segunda-feira, 19 de novembro de 2018

BOI LADRÃO

O depoimento do presidiário Luis Inácio Lula da Silva, sobre o sítio de Atibaia (SP), à juíza Gabriela Hardt - substituta de Sérgio Moro que deve assumir, em janeiro, o superministério da Justiça do presidente Jair Bolsonaro - começou a deixar claro sua culpabilidade e que, daqui pra frente, ele continuará apanhando igual a " boi ladrão" . Se o ex-presidente não tivesse feito tudo que fez para destruir o País não estaria nesta situação (nem a maioria do povo brasileiro). Primeiro foram as "surras" de Moro e as condenações em duas instâncias. Depois, a sova que ele, e seu partido, o PT, - através do poste Haddad e de vários companheiros- levaram nas urnas. Agora, o salafrário pegou pela frente uma brava, destemida e preparada mulher que já mostrou não estar pra brincadeira e que, ao contrário do que ele pensa e falou no primeiro depoimento a ela, acabou essa de " nunca foi tão fácil roubar neste País".

domingo, 18 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Por escolha ou fatalidade, pouco importa.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

SE TIRAR, DÁ. TÁ OK?

Circula pela redes uma enxurrada de notícias falsas, mentirosas, as chamadas fake news. Entretanto, também tem-se a disseminação de conteúdos verdadeiros, aqueles capazes de acrescentar muito à vigília permanente sobre a política, a corrupção, as estratégias do novo governo que começa em 1° de janeiro, enfim, tudo que diga respeito à melhoria de qualidade de vida da população. Em todas as áreas. Dentre elas, na segurança pública, onde se propõe abater marginais portando armamento pesado. Ok! Ajudar estados e municípios com mais recursos. Ok! Atrair novos investimentos que representem a geração de milhões de empregos. Ok! Incentivar a continuidade de operações ligadas à Lava Jato e outras que objetivem acabar ou diminuir drasticamente a corrupção. Ok! Combater a entrada ilegal de armas, munições e drogas ilícitas. Ok! Abrir caixas pretas do BNDES e outras. Ok! Fazer reformas estruturais, como a previdenciária, a tributária e melhorar ainda mais a trabalhista. Ok. Mas como nem tudo são flores, e a política? Aí, mais ou menos ok! Isto porque tudo indica que ninguém, ou quase ninguém, que está ou vai entrar nos poderes legislativos vai querer cortar na própria carne, isto é, acabar com os muitos privilégios e mordomias como as aposentadorias e pensões, planos de saúde vitalícios e estendidos a familiares, número de assessores injustificável, carros oficiais, cartões corporativos, passagens aéreas, moradia, combustíveis para transitar pra lá e pra cá, o vergonhoso recesso e dezenas de outros que, dizem os especialistas, encerrados representariam a verdadeira reforma do Estado e a continuidade da saúde financeira do INSS. Político não é profissão. Não necessita de formação, nem presta concurso público. O político é escolhido para prestação de serviço temporário, portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões. O político legislou em causa própria e isto é ilegal. Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas. Que sejam extintas todas as aberrações criadas e que hoje querem perpetuar através de mais impostos e medidas contra direitos adquiridos contra quem, de fato e de direito, produz pelo País. Tá ok!

CASA SEM CAIXA DOIS

 Nos últimos dias, com exceção do crime brutal contra o jogador Daniel Corrêa, praticado por Edison Brittes, com o envolvimento da mulher, filha e primos, da propinolândia da Alerj e dos depoimentos de Lula à juíza que substituiu Sérgio Moro ( a magistrada né mole não!), o que mais toma conta dos noticiários são as nomeações que Bolsonaro fará daqui a uns dias. E, por conta disso, os veículos têm começado a vasculhar e a opinar sobre muitos dos escolhidos, começando pelo futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni contra o qual pesam algumas dúvidas envolvendo caixa 2. A coisa pode até não prosperar e o ex-deputado gaúcho - um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro e porta-vozes do futuro governo, não ter feito nada que contrariasse a lei eleitoral.  Mas devolver dinheiro e chorar não torna ninguém honesto, viu Moro? Como guardiões da honestidade e da ética, dentro e fora da política, a quase totalidade da população só quer uma investigação completa e que Bolsonaro - que já se manifestou dizendo que "Onyx  continua indicado, ainda" e "100% de confiança ninguém tem, tá ok"? - cumpra com o prometido de não ficar com nada que ande, respire ou tenha qualquer vestígio de corrupção ao seu lado. Sob o risco de perder a credibilidade e dar munição para os inimigos. Seus e da maior parte da Nação.


AULAS DE LIBERTINAGEM

Com perdão da palavra, mas o País todo parece uma grande bacanal. Embora exista uma Constituição a ser seguida, alguns governantes a estão interpretando ao bel-prazer, além da roubalheira quase institucionalizada e oficial. O governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, por exemplo, acaba de editar um decreto sobre escolas com liberdade e sem censura bem nos moldes do que vinha - e vem - sendo proposto por seu partido, o PT, e, certamente, seus gurus, Lula, Haddad, Gleise e o "resto do que restou" da petralhada que além de desviar recursos públicos insiste em desviar caráter, personalidade, ideologia, gênero e tudo mais que pretenda doutrinar para atingir seus objetivos, muitas vezes amorais, pervertidos e, claro, prestando mais desserviços aos alunos e à Nação. Onde já se viu ambientes de ensino com mais liberdade e menos censura do que aqueles que o PSDB ( desde o ex- ministro Paulo Bernardo), o  PMDB e, o PT conseguiram instituir nos últimos anos no Brasil, transformando-os num ambiente de baixa qualidade e com atribuições completamente equivocadas? Onde já se viu ambientes escolares, cujos alunos vêm, a cada dia, perdendo mais a noção de respeito, moral, ética e autoridade? Onde já se viu governantes modificarem princípios básicos de cidadania? Lamentavelmente, no Maranhão e em todo o resto de um Brasil destruído pela corrupção, pelo assistencialismo e por aulas ideológicas e mal dadas.

CINZA E ANIL

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, para poder continuar gozando da confiança de quem lhe conferiu os votos suficientes para vencer as eleições - e até daqueles que preferiram o voto de protesto no nulo, branco ou abstenção - não pode esquecer de alguns provérbios antigos que podem nortear seu governo, tais como: "caldo de galinha e cautela não fazem mal a ninguém"; "devagar com o andor que o santo é de barro" e, principalmente, " não se deve ir com tanta sede ao pote". Isto porque, no ímpeto de conquistar apoios que julga importantes, tem declarado, por exemplo, que vai transferir a embaixada de Israel para Jerusalém; colocar a China (ei, somos capitalistas e temos mais de 20 milhões de desempregados!) em seu lugar; aceitar indicações político-partidárias; extinguir ministérios; privatizar quase tudo; aproveitar colaboradores ligados, até pouco tempo, ao PT e até nomear o atual presidente, Michel Temer, como embaixador na Itália (ah, tem o BNDES nas mãos do Joaquim Levi!). Ora, ao disputar as eleições dizendo que não ia entrar na tradicional mesmice do toma lá dá cá e que ia expandir e manter as parcerias com o mercado exterior - exceção para o bolivariano, principalmente- e que não ia colaborar para livrar a cara de corruptos, ele angariou muitos votos. Mas, aí, mal pega na caneta,  já pensa em afastar os árabes - importantes parceiros comerciais do Brasil - e se tornar cúmplice de alguém que, supostamente, tem muita coisa a explicar a Justiça. Só falta ele dizer agora que vai conceder indulto ao pobre do Lula porque " tá velho e , portanto, merece uma nova chance". Bolsonaro, apesar da 'enoooooorme' experiência política de 30 anos no Parlamento e as 'boooooooas' intenções, sabe muito bem que não se pode agradar gregos e troianos. Tampouco ganhar tudo. E que ser presidente em um País como o Brasil nem sempre o céu está para brigadeiro. Portanto, senhor presidente eleito, se mantenha altivo e coerente para fazer as reformas (TODAS) necessárias pensando, sempre, nos brasileiros e brasileiras acima de tudo.

MEIAS VERDADES

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, continua citando o versículo João 8:32 da Bíblia que fala da verdade como libertação. "E conhecereis a verdade e a verdade os libertará". Só que, ninguém melhor do que ele sabe, na política nacional é quase impossível colocar a verdade acima de tudo e, principalmente, libertar a maioria de nosso povo que, hoje, ou vive em opressão, do assistencialismo, ou na pobreza. Quando consegue sobreviver. A tarefa de unir os povos, com todas as suas diferenças e dificuldades, e apaziguar, mesmo que durante o período de adaptação do novo governo (100 primeiros dias), a ferrenha, vingativa, muitas vezes mentirosa oposição, não será nada fácil pois há muito por se fazer para recuperar o tempo perdido e o atraso e porque o PT voltará àquilo que sempre foram suas marcas principais: barulho, estardalhaço, mentira e a levar algum tipo de vantagem. Seja ela política ou até mesmo financeira, como podem atestar os últimos 13 anos e os ex-companheiros que têm contado as peripécias de seus principais líderes. Portanto, é bom o presidente " já ir se acostumando com a ideia de ter de lidar com a disseminação do ódio e com as muitas mentiras - ou falta da verdade - em seus calcanhares produzidos por petistas inimigos da Pátria e parte da mídia que aprendeu a mamar nas tetas do Estado. Mas também deve se preocupar com o chamado fogo amigo produzido por muitos que estão ao seu redor, falando 'pelos cotovelos', como o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o futuro Ministro da Economia (posto Ipiranga), Paulo Guedes e outros que, no afã de mostrar serviço e de serem logo nomeados, vêm proferindo tudo que diga respeito a suposta economia de dinheiro público mas que podem não passar de medidas demagógicas e ainda 'queimar' uma imagem que ainda nem começou a ser construída.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Dizem que a vida é cheia de surpresas. Que nossos sonhos realmente se realizam, assim como nossos pesadelos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

PROPINOLÂNDIAS

Todo mundo sabe que na corrupta política que impregna gabinetes e corredores de todas as instituições públicas, mensalinhos e mensalões" fazem parte da realidade e da cultura nacionais. Todo mundo sabe que os serviços públicos são ruins graças a esta carcomida e desumana máquina de contemplar políticos, seus parentes, amigos, patrocinadores de campanhas, a mídia parcial e parcimônica que também quer levar vantagenzinha e até vantagenzona ou qualquer outro elo de ligação entre o público, o privado e a privada, para onde deveriam ir todos que roubam nas prefeituras, nas câmaras municipais, nas assembleias, no Congresso Nacional e nos suntuosos palácios de governos estaduais e federal. A coisa é antiga, uns dizem que data do Império, quando o toma lá dá cá era feito dentro de santos de barro, na concessão de favores, nomeações ou na cara grande mesmo, com grana viva oferecida a corruptos e corruptores para se conseguir aprovar ou legalizar algum desvio. O tempo foi passando, passando, passando e nada - ou muito pouco - foi feito para acabar com isso. A mais recente descoberta, desde o descobrimento do Brasil, acaba de acontecer na Alerj onde, segundo investigações da PF, havia um grande esquema de compra e venda de votos movimentando mais de R$ 54 milhões. Segundo a Operação Furna da Onça, o suposto (?) "mensalinho" girava em torno de R$ 900 mil, beneficiando ao menos 10 deputados (cinco deles reeleitos), além de secretários de governo, presidente e ex-presidente do Detran e os três deputados já presos em Bangu ou em prisão domiciliar. Mas isto aconteceu somente nos governos de Cabral e Pezão? Não, claro que não! Entretanto, o esquema cresceu tanto e ficou tão incontrolável nestes governos que, pasmem, foi preciso "terceirizá-lo", para atrair e seduzir mais gente e para mostrar que o crime compensa. Pelo menos até a chegada dos camburões da polícia e das garras de uma Justiça que deve continuar fazendo seu trabalho de eliminar corruptos, mantendo-os longe da sociedade durante um bom tempo.

