Nem tudo está perdido. A seleção brasileira acabou ficando em um honroso quarto lugar. Apesar dos desonrosos 10 a 1. Vergonha, mesmo, ficamos em termos de qualidade de ensino. Estamos em 116° lugar entre 144 nações. Sem falar em outros quesitos que somos campeões.
terça-feira, 15 de julho de 2014
BIRRA DO MESSI
O jogador argentino Messi não sofre de autismo. Sua falta de emoção não pode levar a tal diagnóstico. Pronto. Entretanto, mostrou ao mundo que ainda não tem competência e capacidade para ser um líder em campo, como era Maradona e outros. Também ficou evidenciado que a FIFA não entende nada de futebol. O fato de ter sido decisivo em um ou dois jogos não o credencia a melhor jogador da Copa. Na partida final não mostrou nada. Apático. Frustrou até os argentinos. Outra evidência: Messi é muito mal-educado. Nem agradeceu o prêmio recebido. Nem o segundo lugar. Duas conquistas, para mim, injustas.
RÚSSIA SEM COMPLEXO
Nosso poder de superação parece que é maior para coisas fúteis, como o futebol, por exemplo. Os 10 a 1 já começam a ser esquecidos, dando lugar à Copa da Rússia, em 2018. Já tem gente escalando o time e fazendo planos para a seleção naquele país. Se esquecem, nossos experts, que para chegar lá tem de passar, primeiro pelas eliminatórias contra Colômbia, Chile, Argentina e Uruguai que, venhamos, jogaram melhor que a seleção. Ou não? Numa boa, sem Complexo de Vira-latas ou qualquer outro.
OLIMPÍADA DAS OLIMPÍADAS
É bom o brasileiro, agora, repensar a política, que lhe diz respeito, diretamente, e se preocupar com as eleições, com a inflação e, até, com a CPM (M de morna) I da Petrobras. Ou vai deixar tudo para depois da Olimpíada de 2016. Com a palavra 'nossos' congressistas'. Ou só pensam em suas campanhas?
TÉCNICOS FICHA-LIMPA
Os brasileiros estão discutindo, agora, quem deve ser o novo técnico da seleção de futebol. Deve-se colocar um gringo ou um dos nossos 'professores' ( jogador sempre chama técnicos assim)? Este é o papo principal de cronistas esportivos e experts de bares, esquinas, igrejas e escritórios. Enquanto a bola rola, está em curso algo muito mais sério: as eleições de outubro. Muitos pernas de pau ( fichas sujas e incompetentes) e ladrões de dar com o pau começam a se aproximar com a velha prática de 'ver o que o eleitor precisa' e a cantilena peculiar de quem apanha o voto e depois, oh! O depois que representa um futuro de corrupção e abandono total. Aquele que leva-se pelo menos quatro anos pra se arrepender. A Copa passou, moçada. A Alemanha e até a Argentina mereceram ( esta nem tanto, pois a Holanda de Robben esteve melhor). O Brasil deve olhar pra frente, não se preocupando com um técnico de futebol no comando mas, sim, com presidente, governadores, senadores e deputados eleitos que poderão melhorar as condições de vida da população, dando-lhes dignidade e capacidade para exigir que cumpram com seu dever. Aí, sim, o Brasil estará a altura da Alemanha, da Holanda e até da Argentina ( esta nem tanto, porque a corrupção por lá também é de lascar). Deve-se reformular o futebol, paixão nacional. Mas deve-se reformular, antes de tudo, leis e códigos ultrapassados que permitem, por exemplo, a permanência de ladrões de dinheiro público na vida pública a matar milhões de brasileiros por ano em cada pedaço de um País ainda bem longe de ser de todos.
CANDIDATOS DE ARAQUE
Brasileiro vive muito de futebol. Samba, suor e cerveja, também. Mas se esquece que tudo isto é melhor quando se tem bons transportes, segurança para ir e vir com a família sem ser assaltado e morto, escolas e hospitais de padrão proporcional à riqueza do país, salários de ativos e inativos dignos, etc. Com a aproximação das eleições, em cinco de outubro, pode-se começar a conseguir isto, votando em pessoas sérias, comprometidas com as ideias do partido e a sociedade e, principalmente, que tenham fichas limpas e independência para praticar a boa política. Diferente da maioria que já está a nossa volta, mentindo, prometendo o que não têm e, muitas vezes, apenas fazendo figuração ou esquentando o bando, ops, o banco, pra alguém.
