segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

O governo do Amazonas deve indenizar as famílias dos presidiários mortos com R$90 mil. Já as famílias de suas vítimas (assassinadas, estupradas, assaltadas, etc) até o momento não receberam nenhum tostão.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

SEM PREÇO E PRESSÃO

Assistimos, meio atônitos e curiosos, algumas nomeações publicadas em DOs sobre os colaboradores diretos - os chamados indiretos seriam os aprovados em concursos públicos que não dependem de efemeridades?- de prefeitos (secretários, coordenadores e, até, deles, os eternos aspones) que acabam de assumir. Independente de ideologias, questões partidárias ou, até mesmo, do voto que os elegeu, a torcida é para que acertem pois o momento é de união e está em jogo a qualidade de vida. E no fogo e na fogueira de vaidades o 'rico dinheirinho'. Entretanto, sem deixar de pensar em sua capacidade (claro que a dos aspones e indicados por partidos da base todos conhecem bem) profissional, moral, ética e se possuem fichas limpas, as perguntas do momento que não querem calar são: ao passarem pela vida pública se deixaram levar pelo canto da sereia (os encantos do cargo ou função também), aquele que costuma avaliar o caráter de alguém? Praticaram algum tipo de corrupção. Estão, de fato, aptos e dispostos a trabalhar pela população, retribuindo a confiança depositada? Querem servir ou se servir? Têm preço? Neste diapasão, logo vem à mente o livro de Yuval Noah Harari, “Homo Deus- Uma breve história do amanhã”, principalmente quando propõe pensar a humanidade em si mesma:  "Por milhares de anos, reviravoltas tecnológicas, econômicas e sociais fizeram parte da história. Mas, algo permaneceu constante: a humanidade em si mesma…… as estruturas mais profundas da mente humana não se alteraram"…. das quais ouso dizer que a corruptibilidade é uma delas. Muitos são os exemplos diários de corruptus (do latim, "ato de quebrar aos pedaços", ou seja, decompor e deteriorar algo; do tupiniquim, roubalheira), e é daí que vem a preocupação maior: os que acabam de assumir mandatos e funções administrativas são corruptos ou não? O tempo histórico foi suficientemente longo para nos convencer que a luta contra um dos males maiores da humanidade é constante. Os exemplos estão aí, disponíveis, mostrando que democracia, as instituições e a permanente vigília do cidadão de bem têm sido os melhores antídotos, não para eliminá-la, mas para torná-la suportável, a nível de penalizações legais severas e adequadas, sem o que a sociedade ficará totalmente comprometida. A onda gigantesca do conluio de corruptos e corruptores, com ou sem o maior projeto criminoso montado no País, seduzido ou não pelas odebrechts da vida, mostra, para vergonha e humilhação nossa, o quanto, neste caso, foi ultrapassado o nível suportável. O porte e a riqueza do País, o seu recente passado de colonização ibérica, em que impunidade e imunidade estiveram sempre presentes, contribuíram para a situação atual, em que o vazio de valores morais e civilizados, foi ocupado pelo lucrativo negócio do assalto aos cofres públicos. Mas não é só isto, tampouco pode servir para justificar a índole de quem não tem é vergonha na cara. De qualquer maneira, os arquétipos, derramados do topo da pirâmide social, existem, tornando-se epidêmicos e não haverá sociedade que sobreviva satisfatoriamente se não mudarmos, por exemplo, a cultura do 'meu pirão primeiro', do 'quem pariu Mateus...' , 'não adianta, se eu não fizer outro faz' e a estúpida máxima de que 'todo homem tem seu preço'. Vamos fazer, cada um, nossa parte, refletindo, observando o que acontece à volta e, quando possível, de maneira muito séria, denunciando às autoridades o que não nos parece adequado. E probo.

domingo, 8 de janeiro de 2017

MERGULHÃO COM RISCO ZERO

A prefeitura de Niterói acaba de soltar nota rebatendo o laudo divulgado pela Escopo Engenharia (empresa declarada inidônea na gestão anterior) contendo informações sobre riscos na estrutura do Mergulhão Ângela Fernandes. O próprio prefeito, Rodrigo Neves, embasado em sua área técnica, faz questão de afirmar que  'não há nenhum risco estrutural no Mergulhão'. Entretanto, já determinou que nos próximos meses várias imperfeições sejam corrigidas e feitas várias obras de melhoria, como a ampliação da saída na Rua Doutor Celestino e uma cobertura no traçado que não tem o tratamento estático adequado para a entrada em Niterói.

