quinta-feira, 20 de setembro de 2018

PINGOS NOS IS

Continuam repercutindo, apesar de com muito menos intensidade que os esquerdopatas, principalmente, petistas, comunistas e, até, a 'chata' da Marina, gostariam, as declarações do General Hamilton Mourão- vice de Jair Bolsonaro - para o qual " famílias pobres, sem pai ou avô, mas com mãe e avó, são fábricas de desajustados que fornecem mão-de-obra para o narcotráfico". Suas declarações baseiam-se em estatísticas recentes de vários estudos realizados pelo mundo todo, inclusive, em constatações feitas pelo ex-presidente Barack Obama, em 2006, durante palestra em universidades americanas sobre a relação da droga com a juventude onde ele afirma quase o mesmo que o general, só que com outras palavras que parecem não ter afetado tanto algumas mulheres brasileiras que se sentiram agredidas por muitas delas terem sido "pai e mãe" ao mesmo tempo e criarem sozinhas seus filhos que, hoje, "vivem dentro de todos os padrões éticos, morais e legais". Abaixo, um vídeo interessante sobre o assunto na rádio Jovem Pan, de São Paulo, durante o programa Pingos nos Is.


que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola
que famílias pobres "sem pai e avô, mas com mãe e avó" são "fábricas de desajustados" que fornecem mão de obra ao narcotráfico.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/17/marina-critica-vice-de-bolsonaro-por-declaracao-polemica-e-uma-afronta.htm?cmpid=copiaecola

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

HADDAD? NEM A PAU JUVENAL!

Perguntado quem apoiaria num provável segundo turno, se Jair Bolsonaro ou Fernando Haddad, o ainda candidato Ciro Gomes disse "nem a pau, Juvenal", preferindo desconversar e atacar a inexperiência e arrogância do petista, aliás, uma das poucas coisas com as quais concordo inteiramente com ele pois nada mais arrogante do que a maioria da galera do Partido dos Trabalhadores que costuma "se achar acima do bem e do mal, os únicos capazes de levar o País, novamente, a sair da crise (a propósito, criada por ele, pelo PMDB com apoio da base alugada), acabar com a corrupção (nunca vista como nos 13 anos que a quadrilha permaneceu unida), fazer as reformas necessárias ( as quais nunca tiveram coragem para fazer, sequer votar)", enfim, falar uma coisa e fazer outra completamente diferente. Nada mais repugnante do que se assistir propagandas eleitorais como aquelas do "poste Andrade" e do PT cujas propostas beiram ao ridículo e, entre outras coisas, são nitidamente mentirosas. E, claro, arrogantes. Como o inexperiente candidato de Lula (a propósito, derrotado na reeleição para a prefeitura de São Paulo) e da "cumpanheirada" que, além de corruptos, não podem ser reconduzidos ao governo brasileiro e nem deveriam disputar segundo turno com Jair Bolsonaro que tem a experiência de 30 anos na vida pública como parlamentar (somados aos mais de 15 como "soldado do Exército), é autêntico e não é corrupto.

ELEIÇÃO SUI GENERIS

Pela primeira vez na história mundial, pelo menos que tem-se notícia, um país realiza um processo eleitoral polarizado entre um candidato preso a um leito hospitalar, após ter sofrido um atentado, definitivamente, por razões políticas (às favas quem tenta alegar motivos "ideológicos, religiosos, insanidade", etc), praticado por um réu- confesso defendido por uma caríssima banca de advogados pagos por sabe-se lá quem ou o quê e outro preso (às favas também quem acha que Fernando 'Andrade' Haddad é o cabeça-de-chapa), condenado em duas instâncias superiores pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e pela Lei da Ficha Limpa, em uma confortável sala na sede da Polícia Federal com 15 metros quadrados adaptada para recebê-lo e, ao que tudo indica, para ser seu QG e local para reuniões do Partido dos Trabalhadores (PT). O Brasil é, mesmo, sui generis em todos os sentidos e, por mais que algumas instituições e boa parte da sociedade queiram e se esforcem para fazer diferente, tem dado motivos de sobra para que o mundo continue nos vendo como corruptos, um amontoado de gente que não sabe votar com caráter (só com sua "consciência"), institucionalmente confuso e desequilibrado, sempre como emergentes e/ou em desenvolvimento. E diferentes. Pelos muitos exemplos dados desde que a República começou a tentar virar uma de suas páginas mais tristes.

PODER DAS MASSAS

Desde que a Internet começou a se popularizar, de verdade, com as redes sociais ficando ao alcance de quase todo mundo, a coisa tem mudado tanto que chegou ao ponto de influenciar até decisões importantes como as campanhas políticas que vão eleger, nos próximos dias, deputados e senadores e, no caso de segundo turno, governadores e presidente da República. Vários vídeos e posts, além dos memes, guardadas as devidas proporções das fakes news, da comicidade ou do inevitável lixo que circula por aí, chegam ao ponto de viralizarem tanto que são compartilhados por milhões de pessoas que veem no "material" uma possibilidade real de interpretar fatos que nem sempre lhes é mostrado íntegra e verdadeiramente. Alguns têm batido sucessivos recordes como, por exemplo, o do atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro, a lembrança de seu nome em shows, estádios, panelaços, buzinaços, bem como as anteriores caminhadas antes do crime e as recentes lives feitas no leito hospitalar, o que leva muitos a acreditarem que a sua ascensão ( a última pesquisa revelou 33% de intenção de voto) e a possibilidade de vitória, já no primeiro turno, deve-se, srm sombra de dúvida, às muitas aparições nos smartphones. Entretanto, existem milhares de outras "trocas de informações" mostrando fraudes eleitorais, libertação de Lula após o pleito e a nomeação como ministro, caso Haddad vença, declarações de artistas, depoimentos de experts, etc.  Ainda é cedo para todas estas influências se transformarem em realidade na mesma proporção que muitos dos conteúdos da Internet de tanto que são compartilhados (se bem que faltam " apenas" 18 dias). Mas uma coisa é certa: a vitória e a derrota de muitos que colocaram seus nomes e suas propostas para serem julgados pelo eleitor estão a mercê do que se fala, escreve e vê nas redes sociais e resta muito pouco para se conhecer seus desdobramentos. De verdade, independente de fraudes ou não.

FALSAS PROMESSAS

Pelas "propostas" apresentadas, a maioria dos candidatos a cargos eletivos no Brasil mereceria ter assento permanente na ONU pois promete acabar com os principais problemas da população. Ou cumprir longas penas numa prisão de segurança máxima por tantas mentiras e falsas promessas feitas - e não cumpridas - principalmente, durante a campanha. Do céu ao inferno, se promete de tudo mas, ao cabo de quatro anos, tem-se o mesmo: crescimento da corrupção e de seu patrimônio pessoal e o empobrecimento de mais pessoas que veem o dinheiro público ir pro ralo, bem como o sonho de uma vida melhor. Mas isto tem solução. Bastaria se criar leis, por exemplo, que punissem com rigor quem teve a chance e não fez ( o detentor de mandato teria um ano pra realizar ou cumprir o prometido sob pena de perdê-lo) , prisão imediata para qualquer crime, de qualquer natureza, praticado na administração pública com a imediata decretação de inelegibilidade ( para sempre) e tantas outras que seriam criadas por uma grande comissão de notáveis, sem nenhum envolvimento ou pressão política, para que deem certo e desarmem as muitas quadrilhas que tomaram conta do país.

domingo, 16 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Nesta eleição ( nas outras também) você tem duas opções: votar em quem pode fazer ( ou já fez) pelo coletivo ou em quem, de alguma forma, te interessa. Você decide!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

FRAUDE ELEITORAL

Nestes tempos de campanha política - aliás, uma das mais conturbadas por tudo que vem acontecendo, na rua com o ataque ao candidato líder em todas as pesquisas até o momento e nos tribunais com suas longas e estranhas batalhas e decisões proferidas - resta-nos torcer por um porvir muito menos ameaçador ao processo e à própria democracia (ou o que resta dela). Resta-nos, também, informações relacionadas ao que pensa e quer o eleitorado e o que fizeram e vêm fazendo os candidatos a cada dia mais esperançosos por uma guinada que lhes permita ir para um segundo turno contra alguém que parece já ter sido escolhido por mais de 22 % do eleitorado. Mas, como vive-se num País onde a imprevisibilidade e a corrupção são uma constante, nada como um olho no peixe, outro no gato e, principalmente, na frigideira (fazendo de conta tratar-se de algum personagem mitológico). No caso, partidos políticos e seus candidatos, o TSE e o STF e as urnas eletrônicas, estas começando a atrair interesse mundial desde que, por coincidência, o deputado Bolsonaro ( Lei 13.165/2015) conseguiu aprovar, no Congresso Nacional, a emenda do voto impresso o qual foi barrado em decisão do STF a pedido da PGR, da imprevisível - tudo indica, não corrupta - Rachel Dodge que argumentou que "o voto impresso compromete a segurança e o sigilo das eleições", algo que Bolsonaro e mais 433 outros deputados (só sete votaram contra), assim como grande parte da população e até alguns organismos internacionais  não concordam. A propósito, o MOSSAD - serviço secreto israelense - alerta para um esquema de fraude que vem sendo armado para Bolsonaro perder as eleições (artigo DEFESANET intitulado "Exclusivo", de autoria de Nelson Düring em 10/09), sob mantras como o "índice de rejeição ao candidato do PSL que o inviabilizam vencer no 2° turno" e outros que poderão ser usados para ocultar uma possível fraude. A qual, resta-nos a opção de votar e torcer que seja apenas uma fake news, uma estória criada por alguém que deseja acabar com o que resta da democracia brasileira.