O ÚLTIMO A SAIR

Como sempre acontece, ao apagar das luzes, o governo federal, acumpliciado com o Supremo Tribunal - que a cada dia perde um pouco de supremacia pelos muitos equívocos cometidos aos olhos da população - e o que restou do Congresso Nacional, acaba de deixar um "pepino" daqueles para o novo que se avizinha. Nesta quarta-feira (7), o Senado aprovou a pauta-bomba concedendo aumento de 16% para ministros do STF, devendo ter impacto em vários setores do judiciário. Com o reajuste, os salários dos magistrados passarão dos "míseros" R$ 33,7 para R$ 39 mil. O Projeto de Lei agora vai para sanção presidencial, desde que atendida uma contrapartida do presidente Michel Temer que é terminar com o auxílio-moradia em nível federal (e eu aqui pensando que era para os ministros aliviarem, muito em breve, sua barra em relação aos muitos processos contra ele, livrando-o da possível condenação e da companhia de velhos companheiros). Caso não seja vetada, a esmola com o chapéu e o dinheiro de 208 milhões de brasileiros, pode ser chamado de um grande 'soco' na ainda dolorida barriga de Bolsonaro pois, pelo efeito cascata, representa algo próximo a R$ 6 bilhões. Um novo salto no abismo e um problemão daqueles no chamado ajuste das contas públicas pretendido pela equipe econômica liderada pelo futuro superministro Paulo Guedes - que queria dar uma prensa no Congresso - que, assim, será obrigado a ter muito mais do que superpoderes. Resta torcer para que Bolsonaro consiga impor seu estilo e sua firmeza de propósitos baseados em João 8, 32 ( conhecereis a verdade e a verdade vos libertará) e que 'não aumentar ou criar novos impostos' se torne uma grande mentira.

BRASIL ACIMA DE SONHOS

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, ao escolher alguns 'notáveis' para ajudá-lo, como o juiz Sérgio Moro, o astronauta Marcos Pontes, o renomado economista Paulo Guedes, o general Augusto Heleno, entre outros, tem começado bem sua guerra contra o atraso, a insegurança, a mesmice (se bem que já começou a ceder à indicações partidárias, mas como ninguém é perfeito mesmo...) e a corrupção a que o Brasil foi submetido, principalmente, nos últimos anos dos governos petistas e desastrados do PMDB e demais da base alugada. Se a coisa não ficar só nas fake news, isto é, se acontecerem, logo após a posse, em janeiro, encaminhamentos para o Congresso Nacional de medidas urgentes como a diminuição expressiva do número de ministérios; plano emergencial de corte de despesas - incluindo o teto de gastos; uma reforma da Previdência que não puna ainda mais o trabalhador -; privatizações; diminuição de impostos; reformas tributária e política (com aperfeiçoamento na trabalhista para melhorar a relação empregado-empregador); apoio amplo, geral e irrestrito no combate à roubalheira, particular e institucional e, claro, aquelas que foram responsáveis por alavancar sua vitória nas urnas, a segurança pública (com ênfase no tráfico de drogas e armas); a rediscussão sobre a redução da maioridade e a posse de armas, bem como a volta da autoridade, da moral e dos bons costumes, poderemos continuar sonhando que melhores dias virão. Mas se a velha prática do toma lá dá cá continuar prevalecendo, - algo que Bolsonaro diz abominar e combater há muito, e nós também, -  influenciando na escolha, por exemplo, de presidentes da Câmara e do Senado, além da distribuição de cargos visando a tal da governabilidade para aprovar " projetos importantes para o País" ( a cantilena de sempre para justificar fracassos), aí, capitão-presidente, pode ter certeza, pessoas que lhe deram carta-branca, e milhões de votos, começarão a se decepcionar e achar que o Brasil acima de tudo foi apenas uma estratégia eleitoral e uma big fake de uma noite de um quase verão. Aí, Jair Messias Bolsonaro, isto abalará ainda mais nossa jovem democracia indicando e abrindo espaço para a volta triunfante da corrupção e, consequentemente, daqueles que durante anos quase destruíram nosso País. O que não querem seus 58 milhões de eleitores, nem os mais de 40 milhões que não compareceram às urnas, anularam o voto ou votaram em branco no segundo turno.

SURPRESAS À VISTA

A vitória de Jair Bolsonaro, aquela que quase ninguém acreditava há uns dois anos, abriu uma série de discussões importantes no campo das possibilidades reais de, por exemplo, alguém ser eleito por partido pequeno (em breve, até mesmo sem partido caso a reforma política permita), sem tempo de TV, sem fundo partidário, sem conchavos, sem visibilidade, sem capilaridade, ou até sem experiência como gestor, enfim, o candidato, de vereador a presidente da República, obtendo o mandato apenas pelo perfil conservador, pelas propostas, por sua integridade, pelo poder das redes sociais, por ser ficha-limpa e outros métodos e qualidades que consigam convencer a maior parte do eleitorado que ele, durante os quatro anos (exceção do Senado que são oito), o cumprirá de maneira digna e capaz. Como aconteceu com o presidente eleito, com diversos governadores sem tradição política e diversos deputados e senadores neófitos - ou quase - que a partir do ano que vem começarão a ser observados se esta 'guinada' no quadro valeu à pena. De antemão, consideramos que este foi um excelente recado para todos aqueles que estavam - e ainda estão - mal-acostumados e confiantes de que bastam continuar 'dominando' as máquinas administrativas, os partidos, os cabos-eleitorais, os apoiadores tradicionais de campanha e a corrupção que os cercam e deles fazem parte para continuarem ganhando eleições. Como muitos dos atuais prefeitos e vereadores que, do alto de sua "sapiência", arrogância e experiência política, supõem ser pule de 10 à reeleição mas que poderão daqui a dois anos, quando das eleições municipais, ter de enfrentar nas urnas pessoas de vida pregressa ilibada, sem histórico algum de corrupção ou qualquer outra mácula que, mesmo sem ter exercido cargo eletivo mas com discursos fortes e demonstração de profundo conhecimento teórico, podem querer entrar numa "briga de cachorros grandes' com disposição para vencer a guerra tal qual Bolsonaro e centenas de seguidores seus. Tal qual muitos que alguns nem imaginam possam fazê-lo muito em breve.

PLANO BOLSONARO

Em março de 1947, o governo americano lançou um conjunto de medidas políticas e econômicas para conter o avanço do socialismo, principalmente, em nações capitalistas consideradas frágeis. Foi chamado de Plano Truman, em homenagem ao seu criador, presidente Harry Truman, que àquela época proferiu vários discursos contra o que chamava de " ameaça comunista" e a tantos outros problemas advindos do pós-guerra. Passadas sete décadas, e guardadas as proporções, o mundo assiste ao surgimento de uma outra liderança eleita na América do Sul para conter o avanço de partidos políticos de esquerda que, ao contrário do que diz a teoria sobre uma sociedade livre de desigualdades, criaram uma rede de corrupção, mordomias e outros excessos nunca vista na história do Brasil. Trata-se do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que fez uma campanha voltada toda para o combate à corrupção, à criminalidade, ao desemprego, à elevadíssima carga tributária e ao mesmo temor dos americanos - que existe até hoje - de um dia hastearem e fincarem uma bandeira vermelha em nossas terras. Resta saber como e quanto custará a coisa toda e se acontecerá de fato, sem as " contaminações" de outrora, pois ninguém aguenta mais o viés político-ideológico, o toma lá dá cá, as desigualdades e, principalmente, a roubalheira dos últimos governos. Quem sabe, num futuro bem próximo, os bons resultados da faxina pretendida pelo governo e das realizações feitas pela equipe, já em transição, fiquem conhecidas como Plano Bolsonaro, sendo motivo de orgulho para milhões de brasileiros e brasileiras? Quem sabe a guinada à direita dá certo, unindo todos os irmãos, independente de raça, sexo, religião, etc., vencendo a guerra contra o terror, calando, assim esquerdopatas e pessimistas durante um bom tempo? Quem sabe o plano todo tenha um final feliz e nos coloque no topo dos cinco maiores países do mundo, aliás, posição mais do que merecida para quem tem tudo e Deus acima de todos?

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tudo bom, tudo bem. Mas será que o novo governo vai fazer a tão sonhada reforma política. Aquela que diminui gastos, mordomias e o número vergonhoso de parlamentares em todos os níveis?

domingo, 28 de outubro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Virada de Haddad é mais uma daquelas fake news do PT. "Delirium tremens" dos aproveitadores de sempre. Bolsonaro vence!

