O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, não deve - e, certamente, não vai ( o cara tá sempre antenado nas redes e nos clippings, como um prefeito tem de estar) - achar que há, apenas, sensação de insegurança na cidade depois da instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio. Estatísticas que abrangem os últimos dez anos, a partir de dados do Instituto de Segurança Pública, revelam que a quantidade de crimes como assalto a pedestres e roubos de carros e a residências aumentou consideravelmente. Segunda-feira estivemos juntos, mas não deu pra falar sobre o assunto pois o momento era inadequado (aniversário do jornal Santa Rosa), apesar de sua constante receptividade quando trata-se de resolver problemas de Niterói.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
SUCESSO DE PÚBLICO: CHAVE DA CELA?
Essa foto parece até coisa da turma dos caras pretas que o deputado Garotinho nega ser coisa sua. Independente da autoria, tá muito engraçada e fazendo um baita sucesso nas redes.
BOA COMPANHIA
Por mais que cheguemos à conclusão que a maioria dos políticos é picareta, temos de nos render às exceções. Uma das poucas vozes livres de oposição - e coerente - ( 'apresente um bom projeto para a cidade que eu apoio'), o vereador de Niterói, Renatinho (PSol), é um caso raro de sujeito humilde mas que não pretende perder a dignidade e a liberdade. E é por isto que devemos nos orgulhar de estar sempre ao seu lado. Como na última segunda-feira, quando comemoramos os 35 anos do Jornal Santa Rosa.
O PAPA É POP
O Papa Francisco veio ao Brasil. Isto todo mundo viu. Reuniu 3.5 milhões de fieis em Copacabana, mostrando ao mundo que a Igreja Católica ainda é poderosa. Agora, o que poucos sabem é que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) custou aos cofres públicos pelo menos R$ 110 milhões, incluindo a desastrosa estrutura montada em Guaratiba. Apenas com a segurança da Jornada e do Santo Padre, a União gastou R$ 57 milhões. Deste total, R$ 27 milhões foram entregues às Forças Armadas para alimentação e combustível durante o evento. Mesmo assim, valeu a mensagem de paz, união e de Deus que o encontro representou.
foto: João Célio
terça-feira, 30 de julho de 2013
AMIGOS DO SANTA ROSA
Há exatos 35 anos, nascia em Niterói aquele que se tornaria um de seus mais importantes jornais de bairros. Mas, desde o início, notava-se que seria muito mais. Dentro desse espírito, o Jornal Santa Rosa cresceu tanto em qualidade e credibilidade que reuniu centenas de amigos no Verdanna Grill na noite de ontem para comemorar e nós não poderíamos deixar de estar lá, abraçando a jornalista Sílvia Tani, nossa anfitriã e amiga, principal responsável pelo sucesso do Santa Rosa.
Prefeito Rodrigo Neves, Sílvia, Direnna e Paulo Freitas, pres. da Neltur
domingo, 28 de julho de 2013
TEMPO EM QUISSAMÃ
A secretaria de Conservação e Serviços Públicos de Niterói tem realizado mais um bom serviço que deveria ser seguido por outras prefeituras. Responsável pelos bustos, monumentos históricos e patrimônios públicos, ela tem protegido a própria história e servido para divulgar mais aspectos da cidade. Isto me leva ao município de Quissamã (RJ), um dos poucos a ter um Relógio do Sol, que, atualmente, encontra-se sem condições de mostrar aos estudantes e turistas aquilo que, um dia, serviu, de maior referência para a humanidade.
A 'BOLA DA VEZ' AGORA É LEVI
Cheguei a levar um susto. É que conheço um 'vulgo' com este nome e pensei que fosse ele na primeira página do jornal "O São Gonçalo" de hoje. Ainda bem que não era. Eu, hein!
PRA COMEÇAR A SEMANA
"Não sei como alguns profissionais sobrevivem ao mercado de trabalho, tamanho é o despreparo aliado à ignorância".
(Paulo Sisko)
FORA DO PÁREO
O governador do Rio, Sérgio Cabral, parece que vai ter de usar todo o alfabeto para colocar em prática plano que consiga deixar um candidato seu em boas condições de disputar a sucessão. O B, com o secretário Beltrane, e tantos outros não têm decolado, tampouco demonstrado melhorar o péssimo desempenho de Pezão. O homem das mãos, pés e 'coração' grandes (como se diz nos bastidores da política fluminense) não emplaca nem por decreto. As pesquisas continuam apontando na direção de Lindbergh Farias e Anthony Garotinho, estes as verdadeiras pedras no sapato de Cabral e seus fieis seguidores.
NÃO AOS CONCURSOS
Infelizmente, não se pode dizer que a Constituição de 88 trouxe conquistas no tocante à realização dos concursos públicos. A obrigatoriedade vem, cada dia mais, cedendo lugar à farra das contratações 'justificadas pela extrema necessidade do setor e aos artifícios legais' empregados nas procuradorias. Fazer afilhados entrarem pelas janelas tornou-se regra onde a exceção é o candidato estudar, passar nas provas e ocupar o cargo por méritos próprios. Nos governos estaduais e, em escala maior - bem maior - nas prefeituras, a meritocracia passa longe, mas tão longe, que o serviço público muitas vezes parece o samba do crioulo doido. Nem o governo federal escapa, com o festival dos ministérios e incontrolável inchaço da máquina.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
CABRAL NEM A PRAZO
O governador do Rio, Cabral, a exemplo do seu homônimo mais conhecido, o navegador e descobridor português,Pedro, também embarcou por águas desconhecidas e perigosas. Só que o primeiro naufragou e descobriu apenas que a política é algo tão efêmero que num dia se está bem, cheio de aliados e pouco tempo depois perde a liderança e a vaca vai pro brejo. Prova disso foram os resultados do Datafolha que no dia 1° de julho divulgou Cabral com um governo 25% de ótimo+bom e 36% de ruim+péssimo. Agora, em pesquisa realizada entre 9 e 12 de julho, o Ibope informa que Cabral tem 12% de ótimo+bom -caindo à metade em 10 dias- e 50% de ruim+péssimo, piorando 14 pontos. Cabral vem perdendo em julho um ponto por dia. Do jeito que a coisa vai, as próximas manifestações contra os governos surgirão nas urnas, muito provavelmente, deixando Cabral e os seus sem dizer 'terra à vista'.
