investigações também relacionadas à prática de corrupção e, até, solturas de condenados como José Dirceu, revogações de habeas corpus como de Eike Batista e pedidos de impeachment, ambos relacionados ao ministro Gilmar Mendes, do STF, resolvemos propor uma mudança quase radical (se bem que educação pode(ria) vir de berço e  deve(ria)-se aprender em casa) e escrever sobre um outro trabalho por nós desenvolvidos, ou seja, na área escolar onde atuamos há algum tempo (primeiro no Ciep "de" Ailson, Joedima, Angelo e agora no Maria de Lourdes "de" Ana, Marcella e respectivas equipes). Muitas vezes se confunde, por exemplo, o verdadeiro exercício de um psicólogo educacional e escolar com outras atribuições e não é raro surgirem dúvidas a respeito. Apesar de parecer clara a importância deste profissional em assuntos relacionados à educação, isso não é tão evidente para a maioria das pessoas que ainda associam a Psicologia unicamente ao tema saúde mental. Há uma grande confusão quando se fala do trabalho de psicólogos dentro da escola e outros ambientes educacionais. Boa parte (e bota boa nisso) das pessoas tem a ideia de que estes profissionais são apenas clínicos que lidam, quase exclusivamente, para 'o indivíduo ser capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade', aliás, como define a Organização Mundial da Saúde (OMS) ao referir-se ao conceito de saúde mental. E aí vêm a rede de cuidados em Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, os Serviços Residenciais Terapêuticos, os Centros de Atenção Psicossocial, os transtornos mentais, etc. e com eles o estereótipo (preconceituoso) de que os psicólogos 'trabalham com loucos'. E aí vem a confusão, mesmo porque a formação do psicólogo, no Brasil, está voltada, na maioria das vezes, para uma perspectiva muito mais clínica e de saúde mental do que para outras de suas possibilidades quando se pensa em trabalhar o desenvolvimento humano. Mas o que faz um psicólogo na escola? Primeiro, vamos entender que não há um perfil definido para um psicólogo escolar e que, durante sua formação, ele tem a possibilidade de aprender sobre o desenvolvimento humano, relações interpessoais e mecanismos/processos de aprendizagem de modo mais aprofundado. Assim, a cada dia, sua atuação vem sendo melhor compreendida a ponto de se aproximar do objetivo principal de tornar mais agradáveis as relações no ambiente escolar e até contribuir de várias maneiras para os processos de ensino e aprendizagem com os demais profissionais envolvidos em atividades educacionais (diretores, coordenadores, professores, orientadores, grupos de apoio) e com os pais e responsáveis dos alunos oferecendo-lhes suporte para melhorias nos processos de ensino e de aprendizagem. Mais é só isto? Como dissemos, o leque de possibilidades tem aumentado e proporcionado, por exemplo, que o psicólogo atue nos segmentos do sistema educacional, realizando diagnósticos e intervenções preventivas ou corretivas, em grupos ou de forma individual; melhorando o desempenho escolar, a motivação e o engajamento de alunos; realizando avaliações psicológicas e acadêmicas; monitorando o progresso dos alunos; diminuindo os encaminhamentos inadequados para a educação especial; avaliando as necessidades emocionais e comportamentais de estudantes; promovendo a resolução de problemas e conflitos; prevenindo o bullying e outras formas de violência; avaliando o clima da escola, melhorando a conectividade na escola entre equipe escolar, alunos e família; ajudando as famílias a entender as necessidades de aprendizagem e saúde de seus filhos e tantas outras formas de avaliar as relações entre a escola, a família, os professores e os próprios alunos tornando a Educação e a instituição de ensino algo mais atraente e, principalmente, eficaz para todos.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

… que é muito difícil você vencer a injustiça secular, que dilacera o Brasil em dois países distintos: o país dos privilegiados e o país dos despossuídos.
Ariano Suassuna