NÃO FOGE À LUTA

O candidato Jair Bolsonaro é aquilo que, popularmente, se chama de massa de pão: quanto mais bate, mais cresce. Não têm sido os constantes e mentirosos ataques, de boa parte da mídia e dos esquerdopatas, tampouco, aquele criminoso e covarde contra sua própria vida, que vão fazer ele sair do páreo, descer ladeira abaixo nas intenções de voto permitindo que outro candidato tome seu lugar. Muito menos inventarem coisas do tipo "o maior índice de rejeição", misoginia (ódio às mulheres), homofobia, racismo, que "dará armas para todos" e outras que ninguém acredita mais. Isto porque o cara tem aquilo que muitos não têm e, pelo visto, não terão nunca nem nestes vinte e poucos dias até o pleito (07/10) que são coragem, autenticidade, fé, obstinação (seu quadro clínico vem melhorando muito após a cirurgia realizada quarta-feira), autonomia, experiência nos 30 anos vivendo na política e, claro, o voto de milhões de brasileiros e brasileiras que veem nele possíveis e profundas mudanças no estado paralelo criado pelos últimos governos. Não adianta, também, institutos de opinião, dentre eles o Datafolha (que tem 'errado' tanto nos últimos tempos que ganhou o apelido de Datafalha) tentarem fazer com que a população engula pesquisas indicando que Bolsonaro "perde pra todo mundo num segundo turno". Neste momento importante para a democracia do País, o que se quer é ver o homem restabelecido e o soldado de volta à batalha. E as instituições, daqui e de fora, de olho nas urnas eletrônicas que alguns consideram - razões não faltam -  ser possível haver fraude a ponto de dar uma vitória a outros que perdem feio para a falta de interesse de grande parte do eleitorado (abstenções, nulo e em branco) e para o candidato que, desde muito antes das campanhas iniciarem, vem vencendo todos os adversários com absoluta vantagem. E, pelo visto, na maioria (Ibope confirma tendência de alta para Bolsonaro e de baixa para Marina na pesquisa divulgada terça-feira, 11) dos lares e  nas ruas,  bares, escolas, locais de trabalho e nas pesquisas de opinião realizadas até agora.

CONEXÃO NITERÓI

Niterói, que já foi apontado com um dos municípios com maior qualidade de vida (em 2017  tinha o sétimo IDH entre os municípios brasileiros e o maior do Estado do Rio de Janeiro) acaba de conquistar outra importante e honrosa premiação de mais inteligente e conectado do País. Entre as cerca de 700 cidades participantes do Ranking Connected Smart Cities 2018, conquistou a 10ª colocação (ranking obtido a partir de 70 indicadores), subindo oito posições na comparação com 2017. A cidade também ficou em 10° lugar na categoria Tecnologia e Inovação. Com este resultado, subiu oito posições na comparação com a edição anterior. Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: geral, por eixo temático, região e por faixa populacional sendo composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities. O 1° lugar no Ranking Connected Smart Cities 2018 ficou com Curitiba (PR), seguida por São Paulo (SP). O 3° lugar foi conquistado Vitória (ES), seguida por Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ), na 10ª colocação.

ABANANDO O POSTE

Finalmente, o poste - também usado por cães para fazerem suas necessidades - assumiu. Como já era de se esperar, o Partido dos Trabalhadores (PT) foi obrigado, pela justiça eleitoral (ou o que resta dos muitos imbróglios produzidos e/ou permitidos por ela), a oferecer a cabeça de Fernando Haddad numa bandeja, não ao rei Herodes, mas, sim, à população brasileira que desejava acabar logo com todo o circo. Vê-lo como candidato do partido disputando a presidência no lugar de Lula - devidamente  preso e condenado em segunda instância, portanto, barrado pela Lei da Ficha Limpa - representa quase tudo aquilo que já era previsto há muito (exceção apenas ao ataque praticado pelo terrorista Adélio Bispo que, segundo ele mesmo, "pretendíamos" acabar com Bolsonaro por razões políticas e ideológicas") por analistas e até por quem não entende tanto do assunto mas que sabia que os planos continuam sendo dar continuidade ao projeto criminoso de poder elegendo um capacho. E, pelo perfil apresentado, desde sempre, Haddad é o homem certo. Só que faltou combinar com os russos, isto é, com Bolsonaro, mais vivo do que nunca e líder isolado nas pesquisas e, principalmente, com a maioria da população que parece não ajudar muito na "decolagem" do PT, do ex-prefeito de São Paulo e do ex-presidente (atual presidiário) com toda a pretensão de voltarem aclamados nos braços do povo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

UMA COISA SÓ

Nada como um dia atrás do outro. Nada como ver o PSDB - partido político que tenta se mostrar como arauto da moralidade, acima de qualquer suspeita - começando a parar na lata de lixo da história por envolvimento de um de seus "caciques" em práticas de corrupção. A prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, em operação da Polícia Federal que, a despeito do que quer a maioria dos políticos brasileiros ( isso mostra o nível da política nacional), continua desbaratando a quadrilha que estava (?) a serviço de grandes empreiteiras. Mostra, também, que os últimos governos do PT e do PSDB, sempre capitaneados pelo (P)MDB, são exatamente iguais e têm os mesmos interesses, ou seja, roubar o dinheiro da população e relegá-la a planos inferiores. Tudo isto acontece durante o processo eleitoral - que já teve até candidato sofrendo atentado político, sim - deixa claro, ainda, que estes dois partidos e seus eternos "donos" ( acumpliciados com os outros da base alugada) estão desesperados e dispostos a tudo. E atolados até o pescoço por denúncias e provas incontestes de que fazem parte de um grande esquema de roubo aos cofres públicos capaz de se unir, sempre, contra tudo aquilo que os ameace. Como Deus e o próprio país.

domingo, 9 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Em pouco tempo, "estaremos" de volta à campanha. (Jair Bolsonaro)

NÃO É GUERRA

Que país queremos? Com certeza, um onde não haja tanta corrupção, criminalidade e tamanha truculência, tampouco, agressão à democracia como aquela que levou um desesperado, partidário e ideologicamente extremista ser capaz de perder a razão - que alguns tentam dizer, agora, que é louco - atacando com muita violência a um candidato a presidente durante campanha popular de convencimento. Aliás, que defende, exatamente, uma mudança radical nas atuais leis visando inibir ataques como estes e atos irracionais que sabem ser protegidos por elas e por advogados dispostos a defender o indefensável desde que bem pagos. O que aconteceu com Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, queiram os 'adelios' e outros esquerdopatas lunáticos ou não, foi um ato terrorista, um ato covarde numa guerra onde cidadãos comuns ou não estão à mercê de pessoas, grupos, partidos políticos ou quaisquer outros movimentos que desejam continuar fazendo do Brasil um país que a maioria não quer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

FESTA ERÓTICA

Lembro- me de ter ouvido alguém comparar a política nacional a "uma suruba, uma bacanal". Lembro-me, também, que não foi alguém que o fez num bar da esquina ou qualquer outro ambiente de descontração. O autor da pérola - que não deixa de ter fundamento - foi, nada mais, nada menos que o veterano senador Romero Jucá ( PMDB-RR) que deve entender muito bem de tudo isto pois representa uma das formas mais vis de se praticar a "arte" da política com todos seus aspectos repulsivos de praticá-la sempre de forma a se servir dela em benefício próprio ou para atender grupos, amigos, parentes, etc. Aliás, como se faz em, praticamente, todos os municípios brasileiros. De Norte a Sul, não importa o tamanho. Estamos em plena campanha eleitoral, oportunidade para se começar a mudar a grande confusão criada pelos últimos governos que conseguiram transformar o Estado numa grande máquina de corrupção, onde o serviço público fica à mercê do privado; sua qualidade é discutível, uma vez que o sistema é viciado - e viciante -, gasta-se tudo que é arrecadado (uma das maiores cargas tributárias do planeta), quase sempre de forma perdulária e numa  desproporção (custo- benefício) descomunal, inclusive para manter os Três Poderes de maneira nababesca, todas provas inequívocas de que vive-se uma grande "suruba" tal qual o senador, nada impoluto e moralista, referiu-se, dia destes, em discurso na "Casa Alta" e que precisamos começar a mudar. Lemas como família, amor a Deus, à Pátria e às famílias, a ordem e o progresso como regra geral e a permanente guerra à corrupção, bem como à perda do direito de ir e vir com a criminalidade que grassa em cada canto do País, devem ser muito bem analisados todos os dias e no próximo dia sete de outubro, devidamente, instrumentalizada quando teremos em mãos o voto e o dever de mostrar se queremos mudanças ou permanecer como estamos, por exemplo, nas garras do pacto feito entre o PSDB, PT, (P)MDB e congêneres, partícipes e cúmplices de uma estrutura carcomida que permite o avanço de uma epidemia que se não for combatida representará, mesmo, nossa destruição e independência.

BRASIL ACIMA DE TUDO

O Brasil clama, desesperado, por mudanças. E elas podem começar já a partir do primeiro dia de 2019, quando deverão assumir o novo presidente da República, governadores, 2/3 de senadores e deputados federais e estaduais que, espera-se, também espelhem uma necessária renovação (para isto, é importante se investigar bem o histórico e o perfil de cada um pra não se trocar seis por meia dúzia). Muitas são as reivindicações da sociedade que hoje vive refém, principalmente, da politicagem, do poder paralelo vindo das entranhas da criminalidade - marginal, perversa e quase invulnerável - e das leis vigentes que os protege. E nos desprotege. Fosse feita uma pesquisa de prioridades, destinadas ao presidente eleito, muito provavelmente constariam a mudança do atual Código Penal (penas mais rigorosas, incluindo rigor e seriedade na execução, redução da maioridade, etc), ampla revisão da Reforma Trabalhista (com revogação de vários itens), Reforma Tributária (benefícios para quem produz e diminuição da injusta e pesada carga), Reforma Previdenciária (com manutenção de direitos adquiridos e busca por recursos oriundos da sonegação, por exemplo) e, talvez, uma das mais importantes que seria a Reforma Política para acabar com privilégios (salários, benefícios estendidos às famílias, mandatos longos e duradouros servindo de moeda de troca entre os governos) de uma classe desclassificada de políticos que sequer faz o dever de casa e, sem dúvida, é a maior responsável pela onda de corrupção que afoga cerca de 200 milhões de brasileiros há um bom tempo. Outras seriam elencadas nesta possível - e pouco provável - pesquisa, tais como, a exigência por serviços públicos de qualidade, como na educação (respeito ao professor, ao aluno e às famílias, criação de mais colégios militares multiplicadores da Ordem e do Progresso), na saúde ( que pode incluir um amplo estudo nos planos de saúde e mais investimentos no SUS) e na segurança (a restauração pela figura da autoridade e do cumprimento do dever); favorecimento da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante), a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal; privatizações voltadas a diminuir a máquina estatal criada para abrigar o partidarismo), tudo isto convergindo, naturalmente, para a necessidade básica que é por emprego e a dignidade que ele trás. Resumindo: um Estado mínimo e com espírito nacionalista, onde o que se paga deve servir como estímulo, incentivo e oportunidade para que os brasileiros vivam bem e melhor.