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

SEM GRAÇA

Dizem que não se deve rir da desgraça alheia. Exceção feita somente quando "os desgraçados", contribuíram, de alguma forma, para acabar com sonhos, direitos e, alguns, até mesmo desviar (com todos os seus sinônimos) dinheiro público de milhões e milhões de pessoas. Como aqueles parlamentares que, sem conseguir a reeleição, ficam sem foro  privilegiado daqui a alguns meses (pra ser mais preciso, a partir de fevereiro de 2019) e aí, como têm viralizado algumas memes, "titio Moro os espera de braços abertos". É o caso, por exemplo, dos senadores, Eunício Oliveira (MDB-CE), atual presidente e de seus colegas de partido e, tudo indica, de maracutaias, Romero Jucá, Edson Lobão e Valdir Raupp (Renan Calheiros e Jader Barbalho conseguiram escapar, pelo menos por enquanto) além dos deputados André Moura, líder do governo no Congresso e até do Cabo Daciolo - aquele 'engraçadinho' que jurava, com a Bíblia debaixo do braço, vencer as eleições presidenciais - que, além de não se reelegerem, terão de se defender, como qualquer outro 'mortal', das acusações criminais que pesam sobre suas cabeças (obviamente, sem nenhuma culpa) no Supremo Tribunal Federal (STF) e outras instâncias, alguns, inclusive, se condenados, podendo fazer companhia a outros ex-políticos por crimes relacionados à Lava Jato. Entretanto, não são só eles não. Tem muito mais 'figurões' integrando as mais diversas listas de crimes cometidos contra a população brasileira. Fala-se em 70 congressistas nesta situação que, sem mais a aberração do tal de foro privilegiado, podem cair nas garras da graça da Justiça. Vamos fazer o que nos cabe, neste momento, que é continuar votando contra corruptos e torcer para que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, envie ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, os processos envolvendo parlamentares que ficarem sem foro privilegiado. Mas não nos esqueçamos do mais importante deles, presidente Michel Temer, do "quadrilhão" do MDB, que a partir de janeiro, sem foro especial, também poderá cair em desgraça ao enfrentar uma nova realidade jurídica que inclui, pelo menos, quatro processos em diferentes tribunais pelo País. E como uma desgraça nunca vem sozinha...

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

ALERTA GERAL

A insatisfação popular pela "velha" maneira de se fazer política, - que inclui uma corrupção incontrolável nas instituições, - e pelos que "habitavam", principalmente, os palácios e gabinetes do "velhaco" Congresso Nacional, foi capaz de provocar o surgimento de outsiders, algo salutar para todos e para o processo de mudança em si que revela desejos conscientes - até inconscientes - por se mexer sempre que as coisas atingem pontos e níveis insustentáveis (os quais estamos vivenciando). As eleições do último dia sete revelaram, com os quase 47% para Bolsonaro (contra os 29% de Haddad) e o recorde com a renovação de cerca de 50% na Câmara e mais de 60% no Senado, o início de uma grande conquista e um alerta para aqueles que pensavam que a população não está nem aí, não gosta de política e outras pechas que atribuíam a ela numa tentativa malandra, ordinária (no sentido dos muitos recursos que gastam) e, agora, vã de continuarem comprando votos e se perpetuarem no poder. É evidente que ainda está muito aquém do necessário pois, pelo que fizeram e deverá fazer a maioria dos 513 deputados federais e 81 senadores ( dentre as muitas aberrações daquela Casa, no Senado são três por Estado e os 27 que entraram em 2014 continuarão por lá produzindo pouco ou quase nada pelo menos durante os próximos quatro anos), o Brasil só conseguirá eliminar, na pior das hipóteses, diminuir bastante, a roubalheira e mordomia dessa gente quando mudar, radical e preferencialmente, a Lei Eleitoral. E, claro, o Código Penal onde caiba, por exemplo, rigor nas punições e prisões de verdade para políticos, de qualquer natureza, espécie ou esfera (do vereador neófito ao presidente que entre aclamado nos braços do povo) que desviem recursos públicos, não cumpram promessas e colaborem para que municípios, Estados e o País não sejam de todos. De verdade. A população tem feito a sua parte mas espera-se que, vença quem vencer a disputa pela presidência e pelos estados onde haja o segundo turno (13 e mais o DF), haja uma conscientização plena, inclusive, por parte daqueles que se acostumaram a dizer que " tudo farão pelo seu povo" de que o Brasil não os quer mais mentindo, prometendo o impossível, governando e legislando em prol dos interesses particulares, priorizando partidos, parentes e amigos, enfim, roubando sonhos, méritos, direitos, garantias, conquistas. E dinheiro público.

LIQUIDADA A FATURA

No ar, as duas campanhas presidenciais do segundo turno. Nas TVs, rádios e nas ruas, a clareza e a manutenção dos ideais do candidato Bolsonaro, que não mudou em nada seu discurso a favor de um Brasil melhor, menos corrupto e mais voltado para as velhas tradições e do outro, o candidato Haddad tentando emplacar um estilo "paz e amor" e se descolar de um chefe, de um partido e de um modelo de se fazer política que a maioria tem deixado claro não querer mais. A cada dia, principalmente, agora, com a retomada da campanha, fica evidente que o segundo turno será para inglês ver (exceção para o The Economist) pois já está mais do que decidido. A autenticidade e as propostas coerentes por um Brasil mais à direita da segurança derrotarão partidos e candidatos e fakes à esquerda e ao lado da corrupção. Se alguém tem dúvidas de quem subirá a rampa em primeiro de janeiro, é ruim da cabeça, doente do pé ou ainda acredita em teorias da conspiração que possam contrariar a vontade - e o voto - da grande maioria da população que é decente, produtiva e ama o Brasil acima de tudo. E Deus acima de todos.

BRASIL,SIM!

No próximo dia 28, a população brasileira vai dizer se quer continuar acreditando nas propostas de mudança apresentadas por Bolsonaro, do PSL,  que obteve cerca de 47% dos votos válidos no primeiro turno ou a manutenção do modelo de corrupção implantado, principalmente, pelo PT de Lulla e de Haddad que conquistaram 29%. As primeiras pesquisas de intenção de voto e as manifestações populares - aquelas que respiramos em todos os ambientes que frequentamos - apontam para uma diferença de 58 a 42 % a favor do deputado fluminense, indicando que a disputa, praticamente, será apenas "pro forma" e para se gastar mais uma fortuna dos cofres públicos pois o resultado não deverá ser muito diferente haja vista a rejeição pelo candidato das esquerdas e de Lulla, em especial, vir num crescimento muito maior do que as próprias fake news produzidas contra Bolsonaro e até mesmo pela impossibilidade física de participar dos últimos debates e de manter seu vice falando menos bobagens. Sendo assim, o quadro político que já se definiu e surpreendeu em vários aspectos no Congresso Nacional, por exemplo, sendo o principal começar a " limpar" aquela Casa (embora muito aquém da sujeira e da dedetização necessárias para que o brasileiro tenha um País melhor e de volta), mostra - e deve continuar mostrando - que, em termos de chefe máximo da Nação, a maioria da população quer alguém com autoridade e abomina, portanto, não deseja mais, as velhas práticas, as mordomias e, muito menos, assistir, passivamente, seu dinheiro indo pro ralo da corrupção e pras mãos de comunistas, socialistas e outros que aprenderam a ser "parceiros" dos crimes praticados pelos últimos governos, ajudando a roubar dinheiro que é de todo o povo brasileiro. De nada vão adiantar o desespero nestas últimas duas semanas e os apoios indecentes dos derrotados e aproveitadores de ocasião, liderados por Ciro Gomes, tampouco, a esquerda tentar desvincular imagens uma vez que todo mundo sabe que Haddad é Lulla e Lulla é Haddad (e Ciro é esquerdopata) E que Lulla está preso por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Também não devem ser eficazes as manifestações de artistas, e outros beneficiados nas últimas décadas com o dinheiro da saúde, da educação, da segurança, etc. que tentam ganhar no grito dizendo "ele não" porque a maioria já escolheu " ele sim" e pra que lado quer ir, no caso, pro lado da mudança, da justiça social, da autoridade, da família, da crença religiosa, do progresso sem o viés ideológico, do emprego e do amor à Pátria. No caso, pro Brasil de Bolsonaro e de outros  208 milhões de brasileiros.

PRA COMEÇAR A SEMANA

Todo mundo sabe que não existe santo na política. Mas bem que o futuro presidente Bolsonaro mereceria ser canonizado por ter convertido os comunistas Haddad e Manuela ao Catolicismo.

domingo, 7 de outubro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Deus= 4 letras
Família= 7 letras
Brasil= 6 letras
Total: 17
Se tirar Deus fica 13
A escolha é sua: com Deus ou sem Ele?

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

DIA D

Domingo, sem medo de errar, teremos as eleições mais polarizadas - possivelmente, tranquilas - dos últimos tempos. De um lado, o espírito de mudança, com propostas de combate à criminalidade, começando pelo cerco a drogas e armas nas fronteiras feito pelas Forças Armadas;
diminuição do balcão de negócios, principalmente, no Congresso; a volta da autoridade, nas ruas, casas e nas salas de aula; reformas estruturais com total apoio da sociedade e, do outro, a mesmice, as velhas práticas políticas, a corrupção, a mentira, a fome, o desemprego, a (re)implantação definitiva de regimes comunista e socialista e reformas sem apoio popular. Nesta reta final, fica a cada dia mais claro que a maioria já definiu não aguentar o PT, o PC do B, o (P)MDB e os demais partidos comandando uma Nação em prol de seus próprios interesses, tampouco, viver refém do poder paralelo e da roubalheira desenfreada que desvia o dinheiro da educação, da saúde, da segurança, dos aposentados, etc., tudo na mão grande e à luz do dia na maior cara de pau. Domingo, dia sete, a batalha hercúlea de Davi contra Golias, do candidato sem dinheiro, com partido político pequeno e que o sistema ainda tentou matar, deve se repetir levando o bem a triunfar contra o mal e o Brasil voltar a ter esperança por dias melhores, mais Ordem e Progresso. Domingo, portanto, é dia de se confirmar o amor à Pátria, juntar toda a população, sem distinção de cor, religião, classe social ou opção sexual,  começar a acabar com as mordomias e a roubalheira institucionalizadas e a apoiar o novo presidente que, a partir de primeiro de janeiro, pode começar a fazer diferente em prol de um País que um dia tivemos.

CORPORATIVISMO BARATO

Tento encontrar a palavra certa para definir o que todos os candidatos estão fazendo com Jair Bolsonaro nas entrevistas, nos debates, os quais não pode participar por razões óbvias ( até o dia do atentado político não havia faltado a nenhum deles) e, principalmente, durante o horário eleitoral superpago. Covardia seria a mais adequada. Mas outras também poderiam ser empregadas, dentre elas mau- caratismo, apelação, desespero, corporativismo barato, manutenção dos interesses pessoais, etc. Junte-se a tudo isto que faz parte da política nacional - conhecida como politicagem - o medo de que ele venha a ganhar já no primeiro turno e o sonho de todos de continuarem destruindo o País e empobrecendo mais a população, mantendo-a refém do governo e do estado, se tornar um grande pesadelo durante, pelo menos, quatro anos. A despeito do que faz a maioria dos candidatos a presidente e seus correligionários, cujos adjetivos acima se encaixam como luva, milhões de pessoas continuam convictas de que Bolsonaro, no momento, ainda é o melhor e o que tem propostas interessantes para o Brasil. E o único que não é corrupto, não faz jogo de cena, não vai manter a desordem estabelecida, tem programa de governo plausível, respeita as religiões e as pessoas ( menos estupradores, assassinos, corruptos e quem os defende) e não aceita a prática do  toma lá dá cá. E não é covarde.

ELE,SIM!