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O STF FAZ VERGONHA




Sem entrar no mérito e nos aspectos legais da soltura, do habeas corpus ou qualquer outro diabo de nome que se queira dar ao que os ministros do Supremo Tribunal Federal acabaram de fazer - mesmo porque isto não interessa -, mandando pra casa José Dirceu, um dos responsáveis diretos do maior projeto criminoso de poder praticado no País até hoje ( para alguns, beirando a um autêntico genocídio, pois provocou - e provoca - a morte da saúde, da educação, dos transportes, da segurança, dos salários, da economia e até de direitos conquistados pelo trabalhador), a verdade é que Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski contribuíram com uma perigosa sinalização a favor da impunidade e também em aumentar, ainda mais, o desgaste das instituições da República. No popular, fizeram uma sacanagem, pois a atitude, mesmo legal, pelo menos na 'interpretação' dos três (Celso de Mello e Edson Fachin votaram pela manutenção da prisão),coloca em risco a Lava Jato e joga na lama a esperança de milhões de brasileiros que ainda acreditam (vam) na possibilidade de haver uma profunda mudança na Justiça brasileira e na máxima "pau que dá em Chico...", aquela para a qual aos amigos e inimigos o rigor da lei. E aí consiste outro x da questão (e por falar na 24° letra do alfabeto latino, Gilmar Mendes também mandou o empresário Eike Batista pra mansão, ops, pra casa): será que com gestos assim, de dar guarida a poderosos que, comprovadamente, praticaram crimes dos mais abomináveis como corrupção ativa, formação de quadrilha, etc., a população vai acreditar que pau que dá em Zé dá em José, ou seja, que algum dia haverá uma Justiça ampla, aquela que pune a todos, do ladrão de galinhas ao chamado criminoso do colarinho branco, como políticos e empresários rapinantes de dinheiro público? Ou será que continuaremos a ser vistos, mundo afora, como o País do jeitinho, um paraíso para quem praticou malfeitos de toda natureza e ainda pode contar com a proteção, inclusive, da mais alta instância do judiciário?

terça-feira, 2 de maio de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Alguém pode se sentir tranquilo num lugar como Maricá (RJ), onde tem-se um policial para cada 4.100 habitantes?

quarta-feira, 26 de abril de 2017

INÍCIO DO FIM

Após cinco horas de discussão, a comissão especial da Câmara aprovou, ontem, o relatório da reforma trabalhista, de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O relatório foi aprovado por 27 votos a 10 e nenhuma abstenção, com ressalvas aos destaques incluídos no relatório durante a discussão. A expectativa é votar o material, hoje, no plenário da Câmara. Se passar no plenário, o texto segue para o Senado. O governo tem pressa em aprovar o projeto. O temor é que o protestos convocados para sexta-feira (28) influenciem o voto dos parlamentares. Veja como votou cada deputado:

DEPUTADOVOTO
Celso Maldaner (PMDB-SC)Sim
Daniel Vilela (PMDB-GO)Sim
Mauro Pereira (PMDB-RS)Sim
Suplente Valdir Colatto (PMDB-SC)Sim
Jerônimo Goergen (PP-RS)Sim
Lázaro Botelho (PP-TO)Sim
Ronaldo Carletto (PP-BA)Sim
Carlos Melles (DEM-MG)Sim
Eli Corrêa Filho (DEM-SP)Sim
Walney Rocha (PEN-RJ)Não
Givaldo Carimbão (PHS-AL)Não
Silas Câmara (PRB-AM)Sim
Arolde de Oliveira (PSC-RJ)Sim
N. Marquezelli (PTB-SP)Sim
Renata Abreu (PTN-SP)Sim
Laercio Oliveira (SD-SE)Sim
Benedita da Silva (PT-RJ)Não
Helder Salomão (PT-ES)Não
Patrus Ananias (PT-MG)Não
Wadih Damous (PT-RJ)Não
Luiz Nishimori (PR-PR)Sim
Magda Mofatto (PR-GO)Sim
Suplente Bilac Pinto (PR-MG)Sim
Goulart (PSD-SP)Sim
Suplente Herculano Passos (PSD-SP)Sim
Suplente Assis Melo (PCdoB-RS)Não
ToninhoWandscheer (PROS-PR)Sim
Rogério Marinho (PSDB-RN)Sim
Suplente Elizeu Dionizio (PSDB-MS)Sim
Suplente Vitor Lippi (PSDB-SP)Sim
Fabio Garcia (PSB-MT)Sim
Suplente Danilo Cabral (PSB-PE)Não
Arnaldo Jordy (PPS-PA)Sim
Evandro Gussi (PV-SP)Sim
Sergio Vidigal (PDT-ES)Não
Alfredo Kaefer (PSL-PR)Sim
Chico Alencar (PSOL-RJ)Não