NEGÓCIO EM FAMÍLIA

Longe de ser a 'esculhambação' a qual o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, se referiu, recentemente, ao aprazível município de Maricá. Mas que, a administração anterior de Quaquá, deixou a desejar, isto deixou. Alguns distritos, como Itaipuaçu, Inoã e Bambuí estão com ruas esburacadas, sujas e com muita gente ociosa a perambular sem ter o que fazer, tal qual o comércio sem ter para quem vender. E por falar em Washington Quaquá, atual presidente regional do Partido dos Trabalhadores, corre a boa miúda que ele agora, além da política, vai se dedicar à criação de porcos no sítio do pai, no bairro Espraiado. E às galinhas da roça, junto com o filho.

IPVA 2017



PRA COMEÇAR A SEMANA

O site londrino de apostas "Bumbet" pergunta (quem acertar ganha o dobro):
Lula será preso? Temer continua no governo?



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA POLÍTICA 2016

É PROIBIDO MENTIR

Domingo, prefeitos de mais de 5.000 municípios (pelo menos aqueles que conseguiram passar pelo crivo das urnas e do TSE) tomaram posse. Alguns reeleitos, alguns neófitos, mas, todos, sem exceção, cheios de promessas, discursos bonitos e, principalmente, esperança, muita esperança por dias melhores para sua gente. Deixando de lado os aspectos pitorescos - algo enraizado na cultura tupiniquim desde o descobrimento – como, por exemplo, se vestir de gari e, no primeiro dia de trabalho, ensaiar uma  faxina declarando que fará isto toda semana (João Doria, São Paulo);  em decreto, entregar a chave da cidade para Deus (Jairo Magalhães, Guanambi, interior da Bahia); dizer que tem de servir ao seu povo e não ao funcionalismo (Rafael Greca, Curitiba) e profetizar que, de agora em diante, na prefeitura, é proibido gastar (Marcelo Crivella, Rio de Janeiro), a maioria dos alcaides deixou claro que a festa deve continuar, ou seja, os quatro anos serão muito mais de avacalhação, mídia e frases de efeito do que de ações efetivas, reais, concretas e duras como o momento, de norte a sul, está a exigir já que a crise existe e todos têm de apertar o cerco. E, claro, pouco baseadas na verdade e na probidade. Aliás, algo que, poucas vezes se vê, pois a classe política, como um todo ( e neste caso os prefeitos e os senhores edis, como na antiga Roma, funcionários administrativos de segundo escalão), costuma mentir tanto quanto desviar e se utilizar dos recursos e da máquina pública em benefício próprio, seja colocando-os diretamente no bolso (dinheiro vivo, superfaturamento de obras e as velhas e velhacas comissões) e nas canetadas (atos oficiais e editais), seja apadrinhando os seus correligionários e, muitas vezes parentes, através das nomeações ‘na marra’, na cara dura ou até de contratos cruzados e na retribuição partidária em nome das coligações e da tal da governabilidade, todos responsáveis maiores pela corrupção que vem destruindo o País, os estados e os municípios quando governados por gente que entra com esta única e exclusiva intenção. Mas, como nem tudo está perdido, AINDA, tem exceções - ainda que quase na mesma proporção que um camelo entra nos reino dos céus -  e, nelas, devemos acreditar, mesmo que na mesma proporção que um prefeito quando coloca a educação, a saúde, os transportes, a segurança, o emprego, a renda e os salários de sua população como prioridades.