HISTÓRIA NÃO CONTADA

Nossa vizinha, professora aposentada, patriota, politizada, portanto, cheia de histórias e experiências para nos passar, a exemplo de outros brasileiros e brasileiras, pode estar sofrendo alguma influência negativa (do tipo PT, PC do B, MDB, etc) apontando para erros cometidos durante os governos militares (1964-1985) os quais, para ela, "não justificariam a ascensão tão expressiva de alguém oriundo da Caserna, tampouco, seu voto". Para muita gente boa, como a nossa vizinha, super bem-intencionada, ficou uma ideia de que os militares fizeram uma revolução para torturar e matar milhões de inocentes, apolíticos, indefesos, pessoas das quais eles, simplesmente, "não gostavam, não pactuavam de sua ideologia ou não iam com a cara". Só que a verdadeira história -  não aquela que o Partido dos Trabalhadores quis transformar através da fantasiosa, oportunista, lucrativa e revanchista Comissão da Verdade, embora alguns excessos possam ter sido cometidos - é bem diferente, a começar com o que havia no País naquele momento. Vivia-se um grande caos, insegurança jurídica e institucional, subversão e, claro, muita corrupção em cada canto do território nacional, lembrando - guardadas as devidas proporções -  os últimos anos de um "regime democrático" que mata 60 mil pessoas por ano; mantém mais de 40 milhões de desempregados ou que vivem de programas sociais; uma classe política voltada em atender seus próprios interesses e que vive à custa de Nababo (no caso, nós, os contribuintes); uma bolha na economia prestes a explodir; paralisação de obras de infraestrutura; governos perdulários e ladrões; partidos e políticos de aluguel, situação bem parecida com aquela de 1964 que a grande maioria clamou por um fim mas que comunistas, "intelectualoides" e antipatrióticos tentavam dizer que não havia, pegando, até, em armas para combater tal "autoritarismo". A historiografia brasileira defende a ideia de que o golpe não deve ser considerado como exclusivamente militar, sendo, em realidade, civil-militar. Segundo vários historiadores, houve apoio por parte de segmentos importantes da sociedade: os grandes proprietários rurais, a burguesia industrial, uma grande parte das classes médias urbanas (que na época girava em torno de 35% da população total do país) e o setor conservador e anticomunista da Igreja Católica (na época majoritário dentro da Igreja) que promoveu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada poucos dias antes, em 19 de março de 1964. Neste ano, houve um movimento de reação, por parte de setores conservadores da sociedade brasileira – notadamente as Forças Armadas, o alto clero da Igreja Católica e organizações da sociedade civil, apoiados fortemente pela potência dominante da época, os Estados Unidos – ao temor de que o Brasil viesse a se transformar em uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba e, hoje, na Venezuela, Bolívia, Nicarágua (sonho de Lula, Dilma e de toda petralhada,), após a falha do Plano Trienal do governo de João Goulart de estabilizar a economia, seguido da acentuação do discurso de medidas vistas como comunistas na época, tais como a reforma agrária e a reforma urbana. Inúmeras entidades anticomunistas foram criadas naquele período, e seus discursos associavam Goulart, sua figura e seu governo, e o "perigo comunista" ou "perigo vermelho". Esse discurso, que até fins de 1963 ficara confinado a setores da extrema-direita, conquista rapidamente maior espaço e acaba por servir de "cimento da mobilização anti-Goulart", propiciando uma "unificação de setores heterogêneos numa frente favorável à derrubada do presidente".O que houve em 1964 não foi uma revolução. As revoluções fazem-se por uma ideia, em favor de uma doutrina. Para muitos, simplesmente , existiu um movimento para derrubar João Goulart. Foi um movimento contra, e não por alguma coisa. Era contra a subversão, contra a corrupção. Era algo destinado a corrigir, não a construir algo novo, e isso não é revolução. O Brasil estava numa encruzilhada, com a maioria do povo, vivendo dúvidas e incertezas, como agora, vivemos eu, nossa vizinha e milhões de brasileiros e brasileiras que precisam de mudanças que podem vir através do sufrágio universal e do surgimento de alguém que possa fazê-las. De verdade.

ROTA DA MUDANÇA

Anda sendo compartilhado um áudio, bem como uma espécie de comunicado da União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC), dando conta de uma grande paralisação POR TEMPO INDETERMINADO em todo transporte rodoviário a partir da meia noite de domingo (09). Só que, mais uma vez, tudo indica que isto é mais um fake news criado pela esquerda paranoica que não se conforma que a prisão de seu líder não é política (nem de que a tentativa de manter os brasileiros de baixa renda sob o regime de servidão a eles acabou). Lula não é uma figura antiestablishment apanhada no turbilhão de elites raivosas e vingativas. Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários com grande força no país. Bem como perde fôlego, neste momento delicado que vivemos, qualquer tentativa de parar um País que, absurda e ignorantemente, insiste em transportar cerca de 85% de sua carga pelas estradas. Aliás, mal cuidadas, mal sinalizadas, com pedágios que não justificam preços desproporcionais mas que, no entanto, não devem ficar sem os gloriosos trabalhadores - pelo menos nos próximos meses - por entenderam que o objetivo seria tumultuar um processo eleitoral em curso e voltado para dar a vitória a um candidato, abraçado pela maioria deles, que deve promover profundas mudanças e colocar o Brasil, novamente, nos trilhos e na estrada da Ordem e do Progresso

Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola

LULA LÁ

Acabou! Acabou! Acabou!, bradaria um conhecido narrador esportivo. Finalmente, - ou quase - "o cara" que sancionou a Lei da Ficha Limpa - aquela que impede que condenados possam ser candidatos a cargos eletivos por terem cometido crimes, como lavagem de dinheiro, corrupção ativa, passiva, etc. - foi pego, exatamente, pela Lei da Ficha Limpa. Apesar de ainda existirem recursos procrastinadores e protelatórios - também conhecidos como chicana, 'rolando lero', 'me engana que eu gosto', etc., o ex- presidente Lula, que cumpre uma espécie de prisão em Curitiba, foi declarado mesmo inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após seis ministros rejeitarem sua candidatura a presidente (só Deus sabe o porquê, apenas o ministro Edson Fachin votou a favor do registro da candidatura). Mas o circo, chamado processo eleitoral, e a farsa chamada Justiça eleitoral, que conta, sempre, com a imprevisibilidade e recursos de toda ordem, ah, estes continuam de pé, pois a rejeição da candidatura, pelo TSE, do chefe da maior organização instalada no País pode ser contestada, contribuindo para um caos ainda maior, mais incertezas e mais afastamento do eleitorado por este que tem se mostrado um processo viciado, ineficaz, desgastante, ultrapassado e, quiçá, fraudulento por permitir que centenas de candidaturas como as de Lula perdurem o máximo de tempo que puderem. Mas, tudo indica que, apesar da balbúrdia pretendida pelo prisioneiro e sua gangue, o candidato do PT será mesmo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tendo Manuela D'Ávila, do PC do B, como vice, os quais não conseguem decolar nas pesquisas nem que a vaca tussa.

domingo, 2 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tudo a mesma coisa. Políticos com mandato fazendo " reuniões, encontros, festas" para outros que pretendem voos maiores. Por exemplo, vereador apoiando colega candidato a deputado estadual. Motivos? Os me$mo$ de sempre, como futuros apoios, indicações para parentes e amigos, etc. Tudo conseguido com o voto de quem vai nestas reuniões, festinhas e nos " encontros com amigos".

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

LIXO DA HISTÓRIA

Finalmente, sem trocadilhos (se bem que não faltam motivos pra isso nos últimos tempos), o cadáver ambulante, disfarçado de presidente da República, Michel Temer, resolveu fechar a tumba de seu governo. Ele acaba de sancionar o reajuste para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovado, por eles mesmos, no início do mês, levando a um caos, ainda maior, para o próximo chefe do Executivo em se tratando de gastos quase incontroláveis - se é que num governo como este, sem nenhum planejamento ou preocupação com o futuro da Nação isto seja relevante - já que o aumento de 16,38% representa um gasto aproximado de R$8 bilhões no orçamento do próximo ano e mais um grande efeito cascata porque, do Congresso Nacional até as câmaras municipais, todos engordarão suas já polpudas e injustificáveis contas bancárias. Mas justiça seja feita. Na votação do dia oito, em sessão administrativa do STF, votaram CONTRA a presidente Carmem Lúcia e os ministros Celso de Mello, Edson Fachin e Rosa Weber por entenderem que vive-se uma grave crise de desemprego, a maioria, que ainda está empregada, ganha mal e seus vencimentos não são tão ruins assim, referindo-se aos seus salários que, sem os penduricalhos, chegam a R$33.700 e, a partir de 2019, chegarão a quase R$40 mil. Nada mal, levando-se em conta que muitos têm negócios, ops, digo, atividades paralelas (né, Gilmar Mendes? que votou A FAVOR do reajuste - e do rombo aos cofres e escárnio ainda maior aos 205 milhões de brasileiros - ao lado dos colegas Alexandre de Moraes, Marco Aurélio de Mello, Dias Toffoli (petista que assume o supremo em 13 de setembro), Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

DEPRESSÃO À VISTA

Dados estatísticos vêm comprovando que a depressão é, mesmo, o mal deste século e existe uma epidemia da doença que já atinge cerca de 10% da população mundial, inclusive, apontando para um triste crescimento. A coisa tem se agravado tanto que até algumas de nossas estradas sofrem, têm sinalizado e alertado para o cuidado com ela, como é o caso de uma existente no município de Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro. Brincadeiras à parte - que ajudam a levantar o humor e o astral nas horas difíceis - mas o fato é que a situação em nosso país é particularmente ruim: um levantamento realizado pela americana Universidade de Harvard em 18 localidades mostra que a prevalência de depressão no Brasil é a maior entre as nações em desenvolvimento, com um total de 10,4% de indivíduos atingidos. E a taxa de mortes relacionada a episódios depressivos (incluindo suicídios) aumentou 705% por aqui nos últimos 16 anos, segundo pesquisa realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Convém deixar clara a diferença entre depressão e tristeza. A primeira é uma doença, marcada por sentimentos de prostração, perda de interesse e prazer, culpa, baixa autoestima, distúrbios de sono e na alimentação, cansaço e déficit de concentração. Embora os médicos não conheçam em detalhes os motivos do início de uma crise - tampouco o que acontece direito no cérebro deprimido -, o quadro tem diagnóstico e tratamento. Portanto, não dá para caracterizá-lo como falha de caráter ou falta do que se preocupar. Ainda há muito estigma, e isso só prejudica a melhora do paciente, dizem diversos profissionais da área. Na contramão, a tristeza faz parte da natureza humana. Ela é uma das formas como expressamos o colorido das emoções. O problema começa quando esse sentimento paralisa e impede que a vida siga em frente. Por isto, é importante que, caso sejam verificados sinais de depressão, pela própria pessoa ou por familiares - outros grandes aliados no processo, - (o estresse pode ser um deles mas tem de se verificar outros possíveis componentes entre eles abalo psíquico/ profundo sentimento de perda, bem como abuso em álcool, tabaco e outras drogas), se procure um profissional que poderá fazer uma avaliação prévia, um posterior diagnóstico e, dependendo do grau do transtorno, o tratamento mais apropriado que pode incluir, ainda, sessões terapêuticas que são outra forma eficaz de auxílio para quem deseja reaprender a lidar e conviver com as situações difíceis que aparecem pela frente, se desvencilhar da depressão para abraçar a vitalidade. Mas, lembre-se, amor e carinho são essenciais para que tudo dê certo e os problemas na "estrada da vida" sejam, devidamente, reparados.

