domingo, 16 de junho de 2019

PRA COMEÇAR A SEMANA

Bolsonaro tem dado um bom exemplo para os governantes em geral: não rezou na cartilha, como Levy, rua!

sábado, 15 de junho de 2019

QUISSAMÃ TEM HISTÓRIA

Pisei em Quissamã, então 4° distrito de Macaé, pela primeira vez em 1978. Era bem jovem, segundanista em Psicologia e, talvez, naquela oportunidade, quando aceitei convite para lá passar o Carnaval, tenha despertado em mim o espírito desbravador de hoje que já nos permitiu conhecer cinco dos seis continentes - a Antártida acho que não vai dar - e considerável parte do País, sempre com a sagaz curiosidade típica de quem quer, de alguma forma, conhecê-la e, quando possível, dela fazer parte. Quiçá, mudá-la?!?!  Até aquela data nunca tinha ouvido falar daquele "lugarzinho" (apenas no sentido interiorano, gentil e singelo e por sua população, à  época, de cerca de 11, 12 mil habitantes ) bucólico, aprazível, de tradições familiares, religiosas e tão cheio de cultura e muitas histórias para contar e ouvir. E ensinar. Como, por exemplo, a dos Sete Capitães, com as terras em sesmarias dadas a eles pelos relevantes serviços prestados, no século XVII, durante a invasão dos holandeses e dos piratas ingleses, quando foram recompensados com terras do Norte Fluminense, inclusive Quissamã, outrora Aldeia Nova, Povoação de Nossa Senhora do Desterro e Freguesia de Quissamã. Sem falar na origem de seu nome que se deve a um escravo encontrado por eles, junto aos índios, vindo de cidade africana, homônima (sem o circunflexo), localizada a 80 km de Luanda, capital de Angola, outra de suas muitas peculiaridades que, aliás, deveriam ser mais e melhor reproduzidas e exploradas, pois, nestes tempos de rápido processo de civilização - muitas vezes tão rápido que faz aumentar nossa falta de memória - andam um pouco esquecidas com risco de se perder, ou mesmo se modificarem, no meio dos muitos caminhos de um progresso, vindo através da terra, do ar, do mar, bem como do barro e até mesmo pelas estradas de asfalto produzidas por uma civilização que muitas vezes não dá o devido valor à própria história. Na semana que Quissamã completa seu 30° aniversário de emancipação político-administrativa (12 de junho) comemorando as muitas conquistas - das quais fui testemunha ocular, seja como turista, de um passado recente, ou como cidadão, servidor, eleitor, contribuinte, etc, que espero continuar sendo por um bom tempo -  muita coisa se passou pela mente desde aquela " primeira vez" no ano de 1978, do século XX (quem sabe, ainda, nas muitas cenas de déjà vu desde então?). Além da constatação dos tempos, indiscutivelmente, promissores, quando Quissamã, sua gente e os " filhos adotivos" passaram a contar com muito mais qualidade de vida, preocupa -me, hoje, sobremaneira, outro grande patrimônio, que são as páginas de sua história, ser esquecido ou deixar de retratar toda a verdade como só acontece quando ela é contada com todos os detalhes, seus personagens e feitos principais. Inclusive com todos os acertos e, principalmente, seus erros para que não aconteça, com nossa estimada Quissamã, aquilo que o pensador Edmund Burke temia quando alguém, deliberada ou instintivamente, tentava apagar ou esconder: "um povo que não conhece a sua história está condenado a repetí-la". E que viva a história. E que viva Quissamã. E que a verdade prevaleça. Sempre!