Lamentavelmente, a esquerda -  oportunista e corrupta - vem conseguindo dividir o Brasil. A luta quase fratricida feita pelos que defendem o Ele,Não em relação aos patriotas que querem mudanças, mais ordem, o fim da corrupção e das muitas mordomias existentes nos Três Poderes - e, até, fora deles - mostra a involução de um processo político e, pior, a degradação dos princípios éticos e morais, advindos, principalmente, dos últimos governos que continuam juntos para que o País se afunde ainda mais. Ver PT, PDT e PC do B prestes a se aliar ao MDB, ao PSDB e ao DEM é a maior comprovação que tudo é válido e possível quando se quer continuar com o esquema e tudo que vier contra tem de ser destruído e retirado do páreo. Só se esqueceram de combinar com o PSL, pequeno partido do Bolsonaro, e com os milhões de brasileiros, que querem Ele, Sim e um Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

domingo, 30 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Os inimigos do Brasil, oportunistas e mentirosos são muitos mesmo. Já conseguiram a "proeza" de verificar empate técnico entre Jair Bolsonaro e Gernando Haddad.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

VOCÊ DECIDE

Mas as dúvidas e incertezas sobre a validade das pesquisas, para algo sério como definir o destino para mais de 208 milhões de pessoas, não podem cair no lugar comum. Tampouco, o voto de 147.302.354 de eleitores aptos - de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que é como algo etéreo, incerto, em suspensão no plano das ideias até a chegada do gran finale ou gran finales - como querem alguns - que este ano acontecem dias 7 e 28. Numa eleição conturbada e cheia de surpresas como esta, muitos ainda se encontram indecisos – de regra, apenas aqueles que possuem uma ligação mais forte com algum partido, o que não é o caso do eleitor médio brasileiro ou com algum candidato que represente ideologia própria, Os demais contemplam possíveis votos, em diferentes candidatos, com níveis diferentes de consideração em diferentes momentos da corrida eleitoral. Enquanto escrevemos este texto, cogitamos em quem votaremos, e a incerteza só se esvairá completamente quando o botão verde for apertado. A maioria da população também é assim. E aqui está o ponto. Literalmente, centenas de milhões de votos pairam “no éter”, se solidificando em passos bruscos, principalmente pela observação de resultados de pesquisas de opinião de poucas pessoas. Não queremos dizer, com isso, que cerca de 2% farão. Não, o buraco do coelho é mais embaixo ainda. Supomos que o candidato A tem 49% de votos, o candidato B tem 25% de votos e o candidato C tem 24% dos votos. Aqui a situação é mais delicada: uma diferença de mísero 1% impede o candidato A de vencer já no primeiro turno. Da mesma forma, uma diferença de 1% impede o candidato C de ir ao 2° turno. O que acontece? Pode ocorrer uma debandada dos potenciais eleitores de C, que “não querendo jogar o voto fora”, votam em A ou B, para “influir de verdade na democracia”. Um voto em C, pensam, é como atirar o no fundo do mar. Um voto é precioso, e deve ser útil. O que eles falham em ver – estas dezenas de milhões de eleitores falham em ver – é que estão se acovardando perante a mera opinião de poucas pessoas entrevistadas antes (lembra?), o número real que corresponde àqueles 2% na amostragem dos entrevistados. Dezenas de milhões de eleitores solidificam seu voto e abandonam seu candidato por causa da opinião (que nem é tão sólida assim, elas podem muito bem estar dando uma resposta casual e provisória) destes "privilegiados entrevistados" (alguma vez já te abordaram pra saber em quem votaria?). Opinião que, vejam só, pode ser ela mesma uma resposta influenciada por uma pesquisa anterior. E aquela por outra, e aquela por uma outra ainda, colhida quando os entrevistados nem conheciam bem os candidatos, e todos, com a exceção de um ou dois, eram apenas meros nomes estranhos. Sendo assim, releguemos as pesquisas a um plano secundário e tentemos escolher o melhor (sem essa de bem contra o mal, nós contra eles, movimentos de artistas comprados pela Lei Rouanet, acreditar em tudo que se vê ou ouve e monstros assim), tendo como base informações as mais fidedignas possíveis sobre candidatos, seus partidos e, principalmente, o passado deles e, até, de seus 'padrinhos', no caso de filhos, filhas e cônjuges de políticos presos, etc.  Lembre-se, nesta eleição estaremos escolhendo presidente, governador, deputado estadual, federal e dois senadores que, durante quatro anos (exceção à aberração 'senatorial' que são oito e, muitas vezes, ao próprio instituto da reeleição), serão responsáveis diretos pelas profundas mudanças em nossas vidas as quais todos almejamos.

#PESQUISAS NÃO

Sempre fomos ferrenhos opositores ao atual sistema que, através de institutos de opinião pública, divulga percentuais de intenção de voto, principalmente, em relação à presidência da República, muitas vezes de maneira tendenciosa, equivocada e atabalhoada, dando margem - para mais ou para menos - para acharmos que não deveriam, sequer, ser divulgados e ligarmos o desconfiômetro haja vista metodologia, critérios adotados, dados de entrevistados e entrevistadores não estarem, devidamente, disponibilizados; as claras simpatias e preferências dos veículos de comunicação, além de outras questões como não se poder levar em consideração apenas 2% de amostragem (são mais de 147 milhões de eleitores); haver diversos interesses por baixo dos panos (o que querem, de verdade, os que patrocinam as pesquisas?); muitas vezes serem feitas através de ligações telefônicas; pela influência de se tomar decisões cruciais entre voto útil e voto de princípios, ou escolher entre dois candidatos, qual considera com maior chance de bater um terceiro. E, claro, não se poder desprezar o experimento do Gato de Schrödinger, que só descobrimos vivo ou morto quando abrimos a caixa  existindo de fato nos dois estados ao mesmo tempo até que a observação elimine a incerteza. O voto também tem essa característica heisenbergiana. Têm ainda os últimos resultados, mundo afora, que costumam apontar numa direção e depois revelam outra bem diferente - como na última eleição americana que dava Hillary Clinton o tempo todo mas que está sentado no "trono" é Donald Trump - e até mesmo em nosso pedação de mundo que, em 2014, apontavam para Dilma levando no primeiro turno, depois ganhando 'de lavada' no segundo e o que aconteceu foi uma vitória apertada sobre Aécio. O cenário de agora parece refletir a mesma maneira tendenciosa, equivocada e atabalhoada das pesquisas pois Bolsonaro, em primeiro lugar desde o início ( movimentos populares e redes sociais não valem), "perde pra todo mundo num provável segundo turno", dizem algumas bolas de cristais por aí. É por estas e outras que nós temos certeza que as pesquisas se distanciam muito da realidade e se costuma brincar com os resultados das pesquisas dizendo que "Hoje é dia 8 de outubro. Considerando a margem de erro do Ibope, feliz Natal!" e, ainda, "não precisamos mais perder tempo para votar. Basta chamar o Ibope ou a Folha que tá tudo resolvido"!"

EXEMPLO DE DAVI

Dizem que a maioria vence sempre e que 12 nunca podem perder para um, não é verdade? Uma nova vitória de Davi sobre Golias, nas próximas eleições, nem pensar. Mas pelo que se tem visto por aí, basta observar o que acontece nas cidades para se comprovar que isto pode ser contrariado muito em breve. Para ser mais preciso, à noite de domingo, dia sete de outubro, ou, no mais tardar, três semanas depois, quando um candidato à presidente, por um partido nanico, pode derrotar vários dos grandes - quase 13 - que estarão reunidos, todos, para manter o atual sistema e esquema de corrupção que vem sangrando o País e fazendo sofrer a maioria da população. A consciente e a que, inconscientemente, vem sendo induzida ao erro nas últimas três décadas para acreditar que a vida melhorou. As pesquisas continuam contrariando a preferência de uma maioria que parece ser de bem mais que os 30 e poucos porcento de Bolsonaro e os 20 e poucos de Haddad. Esta e tantas outras revelações, só mesmo após os resultados oficiais, aqueles que valem de verdade.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

BOLSONARO X FAKE NEWS

E a mídia, pelo menos a parte tendenciosa, aquela que há muito tempo recebe bilhões dos cofres públicos mas costuma negar, continua produzindo suas fake news com o intuito de retirar o candidato Jair Bolsonaro do páreo. Não satisfeita, na reta fina da campanha ( a eleição é domingo, dia 7), traz à tona (no caso, para as primeiras páginas dos jornais) "revelações bombásticas" como a última que diz que uma das ex-esposas do deputado "saiu do Brasil após ter sofrido ameaças dele", matéria super-fria (requentadíssima), pior, mentirosa e, pelo visto, sem nenhum poder de convencimento, tampouco, mudar o voto consciente e crescente de Bolsonaro.

SEM EDUCAÇÃO

A maioria das pessoas ainda fica estupefata, aterrorizada, mesmo, com cenas como aquelas da mais pura selvageria que aconteceram contra um professor em Rio das Ostras (ontem aconteceu outra em Cabo Frio, onde a mãe de uma aluna agrediu uma professora), interior do Rio de Janeiro. Aquilo que se viu - e se vê em muitos lugares do Brasil -, infelizmente, são uma realidade  nacional, não só em escolas, mas em diversos outros ambientes de convívio que deveriam ser definidos como sociais. Muitos casos semelhantes - agora, devida e felizmente, viralizados na Internet - vêm acontecendo sem que atitudes concretas impeçam outras, e outras, o que, além de tornar a ferida mais aparente, mantém a doença cada vez mais difícil de ser controlada ( se bem que a coisa já pode ser chamada de epidemia há muito) pois ela vem se propagando, principalmente, pela ineficácia das leis e inoperância das autoridades pois os políticos vêm se tornando cada vez mais " parceiros" dos crimes e infrações praticados por alunos como aqueles que alguns teimam chamar de animais (qual animal age assim intimidando, envergonhando, praticando violência física, moral e psicológica só por puro prazer?), mas que não passam, também, de produto de um meio produzido pelo desinteresse das famílias, falta de diálogo,  desagregação, desemprego, além do problema tão ou mais grave que é o consumo de drogas. De alunos e de pessoas próximas, muitas vezes. Tudo isto torna-se nitroglicerina pura quando elementos mal educados, dentro de um local onde a Educação tradicional (aquela que pretende ensinar português, matemática, ciências, etc., preparar para o mercado de trabalho e ainda dar noções de cidadania) tem de ensinar boas maneiras àqueles moleques e impedir cenas como as produzidas em Rio das Ostras, contra o professor, que ainda deixam algumas pessoas perplexas e achando que o problema se resolve com  blá blá blá político eleitoral e sem choque de ordem.

