
Em termos de gastança institucional, nada mais surpreende os pobres eleitores brasileiros. Por não termos muitas opções em se tratando de escolher os representantes para o executivo e legislativo nacionais, somos obrigados a conviver com escândalos quase diários. Corrupção, quebra de decoro, improbidade, lavagem de dinheiro e compra de dignidade estão entre os mais "votados". Calouro da turma (pelo menos para os mortais), o número de viagens oficiais de parlamentares para lugares como Tailândia e Indonésia, que já torrou R$ 1,8 milhão dos cofres públicos, parece que chegou para ficar. Mas como o exemplo vem sempre de cima - e neste caso dos céus que convivem com turistas de nível presidencial - o ideal é um tour pelo mundo para relaxar, repensar, compensar ou justificar gastos da Associação Interparlamentar de Turismo. E Bali deve ser bem apropriado para isso...