JOGO COM PRORROGAÇÃO

Sem qualquer tipo de machismo, misoginia ou outro rótulo que muitas vezes tentam impingir, mesmo perpetrar, contra alguém,  principalmente, quando há algum tipo de disputa, como fizeram com o presidente Bolsonaro durante a campanha.  Sem qualquer tipo de trocadilho também,  mesmo porque o assunto é sério.  Mas a pergunta curta e grossa que não quer calar: que diabos uma mulher adulta, bonita e, certamente, bem vivida, aceita passagem para Paris, com todas as mordomias e os deslumbres ( sem falar nos possíveis vislumbres) advindos da viagem para a Cidade-Luz, devidamente pagos, para "ficar" com um dos caras mais famosos e ricos do futebol mundial, inclusive solteiro e "pegador" e apenas para conversar, namorar, ser cantada, ouvir promessas e juras de amor ou, no máximo,  para ser cantada e dar uns "amassos". E quem, em sã consciência, acredita que a Justiça, no final, vai acreditar na história do estupro levando um craque, que não é nenhum santo, a ficar preso por um suposto crime? Acho que a moça conseguiu apenas seus cinco minutos de fama, prorrogáveis por mais algum tempo. No máximo, ir para os pênaltis . Pênalties estes que têm sido as intermináveis idas e vindas dos dois envolvidos às delegacias e a todas as demais instâncias que vêm dando espaço a uma coisa que podia ter sido resolvida na cama mesmo. As quais, salvo as exceções de sempre, ninguém aguenta mais.

domingo, 9 de junho de 2019

PRA COMEÇAR A SEMANA

"Dessa vida nada se leva. A gente só deixa".(Uma das máximas do companheiro, jornalista Paulo Freitas, que acaba de fazer o passamento e, nesta hora, já está cercado de espíritos de luz do Astral Superior.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

PRA COMEÇAR A SEMANA

Aquele "minitrio de Quissamã " nunca mais será o mesmo. Literalmente.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

DESTINO DA RÁDIO

O rádio brasileiro volta a ficar mais pobre. A mesmice de sempre, além  de uma inútil caixa de ressonância chapa branca, local para rasgação de seda ou alimentar fogueira de vaidades. Mas não foi só pela morte de um dos maiores comunicadores de todos os tempos, como o Ricardo Boechat, da Band News, que faleceu em acidente aéreo recentemente. Agora, foi a vez da censura se manifestar da forma mais vil e perigosa num veículo de comunicação, ao demitir um outro " monstro  da latinha", Marco Antonio Villa, muito provavelmente, por suas posições duras e coerentes contra as coisas que julgava erradas, entre elas, do governo Bolsonaro e alguns de seus protagonistas ou gurus, como os ministros das Relações Exteriores e da Educação e de um filósofo que vive nos EUA. Como acaba de fazer a Jovem Pan.Tanto uma perda, como outra, guardadas todas as proporções, deixaram um grande vazio para milhões de brasileiros que, ao ficarem sem ouvir o contraditório com tanta propriedade feita pelos dois, muito provavelmente, deixarão de ouvir verdades nas manhãs de segunda a sexta-feira que voltarão a ficar pobres. A mesmice de sempre.

SEM REFORMA

Pergunta que não quer calar: a Reforma da Previdência sairá? SIM, diz a maioria dos experts porque grande parte da mídia quer; a população acredita que é necessário para a volta dos investimentos e tapar o rombo da roubalheira que é enorme e o toma lá dá cá surgirá, como sempre, mais intensamente e às escancaras. Mas será aprovada e justa? NÃO, dirão os mais realistas, acostumados a ter um País de abissais diferenças e culturas onde na briga do peixinho e do marisco com o mar sabemos o que acontece. O rochedo, no  caso, o Centrão - mais também o Direitão  e o Esquerdão -   e outras categorias, políticas ou não, "especiais" ou não, sairão ilesos e intactos, sem contribuir ou deixar que mexam em seu pirão. Afinal, dizem eles, democracia é assim : "existe quando nós determinamos o que é bom para o povo. Entretanto, se determinarem o que devemos fazer é ditadura.  Ou anarquia".

MALES DO BRASIL

A todo momento se diz que os maiores responsáveis pelos principais problemas do País são os políticos. Até o presidente Bolsonaro, que é um deles há mais de 30 anos, falou isto dia destes. E é verdade mesmo pois um cara, ao ser eleito, por exemplo, vereador daquele pobre e longínquo município, logo começa a trilhar o caminho do compadrio, da imoralidade, do corporativismo, do peculato. Do toma lá dá  cá e da roubalheira, sem falar nos milhões e milhões de reais, inutilmente, gastos, para manter suas mordomias e de suas famílias como vem sendo denunciado agora através das redes sociais que a todo momento mostram quanto se gasta com salários e aposentadorias de deputados e senadores, ativos, inativos ou mortos, planos de saúde  vitalícios,  etc. (tem, ainda, o STF, tanto quanto "corrompido" pelas mazelas nacionais). Com raríssimas exceções, esta classe de gente, quase sempre, desqualificada e sem compromisso com a coisa pública (que pense no público, de fato) nunca faz algo que preste. Por mais que nos esforcemos, difícil encontrar projetos importantes, sérios e duradouros que tenham modificado a vida dos cidadãos. Para melhor. Mas para não dizer que esta turma nada ou pouco faz - o que não deixa de ser uma grande verdade - , o Congresso, num daqueles momentos de rara lucidez, aprovou o fim da cobrança de malas despachadas pelas companhias aéreas e a manutenção dos 22 ministérios que corria sério risco de caducar, levando à volta dos 29 dos governos anteriores.