SUJEITOS OCULTOS

Por mais que se respeite a Polícia Federal, aliás, uma das poucas instituições brasileiras que ainda gozam de prestígio e confiabilidade perante a população, não parece adequado que o resultado final do atentado a Jair Bolsonaro só saia às vésperas do primeiro turno das eleições. Vivemos uma crise em todos os setores da vida pública, com histórico de corrupção e extrema violência - haja vista a própria agressão ao candidato - sem falar nos muitos interesses que vários grupos políticos têm, que não soa muito bem a PF pedir mais tempo para as investigações e definir a primeira semana de outubro ( a eleição é no dia sete) para dizer ao mundo se Adélio Bispo agiu sozinho ou não, se esteve na Câmara Federal, qual o interesse daqueles renomados advogados de defesa, qual o conteúdo dos smartphones, tablets e notebook, origens de seus recursos etc.? Também não se pode conceber que uma instituição que tem realizado operações exitosas como a Lava Jato com tanta precisão e, em muitos casos, com tanta rapidez, leve mais de um mês para concluir o que para muitos é o mais puro exemplo do óbvio uLULAnte (sem trocadilho): que o criminoso Adélio não é lobo solitário coisa nenhuma, não agiu por razões pessoais e ideológicas e que tem tubarão nestes mares onde Bolsonaro, até o momento da violência covarde, nadava livre e despreocupado de costas, atrapalhando a pescaria de muita gente. Sendo assim, como tudo isso, infelizmente, não é nenhuma novela, que a PF não aceite qualquer forma de pressão e divulgue logo "O que, quem mais e por que quase mataram Jair Bolsonaro"?, não deixando que o resultado influencie, positiva ou negativamente, a vontade do eleitor.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Acabar com a criminalidade é possível? Não, mas intimidá-la, como vem fazendo, por exemplo, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) com o frequente patrulhamento na Niterói- Manilha, principalmente, nas madrugadas, tem sido tão eficiente que há muito tempo não se tem "arrastão" por lá.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

PINGOS NOS IS

Continuam repercutindo, apesar de com muito menos intensidade que os esquerdopatas, principalmente, petistas, comunistas e, até, a 'chata' da Marina, gostariam, as declarações do General Hamilton Mourão- vice de Jair Bolsonaro - para o qual " famílias pobres, sem pai ou avô, mas com mãe e avó, são fábricas de desajustados que fornecem mão-de-obra para o narcotráfico". Suas declarações baseiam-se em estatísticas recentes de vários estudos realizados pelo mundo todo, inclusive, em constatações feitas pelo ex-presidente Barack Obama, em 2006, durante palestra em universidades americanas sobre a relação da droga com a juventude onde ele afirma quase o mesmo que o general, só que com outras palavras que parecem não ter afetado tanto algumas mulheres brasileiras que se sentiram agredidas por muitas delas terem sido "pai e mãe" ao mesmo tempo e criarem sozinhas seus filhos que, hoje, "vivem dentro de todos os padrões éticos, morais e legais". Abaixo, um vídeo interessante sobre o assunto na rádio Jovem Pan, de São Paulo, durante o programa Pingos nos Is.


que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola
que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

HADDAD? NEM A PAU JUVENAL!

Perguntado quem apoiaria num provável segundo turno, se Jair Bolsonaro ou Fernando Haddad, o ainda candidato Ciro Gomes disse "nem a pau, Juvenal", preferindo desconversar e atacar a inexperiência e arrogância do petista, aliás, uma das poucas coisas com as quais concordo inteiramente com ele pois nada mais arrogante do que a maioria da galera do Partido dos Trabalhadores que costuma "se achar acima do bem e do mal, os únicos capazes de levar o País, novamente, a sair da crise (a propósito, criada por ele, pelo PMDB com apoio da base alugada), acabar com a corrupção (nunca vista como nos 13 anos que a quadrilha permaneceu unida), fazer as reformas necessárias ( as quais nunca tiveram coragem para fazer, sequer votar)", enfim, falar uma coisa e fazer outra completamente diferente. Nada mais repugnante do que se assistir propagandas eleitorais como aquelas do "poste Andrade" e do PT cujas propostas beiram ao ridículo e, entre outras coisas, são nitidamente mentirosas. E, claro, arrogantes. Como o inexperiente candidato de Lula (a propósito, derrotado na reeleição para a prefeitura de São Paulo) e da "cumpanheirada" que, além de corruptos, não podem ser reconduzidos ao governo brasileiro e nem deveriam disputar segundo turno com Jair Bolsonaro que tem a experiência de 30 anos na vida pública como parlamentar (somados aos mais de 15 como "soldado do Exército), é autêntico e não é corrupto.

ELEIÇÃO SUI GENERIS

Pela primeira vez na história mundial, pelo menos que tem-se notícia, um país realiza um processo eleitoral polarizado entre um candidato preso a um leito hospitalar, após ter sofrido um atentado, definitivamente, por razões políticas (às favas quem tenta alegar motivos "ideológicos, religiosos, insanidade", etc), praticado por um réu- confesso defendido por uma caríssima banca de advogados pagos por sabe-se lá quem ou o quê e outro preso (às favas também quem acha que Fernando 'Andrade' Haddad é o cabeça-de-chapa), condenado em duas instâncias superiores pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e pela Lei da Ficha Limpa, em uma confortável sala na sede da Polícia Federal com 15 metros quadrados adaptada para recebê-lo e, ao que tudo indica, para ser seu QG e local para reuniões do Partido dos Trabalhadores (PT). O Brasil é, mesmo, sui generis em todos os sentidos e, por mais que algumas instituições e boa parte da sociedade queiram e se esforcem para fazer diferente, tem dado motivos de sobra para que o mundo continue nos vendo como corruptos, um amontoado de gente que não sabe votar com caráter (só com sua "consciência"), institucionalmente confuso e desequilibrado, sempre como emergentes e/ou em desenvolvimento. E diferentes. Pelos muitos exemplos dados desde que a República começou a tentar virar uma de suas páginas mais tristes.

PODER DAS MASSAS

Desde que a Internet começou a se popularizar, de verdade, com as redes sociais ficando ao alcance de quase todo mundo, a coisa tem mudado tanto que chegou ao ponto de influenciar até decisões importantes como as campanhas políticas que vão eleger, nos próximos dias, deputados e senadores e, no caso de segundo turno, governadores e presidente da República. Vários vídeos e posts, além dos memes, guardadas as devidas proporções das fakes news, da comicidade ou do inevitável lixo que circula por aí, chegam ao ponto de viralizarem tanto que são compartilhados por milhões de pessoas que veem no "material" uma possibilidade real de interpretar fatos que nem sempre lhes é mostrado íntegra e verdadeiramente. Alguns têm batido sucessivos recordes como, por exemplo, o do atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro, a lembrança de seu nome em shows, estádios, panelaços, buzinaços, bem como as anteriores caminhadas antes do crime e as recentes lives feitas no leito hospitalar, o que leva muitos a acreditarem que a sua ascensão ( a última pesquisa revelou 33% de intenção de voto) e a possibilidade de vitória, já no primeiro turno, deve-se, srm sombra de dúvida, às muitas aparições nos smartphones. Entretanto, existem milhares de outras "trocas de informações" mostrando fraudes eleitorais, libertação de Lula após o pleito e a nomeação como ministro, caso Haddad vença, declarações de artistas, depoimentos de experts, etc.  Ainda é cedo para todas estas influências se transformarem em realidade na mesma proporção que muitos dos conteúdos da Internet de tanto que são compartilhados (se bem que faltam " apenas" 18 dias). Mas uma coisa é certa: a vitória e a derrota de muitos que colocaram seus nomes e suas propostas para serem julgados pelo eleitor estão a mercê do que se fala, escreve e vê nas redes sociais e resta muito pouco para se conhecer seus desdobramentos. De verdade, independente de fraudes ou não.

FALSAS PROMESSAS

Pelas "propostas" apresentadas, a maioria dos candidatos a cargos eletivos no Brasil mereceria ter assento permanente na ONU pois promete acabar com os principais problemas da população. Ou cumprir longas penas numa prisão de segurança máxima por tantas mentiras e falsas promessas feitas - e não cumpridas - principalmente, durante a campanha. Do céu ao inferno, se promete de tudo mas, ao cabo de quatro anos, tem-se o mesmo: crescimento da corrupção e de seu patrimônio pessoal e o empobrecimento de mais pessoas que veem o dinheiro público ir pro ralo, bem como o sonho de uma vida melhor. Mas isto tem solução. Bastaria se criar leis, por exemplo, que punissem com rigor quem teve a chance e não fez ( o detentor de mandato teria um ano pra realizar ou cumprir o prometido sob pena de perdê-lo) , prisão imediata para qualquer crime, de qualquer natureza, praticado na administração pública com a imediata decretação de inelegibilidade ( para sempre) e tantas outras que seriam criadas por uma grande comissão de notáveis, sem nenhum envolvimento ou pressão política, para que deem certo e desarmem as muitas quadrilhas que tomaram conta do país.

domingo, 16 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Nesta eleição ( nas outras também) você tem duas opções: votar em quem pode fazer ( ou já fez) pelo coletivo ou em quem, de alguma forma, te interessa. Você decide!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

FRAUDE ELEITORAL

Nestes tempos de campanha política - aliás, uma das mais conturbadas por tudo que vem acontecendo, na rua com o ataque ao candidato líder em todas as pesquisas até o momento e nos tribunais com suas longas e estranhas batalhas e decisões proferidas - resta-nos torcer por um porvir muito menos ameaçador ao processo e à própria democracia (ou o que resta dela). Resta-nos, também, informações relacionadas ao que pensa e quer o eleitorado e o que fizeram e vêm fazendo os candidatos a cada dia mais esperançosos por uma guinada que lhes permita ir para um segundo turno contra alguém que parece já ter sido escolhido por mais de 22 % do eleitorado. Mas, como vive-se num País onde a imprevisibilidade e a corrupção são uma constante, nada como um olho no peixe, outro no gato e, principalmente, na frigideira (fazendo de conta tratar-se de algum personagem mitológico). No caso, partidos políticos e seus candidatos, o TSE e o STF e as urnas eletrônicas, estas começando a atrair interesse mundial desde que, por coincidência, o deputado Bolsonaro ( Lei 13.165/2015) conseguiu aprovar, no Congresso Nacional, a emenda do voto impresso o qual foi barrado em decisão do STF a pedido da PGR, da imprevisível - tudo indica, não corrupta - Rachel Dodge que argumentou que "o voto impresso compromete a segurança e o sigilo das eleições", algo que Bolsonaro e mais 433 outros deputados (só sete votaram contra), assim como grande parte da população e até alguns organismos internacionais  não concordam. A propósito, o MOSSAD - serviço secreto israelense - alerta para um esquema de fraude que vem sendo armado para Bolsonaro perder as eleições (artigo DEFESANET intitulado "Exclusivo", de autoria de Nelson Düring em 10/09), sob mantras como o "índice de rejeição ao candidato do PSL que o inviabilizam vencer no 2° turno" e outros que poderão ser usados para ocultar uma possível fraude. A qual, resta-nos a opção de votar e torcer que seja apenas uma fake news, uma estória criada por alguém que deseja acabar com o que resta da democracia brasileira.


