segunda-feira, 19 de novembro de 2018

BOI LADRÃO

O depoimento do presidiário Luis Inácio Lula da Silva, sobre o sítio de Atibaia (SP), à juíza Gabriela Hardt - substituta de Sérgio Moro que deve assumir, em janeiro, o superministério da Justiça do presidente Jair Bolsonaro - começou a deixar claro sua culpabilidade e que, daqui pra frente, ele continuará apanhando igual a " boi ladrão" . Se o ex-presidente não tivesse feito tudo que fez para destruir o País não estaria nesta situação (nem a maioria do povo brasileiro). Primeiro foram as "surras" de Moro e as condenações em duas instâncias. Depois, a sova que ele, e seu partido, o PT, - através do poste Haddad e de vários companheiros- levaram nas urnas. Agora, o salafrário pegou pela frente uma brava, destemida e preparada mulher que já mostrou não estar pra brincadeira e que, ao contrário do que ele pensa e falou no primeiro depoimento a ela, acabou essa de " nunca foi tão fácil roubar neste País".

domingo, 18 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Por escolha ou fatalidade, pouco importa.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

SE TIRAR, DÁ. TÁ OK?

Circula pela redes uma enxurrada de notícias falsas, mentirosas, as chamadas fake news. Entretanto, também tem-se a disseminação de conteúdos verdadeiros, aqueles capazes de acrescentar muito à vigília permanente sobre a política, a corrupção, as estratégias do novo governo que começa em 1° de janeiro, enfim, tudo que diga respeito à melhoria de qualidade de vida da população. Em todas as áreas. Dentre elas, na segurança pública, onde se propõe abater marginais portando armamento pesado. Ok! Ajudar estados e municípios com mais recursos. Ok! Atrair novos investimentos que representem a geração de milhões de empregos. Ok! Incentivar a continuidade de operações ligadas à Lava Jato e outras que objetivem acabar ou diminuir drasticamente a corrupção. Ok! Combater a entrada ilegal de armas, munições e drogas ilícitas. Ok! Abrir caixas pretas do BNDES e outras. Ok! Fazer reformas estruturais, como a previdenciária, a tributária e melhorar ainda mais a trabalhista. Ok. Mas como nem tudo são flores, e a política? Aí, mais ou menos ok! Isto porque tudo indica que ninguém, ou quase ninguém, que está ou vai entrar nos poderes legislativos vai querer cortar na própria carne, isto é, acabar com os muitos privilégios e mordomias como as aposentadorias e pensões, planos de saúde vitalícios e estendidos a familiares, número de assessores injustificável, carros oficiais, cartões corporativos, passagens aéreas, moradia, combustíveis para transitar pra lá e pra cá, o vergonhoso recesso e dezenas de outros que, dizem os especialistas, encerrados representariam a verdadeira reforma do Estado e a continuidade da saúde financeira do INSS. Político não é profissão. Não necessita de formação, nem presta concurso público. O político é escolhido para prestação de serviço temporário, portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões. O político legislou em causa própria e isto é ilegal. Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas. Que sejam extintas todas as aberrações criadas e que hoje querem perpetuar através de mais impostos e medidas contra direitos adquiridos contra quem, de fato e de direito, produz pelo País. Tá ok!

CASA SEM CAIXA DOIS

 Nos últimos dias, com exceção do crime brutal contra o jogador Daniel Corrêa, praticado por Edison Brittes, com o envolvimento da mulher, filha e primos, da propinolândia da Alerj e dos depoimentos de Lula à juíza que substituiu Sérgio Moro ( a magistrada né mole não!), o que mais toma conta dos noticiários são as nomeações que Bolsonaro fará daqui a uns dias. E, por conta disso, os veículos têm começado a vasculhar e a opinar sobre muitos dos escolhidos, começando pelo futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni contra o qual pesam algumas dúvidas envolvendo caixa 2. A coisa pode até não prosperar e o ex-deputado gaúcho - um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro e porta-vozes do futuro governo, não ter feito nada que contrariasse a lei eleitoral.  Mas devolver dinheiro e chorar não torna ninguém honesto, viu Moro? Como guardiões da honestidade e da ética, dentro e fora da política, a quase totalidade da população só quer uma investigação completa e que Bolsonaro - que já se manifestou dizendo que "Onyx  continua indicado, ainda" e "100% de confiança ninguém tem, tá ok"? - cumpra com o prometido de não ficar com nada que ande, respire ou tenha qualquer vestígio de corrupção ao seu lado. Sob o risco de perder a credibilidade e dar munição para os inimigos. Seus e da maior parte da Nação.