PAÍS LOTEADO

Tem gente por aí,  principalmente, pessoas que fazem parte do grupo do " quanto pior, melhor", dizendo que a eleição de Bolsonaro dividiu o País.  Tirando a turma referida acima e os outros segmentos que têm os mesmos interesses pessoais com o insucesso do governo - e da maioria deles, seja nos estados, seja nos municípios - aliás,  qualquer um que se baseie na vontade expressa nas urnas, todos sabem que o Brasil está dividido faz tempo. Certo ou errado, esta forma de se fazer e pensar em democracia ( que é muito ruim mas ainda é o melhor que temos) deveria apontar numa mesma direção que é um País de menos desigualdades sociais, que passe por reformas urgentes, necessárias e profundas e onde não se roube tantos "dinheiros públicos", divulgado ou não "pelas mídias". Mas como tudo isto está bem longe de se tornar realidade, as desigualdades permanecem, as reformas sem viés, ideologia, interesses pessoais, toma lá dá cá e tantos outros métodos nocivos prevalecem, a roubalheira continua, todos trazendo consigo as divisões, estados rebelados ( como a maioria do Nordeste) além das manifestações meio sem sentido como as dos dias 26 e 31 onde pretendeu-se (em parte se conseguiu) mostrar o desejo de boa parte da população por mudança na forma de agir e no caráter das instituições mas que deve ser apenas um tiro no pé ou saindo pela culatra pois, gostemos ou não, a própria classe política e a Constituição estão por trás, ao lado, na frente e a proteger as desigualdades, as divisões e a roubalheira que reina em cada canto de um País loteado e entregue às "criminalidades". E às facções.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tem muito tiro saindo pela culatra por aí.

domingo, 19 de maio de 2019

PRA COMEÇAR A SEMANA

A Câmara Federal, principalmente, o "Centrão" de Rodrigo Maia, está com o dedo no gatilho disposto a atrapalhar o governo Bolsonaro. Até o decreto da posse e do porte de armas pode cair.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

BALA NA AGULHA

Tem muita gente com o pescoço na guilhotina e com a língua queimada quando trata-se de analisar os primeiros quatro meses do governo de Jair Bolsonaro, aquele que prometia " revolucionar", mudando tudo que estava política,  ideológica ou até constitucionalmente errado, e aprovar leis - ou baixar medidas provisórias-  como, por exemplo, a do porte e da posse de arma para cidadãos de bem; rever a Lei Rouanet; isolar a mídia tendenciosa; abrir a caixa preta do BNDES; criar novos impostos para os muito ricos; socorrer endividados ( rever a alta carga tributária) e aos empresários,  de imediato, para gerar empregos; diminuir o número de ministérios; acabar - ou diminuir - com a velha política ( toma lá dá cá); dar total apoio total aos superministros Moro e Guedes; extinguir a TV estatal (NBR); deixar as investigações (do tipo COAF) cortar na própria  carne,  se preciso for, etc. Mas é bom "já ir se acostumando " pois, da cabeça e da cúpula dos ministérios, deverão sair mais coisas bem na contramão das promessas de campanha.  Apesar do pouco tempo, têm sido muitas as denúncias ( possível laranjal familiar), falas despropositadas, demissões/convites pra deixar o governo, " fiz que ia mas não fui" e outras atitudes, no mínimo, curiosas que quem apostava em algo, radicalmente, diferente do habitual já começa a se arrepender. Mas nem tudo está perdido, uma vez que todas as esperanças recaem nos contingencionamentos e nas reformas ( pelo menos na da Previdência) que Bolsonaro e seus aliados dizem ser a solução de todos os problemas. E, mais, porque milhões de brasileiras e brasileiros continuam torcendo e acreditando que pior do que estava não pode ficar. Tampouco, voltar a ser igual aos últimos 20 anos de corrupção que reinou nos braços criminosos do PT.

