Não acredito que o prefeito de Quissamã , Marcelo Batista, tenha "submetido os servidores públicos à pressão ou constrangimento para garantir votos para seus aliados e a chamada base política". Custo a admitir a hipótese que tantos assessores ao seu redor tenham o deixado incorrer no crime de assédio e violação à lei eleitoral. A não ser que o "fogo amigo" esteja agindo de caso pensado. Abrolhos, diriam os portugueses!