A RJ-196, no trecho que liga a BR-101 a Quissamã, alerta para a "depressão"

DITADURA NA TV

A maioria das entrevistas com os presidenciáveis na TV tem mostrado que o objetivo é muito mais de massacrar do que permitir- lhes apresentar suas propostas. O que vêm fazendo, por exemplo, os apresentadores do Jornal Nacional - cujas perguntas a Ciro Gomes e Jair Bolsonaro indicam, claramente, fortes tendências e preferências por candidatos do "centrão" e, pasmem, até do "partidão" e do PT que sempre deram à Globo muitas supervantagens - também mostra a intenção deliberada de mudar a votação que os dois terão no dia sete de outubro, levando a um segundo turno quando, quem sabe, podem surgir coligações e apoios que contrariem interesses. Principalmente, Jair Bolsonaro que, mais uma vez, foi atacado covarde, editorial e ditatorialmente - aliás, no plano de uma mesma ditadura ao qual aquela emissora se acostumou desde quando seu "dono", Roberto Marinho, fez pactos com os militares para atingir os muitos objetivos e agora os empregados tentam omitir e negar - mas que não pode se defender porque " o tempo acabou, as regras com os assessores não permitem a apresentação de documentos", etc. Deve ser por estas e outras que vem se discutindo a eficácia e qualidade de sabatinas e entrevistas nos moldes do JN para candidatos à frente do processo pois a experiência mostra que quando se pratica o mau jornalismo (aquele que diz que quando você bate é democracia e quando você apanha é ditadura) só quem pode perder é um candidato melhor colocado nas pesquisas, no caso, Jair Messias Bolsonaro, ao qual vêm sendo feitos ataques, alguns improcedentes e, outros tantos, sem direito de resposta como fizeram, até o momento, repórteres, comentaristas e apresentadores da Rede Globo.

LIDERANÇAS FAJUTAS

O senador Romero Jucá, do MDB, acaba de deixar a liderança do governo. Até aí, nada demais pois ele e seu partido são useiros e vezeiros em abandonar " barcos -, principalmente, quando estão afundando ou prestes a ( como o atual de Temer e cia)- partidos e até lideranças. No Brasil, de norte a sul, em todos os municípios e em todas as esferas, faz parte da cultura política a prática de corrupção, do toma la dá cá e métodos como estes praticados por políticos como Jucá que, egoísta e malandramente, se apropriam dos governos para deles usufruírem do muito que estes costumam lhes proporcionar para atender interesses pessoais. E dos seus. Enquanto os atuais métodos continuarem a circular livres, leves e soltos por gabinetes e corredores de políticos, haverá " líderes" dispostos a qualquer coisa para se dar bem. Pelo menos, enquanto a ordem for rica, as tetas estiverem cheias de benefícios - pra eles - e a casa continuar pertencendo à mãe Joana. Assim, líderes e liderados permanecem unidos para roubar a Nação.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

POLÍTICA SUJA

A coisa vai de mal a pior, pelo menos, para os bem-intencionados políticos que, em plena campanha e com pouquíssimo tempo, ainda tentam mudar o que a maioria da população pensa sobre eles. Que são corruptos, fazem pouco pela população e só dão despesa para o País. Faltando, praticamente, um mês para o primeiro turno (a eleição acontece no dia sete de outubro), o número de indecisos, pessoas que pretendem se abster, votar nulo/ branco ou, pior, as opções que se apresentam no cenário  encontra-se no mesmo nível, isto é, crescendo cada vez mais geografica e progressivamente. O envolvimento de muitos candidatos com crimes dos mais variados ( a Ficha Limpa e os julgamentos pelos tribunais carecem de muito aprimoramento, celeridade e eficácia, basta ver o exemplo de Lula) deixam os graves tumores à mostra e a convicção de que ou eles são extirpados - sem essa de "castigo" provisório vindo da tal da inelegibilidade por x anos) para sempre ou a população continuará se afastando do processo, trazendo como consequência a perpetuação da espécie e o avanço da doença. 

À FORÇA

Dia desses assisti a uma discussão sobre a atuação, o envolvimento das Forças Armadas, bem como sua intervenção na guerra em que vive-se no Rio de Janeiro. Enquanto alguns- aliás, muito poucos - tentavam argumentar que esta não era sua função constitucional, a maioria julgava a participação da única força capaz de eliminar, pelo menos a médio prazo, o perigo maior para uma sociedade que é o criminoso, o soldado do tráfico e o inimigo da Pátria (como são os bandidos cariocas e os outros milhares espalhados pelo País) como um dos caminhos para se ver assegurados direitos constitucionais para humanos direitos. A cada dia fica evidente que ninguém aguenta mais viver assim, vendo de um lado uma bandidagem super bem-armada e disposta a tudo, do outro, nós, seus reféns e ainda, uma terceira via, os profissionais treinados, pagos com dinheiro público, ganhando salários não tão ruins assim, à espera de uma declaração oficial de guerra que começou há décadas mas que membros dos direitos humanos,  esquerdopatas e outros imbecis querem que continue sendo vencida pela bandidagem. Discussões como estas têm se tornado frequentes, inclusive, por estarmos em plena corrida eleitoral onde aparecem, desde uma opção voltada para o uso da força e da defesa do Brasil e de seu povo a qualquer custo até outros que querem deixar tudo como está, com a guerra sendo ganha pelos " pobres coitados" que matam, roubam, desviam recursos públicos, traficam drogas e influência, manipulam a população, etc.

FEITIÇARIA BRABA

Se as pesquisas de opinião, que objetivam saber quem são os melhores colocados na corrida ao Senado (lembrando que estão em jogo duas vagas por estado), não estiverem equivocadas - o que duvido - e sem  manipulação - o que não acredito - muitos dos atuais senadores continuarão a representar seus estados ano que vem. Mesmo com muitos deles envolvidos na Lava Jato e sendo acusados por outros crimes contra o erário cometidos quando exerciam cargos públicos, parece que a população ou não acredita na Justiça - que vem se esforçando no combate à corrupção -  é muito ingênua ou os currais eleitorais, em pleno século 21 e com toda a penetração e atuação das redes sociais, continua fazendo seus estragos na vida nacional. Ver os resultados apontando, por exemplo, para uma possível vitória de Renan Calheiros, Romero Jucá, Jader Barbalho, Eunicio de Oliveira ( atual presidente), são exemplos claros que a maioria bebeu mesmo da água "enfeitiçada" a mando de um rei louco e que é necessária uma "limpeza" institucional profunda e séria.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Quartel de Abrantes: Viva o Dia do Psicólogo! (27 de agosto)
Aí , se faz encontros e mais encontros para tratar de assuntos sérios e problemas enfrentados por profissionais de determinadas categorias. Aí, no day after ,volta-se para o ambiente de trabalho e vê-se que, na prática, fica quase tudo como dantes.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

PRA QUEM SABE LER

A cultura nacional, em muitos aspectos, aponta para mudança "desde que não mude nada". Na maioria das vezes, é isto que acontece na política quando se pretende renovação mas, após os resultados, o que se vê são os mesmos voltando, continuando, no máximo sendo trocados por parentes, etc. Fala-se muito por aí na necessidade de o país ser passado a limpo, acabar com a corrupção, mudar as leis, entretanto, com o início do processo eleitoral, oportunidade para que a vida da maioria da população melhore, de verdade, tem-se uma forte tendência à abstenção, ao voto nulo, em branco, enfim, à indiferença e pouca importância pelo pleito. Aí, os corruptos, antipatriotas, políticos inescrupulosos que defendem os interesses pessoais bem acima de tudo e torram o dinheiro público sem o menor pudor são (re)eleitos com o que "sobrou" nas urnas. Se existem motivos e responsáveis para o que vem acontecendo no Brasil nas últimas décadas, estes são "os analfabetos políticos que não ouvem, não falam e não participam dos acontecimentos. Eles não sabem o custo de vida...", como dizem que Bertold Brecht um dia escreveu.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

MAIS EXPECTATIVA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, recentemente, pesquisa que apontou o crescimento de quase 20% da população com mais de 60 anos entre 2012 e 2017. A nível nacional, os dados indicam, ainda, que ao manter esta tendência de envelhecimento dos últimos anos, ganhou cerca de 5 milhões de idosos desde 2012, superando os 30 milhões do ano passado. Em 2012, os brasileiros nesta faixa etária (com 60 anos ou mais) eram 25,5 milhões. As mulheres são maioria expressiva neste grupo, com aproximadamente 17 milhões, enquanto os homens idosos são 13 milhões. Segundo os especialistas e os que alcançaram esta fase da vida (que por pouco ainda não é o nosso caso), o crescimento vem ocorrendo por vários fatores. Em primeiro lugar, pelo aumento da expectativa de vida da população - as pessoas estão vivendo mais até pela melhoria da questão do saneamento básico e nos tratamentos de saúde disponíveis - detalhe aliado às mulheres. Elas estão tendo menos filhos, verificado nos últimos anos pela redução da taxa de fecundidade. Em seguida, vêm outros fatores como a informação - a boa, a verídica, a confiável, claro - vinda das redes sociais e até das TVs - as boas, as verídicas, as confiáveis, claro! e isto contribui para que as pessoas, nesta e em todas as idades, procurem viver mais e melhor.

ABSURDOS ELEITORAIS

São tantos os absurdos relacionados à campanha eleitoral em curso que fica até  difícil eleger o maior deles. Pessoas que conseguiram escapar da Lei da Ficha Limpa, com ou sem mandato, colocam seus nomes para serem (re) avaliados nas urnas. Tirando o hours concours que foi o PT ter registrado a candidatura do prisioneiro Lula da Silva, certamente, a de sua grande companheira, a também ex-presidente, Dilma Rousseff, como aspirante ao Senado, por Minas Gerais foi, talvez, aquilo que se pode chamar de acontecimento o mais  incrível, estranho, inusitado e ridículo de todos os tempos, caso estivéssemos num país sério. Vê-la no processo chamado "democrático" com grandes chances de vitória (segundo pesquisas de opinião) após ter sofrido o impeachment por ter cometido vários crimes e, mesmo assim, gozando de todos os direitos políticos, é algo que dificilmente iremos entender e aceitar. Uns dizem que as razões para tantos absurdos como estes é porque somos uma " jovem democracia". Outros, que tem muita corrupção enraizada, muito dinheiro em jogo, etc. Mas prefiro acreditar que isto acontece porque grande parte da população não sabe é votar. 