REFORMA DAS REFORMAS

De repente, não mais que de repente, o atual governo, o mesmo originário, aliado, compadre e cúmplice do que saiu, com seus muitos filhos adotivos - aqueles que só obedecem a quem lhes dá o que querem, como 'brinquedos e doces'  - tem a fórmula secreta para colocar o Brasil nos trilhos e estancar a sangria, certamente, referindo-se à inflação, ao desemprego, às taxas de juros, ao rombo na previdência, aos erros da CLT e, até, quem sabe, à corrupção que assola o País. Pelo menos é o que propõem Temer, Meirelles e cia. ltda. em seus infindáveis - e pouquíssimo confiáveis - discursos e nas reformas que consideram a salvação da lavoura, o coelho da cartola. A invenção da roda, quadrada, é bem verdade, pois atacam direitos conquistados durante anos de lutas podendo nos levar a um retrocesso ainda maior. Todos sabem que o desespero bateu no Planalto e devido à rejeição por quase toda a classe política brasileira, além da crescente dívida provocada pelos sucessivos projetos criminosos de poder e pelo tsunami de roubalheira e demais desvios, onde PT e PMDB foram os principais - não únicos - responsáveis diretos (os indiretos fomos todos nós, eleitores e contribuintes que votamos mal e nos limitamos a pagar os impostos), não restou outra alternativa ao governo se não propor reformas imediatas como a trabalhista e a previdenciária, estas duas a justificar boa parte do  caos vivido por mais de 200 milhões de brasileiros e o empenho desesperado para convencer o Legislativo (deputados federais e senadores) a aprová-las pra ontem. Mas de nada vai adiantar as mudanças se a principal e mais fundamental de todas não for feita, ou seja, a reforma da casa chamada Congresso Nacional -, também conhecida como a casa da mãe Joana. Somente com uma profunda Reforma Política, aliada à alterações nos códigos Civil e Criminal, que acabe com tantas imoralidades e aberrações cometidas pelos políticos, poderemos ter um País mais justo, tanto para os trabalhadores que continuariam a ter resguardados os direitos adquiridos, tanto para todo o restante da sociedade que passaria a ver melhor aplicados os invejáveis recursos que vêm sendo desviados por uma minoria mentirosa, perdulária, corporativa, mal-intencionada e que só pensa em continuar roubando sem ser molestada pela Justiça e pelo abuso das 'autoridade'. Em não sendo possível fazê-las, em breve, muito em breve mesmo, o País ficará paralisado, novamente, à espera da 'Reforma das Reformas' que conserte, de uma só vez, todos os erros que o atual governo insiste em cometer.

terça-feira, 25 de abril de 2017

SEMPRE PARIS

Semana passada, Paris, mais uma vez, foi palco para ações terroristas. A Cidade-Luz, considerada, por muitos, como a capital do planeta, sofreu um novo ataque que resultou em três feridos e dois mortos : um policial e Abu Yousif, "o Belga", apontado como integrante do Estado Islâmico (EI) e autor dos disparos contra um carro de polícia, feito por uma espingarda Kalashinikov (AK47), nos Campos Elíseos (Champs Elysees), bem perto do Arco do Triunfo, monumento que, apesar de ter sido erguido para celebrar as vitórias militares de Napoleão, serve para reunir amantes da paz e da cultura vindos de todo mundo.
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