NÃO FOGE À LUTA

O candidato Jair Bolsonaro é aquilo que, popularmente, se chama de massa de pão: quanto mais bate, mais cresce. Não têm sido os constantes e mentirosos ataques, de boa parte da mídia e dos esquerdopatas, tampouco, aquele criminoso e covarde contra sua própria vida, que vão fazer ele sair do páreo, descer ladeira abaixo nas intenções de voto permitindo que outro candidato tome seu lugar. Muito menos inventarem coisas do tipo "o maior índice de rejeição", misoginia (ódio às mulheres), homofobia, racismo, que "dará armas para todos" e outras que ninguém acredita mais. Isto porque o cara tem aquilo que muitos não têm e, pelo visto, não terão nunca nem nestes vinte e poucos dias até o pleito (07/10) que são coragem, autenticidade, fé, obstinação (seu quadro clínico vem melhorando muito após a cirurgia realizada quarta-feira), autonomia, experiência nos 30 anos vivendo na política e, claro, o voto de milhões de brasileiros e brasileiras que veem nele possíveis e profundas mudanças no estado paralelo criado pelos últimos governos. Não adianta, também, institutos de opinião, dentre eles o Datafolha (que tem 'errado' tanto nos últimos tempos que ganhou o apelido de Datafalha) tentarem fazer com que a população engula pesquisas indicando que Bolsonaro "perde pra todo mundo num segundo turno". Neste momento importante para a democracia do País, o que se quer é ver o homem restabelecido e o soldado de volta à batalha. E as instituições, daqui e de fora, de olho nas urnas eletrônicas que alguns consideram - razões não faltam -  ser possível haver fraude a ponto de dar uma vitória a outros que perdem feio para a falta de interesse de grande parte do eleitorado (abstenções, nulo e em branco) e para o candidato que, desde muito antes das campanhas iniciarem, vem vencendo todos os adversários com absoluta vantagem. E, pelo visto, na maioria (Ibope confirma tendência de alta para Bolsonaro e de baixa para Marina na pesquisa divulgada terça-feira, 11) dos lares e  nas ruas,  bares, escolas, locais de trabalho e nas pesquisas de opinião realizadas até agora.

CONEXÃO NITERÓI

Niterói, que já foi apontado com um dos municípios com maior qualidade de vida (em 2017  tinha o sétimo IDH entre os municípios brasileiros e o maior do Estado do Rio de Janeiro) acaba de conquistar outra importante e honrosa premiação de mais inteligente e conectado do País. Entre as cerca de 700 cidades participantes do Ranking Connected Smart Cities 2018, conquistou a 10ª colocação (ranking obtido a partir de 70 indicadores), subindo oito posições na comparação com 2017. A cidade também ficou em 10° lugar na categoria Tecnologia e Inovação. Com este resultado, subiu oito posições na comparação com a edição anterior. Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: geral, por eixo temático, região e por faixa populacional sendo composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities. O 1° lugar no Ranking Connected Smart Cities 2018 ficou com Curitiba (PR), seguida por São Paulo (SP). O 3° lugar foi conquistado Vitória (ES), seguida por Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ), na 10ª colocação.

ABANANDO O POSTE

Finalmente, o poste - também usado por cães para fazerem suas necessidades - assumiu. Como já era de se esperar, o Partido dos Trabalhadores (PT) foi obrigado, pela justiça eleitoral (ou o que resta dos muitos imbróglios produzidos e/ou permitidos por ela), a oferecer a cabeça de Fernando Haddad numa bandeja, não ao rei Herodes, mas, sim, à população brasileira que desejava acabar logo com todo o circo. Vê-lo como candidato do partido disputando a presidência no lugar de Lula - devidamente  preso e condenado em segunda instância, portanto, barrado pela Lei da Ficha Limpa - representa quase tudo aquilo que já era previsto há muito (exceção apenas ao ataque praticado pelo terrorista Adélio Bispo que, segundo ele mesmo, "pretendíamos" acabar com Bolsonaro por razões políticas e ideológicas") por analistas e até por quem não entende tanto do assunto mas que sabia que os planos continuam sendo dar continuidade ao projeto criminoso de poder elegendo um capacho. E, pelo perfil apresentado, desde sempre, Haddad é o homem certo. Só que faltou combinar com os russos, isto é, com Bolsonaro, mais vivo do que nunca e líder isolado nas pesquisas e, principalmente, com a maioria da população que parece não ajudar muito na "decolagem" do PT, do ex-prefeito de São Paulo e do ex-presidente (atual presidiário) com toda a pretensão de voltarem aclamados nos braços do povo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

UMA COISA SÓ

Nada como um dia atrás do outro. Nada como ver o PSDB - partido político que tenta se mostrar como arauto da moralidade, acima de qualquer suspeita - começando a parar na lata de lixo da história por envolvimento de um de seus "caciques" em práticas de corrupção. A prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, em operação da Polícia Federal que, a despeito do que quer a maioria dos políticos brasileiros ( isso mostra o nível da política nacional), continua desbaratando a quadrilha que estava (?) a serviço de grandes empreiteiras. Mostra, também, que os últimos governos do PT e do PSDB, sempre capitaneados pelo (P)MDB, são exatamente iguais e têm os mesmos interesses, ou seja, roubar o dinheiro da população e relegá-la a planos inferiores. Tudo isto acontece durante o processo eleitoral - que já teve até candidato sofrendo atentado político, sim - deixa claro, ainda, que estes dois partidos e seus eternos "donos" ( acumpliciados com os outros da base alugada) estão desesperados e dispostos a tudo. E atolados até o pescoço por denúncias e provas incontestes de que fazem parte de um grande esquema de roubo aos cofres públicos capaz de se unir, sempre, contra tudo aquilo que os ameace. Como Deus e o próprio país.

domingo, 9 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Em pouco tempo, "estaremos" de volta à campanha. (Jair Bolsonaro)

NÃO É GUERRA

Que país queremos? Com certeza, um onde não haja tanta corrupção, criminalidade e tamanha truculência, tampouco, agressão à democracia como aquela que levou um desesperado, partidário e ideologicamente extremista ser capaz de perder a razão - que alguns tentam dizer, agora, que é louco - atacando com muita violência a um candidato a presidente durante campanha popular de convencimento. Aliás, que defende, exatamente, uma mudança radical nas atuais leis visando inibir ataques como estes e atos irracionais que sabem ser protegidos por elas e por advogados dispostos a defender o indefensável desde que bem pagos. O que aconteceu com Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, queiram os 'adelios' e outros esquerdopatas lunáticos ou não, foi um ato terrorista, um ato covarde numa guerra onde cidadãos comuns ou não estão à mercê de pessoas, grupos, partidos políticos ou quaisquer outros movimentos que desejam continuar fazendo do Brasil um país que a maioria não quer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

FESTA ERÓTICA

Lembro- me de ter ouvido alguém comparar a política nacional a "uma suruba, uma bacanal". Lembro-me, também, que não foi alguém que o fez num bar da esquina ou qualquer outro ambiente de descontração. O autor da pérola - que não deixa de ter fundamento - foi, nada mais, nada menos que o veterano senador Romero Jucá ( PMDB-RR) que deve entender muito bem de tudo isto pois representa uma das formas mais vis de se praticar a "arte" da política com todos seus aspectos repulsivos de praticá-la sempre de forma a se servir dela em benefício próprio ou para atender grupos, amigos, parentes, etc. Aliás, como se faz em, praticamente, todos os municípios brasileiros. De Norte a Sul, não importa o tamanho. Estamos em plena campanha eleitoral, oportunidade para se começar a mudar a grande confusão criada pelos últimos governos que conseguiram transformar o Estado numa grande máquina de corrupção, onde o serviço público fica à mercê do privado; sua qualidade é discutível, uma vez que o sistema é viciado - e viciante -, gasta-se tudo que é arrecadado (uma das maiores cargas tributárias do planeta), quase sempre de forma perdulária e numa  desproporção (custo- benefício) descomunal, inclusive para manter os Três Poderes de maneira nababesca, todas provas inequívocas de que vive-se uma grande "suruba" tal qual o senador, nada impoluto e moralista, referiu-se, dia destes, em discurso na "Casa Alta" e que precisamos começar a mudar. Lemas como família, amor a Deus, à Pátria e às famílias, a ordem e o progresso como regra geral e a permanente guerra à corrupção, bem como à perda do direito de ir e vir com a criminalidade que grassa em cada canto do País, devem ser muito bem analisados todos os dias e no próximo dia sete de outubro, devidamente, instrumentalizada quando teremos em mãos o voto e o dever de mostrar se queremos mudanças ou permanecer como estamos, por exemplo, nas garras do pacto feito entre o PSDB, PT, (P)MDB e congêneres, partícipes e cúmplices de uma estrutura carcomida que permite o avanço de uma epidemia que se não for combatida representará, mesmo, nossa destruição e independência.

BRASIL ACIMA DE TUDO

O Brasil clama, desesperado, por mudanças. E elas podem começar já a partir do primeiro dia de 2019, quando deverão assumir o novo presidente da República, governadores, 2/3 de senadores e deputados federais e estaduais que, espera-se, também espelhem uma necessária renovação (para isto, é importante se investigar bem o histórico e o perfil de cada um pra não se trocar seis por meia dúzia). Muitas são as reivindicações da sociedade que hoje vive refém, principalmente, da politicagem, do poder paralelo vindo das entranhas da criminalidade - marginal, perversa e quase invulnerável - e das leis vigentes que os protege. E nos desprotege. Fosse feita uma pesquisa de prioridades, destinadas ao presidente eleito, muito provavelmente constariam a mudança do atual Código Penal (penas mais rigorosas, incluindo rigor e seriedade na execução, redução da maioridade, etc), ampla revisão da Reforma Trabalhista (com revogação de vários itens), Reforma Tributária (benefícios para quem produz e diminuição da injusta e pesada carga), Reforma Previdenciária (com manutenção de direitos adquiridos e busca por recursos oriundos da sonegação, por exemplo) e, talvez, uma das mais importantes que seria a Reforma Política para acabar com privilégios (salários, benefícios estendidos às famílias, mandatos longos e duradouros servindo de moeda de troca entre os governos) de uma classe desclassificada de políticos que sequer faz o dever de casa e, sem dúvida, é a maior responsável pela onda de corrupção que afoga cerca de 200 milhões de brasileiros há um bom tempo. Outras seriam elencadas nesta possível - e pouco provável - pesquisa, tais como, a exigência por serviços públicos de qualidade, como na educação (respeito ao professor, ao aluno e às famílias, criação de mais colégios militares multiplicadores da Ordem e do Progresso), na saúde ( que pode incluir um amplo estudo nos planos de saúde e mais investimentos no SUS) e na segurança (a restauração pela figura da autoridade e do cumprimento do dever); favorecimento da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante), a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal; privatizações voltadas a diminuir a máquina estatal criada para abrigar o partidarismo), tudo isto convergindo, naturalmente, para a necessidade básica que é por emprego e a dignidade que ele trás. Resumindo: um Estado mínimo e com espírito nacionalista, onde o que se paga deve servir como estímulo, incentivo e oportunidade para que os brasileiros vivam bem e melhor.