AULAS DE LIBERTINAGEM

Com perdão da palavra, mas o País todo parece uma grande bacanal. Embora exista uma Constituição a ser seguida, alguns governantes a estão interpretando ao bel-prazer, além da roubalheira quase institucionalizada e oficial. O governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, por exemplo, acaba de editar um decreto sobre escolas com liberdade e sem censura bem nos moldes do que vinha - e vem - sendo proposto por seu partido, o PT, e, certamente, seus gurus, Lula, Haddad, Gleise e o "resto do que restou" da petralhada que além de desviar recursos públicos insiste em desviar caráter, personalidade, ideologia, gênero e tudo mais que pretenda doutrinar para atingir seus objetivos, muitas vezes amorais, pervertidos e, claro, prestando mais desserviços aos alunos e à Nação. Onde já se viu ambientes de ensino com mais liberdade e menos censura do que aqueles que o PSDB ( desde o ex- ministro Paulo Bernardo), o  PMDB e, o PT conseguiram instituir nos últimos anos no Brasil, transformando-os num ambiente de baixa qualidade e com atribuições completamente equivocadas? Onde já se viu ambientes escolares, cujos alunos vêm, a cada dia, perdendo mais a noção de respeito, moral, ética e autoridade? Onde já se viu governantes modificarem princípios básicos de cidadania? Lamentavelmente, no Maranhão e em todo o resto de um Brasil destruído pela corrupção, pelo assistencialismo e por aulas ideológicas e mal dadas.

CINZA E ANIL

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, para poder continuar gozando da confiança de quem lhe conferiu os votos suficientes para vencer as eleições - e até daqueles que preferiram o voto de protesto no nulo, branco ou abstenção - não pode esquecer de alguns provérbios antigos que podem nortear seu governo, tais como: "caldo de galinha e cautela não fazem mal a ninguém"; "devagar com o andor que o santo é de barro" e, principalmente, " não se deve ir com tanta sede ao pote". Isto porque, no ímpeto de conquistar apoios que julga importantes, tem declarado, por exemplo, que vai transferir a embaixada de Israel para Jerusalém; colocar a China (ei, somos capitalistas e temos mais de 20 milhões de desempregados!) em seu lugar; aceitar indicações político-partidárias; extinguir ministérios; privatizar quase tudo; aproveitar colaboradores ligados, até pouco tempo, ao PT e até nomear o atual presidente, Michel Temer, como embaixador na Itália (ah, tem o BNDES nas mãos do Joaquim Levi!). Ora, ao disputar as eleições dizendo que não ia entrar na tradicional mesmice do toma lá dá cá e que ia expandir e manter as parcerias com o mercado exterior - exceção para o bolivariano, principalmente- e que não ia colaborar para livrar a cara de corruptos, ele angariou muitos votos. Mas, aí, mal pega na caneta,  já pensa em afastar os árabes - importantes parceiros comerciais do Brasil - e se tornar cúmplice de alguém que, supostamente, tem muita coisa a explicar a Justiça. Só falta ele dizer agora que vai conceder indulto ao pobre do Lula porque " tá velho e , portanto, merece uma nova chance". Bolsonaro, apesar da 'enoooooorme' experiência política de 30 anos no Parlamento e as 'boooooooas' intenções, sabe muito bem que não se pode agradar gregos e troianos. Tampouco ganhar tudo. E que ser presidente em um País como o Brasil nem sempre o céu está para brigadeiro. Portanto, senhor presidente eleito, se mantenha altivo e coerente para fazer as reformas (TODAS) necessárias pensando, sempre, nos brasileiros e brasileiras acima de tudo.