PRESODENCIÁVEL

Com o intuito de analisar as melhores propostas dos candidatos, respirei fundo e concentrei forças para tentar ler o Plano Lula de Governo ( lançado esta semana) com o máximo de isenção possível. Tentei, ainda, esquecer - pelo menos até onde a paciência permitiu -  um pouco dos mais de 13 anos em que o Partido dos Trabalhadores (PT) mergulhou o País numa crise sem precedentes e o que a "companheirada" fez ao desviar dinheiro público, notadamente, através do Mensalão, Petrolão, dos grandes acordos com as empreiteiras que promoveram grandes contrapartidas para beneficiar o líder maior, Lula da Silva (desde o dia 15, candidato ao cargo político mais importante, apesar de estar " preso" em Curitiba por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa), consequentemente, sua  inclusão na Lei da Ficha Limpa, o processo do impeachment do poste Dilma, as muitas trapalhadas do ex-aliado e sucessor PMDB de Temer e Cia, etc. Mas não deu. Ficou claro que o líder da organização e seus asseclas elaboraram um plano revanchista contra a Justiça e contra a própria mídia; pretende ganhar tempo; criar uma anarquia constitucional e, no final, tentar emplacar um plano B objetivando transferir votos, no prazo mais final que a lei eleitoral permita e, aí, malandra e desesperadamente, fazer os muitos incautos e os pouco bem intencionados e que ainda acreditam ter vivido "dias de glória no Brasil" com o aquecimento na economia ( mas a bolha estourou; são 14 milhões de desempregados, sendo 5 que quase a metade deles nem procura mais trabalho; milhões de pessoas no SPC/SERASA - que um candidato diz que vai zerar se eleito - votar em mais um poste, o ex- prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que terminou seu governo com alto índice de rejeição, aliás, no mesmo patamar do padrinho político Lula, o campeão neste quesito segundo várias pesquisas. Ler aquelas propostas, que mais parecem voltadas voltadas para inocentar Lula e desacreditar as instituições brasileiras, sem levar em conta o histórico pessoal do "presodenciável" e as más atuações de governos petistas, é tão ou mais difícil que vê-lo estar nos debates e nos paineis de votação no próximo dia sete de outubro.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

O Brasil só vai melhorar, de verdade, quando acabar a cultura do "eu quero
 mudança, desde que não mude nada". E, claro, o toma lá dá cá.

domingo, 12 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Na administração pública, tem gente que ainda não entende a diferença entre os anéis e os dedos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

PEQUENO PRETÓRIO EXCELSO

O brasileiro de bem, aquele que ainda acredita nas instituições, principalmente, no Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição, capaz de promover a justiça em sua plenitude, bem como dar bons exemplos de responsabilidade, patriotismo e maturidade ao julgar e agir em prol da população, não tem tido motivos para vê-lo tanto assim. Os últimos acontecimentos polêmicos, estranhos mesmo, envolvendo muitos de seus ministros, como os intermináveis habeas corpus de Gilmar Mendes; as justificativas 'injustificáveis' - sob o ponto de vista do entendimento e desejo da maioria - de Marco Aurélio; as 'teses governistas de Alexandre de Moraes; a arrogância de Lewandowski, o decanato supremo até exagerado do grande Celso de Mello (lá e sobre eles qualquer trocadilho é insuficiente); o partidarismo vermelho e sectário de Dias Toffoli (ele assume a presidência dia 13 de setembro), e tantos outros tem levado quase à desesperança e perda de confiança naquela que é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte e Tribunal Constitucional. O Supremo Tribunal Federal, também chamado Pretório Excelso no jargão jurídico, é de vital importância para o Poder Executivo (a administração pública), já que cabe a ele decidir as ações que versem sobre a constitucionalidade das normas, as ações penais, nos crimes comuns contra o chefe do Executivo federal, senadores e deputados federais, aliás, coisas que não vem fazendo de maneira muito, digamos, republicana pois, num País que vive uma de suas mais terríveis crises, até a máxima do 'meu pirão primeiro' impera naquela Corte. Exemplo maior foi a sessão administrativa da última quarta-feira (8) que resolveu reajustar seus próprios salários e de todos juízes em 16,38% o que pode levar o atual salário de míseros R$33,7 mil a ultrapassar os R$39 mil ano que vem, causando um efeito-cascata no Judiciário com forte impacto nos três poderes, uma vez que servidores públicos que recebem salário acima dos ministros do STF, em razão de benefícios, são alvos do abate-teto. Com reajuste no salário do STF, o abate-teto sobe.
Justiça seja feita 1: a decisão ainda vai passar pelo Senado, mas alguém duvida que vossas excelências vão votar contra com as campanhas eleitorais em curso e as gavetas do STF e do TSE abarrotadas de processos de muitos dos candidatos e/ou aliados? 
Justiça seja feita 2: Votaram CONTRA somente os ministros Celso de Mello, Rosa Weber, Edson Fachin e a presidente Carmem Lúcia. O outros sete disseram SIM à canalhice e à imoralidade.
Sendo conhecedores das leis e dos problemas em que vivem milhares de cidadãos e cidadãs - algo em torno de 200 milhões de pessoas (corrupção institucionalizada, desemprego crescente, falta de recursos e de investimentos em quase todos os setores, necessidade de reformas, salários congelados - dos mortais, claro! -, índices recordes de violência, etc.), os ministros que votaram a favor deveriam se envergonhar de pedir aumento, inclusive pelo momento crítico e, principalmente, por estarmos no curso de uma campanha eleitoral visando eleger um novo presidente que tomará posse em 1° de janeiro com mais um grande abacaxi nas mãos - sem falar na batata-quente chamada Congresso Nacional faminto - que poderia ser evitado pelo STF, a quem caberia fazer a justiça maior nesta hora tão difícil do apagar das luzes do atual governo e da possibilidade de chegada de outro, espera-se, menos ruim, corrupto e parcial como este que aí está.

SEM VOTO

Pesquisas realizadas por alguns dos mais importantes institutos apontam que cerca de 30% dos eleitores brasileiros (dos quase 150 milhões) pretendem votar branco ou nulo em outubro próximo. Dentro da margem percentual -para mais ou para menos - bem como pelo que se escuta nas ruas, no trabalho, nos ambientes de descontração, etc, e se analisa nos debates feitos entre "experts", este índice poderá ser superado. A falta de perspectivas e, principalmente, a insatisfação pela classe política, somada à intolerância aos desvios praticados por ela, ainda devem fazer crescer outro grande sinal de alerta assaz perigoso: o das abstenções, muitas das quais quando o eleitor não faz nenhuma questão de dirigir-se a sua sessão eleitoral para " cumprir com o dever cívico". Aliás, coisa cada vez mais rara num país onde a malversação de dinheiro público, a cleptocracia, a maneira perdulária de governar, o nepotismo, as vergonhosas benesses aos agregados aos Poderes da República ( em todas as esferas) e o antipatriotismo são cada vez maiores. E como o povo, que um dia disseram não saber votar, vem aprendendo direitinho com os " professores" - presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores -, é bem capaz que no dia 7 de outubro a maioria opte em não votar, algo que, em condições normais, teria de ser uma atitude abominável num processo de aprimoramento democrático.

PROPOSTA INDECENTE

A senadora Ana Amélia, ao que tudo indica, acaba de se meter numa daquelas enrascadas políticas. Motivada, talvez, pela cobiça de seguir a trajetoria de outros presidentes que cederam lugar aos vices - ela aceitou compor na chapa de Geraldo Alckmin, apontado por delatores da Lava Jato com o codinome de "Santo", sem falar que, mesmo tendo feito uma daquelas " grandes e suspeitíssimas coligações" não deve lograr êxito pois a maioria da população não aguenta mais tantas coligações suspeitíssimas, corrupção e, evidentemente, tanta mesmice e o mais do menos. E a senadora gaúcha - com a qual troquei algumas mensagens há algum tempo e pude identificar como política insuspeita e, até, bem-intencionada - representa, neste momento, o mais do menos e a mesmice da política nacional a qual nenhum de nós parece tolerar.  Uma pena vê-la trocar uma quase reeleição ao Senado pela espinhosa função determinada por seu partido, o PP, de, ao tentar agregar valor, se submeter à possibilidade real - segunda pesquisas - de manchar sua imagem, seu nome e perder a disputa para candidatos menos envolvidos com escândalos como muitos dos políticos do PSDB, PP, DEM, PR, Solidariedade, PRB que hoje sustentam a "grande coligação", o Centrão, que quer derrotar a direita e as esquerdas do País. E a senadora Ana Amélia, ilibada, combativa e ex-independente que pode ter entrado numa fria daquelas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Muito pior que os programas Roda "Morta" Viva, da TV Cultura, alguns da Globo News e outros do gênero que costumam ser tendenciosos, quando lhes convêm, são os de governo da maioria dos candidatos a presidente.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

RODA VIVA

Pra quem, como eu, já assistiu memoráveis entrevistas no Programa Roda Viva, da TV Cultura, a de segunda-feira, com o presidenciável Jair Bolsonaro, foi o que pode se chamar de uma tentativa de massacrar (que surtiu efeito contrário, segundo todos os experts em política) o candidato que, queiram ou não alguns, aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas de opinião onde não conste o nome do presidiário de Curitiba e Ficha Suja, Lula da Silva. Foi, também, a antítese do que devem fazer profissionais de comunicação, principalmente, ao lidar com quem tem propostas para o país (coisa que os 'convidados' não fizeram) que têm sido muito bem aceitas pela população. Mesmo que sejam elas controversas, mas é aí que entra a 'malandragem' do jornalista em explorá-las. Foi, e poderá ser, durante um bom tempo, uma aula da antiaula de jornalismo. O professor poderá exibir para seus alunos a cópia do DVD com o tal programa (se quiser eu empresto) e dizer a eles para, se forem convidados a participar de uma entrevista importante, ao vivo, que, inclusive, bateu recordes de audiência, deixarem impressões- e pressões - pessoais e paixões fora do estúdio pois aquela era uma oportunidade de ouro para todos perguntarem, por exemplo, sobre projetos de governo e ideias sobre segurança, saúde e educação. Coisa que os 'entrevistadores' - as meninas da Veja, do Valor e da Folha, além do menino do Globo chamado Leonêncio (Nossa Senhora!) - não sabiam ou não quiseram fazer. A todo momento tentavam buscar "explicações " de fatos que a História já se encarregou de mostrar (era só pesquisarem um pouco...como nos ensina o bom manual de jornalismo). Profissionalismo e lamentações à parte, Bolsonaro e sua legião de admiradores consideraram que houve, sim, uma inestimável colaboração dos jornalistas do Roda Viva porque se eles combinaram um massacre ao candidato, o tiro saiu pela culatra. Aliás, coisas que o deputado e capitão do Exército sabe lidar muito bem.