domingo, 1 de janeiro de 2017

PRA COMEÇAR A SEMANA

Agora que as festas de fim de ano passaram, é colocar as questões mais importantes em pauta e
perguntar, por exemplo, ao prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, o que ele tinha em mente quando permitiu reajuste mensal do IPTU? (pois os vereadores que aprovaram a mensagem todos já sabem o que têm). É bom ele ficar bem antenado - isto serve pra vários prefeitos e prefeitas que acabam de assumir - pois neste segundo mandato muitos 'companheiros' irão tentar jogá-lo contra a população através de medidas impopulares, até injustas, como o aumento já em vigor.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

PIOR NÃO FICA

Apesar de toda confusão pela qual passou - e passa - a maioria da população, com impeachment da presidente Dilma, assunção do vice Temer  (ainda que do PMDB), muitas prisões de gente importante, envolvida em esquemas de corrupção, tudo isto tendo como consequências gravíssimas a queda na economia, com a volta da inflação e o aumento na taxa de desemprego, gerando uma baixa auto-estima poucas vezes vista no País (o ano de 2016, seguramente, será considerado no futuro como um dos piores para nossa economia), 2017 promete ser, segundo especialistas ligados ao governo, 'um pouco menos pior'. Em meio a este cenário desalentador, logo de cara existem, para eles, três notícias favoráveis. A primeira se refere à inflação, que, frente à intensa contração do gasto agregado e à descompressão dos custos, começa a mostrar intenso recuo, que deverá prosseguir ao longo do ano que vem. Outro aspecto favorável vem da balança comercial (diferença entre exportações e importações), que tem apresentado importantes saldos positivos, assegurando nossa solvência externa, embora grande parte do resultado decorra do efeito negativo da recessão sobre as importações. A terceira boa nova diz respeito às contas públicas. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/55 foi aprovada, finalmente, tanto pela Câmara como pelo Senado, abrindo caminho para o reequilíbrio fiscalUma menor taxa de inflação e a perspectiva de contenção das despesas governamentais permitirão que o Banco Central comece a reduzir de forma mais “agressiva” a taxa de juros básica a partir de 2017, o que diminuirá o custo do crédito, possibilitando que famílias e, principalmente, empresas possam renegociar suas dívidas, etapa imprescindível para a futura recuperação do consumo e do investimento produtivo. Apesar das incertezas políticas (estas ainda tiram o sono de muitos que estão presos ou em vias de), o efetivo início do ajuste fiscal, marcando a volta de um modelo de política econômica mais consistente, será fundamental para a recuperação da confiança do setor privado, principalmente dos empresários, o que poderá, paulatinamente, iniciar a recuperação da produção, que conta com grande capacidade ociosa, gerando criação de novos empregos. Em síntese, a política econômica parece estar seguindo no caminho certo, devolvendo a economia brasileira ao “prumo”. Esta tarefa, porém, além de impor sacrifícios e escolhas para toda a sociedade, deverá ser lenta em entregar resultados. Sem outro “motor” alternativo, o cenário mais provável é de moderado crescimento da atividade para 2017. Mas e os especialistas que pensam diferente (os gritos da oposição petista e/ou puxadinhos não vale)? Alguns da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, dizem que as expectativas de recuperação da economia têm melhorado, mas ainda não será em 2017 que o País sairá da crise. Longe disso. A previsão é que haverá contração de 3,4% e que o próximo ano começará com queda de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) e como o movimento de 'desinflação' tem ocorrido em ritmo lento, não deveremos ter a queda na taxa de juros esperada pelo mercado. O calcanhar de Aquiles continuará sendo a política fiscal  e a trajetória da dívida pública. Sílvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre, estudo mensal que contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira, avalia que 'neste momento de transição, a gente não sabe quanto de desinflação virá, pois o Banco Central está sendo extremamente cauteloso para não errar na calibragem. Logo, a economia não vai poder se recuperar com a mesma velocidade". E nós, os simples mortais a quem cabe cumprir as regras, votar obrigatoriamente, pagar impostos e continuar acreditando que 'a coisa vai melhorar'? O que pensamos? Que nada vai melhorar enquanto a Justiça não colocar atrás das grades o responsável pelo maior projeto criminoso de poder e vários outros que estão soltinhos da silva, colocar em prática as Medidas (pra valer e ipsis litteris Contra Corrupção, o Congresso Nacional não acabar com a farra com o dinheiro público (gastos superiores a R$1,7 milhão em alimentos para o avião do presidente não dá, né!) - serve para assembleias e câmaras que, por sua vez, devem economizar e fiscalizar prefeitos e governadores - e não se permita punir, ainda mais, os trabalhadores que sempre bancaram tudo. Com crise, sem crise, no amor e na dor. Em não acontecendo tudo isto, continuaremos só acreditando cumprindo regras, votando e 'contribuindo' com a maior carga tributária do planeta. E aceitando a roubalheira e a farra institucionais.