MEIAS VERDADES

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, continua citando o versículo João 8:32 da Bíblia que fala da verdade como libertação. "E conhecereis a verdade e a verdade os libertará". Só que, ninguém melhor do que ele sabe, na política nacional é quase impossível colocar a verdade acima de tudo e, principalmente, libertar a maioria de nosso povo que, hoje, ou vive em opressão, do assistencialismo, ou na pobreza. Quando consegue sobreviver. A tarefa de unir os povos, com todas as suas diferenças e dificuldades, e apaziguar, mesmo que durante o período de adaptação do novo governo (100 primeiros dias), a ferrenha, vingativa, muitas vezes mentirosa oposição, não será nada fácil pois há muito por se fazer para recuperar o tempo perdido e o atraso e porque o PT voltará àquilo que sempre foram suas marcas principais: barulho, estardalhaço, mentira e a levar algum tipo de vantagem. Seja ela política ou até mesmo financeira, como podem atestar os últimos 13 anos e os ex-companheiros que têm contado as peripécias de seus principais líderes. Portanto, é bom o presidente " já ir se acostumando com a ideia de ter de lidar com a disseminação do ódio e com as muitas mentiras - ou falta da verdade - em seus calcanhares produzidos por petistas inimigos da Pátria e parte da mídia que aprendeu a mamar nas tetas do Estado. Mas também deve se preocupar com o chamado fogo amigo produzido por muitos que estão ao seu redor, falando 'pelos cotovelos', como o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o futuro Ministro da Economia (posto Ipiranga), Paulo Guedes e outros que, no afã de mostrar serviço e de serem logo nomeados, vêm proferindo tudo que diga respeito a suposta economia de dinheiro público mas que podem não passar de medidas demagógicas e ainda 'queimar' uma imagem que ainda nem começou a ser construída.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Dizem que a vida é cheia de surpresas. Que nossos sonhos realmente se realizam, assim como nossos pesadelos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

PROPINOLÂNDIAS

Todo mundo sabe que na corrupta política que impregna gabinetes e corredores de todas as instituições públicas, mensalinhos e mensalões" fazem parte da realidade e da cultura nacionais. Todo mundo sabe que os serviços públicos são ruins graças a esta carcomida e desumana máquina de contemplar políticos, seus parentes, amigos, patrocinadores de campanhas, a mídia parcial e parcimônica que também quer levar vantagenzinha e até vantagenzona ou qualquer outro elo de ligação entre o público, o privado e a privada, para onde deveriam ir todos que roubam nas prefeituras, nas câmaras municipais, nas assembleias, no Congresso Nacional e nos suntuosos palácios de governos estaduais e federal. A coisa é antiga, uns dizem que data do Império, quando o toma lá dá cá era feito dentro de santos de barro, na concessão de favores, nomeações ou na cara grande mesmo, com grana viva oferecida a corruptos e corruptores para se conseguir aprovar ou legalizar algum desvio. O tempo foi passando, passando, passando e nada - ou muito pouco - foi feito para acabar com isso. A mais recente descoberta, desde o descobrimento do Brasil, acaba de acontecer na Alerj onde, segundo investigações da PF, havia um grande esquema de compra e venda de votos movimentando mais de R$ 54 milhões. Segundo a Operação Furna da Onça, o suposto (?) "mensalinho" girava em torno de R$ 900 mil, beneficiando ao menos 10 deputados (cinco deles reeleitos), além de secretários de governo, presidente e ex-presidente do Detran e os três deputados já presos em Bangu ou em prisão domiciliar. Mas isto aconteceu somente nos governos de Cabral e Pezão? Não, claro que não! Entretanto, o esquema cresceu tanto e ficou tão incontrolável nestes governos que, pasmem, foi preciso "terceirizá-lo", para atrair e seduzir mais gente e para mostrar que o crime compensa. Pelo menos até a chegada dos camburões da polícia e das garras de uma Justiça que deve continuar fazendo seu trabalho de eliminar corruptos, mantendo-os longe da sociedade durante um bom tempo.