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

BRASIL SEM RATOS

Recentemente, entrei no mundo fascinante, incomparável, emocionante e mágico dos avós - aquele que ouvia-se falar que era bem diferente de outra maravilha chamada pai e mãe ("o avô é pai duas vezes e a avó é mãe duas vezes", como disse o Papa Francisco dia desses) - e, ao procurar desenhos através de plataformas de compartilhamento de vídeos para distrair uma das mais valiosas dádivas a nós oferecidas por Deus (o Youtube desempenha um relevante e quase imprescindível papel também nesta hora), deparei-me com um antigo mas que marcou nossa gerações: O Flautista de Hamelin (O Flautista Encantado, fábulas Disney). Nele, apesar das muitas versões criadas a partir da obra do irmãos Grimm, a fábula diz respeito, basicamente, a uma severa infestação de ratos na cidade de Hamelin (Alemanha) e o que o flautista - contratado pelo prefeito da cidade que vivia sendo pressionado pela população - fez para acabar com o problema, ou seja, tocou sua flauta encantada, hipnotizou todos os ratos, afogando-os no rio. Enquanto o netinho, aparentemente, 'se entretia' (o desenho é antigo e bem fora dos padrões atuais exibidos nos tablets, smartsphones e TVs da garotada) e, apenas para não perder o costume de comparar ficção com realidade, comecei a ver que aquela cena de acabar com os ratos, de extirpar o mal para proteger a vida dos cidadãos, se aplica à política nacional, à Justiça e à necessidade que o povo brasileiro tem em ter seu País de volta, sem tanta corrupção, tanto desmando, tanta coisa errada, tantos desvios sendo cometidos de todas as naturezas. Inevitável, também, pensarmos no que tem sido feito até agora (muito aquém do ideal, claro), por exemplo, com a retirada de circulação de alguns 'ratos' da política, como o ex-presidente Lula, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ex-presidentes da Câmara federal, Eduardo Cunha e da Alerj, Jorge Picciani, sem falar nos muitos senadores, deputados, prefeitos, vereadores, conselheiros de tribunais de contas e outros ratos que ainda precisam ser 'encantados pelas flautas mágicas' de juízes como Sérgio Moro e outros que vêm tentando conduzi-los, ao invés de rios profundos e de águas turbulentas, para  dentro de celas bem escuras e sujas. E cheias de ratos de verdade, mas que, mesmo assim, fazem muito menos mal que os temíveis roedores.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

SHOWMÍCIO, PODE?

Gilberto Gil, Chico Buarque e Odair José, entre outros artistas, realizaram na noite de sábado (28) no Rio de Janeiro o Festival Lula Livre. O evento pró-Lula tem todas as características de um showmício, proibido durante a minirreforma eleitoral de 2006 assinada pelo próprio Lula. O festival de música - e de irregularidades - foi realizado no bairro da Lapa.
No início do evento, fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio recolheram panfletos e materiais da deputada federal Jandira Feghalli (PCdoB) e do deputado estadual Gilberto Palmares (PT) que julgaram configurar campanha antecipada.
Questionada, a assessoria de imprensa da campanha de Lula informou que não houve violação de qualquer regra da Justiça Eleitoral, porque “nenhum político subiu ao palco, nem foi pedido voto ao ex-presidente”. O evento teria sido apenas “um ato pela liberdade de Lula”.

MORTO E ENTERRADO

O Partido dos Trabalhadores (PT) está convocando sua militância - certamente, aquela mais radical, fanática, malandra, pelega e capaz de tudo para criar mais anarquia no País ao desrespeitar as leis vigentes - para um "jejum nacional" no próximo sábado (4) visando apoiar a oficialização, durante a convenção do partido,  de seu "líder" , quadrilheiro e ladrão, Lula da Silva (que está confortavelmente instalado na sede da Policia Federal em Curitiba, cumprindo pena de quase 13 anos) para disputar a presidência da República daqui a pouco mais de dois meses. Na mesma oportunidade ou, em se tratando de PT, no mesmo oportunismo barato e midiático, - aliás, coisa que essa gente mais corre atrás -  os militantes e os " caciques" estarão apoiando, também, "greve de fome pela libertação do condenado que aguarda os resultados, em sua sala na PF, aumentando a " intelectualidade" lendo uma média de três livros por semana. Eu e, provavelmente, muita gente, tememos que o pior aconteça por causa do desespero que vem crescendo pela indefinição do processo eleitoral que ainda permite a possibilidade de ver Lula registrado. Do jeito que as instituições, como o STF e o TSE, ainda permitem imbróglios e  intermináveis dúvidas, e do jeito que dentre os petistas não faltam loucos, é bem possível que o fanatismo aumente tanto que o "companheiro" Lula - e seus "ideais por um mundo melhor" - possa ser comparado a outros loucos como, por exemplo, Jim Jones que, em 1978, na Guiana, provocou o massacre de quase mil pessoas motivado por falsas crenças e lideranças. Para que não aconteçam excessos, seria bom que ficasse bem claro, logo, que Lula é o Ficha Suja Número 1 e, portanto, a possibilidade de ter sua candidatura registrada pode ser comparável às chances de um camelo passar pelo buraco de um agulha. Mesmo com Dias Toffoli, no STF e Rosa Weber, no TSE.

ESTAMOS TODOS F.......(ERRADOS)!

Talvez esta seja uma das frases mais faladas, pensadas e, neste período insuportável de campanhas eleitorais - pelo menos em se tratando da escolha de presidente da República - mais integrante do inconsciente coletivo do povo brasileiro. Os nomes, e suas coligações incompreensíveis sob o ponto de vista da ética, responsabilidade, capacidade e mandato visando ao interesse público, salvo alguns " muitíssimos pouquíssimos " que, até agora, são considerados Fichas Limpas, representam o que poderia haver de pior quando se pensa na ética, responsabilidade, capacidade e no interesse público. Nos últimos dias, são tantos os (maus) exemplos de malandragem - com o eterno toma lá da cá entre candidatos e partidos -, corrupção escancarada e tudo que vem sendo feito nos últimos anos pra deixar a população refém e à míngua, que não resta outra alternativa senão a de dizer que estamos todos f......(errados)!

PRA COMEÇAR A SEMANA

Enquanto insiste na tese de registrar Lula para participar da campanha presidencial, algo que a Ficha Limpa deve barrar, o PT continua desrespeitando tudo. Sábado, por exemplo, promoveu showmício no Rio com vários cantores. Algo vedado pela Lei Eleitoral.

terça-feira, 24 de julho de 2018

MEU NOME É BOLSONARO

Quem nunca ouviu o bordão " Meu nome é Enéas"? Ele surgiu na campanha a presidente, em 1989, quando o candidato, Dr. Enéas Carneiro, foi obrigado a utilizar seus 10 segundos na propaganda eleitoral, praticamente, para se apresentar de maneira relâmpago já que seu partido só dispunha desse tempo de acordo com as " regras" da Lei Eleitoral. Passados quase 30 anos o absurdo continua pois, durante o primeiro turno, a disputa segue as mesmas regras e quem não consegue entrar no jogo do toma lá dá cá, das coligações feitas a partir de acordos espúrios que na grande maioria das vezes atendem apenas aos interesses pessoais dos " donos" dos partidos, mandatos e outras formas de poder, já sai prejudicado e com enorme desvantagem mesmo que esteja bem cotado nas pesquisas. Como vem acontecendo com o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, isolado por não pactuar com o sistema vigente ( aquele dos acordos malandros que pretendem continuar mantendo a população refém, pobre e obrigado a aceitar os mesmos políticos de sempre e ao loteamento do Congresso, por exemplo) que, até o momento, continua isolado, quase sem tempo para apresentar suas propostas a nível nacional - a famigerada capilaridade - mas, mesmo assim,  não se rende aos inimigos da Pátria ou muda de opinião a ponto de aceitar fazê-lo à custa de mais sofrimento da população em nome de uma possível governabilidade. Só que hoje as redes sociais exercem um papel importantíssimo no processo eleitoral - que deveria ser mais democrático ao disponibilizar o tempo de propaganda e, principalmente, ficar mais atento à proliferação de partidos e ao comércio a eles peculiar - e, apesar de tanta desigualdade, quem decide é o eleitor cansado de tanta criminalidade, tanta corrupção e tanta gente que compra voto para continuar roubando e deixando roubar.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

PACTO COM O DIABO

Não pode - e não deveria -  existir atentado maior à democracia do que o leilão iniciado com as convenções partidárias em curso. Os acordos para apoiar este ou aquele candidato à presidência da República, portanto, o cargo mais importante do País, são o que pode se chamar de os mais inapropriados, espúrios, indecentes que existem pois só visam resguardar interesses pessoais de seus líderes ( também conhecidos como donos) e dos detentores de mandatos ou em vista de. Mais uma das grandes e intoleráveis aberrações nacionais, uma vez que não se discutem idéias, conteúdos programáticos, tampouco propostas. Só mesmo o tradicional toma lá dá cá, os apoios para os outros candidatos aos governos estaduais, deputados, senadores e, até, nas futuras composições municipais (prefeitos e vereadores), quase todos vendilhões do tempo e ladrões de dinheiro público. E o pior- se é que existe algo pior do que a maneira como (mal) tratam a política - é que esta gente ( se é que se pode considerar o político brasileiro assim) ainda diz tratar-se de pactos do Centrão,/Blocão (ou qualquer outro nome que possa designar malandragem), Centro- Esquerda, Centro- Direita, Esquerda, etc., pensando na futura governabilidade e no " melhor para o Brasil. Todo mundo sabe que rola muita grana, muitas promessas são feitas e tantas outras imoralidades para que as coligações surjam e os candidatos disponham de mais tempo de TV e impressionem o frágil eleitorado que costuma ser enganado por eles, seus falsos e vazios discursos e pelos pactos com o diabo.