ELEIÇÃO DAS ELEIÇÕES
A vitória da Alemanha sobre a Argentina e, principalmente, a conquista da Copa do Mundo mostrou que o trabalho, com determinação e organização, não pode ser superado pela sorte em campo. Nem fora dele. A seleção brasileira, desorganizada e muito mais determinada com a mídia, pelo menos serviu de parâmetro para as eleições que se avizinham: a população deve prestar atenção nas promessas dos candidatos, quem são, de fato, e se são capazes. Para depois não começar tudo de novo, da forma mais dolorosa como nos impuseram o técnico Scollari e seus jogadores.
sábado, 12 de julho de 2014
JOGO DURO
No jogo de hoje, pelo menos, não corremos risco de levar mais um gol da Alemanha. Só da Holanda. De qualquer maneira, a maioria da população brasileira, aquela que ainda se emociona com o hino, a bandeira e, até, o escrete canarinho ( onde nos incluímos), ainda acredita em uma boa performance da seleção e vai torcer para um epílogo mais favorável. Podemos perder, desde que jogando.
PRA COMEÇAR A SEMANA
"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso,
ao esforço, à dedicação, não existe meio termo.
Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz".
(Ayrton Senna)
DANÇA DOS VETADOS
Tem candidato por aí todo gabola, dizendo já ter o apoio de 'meio mundo' e, pior, estar com o registro nas mãos. A bem da verdade, isto é apenas o início pois o pessoal da Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) está trabalhando a todo vapor e de olho em tudo, o que deixa os candidatos no desespero. Até figurões da política estão sofrendo pedidos de impugnação, podendo ficar de fora do processo eleitoral. Candidatos que estão enquadrados na Lei da Limpa também não terão facilidades para garantir o registro das candidaturas. Certamente, nomes expressivos serão banidos das eleições deste ano. Oxalá!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
BRASIL LEVA OLÉ
Jornais daqui e do mundo inteiro - como o Ole argentino - estampam o arrogante técnico Felipão (e, agora, incompetente) fazendo o sete. Olha que aderi, há dois anos, à campanha Fora, Mano. Entra, Felipão. Aliás, entramos todos!
SELEÇÃO DE MENTIRAS
Incrível como o Brasil sempre se supera. Queria o hexa e levou o hepta. Pegou bola no seu gol sete vezes. Agora que a seleção brasileira conseguiu bater um novo recorde, deve-se pensar em algo muito mais sério. Como nas eleições que se avizinham, por exemplo. Independente de ter sido um novo vexame internacional, parecido com os discursos da presidente Dilma, os infindáveis escândalos políticos, a falta de investimento em Saúde e Educação em contraponto com a roubalheira e os gastos exorbitantes na construção de estádios e afins, aquele jogo serviu de alerta para o que acontece quando há arrogância de técnico e dirigentes, erros de planejamento e organização, megalomania ( o Brasil é maior nisto, melhor naquilo), empurroterapia - todos os jogos foram ganhos na marra - e, claro, sucessão de mentiras. O resultado é inevitável: o fracasso. O mesmo que virá se a população insistir em festas e fantasias - o perverso pão e vinho - fechando os olhos e ouvidos para o que virá por aí nestes três meses de campanha eleitoral, quando candidatos fichas-sujas vão fazer de tudo para continuar no jogo, deixando o país com a mão na taça dos mais corruptos do mundo.
terça-feira, 8 de julho de 2014
AUTISMO DE MESSI
É inegável que, por causa da Copa do Mundo, está em curso uma grande polêmica sobre o diagnóstico de Síndrome de Asperger (uma forma branda de autismo) do jogador argentino Lionel Messi. Independente de um possível laudo que, desde que o craque tinha oito anos de idade, apontava nesta direção, quem conhece o assunto sabe que o modo de chutar ao gol e o uso de dribles parecidos (indícios de padrões repetidos, típicos dos portadores da síndrome) e sua timidez no trato com a imprensa não são suficientes para se afirmar tal coisa. Outro fator que vai contra a ideia é que ele não tem baixa motricidade e se dá muito bem em atividades em equipe. E como joga. Portanto, para Romário e outros que já o diagnosticaram, Messi ainda continuará sendo uma pedrinha na chuteira e um dos melhores do mundo.
EXTRA, EXTRA!
Em Quissamã, alguns jornais vem sendo entregues aos interessados bem ao estilo de distribuição gratuita quase de mão em mão. Basta passar pelas ruas de carro, bicicleta ou a pé, para receber um exemplar entregue por pessoas, certamente, da extrema confiança de seus donos. Ou esta é uma forma de incentivo à leitura que não conhecia ou naquele município farinha pouca meu pirão primeiro. Já não se faz ( e distribuem) mais jornais como antigamente.
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