O ÚLTIMO A SAIR

Como sempre acontece, ao apagar das luzes, o governo federal, acumpliciado com o Supremo Tribunal - que a cada dia perde um pouco de supremacia pelos muitos equívocos cometidos aos olhos da população - e o que restou do Congresso Nacional, acaba de deixar um "pepino" daqueles para o novo que se avizinha. Nesta quarta-feira (7), o Senado aprovou a pauta-bomba concedendo aumento de 16% para ministros do STF, devendo ter impacto em vários setores do judiciário. Com o reajuste, os salários dos magistrados passarão dos "míseros" R$ 33,7 para R$ 39 mil. O Projeto de Lei agora vai para sanção presidencial, desde que atendida uma contrapartida do presidente Michel Temer que é terminar com o auxílio-moradia em nível federal (e eu aqui pensando que era para os ministros aliviarem, muito em breve, sua barra em relação aos muitos processos contra ele, livrando-o da possível condenação e da companhia de velhos companheiros). Caso não seja vetada, a esmola com o chapéu e o dinheiro de 208 milhões de brasileiros, pode ser chamado de um grande 'soco' na ainda dolorida barriga de Bolsonaro pois, pelo efeito cascata, representa algo próximo a R$ 6 bilhões. Um novo salto no abismo e um problemão daqueles no chamado ajuste das contas públicas pretendido pela equipe econômica liderada pelo futuro superministro Paulo Guedes - que queria dar uma prensa no Congresso - que, assim, será obrigado a ter muito mais do que superpoderes. Resta torcer para que Bolsonaro consiga impor seu estilo e sua firmeza de propósitos baseados em João 8, 32 ( conhecereis a verdade e a verdade vos libertará) e que 'não aumentar ou criar novos impostos' se torne uma grande mentira.

BRASIL ACIMA DE SONHOS

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, ao escolher alguns 'notáveis' para ajudá-lo, como o juiz Sérgio Moro, o astronauta Marcos Pontes, o renomado economista Paulo Guedes, o general Augusto Heleno, entre outros, tem começado bem sua guerra contra o atraso, a insegurança, a mesmice (se bem que já começou a ceder à indicações partidárias, mas como ninguém é perfeito mesmo...) e a corrupção a que o Brasil foi submetido, principalmente, nos últimos anos dos governos petistas e desastrados do PMDB e demais da base alugada. Se a coisa não ficar só nas fake news, isto é, se acontecerem, logo após a posse, em janeiro, encaminhamentos para o Congresso Nacional de medidas urgentes como a diminuição expressiva do número de ministérios; plano emergencial de corte de despesas - incluindo o teto de gastos; uma reforma da Previdência que não puna ainda mais o trabalhador -; privatizações; diminuição de impostos; reformas tributária e política (com aperfeiçoamento na trabalhista para melhorar a relação empregado-empregador); apoio amplo, geral e irrestrito no combate à roubalheira, particular e institucional e, claro, aquelas que foram responsáveis por alavancar sua vitória nas urnas, a segurança pública (com ênfase no tráfico de drogas e armas); a rediscussão sobre a redução da maioridade e a posse de armas, bem como a volta da autoridade, da moral e dos bons costumes, poderemos continuar sonhando que melhores dias virão. Mas se a velha prática do toma lá dá cá continuar prevalecendo, - algo que Bolsonaro diz abominar e combater há muito, e nós também, -  influenciando na escolha, por exemplo, de presidentes da Câmara e do Senado, além da distribuição de cargos visando a tal da governabilidade para aprovar " projetos importantes para o País" ( a cantilena de sempre para justificar fracassos), aí, capitão-presidente, pode ter certeza, pessoas que lhe deram carta-branca, e milhões de votos, começarão a se decepcionar e achar que o Brasil acima de tudo foi apenas uma estratégia eleitoral e uma big fake de uma noite de um quase verão. Aí, Jair Messias Bolsonaro, isto abalará ainda mais nossa jovem democracia indicando e abrindo espaço para a volta triunfante da corrupção e, consequentemente, daqueles que durante anos quase destruíram nosso País. O que não querem seus 58 milhões de eleitores, nem os mais de 40 milhões que não compareceram às urnas, anularam o voto ou votaram em branco no segundo turno.