LUZES DA RIBALTA

Dentre as muitas patifarias praticadas na corrupta política nacional, principalmente, no campo eleitoral, está a forma de os políticos se perpetuarem no poder, acobertarem suas safadezas e malandragens e isto se reflete, por exemplo, no tempo de TV disponibilizado para que candidatos apresentem propostas, falem de realizações, ataquem adversários, etc. E, para tal, os "donos" dos partidos, os caciques, os poderosos e os que detém mandato levam extrema vantagem sobre os neófitos e outros que não querem fazer pacto com o diabo para atingir o intento principal de atingir interesses pessoais. E isto fica bem nítido quando começa a campanha no rádio e na TV e candidatos, mesmo bem cotados pela voz das ruas e através das pesquisas - como o deputado Jair Bolsonaro -, dispõem de parcos e porcos segundos para dar seu recado e terem maior visibilidade nacional, coisa que os corruptos, malandros, patifes e safados não querem. Isto lembra aquela história do formando em algum curso superior que, cheio de esperanças, deseja entrar no mercado de trabalho mas é barrado porque " não tem experiência, nunca trabalhou, nunca teve a carteira assinada" e outras justificativas muitas vezes injustificadas. Queira Deus que haja uma profunda renovação no Congresso Nacional ( algo pouco provável por causa do sistema corrupto, safado, malandro, viciado e viciante)  e se comece a por em prática uma reforma política verdadeira que contemple a quem queira participar do processo democrático de escolher os melhores, mais competentes e, claro, cândidos na acepção de todas as palavras.

SEGUE O LÌDER

O episódio ilegal e ridículo - conhecido nacionalmente como o "Fala com a Márcia" - envolvendo o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, uma de suas principais assessoras, Márcia   (de sua inteira confiança, além da competência, experiência e, certamente, muita malandragem) e pastores evangélicos mostra, entre outras imoralidades, que a política, de Norte a Sul do Brasil, e em todas as esferas, só serve para servir aos políticos, seus asseclas e aos grupos que dela se servem para conseguir atingir seus interesses pessoais. O caso, que já causou abertura de comissão na Câmara para se abrir um impeachment contra Crivella ( devidamente arquivado pela corrupção que reina em todas as casas legislativas e no Congresso Nacional) e deu até samba, não deixa mais nenhuma dúvida: políticos, em sua grande maioria, são corruptos, não servem pra quase nada e a camarilha, composta pelos assessores, parças. e demais inúteis bajuladores para a sociedade - também chamados de aspones - só têm importância para arranjar votos e, claro, alimentar o esquema de roubo, compadrio e outras sacanagens praticadas pelos amos, senhores e " líderes".

PRA COMEÇAR A SEMANA

Passam meses reclamando dos políticos, mas aí quando vêm as eleições são os primeiros a vender/ trocar seus votos.

domingo, 15 de julho de 2018

PERGUNTA PRA MÁRCIA

A cada episódio de crimes cometidos por prefeitos, governadores e presidente da República, fica claro pra que serve a maioria das casas legislativas: pra cometer mais crimes de corrupção, compadrio, lavagem e torração de dinheiro público - e privado - e até para livra-los de todo mal. Como acaba de fazer a câmara de vereadores do Rio de Janeiro que, mesmo com todas as provas de irregularidades contra o prefeito Marcello Crivella - acusado e flagrado por favorecer evangélicos ofetecendo vantagens nos serviços públicos para os "fiéis" ( é só perguntar pra Márcia) - decidiu, por 29 a 16, votar contra o impeachment do alcaide carioca e pastor de uma rede de TV. É por estas e outras que se diz que é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um político brasileiro entrar no Reino dos Céus.

PRA COMEÇAR A SEMANA

O ministro Dias Toffoli está de férias na Escócia. Bem que o "Monstro do Lago Ness" (Loch Ness) podia engolir ele antes de assumir o STF e tentar libertar o padrinho ( e larápio) Lula.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

TÁ TUDO DOMINADO

O País foi - e, se deixarmos, sempre será - dominado pela corrupção vinda, principalmente, das mãos, bocas e corações sujos dos políticos que fazem de tudo para perpetuar a espécie. Através dos mandatos e cargos contínuos, que ficam com eles e com os seus ( amigos e parentes), vão mantendo uma máquina corrompida e voltada para atender aos interesses pessoais (deles, dos amigos e parentes, além dos corruptores que participam das campanhas), num círculo vicioso e viciante. Isto tem sido, há décadas, o mal maior do Brasil que não consegue caminhar como deveria, sem a dependência e a interferência do Estado, onde, em todas as esferas, nada se consegue e pouco se faz se eles, os que detém algum poder, não quiserem. É assim nas pequenas coisas, como uma simples troca de lâmpada de uma rua numa cidadezinha do interior, até o asfaltamento de uma estrada importante. Diria uma letra de funk: "tá tudo dominado". Muito se fala em reforma política, mas se não houver grandes manifestações populares, até mesmo uma forte e séria interferência de setores da Justiça, aquela que, porventura, ainda esteja imune a terrível epidemia ( ou seria uma pandemia?) e até das forças militares que poderiam exercer o papel democrático de exigir o cumprimento da Constituição de impedir o avanço do mal maior instalado nos Três Poderes, ninguém crê em algo diferente de a maior parte da população afundar e ser destruída, ainda mais, por estes criminosos. Solução? Há, sim. A começar por uma pressão nas urnas, não elegendo nenhum dos atuais mandatários, tampouco, seus sucessores ( geralmente, filhos, esposas/maridos e irmãos) e, a partir de janeiro do ano que vem, sobre o novo Congresso para mudança radical na atual lei eleitoral com ênfase, quem sabe, para o fim da reeleição, de cabo a rabo, impedir dinheiro público em campanhas, propor um semipresidencialismo (aproveitando partes boas do parlamentarismo como aquele de destituir, com celeridade, aqueles que cometam quaisquer desvios) e tantas outras mudanças importantes e moralizadoras para as atuais gerações e as que já viriam sabendo que a política - e os políticos - é algo muito sério e feita para mudar a vida de todos para melhor. Sem privilégios. Sem hereditariedade. E sem corrupção.

TRIBUNAL DA MENTIRA

Dia desses, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Fux, disse que as fake news ( notícias falsas) podem anular as eleições de outubro. Será que até aqueles que são obrigados a dar ao processo democrático a segurança necessária e a garantia para que os eleitores possam ter acesso às informações e, a partir delas, venham de onde vierem, fazer o julgamento que lhes convier, também estão preocupados com algumas candidaturas que visam a combater o crime organizado existente, inclusive, no Judiciário? Será que o próprio TSE faz parte da conspiração que indica, por exemplo, ser a liderança do candidato Bolsonaro, nas pesquisas oficiais e nas ruas, uma mentira, uma fake news? Será que o ministro Fux vem discursando neste sentido porque está sofrendo pressões das " maiorias" que tremem de medo só ao pensar numa possível vitória nas urnas de um representante das "minorias" que têm votos? Será que ele, seus pares e os que defendem a candidatura de Fichas Sujas, como os petistas e corruptos, acham que todas as acusações contra Lula e o crescimento de Bolsonaro são fake news? Será que a fala do presidente do TSE é um plano B para que se registre a candidatura do maior criminoso da República, em agosto, e se limite o poder das redes sociais por "ameaçarem" as eleições? Ou será que, mais uma vez, querem impedir que a verdade prevaleça e destruir quem pretende atrapalhar os planos e interesses dos mesmos de sempre?

AMIGOS DO GILMAR

O STF, principalmente, sua maior "estrela", Gilmar Mendes, continua comprometendo a Justiça brasileira com suas muitas decisões estranhas, isto é, aquelas que a grande maioria das pessoas não entende. Depois dos muitos habeas corpus concedidos por ele, chancelados por Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski ( com o imprevisível Marco Aurélio de Mello à espreita e com toda a experiência adquirida em quase três séculos de chicanas e outras artimanhas pra ficar bem na fita e deixar o país mais frágil e à mercê dos poderosos), é indiscutível que milhões de brasileiros e brasileiras permanecerão com a pulga atrás da orelha, convictos que aquele "supremo" está lá pra defender interesses pessoais, praticar e incentivar injustiças e manter corruptos imunes e impunes. Como acaba de fazer, por exemplo - e exemplos não faltam - com o senador Aécio Neves cujos muitos processos mandou arquivar. Em qualquer país sério - que nem de longe é o nosso caso - Gilmar e outros asseclas, ops, colegas de tribunal, o senador mineiro e carioca já estaria vendo o sol nascer quadrado, ou na " melhor" das hipóteses (para ele) sem mandato e o direito de continuar praticando malfeitos.

domingo, 1 de julho de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro. (A. Einstein)

quinta-feira, 28 de junho de 2018

DERROTA DO BRASIL

Enquanto a maioria dos brasileiros torce para que a seleção avance na Copa do Mundo de futebol, que acontece na Rússia  (apesar dos sufocos da 1a. fase, o time passou para as oitavas após vencer a Sérvia por 2 x 0), ministros do STF continuam se aproveitando do momento de euforia para derrotar o País ao colocar criminosos perigosos, inimigos da Pátria, larápios e condenados ( no caso, o ex-ministro José Dirceu; o ex-tesoureiro do PP, João Carlos Genu e o pecuarista e 'cumpadi' de Lula, José Carlos Bumlai), em liberdade, impondo à Lava Jato uma flagorosa derrota. Se o futebol anda meio mal das pernas, com Neymar Jr. apanhando, caindo e reclamando a todo momento e tem-se alguns outros jogadores andando em campo, bem aquém de sua capacidade (oxalá a coisa melhore muito nas oitavas de final!) a Segunda Turma do STF - cuja braçadeira de capitão foi entregue a Gilmar H C  Mendes - luta " bravamente" para entregar o jogo, de vez, a outros "campeões" de roubo e de sonhos de uma Nação inteira. Basta ver o que vêm fazendo os demais medíocres 'jogadores', ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, para se constatar e concluir que o Brasil, tanto no campo esportivo, quanto na Justiça, será mais uma vez derrotado e a maioria dos cidadãos de bem, que torce por uma República forte, também ficarão, novamente, frustrados com o entreguismo, a procrastinação, a parcialidade, a leniência praticados no STF por parte de alguns que insistem em dizer que seguem a Constituição à risca. Só falta combinar com a população que clama por Justiça e não entende por que nem lá os juízes se entendem e por que o Senado não os fiscaliza como deveria?