HISTÓRIA NÃO CONTADA

Nossa vizinha, professora aposentada, patriota, politizada, portanto, cheia de histórias e experiências para nos passar, a exemplo de outros brasileiros e brasileiras, pode estar sofrendo alguma influência negativa (do tipo PT, PC do B, MDB, etc) apontando para erros cometidos durante os governos militares (1964-1985) os quais, para ela, "não justificariam a ascensão tão expressiva de alguém oriundo da Caserna, tampouco, seu voto". Para muita gente boa, como a nossa vizinha, super bem-intencionada, ficou uma ideia de que os militares fizeram uma revolução para torturar e matar milhões de inocentes, apolíticos, indefesos, pessoas das quais eles, simplesmente, "não gostavam, não pactuavam de sua ideologia ou não iam com a cara". Só que a verdadeira história -  não aquela que o Partido dos Trabalhadores quis transformar através da fantasiosa, oportunista, lucrativa e revanchista Comissão da Verdade, embora alguns excessos possam ter sido cometidos - é bem diferente, a começar com o que havia no País naquele momento. Vivia-se um grande caos, insegurança jurídica e institucional, subversão e, claro, muita corrupção em cada canto do território nacional, lembrando - guardadas as devidas proporções -  os últimos anos de um "regime democrático" que mata 60 mil pessoas por ano; mantém mais de 40 milhões de desempregados ou que vivem de programas sociais; uma classe política voltada em atender seus próprios interesses e que vive à custa de Nababo (no caso, nós, os contribuintes); uma bolha na economia prestes a explodir; paralisação de obras de infraestrutura; governos perdulários e ladrões; partidos e políticos de aluguel, situação bem parecida com aquela de 1964 que a grande maioria clamou por um fim mas que comunistas, "intelectualoides" e antipatrióticos tentavam dizer que não havia, pegando, até, em armas para combater tal "autoritarismo". A historiografia brasileira defende a ideia de que o golpe não deve ser considerado como exclusivamente militar, sendo, em realidade, civil-militar. Segundo vários historiadores, houve apoio por parte de segmentos importantes da sociedade: os grandes proprietários rurais, a burguesia industrial, uma grande parte das classes médias urbanas (que na época girava em torno de 35% da população total do país) e o setor conservador e anticomunista da Igreja Católica (na época majoritário dentro da Igreja) que promoveu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada poucos dias antes, em 19 de março de 1964. Neste ano, houve um movimento de reação, por parte de setores conservadores da sociedade brasileira – notadamente as Forças Armadas, o alto clero da Igreja Católica e organizações da sociedade civil, apoiados fortemente pela potência dominante da época, os Estados Unidos – ao temor de que o Brasil viesse a se transformar em uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba e, hoje, na Venezuela, Bolívia, Nicarágua (sonho de Lula, Dilma e de toda petralhada,), após a falha do Plano Trienal do governo de João Goulart de estabilizar a economia, seguido da acentuação do discurso de medidas vistas como comunistas na época, tais como a reforma agrária e a reforma urbana. Inúmeras entidades anticomunistas foram criadas naquele período, e seus discursos associavam Goulart, sua figura e seu governo, e o "perigo comunista" ou "perigo vermelho". Esse discurso, que até fins de 1963 ficara confinado a setores da extrema-direita, conquista rapidamente maior espaço e acaba por servir de "cimento da mobilização anti-Goulart", propiciando uma "unificação de setores heterogêneos numa frente favorável à derrubada do presidente".O que houve em 1964 não foi uma revolução. As revoluções fazem-se por uma ideia, em favor de uma doutrina. Para muitos, simplesmente , existiu um movimento para derrubar João Goulart. Foi um movimento contra, e não por alguma coisa. Era contra a subversão, contra a corrupção. Era algo destinado a corrigir, não a construir algo novo, e isso não é revolução. O Brasil estava numa encruzilhada, com a maioria do povo, vivendo dúvidas e incertezas, como agora, vivemos eu, nossa vizinha e milhões de brasileiros e brasileiras que precisam de mudanças que podem vir através do sufrágio universal e do surgimento de alguém que possa fazê-las. De verdade.

ROTA DA MUDANÇA

Anda sendo compartilhado um áudio, bem como uma espécie de comunicado da União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC), dando conta de uma grande paralisação POR TEMPO INDETERMINADO em todo transporte rodoviário a partir da meia noite de domingo (09). Só que, mais uma vez, tudo indica que isto é mais um fake news criado pela esquerda paranoica que não se conforma que a prisão de seu líder não é política (nem de que a tentativa de manter os brasileiros de baixa renda sob o regime de servidão a eles acabou). Lula não é uma figura antiestablishment apanhada no turbilhão de elites raivosas e vingativas. Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários com grande força no país. Bem como perde fôlego, neste momento delicado que vivemos, qualquer tentativa de parar um País que, absurda e ignorantemente, insiste em transportar cerca de 85% de sua carga pelas estradas. Aliás, mal cuidadas, mal sinalizadas, com pedágios que não justificam preços desproporcionais mas que, no entanto, não devem ficar sem os gloriosos trabalhadores - pelo menos nos próximos meses - por entenderam que o objetivo seria tumultuar um processo eleitoral em curso e voltado para dar a vitória a um candidato, abraçado pela maioria deles, que deve promover profundas mudanças e colocar o Brasil, novamente, nos trilhos e na estrada da Ordem e do Progresso

Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
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Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola

LULA LÁ

Acabou! Acabou! Acabou!, bradaria um conhecido narrador esportivo. Finalmente, - ou quase - "o cara" que sancionou a Lei da Ficha Limpa - aquela que impede que condenados possam ser candidatos a cargos eletivos por terem cometido crimes, como lavagem de dinheiro, corrupção ativa, passiva, etc. - foi pego, exatamente, pela Lei da Ficha Limpa. Apesar de ainda existirem recursos procrastinadores e protelatórios - também conhecidos como chicana, 'rolando lero', 'me engana que eu gosto', etc., o ex- presidente Lula, que cumpre uma espécie de prisão em Curitiba, foi declarado mesmo inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após seis ministros rejeitarem sua candidatura a presidente (só Deus sabe o porquê, apenas o ministro Edson Fachin votou a favor do registro da candidatura). Mas o circo, chamado processo eleitoral, e a farsa chamada Justiça eleitoral, que conta, sempre, com a imprevisibilidade e recursos de toda ordem, ah, estes continuam de pé, pois a rejeição da candidatura, pelo TSE, do chefe da maior organização instalada no País pode ser contestada, contribuindo para um caos ainda maior, mais incertezas e mais afastamento do eleitorado por este que tem se mostrado um processo viciado, ineficaz, desgastante, ultrapassado e, quiçá, fraudulento por permitir que centenas de candidaturas como as de Lula perdurem o máximo de tempo que puderem. Mas, tudo indica que, apesar da balbúrdia pretendida pelo prisioneiro e sua gangue, o candidato do PT será mesmo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tendo Manuela D'Ávila, do PC do B, como vice, os quais não conseguem decolar nas pesquisas nem que a vaca tussa.

domingo, 2 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tudo a mesma coisa. Políticos com mandato fazendo " reuniões, encontros, festas" para outros que pretendem voos maiores. Por exemplo, vereador apoiando colega candidato a deputado estadual. Motivos? Os me$mo$ de sempre, como futuros apoios, indicações para parentes e amigos, etc. Tudo conseguido com o voto de quem vai nestas reuniões, festinhas e nos " encontros com amigos".

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

LIXO DA HISTÓRIA

Finalmente, sem trocadilhos (se bem que não faltam motivos pra isso nos últimos tempos), o cadáver ambulante, disfarçado de presidente da República, Michel Temer, resolveu fechar a tumba de seu governo. Ele acaba de sancionar o reajuste para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovado, por eles mesmos, no início do mês, levando a um caos, ainda maior, para o próximo chefe do Executivo em se tratando de gastos quase incontroláveis - se é que num governo como este, sem nenhum planejamento ou preocupação com o futuro da Nação isto seja relevante - já que o aumento de 16,38% representa um gasto aproximado de R$8 bilhões no orçamento do próximo ano e mais um grande efeito cascata porque, do Congresso Nacional até as câmaras municipais, todos engordarão suas já polpudas e injustificáveis contas bancárias. Mas justiça seja feita. Na votação do dia oito, em sessão administrativa do STF, votaram CONTRA a presidente Carmem Lúcia e os ministros Celso de Mello, Edson Fachin e Rosa Weber por entenderem que vive-se uma grave crise de desemprego, a maioria, que ainda está empregada, ganha mal e seus vencimentos não são tão ruins assim, referindo-se aos seus salários que, sem os penduricalhos, chegam a R$33.700 e, a partir de 2019, chegarão a quase R$40 mil. Nada mal, levando-se em conta que muitos têm negócios, ops, digo, atividades paralelas (né, Gilmar Mendes? que votou A FAVOR do reajuste - e do rombo aos cofres e escárnio ainda maior aos 205 milhões de brasileiros - ao lado dos colegas Alexandre de Moraes, Marco Aurélio de Mello, Dias Toffoli (petista que assume o supremo em 13 de setembro), Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

DEPRESSÃO À VISTA

Dados estatísticos vêm comprovando que a depressão é, mesmo, o mal deste século e existe uma epidemia da doença que já atinge cerca de 10% da população mundial, inclusive, apontando para um triste crescimento. A coisa tem se agravado tanto que até algumas de nossas estradas sofrem, têm sinalizado e alertado para o cuidado com ela, como é o caso de uma existente no município de Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro. Brincadeiras à parte - que ajudam a levantar o humor e o astral nas horas difíceis - mas o fato é que a situação em nosso país é particularmente ruim: um levantamento realizado pela americana Universidade de Harvard em 18 localidades mostra que a prevalência de depressão no Brasil é a maior entre as nações em desenvolvimento, com um total de 10,4% de indivíduos atingidos. E a taxa de mortes relacionada a episódios depressivos (incluindo suicídios) aumentou 705% por aqui nos últimos 16 anos, segundo pesquisa realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Convém deixar clara a diferença entre depressão e tristeza. A primeira é uma doença, marcada por sentimentos de prostração, perda de interesse e prazer, culpa, baixa autoestima, distúrbios de sono e na alimentação, cansaço e déficit de concentração. Embora os médicos não conheçam em detalhes os motivos do início de uma crise - tampouco o que acontece direito no cérebro deprimido -, o quadro tem diagnóstico e tratamento. Portanto, não dá para caracterizá-lo como falha de caráter ou falta do que se preocupar. Ainda há muito estigma, e isso só prejudica a melhora do paciente, dizem diversos profissionais da área. Na contramão, a tristeza faz parte da natureza humana. Ela é uma das formas como expressamos o colorido das emoções. O problema começa quando esse sentimento paralisa e impede que a vida siga em frente. Por isto, é importante que, caso sejam verificados sinais de depressão, pela própria pessoa ou por familiares - outros grandes aliados no processo, - (o estresse pode ser um deles mas tem de se verificar outros possíveis componentes entre eles abalo psíquico/ profundo sentimento de perda, bem como abuso em álcool, tabaco e outras drogas), se procure um profissional que poderá fazer uma avaliação prévia, um posterior diagnóstico e, dependendo do grau do transtorno, o tratamento mais apropriado que pode incluir, ainda, sessões terapêuticas que são outra forma eficaz de auxílio para quem deseja reaprender a lidar e conviver com as situações difíceis que aparecem pela frente, se desvencilhar da depressão para abraçar a vitalidade. Mas, lembre-se, amor e carinho são essenciais para que tudo dê certo e os problemas na "estrada da vida" sejam, devidamente, reparados.