SURPRESAS À VISTA

A vitória de Jair Bolsonaro, aquela que quase ninguém acreditava há uns dois anos, abriu uma série de discussões importantes no campo das possibilidades reais de, por exemplo, alguém ser eleito por partido pequeno (em breve, até mesmo sem partido caso a reforma política permita), sem tempo de TV, sem fundo partidário, sem conchavos, sem visibilidade, sem capilaridade, ou até sem experiência como gestor, enfim, o candidato, de vereador a presidente da República, obtendo o mandato apenas pelo perfil conservador, pelas propostas, por sua integridade, pelo poder das redes sociais, por ser ficha-limpa e outros métodos e qualidades que consigam convencer a maior parte do eleitorado que ele, durante os quatro anos (exceção do Senado que são oito), o cumprirá de maneira digna e capaz. Como aconteceu com o presidente eleito, com diversos governadores sem tradição política e diversos deputados e senadores neófitos - ou quase - que a partir do ano que vem começarão a ser observados se esta 'guinada' no quadro valeu à pena. De antemão, consideramos que este foi um excelente recado para todos aqueles que estavam - e ainda estão - mal-acostumados e confiantes de que bastam continuar 'dominando' as máquinas administrativas, os partidos, os cabos-eleitorais, os apoiadores tradicionais de campanha e a corrupção que os cercam e deles fazem parte para continuarem ganhando eleições. Como muitos dos atuais prefeitos e vereadores que, do alto de sua "sapiência", arrogância e experiência política, supõem ser pule de 10 à reeleição mas que poderão daqui a dois anos, quando das eleições municipais, ter de enfrentar nas urnas pessoas de vida pregressa ilibada, sem histórico algum de corrupção ou qualquer outra mácula que, mesmo sem ter exercido cargo eletivo mas com discursos fortes e demonstração de profundo conhecimento teórico, podem querer entrar numa "briga de cachorros grandes' com disposição para vencer a guerra tal qual Bolsonaro e centenas de seguidores seus. Tal qual muitos que alguns nem imaginam possam fazê-lo muito em breve.

PLANO BOLSONARO

Em março de 1947, o governo americano lançou um conjunto de medidas políticas e econômicas para conter o avanço do socialismo, principalmente, em nações capitalistas consideradas frágeis. Foi chamado de Plano Truman, em homenagem ao seu criador, presidente Harry Truman, que àquela época proferiu vários discursos contra o que chamava de " ameaça comunista" e a tantos outros problemas advindos do pós-guerra. Passadas sete décadas, e guardadas as proporções, o mundo assiste ao surgimento de uma outra liderança eleita na América do Sul para conter o avanço de partidos políticos de esquerda que, ao contrário do que diz a teoria sobre uma sociedade livre de desigualdades, criaram uma rede de corrupção, mordomias e outros excessos nunca vista na história do Brasil. Trata-se do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que fez uma campanha voltada toda para o combate à corrupção, à criminalidade, ao desemprego, à elevadíssima carga tributária e ao mesmo temor dos americanos - que existe até hoje - de um dia hastearem e fincarem uma bandeira vermelha em nossas terras. Resta saber como e quanto custará a coisa toda e se acontecerá de fato, sem as " contaminações" de outrora, pois ninguém aguenta mais o viés político-ideológico, o toma lá dá cá, as desigualdades e, principalmente, a roubalheira dos últimos governos. Quem sabe, num futuro bem próximo, os bons resultados da faxina pretendida pelo governo e das realizações feitas pela equipe, já em transição, fiquem conhecidas como Plano Bolsonaro, sendo motivo de orgulho para milhões de brasileiros e brasileiras? Quem sabe a guinada à direita dá certo, unindo todos os irmãos, independente de raça, sexo, religião, etc., vencendo a guerra contra o terror, calando, assim esquerdopatas e pessimistas durante um bom tempo? Quem sabe o plano todo tenha um final feliz e nos coloque no topo dos cinco maiores países do mundo, aliás, posição mais do que merecida para quem tem tudo e Deus acima de todos?

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tudo bom, tudo bem. Mas será que o novo governo vai fazer a tão sonhada reforma política. Aquela que diminui gastos, mordomias e o número vergonhoso de parlamentares em todos os níveis?

domingo, 28 de outubro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Virada de Haddad é mais uma daquelas fake news do PT. "Delirium tremens" dos aproveitadores de sempre. Bolsonaro vence!