COPIA E COLA

E por falar em alguns pontos 'obscuros' em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) e várias das decisões ( indecisões e leniência também) que acontecem - ou deveriam acontecer - naquela 'suprema Casa', o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), Ivar Hartmann, coordenador do projeto Supremo em Números, explica por que as decisões no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) são tão lentas. A efeito de comparação, enquanto as decisões do juiz federal Sergio Moro, de primeira instância - que está exclusivamente dedicado à Operação Lava Jato - são muito rápidas, o STF analisa, além de processos criminais de políticos (como foro privilegiado, por exemplo) e recursos, a constitucionalidade das leis e pedidos de liminares de todos os tipos que impossibilitam esse “padrão Moro de rapidez”. São julgados por ano, apenas pelos 11 ministros que compõem a Suprema Corte, de 60 mil a 80 mil processos. “Mais de nove em cada dez” dessas ações são recursos que já estão tendo a quarta ou quinta apreciação judicial. Quase a totalidade das decisões da Corte também são individuais. “O ministro decide como se fosse o tribunal. Isso deveria ser a exceção, não a regra”, opina Hartmann. Muitas decisões são apenas chancelas do que já foi decidido na instância anterior e têm curto tamanho, de uma a três páginas. Essa grande maioria de decisões sobre recursos, explica Hartmann, é realizada por assessores, estagiários e juízes auxiliares que trabalham nos bastidores, nos gabinetes dos ministros. Um ministro pode ter até 30 assessores. O professor ressalta, no entanto, que “isso é a realidade de praticamente todos os tribunais do País”. “Existe muito copia e cola” nas decisões judiciais, muitos modelos pré-prontos. Um levantamento do Supremo em Números mostrou que “uma em cada três decisões do STF tem copia e cola”. Aí fica a pergunta que não quer calar: a quem interessa ver um País, com todas as instâncias e esferas, tão judicializado - e lento - assim?

SER CORRUPTO VALE À PENA?

Parece que para o STF, sim. Isto na visão do renomado jurista Miguel Reale Júnior (aquele que ao lado da advogada Janaína Paschoal "desmoronou" boa parte da República no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff ao lado) que vem afirmando que o  fato de a Segunda Turma ter rasgado a decisão do plenário do STF sobre a prisão de condenados em segunda instância desrespeitou a decisão do plenário e criou um dispositivo muito perigoso para o País. Para ele, “não é possível que ministros coloquem sua opinião pessoal acima da opinião do tribunal que ele integra. O STF deixa de ser tribunal para ser conjunto de 11 ministros cada qual decide por si.”
E mais. “O STF não tem consciência do papel que ele deve representar. O Supremo passa a ideia de que ser corrupto vale a pena. E os ministros devem ser cobrados por isso. Não é possível um país ficar à deriva de conveniências políticas das decisões dos ministros.”

NOTÍCIA REQUENTADA

No Brasil, país da corrupção e do estardalhaço midiático (igual à história do ovo da pata e da galinha) e, principalmente, da roda inventada todos os dias, pois vive-se denunciando aquilo que até torcida de time pequeno de futebol sabe, acaba de ser divulgada mais "uma grande notícia": o MPF e a PF estão investigando supostas regalias a presos pela operação Lava Jato. Precisa? Será que é novidade pra alguém que no Brasil manda quem pode e obedece quem tem juízo? Será que alguma autoridade, principalmente, políticos ou do sistema prisional e mesmo advogados criminalistas, desconhecem que as "supostas regalias" são a mais pura verdade e correm solta há muito tempo, com ou sem Lava Jato, protegendo criminosos das mais diferentes matizes? Como se vê, com as leis que temos, as quais não obrigam os condenados, sequer, a serem tratados como tal, vivendo tolhidos de aspectos de liberdade, durante muito tempo continuaremos a ser o país da corrupção e da lei para pretos, pobres e sem cultura. Além do paraíso para quem tem poder, noticia o que todos sabem e usam de discursos demagógicos para iludir ainda mais a população.

Pensamento da Semana: 
Notícia de última hora: a Alemanha acaba de se classificar e continua na Copa. O time carrasco do Brasil em 2014 recorreu à segunda turma do STF com uma solicitação de inversão de placar. Devido à plausibilidade da solicitação sugerida pelo petista Dias Toffoli, ela foi deferida, tendo sido o voto acompanhado por Lewandowski e Gilmar HC Mendes.

e... agora, perdeu tá fora!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

PANORAMA

NA TORCIDA

Felizmente, a Copa do Mundo da Rússia e, consequentemente, a seleção brasileira têm sido relegadas quase a um segundo plano quando se trata de coisas que nos interessam de verdade como a política, decisões da justiça, desemprego, inflação, eleições, etc. Nunca na história, o evento esportivo de maior prestígio para o "país do futebol" , "a paixão nacional"  foi encarado como apenas um grande evento mas não suficiente para levar ao fanatismo e à euforia de outras copas quando casas, prédios e ruas inteiras se vestiam de verde-amarelo - além de a maioria colocar adereços com as cores da bandeira - mostrando que éramos uma "pátria de chuteiras' e quando o escrete canarinho entrava em campo era o momento maior para se mostrar  "patriotismo" (tudo uma bobagem, um desperdício irresponsável e sem tamanho). Este ano vê-se torcida por aí, sim, para que o time de Tite, Neymar e cia avance e não caia tanto (ou pelo menos não cometa o fiasco de 2014, considerado por muitos a verdadeira causa de tanta indiferença por parte de milhões de brasileiros e brasileiras). No entanto, é como se a telinha fosse a frigideira, o peixe, e os problemas que nos cercam (corrupção, roubalheira, habeas corpus, STF, prisões, delações, governos e políticos desonestos, desemprego, carga tributária insustentável, paralisações, aumento de preços, reformas, criminalidade e intervenção militar) fosse o gato, o gatuno (nada mais apropriado). Isto pode ser indício de amadurecimento e o começo, aliás, um excelente início, para uma caminhada rumo à vitória do País, não para um hexa, para quebra de recordes ou algo que o valha. O que todos precisamos é de esperanças renovadas e a certeza de que a Justiça tem de prevalecer para que o Brasil - ex-país do futebol - seja reconhecido como aquele que um dia resolveu tratar todos como iguais, punindo os corruptos, cortando na própria carne, por ter tido a coragem de fazer uma revolução na política e, principalmente, por ter serviços públicos - e privados também - de qualidade, na saúde, na educação, nos transportes, na segurança e tudo mais que represente Ordem, Progresso e amor à Pátria.

PEGA LADRÃO

Na contramão do que a maioria do País torce, ou seja, para que ocupemos os primeiros lugares em desenvolvimento e para deixarmos de ser um dos mais corruptos do planeta, esta semana (19) a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, acusada por vários crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato, foi absolvida pela 2a. Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria Geral da República (PGR) havia denunciado Gleisi e seu, marido, Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, por supostamente terem recebido R$ 1 milhão em propinas de esquemas de corrupção na Petrobras. A acusação foi feita com base em delações premiadas de Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O dinheiro teria sido usado em  campanhas eleitorais. Paulo Bernardo também foi absolvido. A absolvição de Gleisi e Paulo Bernardo por corrupção e lavagem de dinheiro foi por unanimidade, por falta de provas. Os dois foram absolvidos também pelo crime de lavagem de dinheiro, mas por três votos a dois. Votaram pela condenação por caixa dois os ministros Edson Fachin e Celso de Mello. Sem nenhuma novidade e, por certo, vergonha alguma, votaram pela absolvição os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, também conhecidos como os Três Mosqueteiros, que na verdade eram - são - quatro, mas quando a coisa aperta logo chamam o Marco Aurélio. Há uma semana do julgamento do recurso do ex-presidente Lularápio da Silva ( terça-feira, dia 26), suspendendo sua condenação na operação Lava Jato - o que pode libertá-lo da prisão imediatamente - é preocupante tal decisão pois imaginar alguém que liderou o maior esquema de corrupção no governo e fora dele, enganou milhões de pessoas, criou mensalão, petrolão, usufruiu dos benefícios deixados no e pelo poder, fazendo pacto com o diabo para conseguir seu intento e o da "cumpanherada"ainda ter a possibilidade de disputar o segundo turno com Jair Bolsonaro e vergonhoso para quem quer (ia) ver a clava forte da Justiça e a Lei da Ficha Limpa prevalecendo. Mas aí vem o STF e pode por tudo a perder.

DEVAGAR SE VAI AO LONGE

Que me desculpem aqueles que consideram torcermos demasiada e flagorosamente pela candidatura do deputado Jair Bolsonaro rumo à presidência em outubro. E mais, por sua chegada e, consequentemente, uma possível vitória no segundo turno. Mas é que nos esforçamos para chegar o mais próximo da realidade, da verdade, aquela latente, óbvia e, neste caso, expressa nas ruas e, até, nas pesquisas oficiais - portanto, registradas - de opinião pública que têm lhe conferido os primeiros lugares. Como acaba de acontecer na última do Paraná Pesquisas, somente em São Paulo, onde Bolsonaro, do PSL, aparece na liderança em todos os cenários, até mesmo quando o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consta da simulação. No maior estado da federação e colégio eleitoral do país, com 33.037.166 eleitores, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro obteve 21,4% contra 19,5% do ex-presidente. São Paulo tem 22,4% de todo o eleitorado nacional e nele, em terceiro lugar, aparece o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com 16,7%, a ex-ministra Marina Silva,  da Rede (9%), e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes, do PDT (5,6%). Pra quem acha que torcemos pela verdade e por uma mudança nos rumos do País, para tal, significando uma mudança radical do quadro que aí está, podem crer, torcemos muito mais pra isto do que pelo hexa, pelo hepta e por qualquer outra simples vitória.


Pensamento da Semana: O repasse de royalties do petróleo voltou a subir em maio. Ao Estado do Rio foram repassados quase R$ 300 milhões e, consequentemente, os cofres das prefeituras ficaram mais cheios. Dentre os municípios do Leste Fluminense, Maricá continua em 1° lugar seguido de Niterói. Queira Deus que isto signifique ainda mais investimentos e mais qualidade de vida para todos.
 
 
do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra sua condenação na Operação Lava Jato. No recurso, a defesa de Lula pede que o Supremo suspenda os efeitos da condenação, ou seja, se o recurso for aceito, Lula poderá ser libe... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2018/06/19/lula-segunda-turma-stf.htm?cmpid=copiaecola
julgamento de recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra sua condenação na Operação Lava Jato. No recurso, a defesa de Lula pede que o Supremo suspenda os efeitos da condenação, ou seja, se o recurso for aceito... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2018/06/19/lula-segunda-turma-stf.htm?cmpid=copiaecola
julgamento de recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra sua condenação na Operação Lava Jato. No recurso, a defesa de Lula pede que o Supremo suspenda os efeitos da condenação, ou seja, se o recurso for aceito... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2018/06/19/lula-segunda-turma-stf.htm?cmpid=copiaecola