A RJ-196, no trecho que liga a BR-101 a Quissamã, alerta para a "depressão"

DITADURA NA TV

A maioria das entrevistas com os presidenciáveis na TV tem mostrado que o objetivo é muito mais de massacrar do que permitir- lhes apresentar suas propostas. O que vêm fazendo, por exemplo, os apresentadores do Jornal Nacional - cujas perguntas a Ciro Gomes e Jair Bolsonaro indicam, claramente, fortes tendências e preferências por candidatos do "centrão" e, pasmem, até do "partidão" e do PT que sempre deram à Globo muitas supervantagens - também mostra a intenção deliberada de mudar a votação que os dois terão no dia sete de outubro, levando a um segundo turno quando, quem sabe, podem surgir coligações e apoios que contrariem interesses. Principalmente, Jair Bolsonaro que, mais uma vez, foi atacado covarde, editorial e ditatorialmente - aliás, no plano de uma mesma ditadura ao qual aquela emissora se acostumou desde quando seu "dono", Roberto Marinho, fez pactos com os militares para atingir os muitos objetivos e agora os empregados tentam omitir e negar - mas que não pode se defender porque " o tempo acabou, as regras com os assessores não permitem a apresentação de documentos", etc. Deve ser por estas e outras que vem se discutindo a eficácia e qualidade de sabatinas e entrevistas nos moldes do JN para candidatos à frente do processo pois a experiência mostra que quando se pratica o mau jornalismo (aquele que diz que quando você bate é democracia e quando você apanha é ditadura) só quem pode perder é um candidato melhor colocado nas pesquisas, no caso, Jair Messias Bolsonaro, ao qual vêm sendo feitos ataques, alguns improcedentes e, outros tantos, sem direito de resposta como fizeram, até o momento, repórteres, comentaristas e apresentadores da Rede Globo.

LIDERANÇAS FAJUTAS

O senador Romero Jucá, do MDB, acaba de deixar a liderança do governo. Até aí, nada demais pois ele e seu partido são useiros e vezeiros em abandonar " barcos -, principalmente, quando estão afundando ou prestes a ( como o atual de Temer e cia)- partidos e até lideranças. No Brasil, de norte a sul, em todos os municípios e em todas as esferas, faz parte da cultura política a prática de corrupção, do toma la dá cá e métodos como estes praticados por políticos como Jucá que, egoísta e malandramente, se apropriam dos governos para deles usufruírem do muito que estes costumam lhes proporcionar para atender interesses pessoais. E dos seus. Enquanto os atuais métodos continuarem a circular livres, leves e soltos por gabinetes e corredores de políticos, haverá " líderes" dispostos a qualquer coisa para se dar bem. Pelo menos, enquanto a ordem for rica, as tetas estiverem cheias de benefícios - pra eles - e a casa continuar pertencendo à mãe Joana. Assim, líderes e liderados permanecem unidos para roubar a Nação.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

POLÍTICA SUJA

A coisa vai de mal a pior, pelo menos, para os bem-intencionados políticos que, em plena campanha e com pouquíssimo tempo, ainda tentam mudar o que a maioria da população pensa sobre eles. Que são corruptos, fazem pouco pela população e só dão despesa para o País. Faltando, praticamente, um mês para o primeiro turno (a eleição acontece no dia sete de outubro), o número de indecisos, pessoas que pretendem se abster, votar nulo/ branco ou, pior, as opções que se apresentam no cenário  encontra-se no mesmo nível, isto é, crescendo cada vez mais geografica e progressivamente. O envolvimento de muitos candidatos com crimes dos mais variados ( a Ficha Limpa e os julgamentos pelos tribunais carecem de muito aprimoramento, celeridade e eficácia, basta ver o exemplo de Lula) deixam os graves tumores à mostra e a convicção de que ou eles são extirpados - sem essa de "castigo" provisório vindo da tal da inelegibilidade por x anos) para sempre ou a população continuará se afastando do processo, trazendo como consequência a perpetuação da espécie e o avanço da doença. 

À FORÇA

Dia desses assisti a uma discussão sobre a atuação, o envolvimento das Forças Armadas, bem como sua intervenção na guerra em que vive-se no Rio de Janeiro. Enquanto alguns- aliás, muito poucos - tentavam argumentar que esta não era sua função constitucional, a maioria julgava a participação da única força capaz de eliminar, pelo menos a médio prazo, o perigo maior para uma sociedade que é o criminoso, o soldado do tráfico e o inimigo da Pátria (como são os bandidos cariocas e os outros milhares espalhados pelo País) como um dos caminhos para se ver assegurados direitos constitucionais para humanos direitos. A cada dia fica evidente que ninguém aguenta mais viver assim, vendo de um lado uma bandidagem super bem-armada e disposta a tudo, do outro, nós, seus reféns e ainda, uma terceira via, os profissionais treinados, pagos com dinheiro público, ganhando salários não tão ruins assim, à espera de uma declaração oficial de guerra que começou há décadas mas que membros dos direitos humanos,  esquerdopatas e outros imbecis querem que continue sendo vencida pela bandidagem. Discussões como estas têm se tornado frequentes, inclusive, por estarmos em plena corrida eleitoral onde aparecem, desde uma opção voltada para o uso da força e da defesa do Brasil e de seu povo a qualquer custo até outros que querem deixar tudo como está, com a guerra sendo ganha pelos " pobres coitados" que matam, roubam, desviam recursos públicos, traficam drogas e influência, manipulam a população, etc.

FEITIÇARIA BRABA

Se as pesquisas de opinião, que objetivam saber quem são os melhores colocados na corrida ao Senado (lembrando que estão em jogo duas vagas por estado), não estiverem equivocadas - o que duvido - e sem  manipulação - o que não acredito - muitos dos atuais senadores continuarão a representar seus estados ano que vem. Mesmo com muitos deles envolvidos na Lava Jato e sendo acusados por outros crimes contra o erário cometidos quando exerciam cargos públicos, parece que a população ou não acredita na Justiça - que vem se esforçando no combate à corrupção -  é muito ingênua ou os currais eleitorais, em pleno século 21 e com toda a penetração e atuação das redes sociais, continua fazendo seus estragos na vida nacional. Ver os resultados apontando, por exemplo, para uma possível vitória de Renan Calheiros, Romero Jucá, Jader Barbalho, Eunicio de Oliveira ( atual presidente), são exemplos claros que a maioria bebeu mesmo da água "enfeitiçada" a mando de um rei louco e que é necessária uma "limpeza" institucional profunda e séria.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Quartel de Abrantes: Viva o Dia do Psicólogo! (27 de agosto)
Aí , se faz encontros e mais encontros para tratar de assuntos sérios e problemas enfrentados por profissionais de determinadas categorias. Aí, no day after ,volta-se para o ambiente de trabalho e vê-se que, na prática, fica quase tudo como dantes.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PRA QUEM SABE LER

A cultura nacional, em muitos aspectos, aponta para mudança "desde que não mude nada". Na maioria das vezes, é isto que acontece na política quando se pretende renovação mas, após os resultados, o que se vê são os mesmos voltando, continuando, no máximo sendo trocados por parentes, etc. Fala-se muito por aí na necessidade de o país ser passado a limpo, acabar com a corrupção, mudar as leis, entretanto, com o início do processo eleitoral, oportunidade para que a vida da maioria da população melhore, de verdade, tem-se uma forte tendência à abstenção, ao voto nulo, em branco, enfim, à indiferença e pouca importância pelo pleito. Aí, os corruptos, antipatriotas, políticos inescrupulosos que defendem os interesses pessoais bem acima de tudo e torram o dinheiro público sem o menor pudor são (re)eleitos com o que "sobrou" nas urnas. Se existem motivos e responsáveis para o que vem acontecendo no Brasil nas últimas décadas, estes são "os analfabetos políticos que não ouvem, não falam e não participam dos acontecimentos. Eles não sabem o custo de vida...", como dizem que Bertold Brecht um dia escreveu.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

MAIS EXPECTATIVA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, recentemente, pesquisa que apontou o crescimento de quase 20% da população com mais de 60 anos entre 2012 e 2017. A nível nacional, os dados indicam, ainda, que ao manter esta tendência de envelhecimento dos últimos anos, ganhou cerca de 5 milhões de idosos desde 2012, superando os 30 milhões do ano passado. Em 2012, os brasileiros nesta faixa etária (com 60 anos ou mais) eram 25,5 milhões. As mulheres são maioria expressiva neste grupo, com aproximadamente 17 milhões, enquanto os homens idosos são 13 milhões. Segundo os especialistas e os que alcançaram esta fase da vida (que por pouco ainda não é o nosso caso), o crescimento vem ocorrendo por vários fatores. Em primeiro lugar, pelo aumento da expectativa de vida da população - as pessoas estão vivendo mais até pela melhoria da questão do saneamento básico e nos tratamentos de saúde disponíveis - detalhe aliado às mulheres. Elas estão tendo menos filhos, verificado nos últimos anos pela redução da taxa de fecundidade. Em seguida, vêm outros fatores como a informação - a boa, a verídica, a confiável, claro - vinda das redes sociais e até das TVs - as boas, as verídicas, as confiáveis, claro! e isto contribui para que as pessoas, nesta e em todas as idades, procurem viver mais e melhor.