domingo, 25 de dezembro de 2016

PRA COMEÇAR A SEMANA

Seja lá como for, esteja onde estiver, tenha fé porque até no lixão nasce flor.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

E SE TEMER SAIR?

Querem cassar a chapa Dilma-Temer (o que eu e as torcidas do Flamengo e da Chapecoense achamos pouco provável), por causa de gastos ilegais na campanha presidencial de 2014. O Ministério Público Eleitoral encontrou fortes traços de fraude e desvio de dinheiro em gráficas contratadas para a campanha dos dois O TSE, presidido pelo juiz tripolar, Gilmar Mendes, apura se ocorreu abuso de poder na chapa da Coligação "Com a Força do Povo" em um processo que pode levar à cassação do peemedebista, presidente Michel Temer - a petista já foi -  e à realização de eleições indiretas em 2017. As informações foram investigadas pela Polícia Federal, e o MPE analisa o relatório sobre o caso desde o dia 30 de novembro. Mas, se isto ocorresse, ou seja, se houvesse a saída do presidente, a vacância do cargo (renúncia, impeachment, cassação ou coisa que o valha) como ficaria o País? A principal dúvida é sobre a modalidade da eleição: seria direta, ou indireta? Quem poderia ser candidato? Quais seriam as circunstâncias do novo pleito? Vejamos:
1. Sem vice. Como Michel Temer não tem um vice-presidente — na realidade, ele era o vice e assumiu após o impeachment de Dilma Rousseff — uma nova eleição deve ser realizada caso ele renuncie ao cargo ou seja cassado;
2. Eleições diretas vs indiretas. Se Michel Temer for cassado ou renunciar até o dia 31 de dezembro deste ano, o tipo de eleição será direta, ou seja, os brasileiros voltariam (a propósito, você se lembra em quem votou nas eleições municipais , dias atrás?) às urnas para escolher um novo chefe para o Poder Executivo. Depois dessa data, se Temer deixar o governo, quem vai escolher o novo presidente do Brasil é o Congresso Nacional, por meio de uma eleição indireta — parecida como a que escolhia os presidentes durante a ditadura militar. Mais uma patifaria, uma afronta ao direito de o eleitor escolher seu destino (com ou sem arrependimento), mesmo garantida pela quase ultrapassada Constituição federal em aspectos assim;
3. Interino. Quem assume a Presidência da República, interinamente, é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), ou quem estiver na cadeira. A Justiça Eleitoral organizaria uma nova eleição a ser realizada em até 90 dias, contados do dia em que o cargo de presidente ficou vago.
4. Eleição normal. No caso da saída de Temer, a nova eleição acontece praticamente nos moldes de uma disputa eleitoral normal. Os partidos fazem suas convenções, apresentam as candidaturas, fazem campanha eleitoral e participam de debates na rádio, na TV e em outros veículos. A única diferença é que o prazo do período eleitoral e do registro de candidaturas deverá ser menor. Tudo estabelecido pela Justiça Eleitoral.
5. Tempo de mandato. O vencedor teria um “mandato tampão” que acabaria em 1º de janeiro de 2019, com a posse do novo presidente eleito nas eleições majoritárias marcadas para outubro de 2018. Lá iríamos nós, de novo, escolher pessoas para exercerem mandatos que não sabemos se chegam ao final;
Mesmo podendo se esperar qualquer coisa vinda do TSE e da cabeça de um juiz - igual a bunda de neném, que a gente nunca sabe o que vem -, considero a discussão oportuna pois o 'tamo junto' deve levar em consideração todas as responsabilidades, todos os ônus e os bônus, e se ficar comprovado envolvimento, mesmo coparticipação de Temer, que a Justiça encontre alternativas, legais e democráticas,  para colocar no mais alto cargo da República alguém capaz de não permitir que o País afunde ainda mais. Tarefa tão árdua quanto dizer se Temer fica ou se sai.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