PROMESSA INDECENTE

Não que o juiz Sérgio Moro não tenha todos os predicados e qualificação profissional para ser um dos indicados ( devem ser dois) do presidente Bolsonaro para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O problema está no fato de a revelação ter sido feita logo nos primeiros meses em que ele vem tentando moralizar e dinamizar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, podendo caracterizar uma possível barganha e, até, servir de " munição" para os adversários do governo e do País. O momento requer muita cautela pois, estes inimigos do Brasil, querem que, indiscutivelmente, o maior nome do staff presidencial perante o mundo do crime e da própria imprensa internacional deixe de desempenhar sua função para qual foi convidado por aquele que prometeu combater a corrupção e o toma lá dá cá, aliás, coisa que o convite parece evidenciar num momento em que o governo - e os seus principais artífices e protagonistas - precisa de calma, muita calma, para tentar recuperar o tempo perdido e os milhões e milhões roubados.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

TEMPO DE GENERAIS

Antigamente, não muito antigamente, no tempo dos "generais" pra ser mais preciso, nem o Congresso, nem um presidentizinho de (#€#$@) como o da Câmara, chamado Rodrigo Maia, nem o tal de "centrão" que ele diz liderar ficariam impunes - livres, leves soltos  e com aquele ar de cinismo - à tentativa de destruir o País em nome de seus interesses pessoais e da velha política. No mínimo, iriam ter de abandonar, rapidinho, de uma forma ou de outra, a prática perversa, nefasta e desumana de matar milhões de brasileiros de fome, pela ignorância e pelas mãos da criminalidade, pelo desemprego, por falta de atendimento digno nos hospitais e tudo mais que a corrupção, mantida por eles, tem produzido no Brasil, principalmente, nas últimas três décadas de um apagão moral e sem precedentes. E foi pensando em eliminar do cenário nacional esse tipo de gente e dessa forma de fazer política que milhões de eleitores preferiram, até, voltar ao tempo dos "generais" onde a coisa, se não era perfeita - e não era mesmo - , pelo menos não permitia o prevalecimento do caos , da falta de ordem e progresso e uma roubalheira que parece nunca ter fim.

domingo, 5 de maio de 2019

EXPECTATIVA X REALIDADE

Eu e milhões de outros eleitores, bem intencionados e, principalmente, contrários à ideologia e práticas petistas, que apoiamos Bolsonaro, sabíamos que ele era "fraquinho " e não conseguiria emplacar suas ideias, tampouco, encarar o toma lá dá cá,  a corrupção e tudo mais que faz parte da cultura nacional há muito. Os primeiros quatro meses de governo vêm mostrando que a expectativa e a realidade são muito diferentes e que o buraco é bem, bem mais embaixo. A suposta necessidade " urgentíssima" de Reforma da Previdência e outras super-estruturantes como a eleitoral, política e a tributária, mostram que o presidente e sua equipe terão muitos problemas pela frente e o afastamento da população são inevitáveis. Portanto, o crescimento do grupo dos insatisfeitos e, até,  das oposições são apenas uma questão de tempo provocados pela fraqueza do presidente, da interferência constante dos palpiteiros, como sua própria família, a começar pelos filhos, especialmente, o tal do 'Carluxo' e da incapacidade de cumprir com aquilo que prometeu no palanque, qual seja, diminuir a criminalidade e a corrupção, gerar mais empregos, manter a economia sob controle, dar ao cidadão o direito à defesa, acabar com os privilégios nos Três Poderes e tantas outras mudanças que significariam mais esperança e dignidade para todos os brasileiros. Têm, ainda, o esfacelamento do staff presidencial e o abandono da base aliada que, ao que tudo indica, ocorrerá muito em breve levando ao fim o governo natimorto de Bolsonaro que foi sustentado pelo falso slogan de um Brasil Acima de Tudo e ........... (nos negamos a colocar Deus nisso).