PEC DA MORTE

A PEC 287, aquela que atropela direitos adquiridos pelo trabalhador e, dizem os especialistas de Estudos da Seguridade Social e Tributário, 'vem repleta de inconstitucionalidades', tem feito a festa para alguns engraçadinhos nas redes sociais. Apesar de não ter nada de divertida, pois, se aprovada, além do forte impacto que, certamente, vai provocar em quase toda classe trabalhadora (além da morte e doenças para a maioria), a chamada Reforma da Previdência virou  um bom motivo para piadas, charges e memes. Espirituosos (o que não significa despreocupados), os internautas se referem a ela como o programa "Minha Cova, Minha Vida" e com frase do tipo "Gente, to fazendo as contas aqui, e não vai dar pra me aposentar nessa vida!", fora o meme da mãe que pergunta pra onde seu bebê está indo e ele, de fraldas e pastinha na mão, responde: "Trabalhar! Se eu começar agora, talvez consiga me aposentar". Brincadeiras à parte, acredito que esta aberração do governo Temer tá fazendo graça, jogando pra cima e ver se consegue aprovar algo que represente uma contribuição maior, uma esticadinha em seu número ou o apoio da população à criação de um novo imposto. Lembrando o período da ditadura que, por exemplo, anunciava aumentos de 80% para a gasolina e, no dia seguinte, refazendo os cálculos dizia que seria de 'apenas' 40%. E todos respiravam aliviados.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

SALVAÇÃO DO MAC

Ir ao Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Niterói, é sempre um daqueles momentos prazerosos e únicos quando trata-se de contemplar um patrimônio nacional, considerado uma das maravilhas arquitetônicas do mundo e se deliciar com as permanentes exposições de arte contemporânea expostas ali. Fora shows de música popular e outros que completam aquele espaço. Mas ele peca quando o assunto é relacionado à limpeza externa, ao entorno do museu. Não que esteja abandonado e sujo - muito pelo contrário, só que se você quiser fazer a sua parte, colocando algo descartável numa cestinha de lixo, por exemplo, terá muita dificuldade pois os responsáveis pelo espaço parecem não ter pensado nesta possibilidade. Fica um alerta, pois o MAC é, com certeza, uma grande atração turística, um monumento, um cartão postal de Niterói e o 'pecadinho' cometido pela prefeitura é fácil e possível de remissão.

SEM MORAL

Que Lula é criminoso, o mundo todo já sabe. Que ele foi um dos principais responsáveis pelo projeto de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) voltado para a 'cumpanherada' governar - e roubar - o máximo de tempo possível, também. Só que o "Amigo", "Barbudo", "Luleco", "Brahma" ( toda semana surgem novas delações envolvendo o nome de Lula que, eventualmente, aparece com apelidos diferentes), anda tão desesperado que, agora, resolveu partir para cima da Justiça procurando intimidá-la. E uma forma encontrada, ou sugerida pelos caríssimos advogados que tentam defendê-lo, tem sido processar membros do próprio Ministério Público. Como acaba de acontecer com ação contra o promotor Deltan Dallagnol pedindo R$1 milhão como indenização por danos morais. Pra começar, que moral tem Lula para achar que todos são imorais como ele que, em nome de acabar com a pobreza no País, enriqueceu à custa do sofrimento de milhões de brasileiros, hoje, desempregados, inadimplentes, desabrigados, famintos, enfim, sem esperança? Que moral ele acha que tem por querer encontrar um jeito de calar quem cumpre o papel constitucional de defender a sociedade? Finalmente, que moral e consciência têm advogados, pagos com dinheiro desviado dos cofres públicos e/ou de Caixa 2, para defender corruptos como o imoral e amoral do Lula?