terça-feira, 23 de julho de 2013
MÉDICOS OU GUERRILHEIROS?
Nada a ver a genética da Marinha e Exército nas veias (meu avô tornou-se heroi nacional patrulhando a costa brasileira durante a Segunda Grande Guerra e meu pai serviu na Fortaleza São João por mais de 20 anos), nem o orgulho puro e simples pelas Forças Armadas, mesmo porque abomino a forma abusiva, desproporcional, descabida, desmedida e injustificável como se deu a última revolução no Brasil com todos os AIs. Mas não posso deixar de pensar na última do governo Dilma que quer, porque quer, contratar médicos da pequenina ilha de Cuba. A correlação entre os médicos cubanos e guerrilheiros é inevitável, mas me corrijam se estiver errado. Vamos lá: em Cuba existem apenas duas Universidades de Medicina. A La Habana, que forma 200 médicos por ano e a Escuela Latino Americana de Medicina, que forma 100. Portanto, seriam 300 em 12 meses. O país é pequeno e muito carente e é surpreendente que eles queiram servir ao Brasil, um país continental, e que estejam com 'excesso' de médicos. Também nos surpreende o fato de a formação acadêmica ser duvidosa e, assim mesmo, o governo de dona Dilma insistir na contratação. Fico eu pensando com meus botões: será que o governo castrista não facilita a vida dos guerrilheiros, fazendo um upgrade para eles na aquisição de um diploma de médico, por exemplo? Será que o PT não quer formar células revolucionárias, bem ao estilo da presidente e vários de seus atuais asseclas? Por que as ligações deste governo estarem, sempre e despudoradamente, atreladas aos bolivarianos, em se tratando de América Latina? Por que 6.000 contratações de médicos (eles se multiplicam) a serem designados para pontos estrategicamente distribuídos pelas áreas carentes e/ou remotas do país? Estas são questões que deveriam estar presentes não só nas discussões de gabinetes militares, mas nas mentes e corações de todos nós. Afinal, o Brasil é nosso e não queremos perdê-lo nem para guerrilheiros em formação.
TUDO A R$ 0,20
O governo acaba de anunciar um corte de mais R$ 10 bilhões no Orçamento Geral da União para cumprir a meta de esforço fiscal. O contingenciamento (bloqueio) de verbas subirá de R$ 28 bilhões para R$ 38 bilhões em 2013. A presidente Dilma Rousseff discutiu os cortes no Orçamento com os ministros Guido Mantega, da Fazenda, Miriam Belchior, Planejamento, Gleisi Hoffmann, Casa Civil e Ideli Salvatti, das Relações Institucionais. Tudo muito afinado como determina um bom figurino institucional. Pena que quem manda mesmo não estava presente e a dívida interna e os gastos 'extras', aqueles ligados à corrupção, às mordomias e ao desperdício, não tenham entrado na pauta e nos cortes do governo e a população continuará com saúde, educação, aposentadoria, transportes e segurança - sua vida mesmo - valendo vinte centavos.
EM QUEDA
A implosão do PT é inevitável e atingiu um nível
crítico. Lá, ninguém se entende mais. Dilma não participou da última reunião onde o ex-deputado José Dirceu e os deputados paulistas João Paulo Cunha e José Genoíno, todos réus (?) da Ação Penal 470 - processo conhecido como 'mensalão' - foram excluídos da direção partidária. Quando se tem um partido ou um governo parecido com a Torre de Babel, o final é assim mesmo, se autodestruir e cair como as peças de um dominó.
PEIXE FORA D'ÁGUA
Sei não. Alguém no Palácio do Planalto - ou nas cercanias da Comunicação Social - está derrubando mesmo a presidente Dilma Rousseff. Depois da longa viagem de avião e das duas horas e meia de percurso cumprimentando a população e outro tanto em pé, o Papa Francisco teve de aguentar um longuíssimo discurso político que incluiu clichês como justiça social, manifestações das ruas e ataques aos governos anteriores quando disse que o Brasil só avançou nos últimos 10 anos. A 'simpatia' da presidente ( vai disfarçar mal assim no Cenáculo e ao lado de Judas), com o riso forçado - outra de suas marcas registradas ao lado do constante mau humor - atropelou todo e qualquer protocolo, além de desrespeitar os quase 80 anos do Papa. No momento em que o país demonstra não aguentar mais os exageros da classe política, a corrupção, os desmandos, os serviços públicos de péssima qualidade e os comícios fora de hora, o governo, ou melhor, os governos federal e do estado e município do Rio de Janeiro promovem aquele festival de pura demagogia e atitude de irreverência para com o líder maior da Igreja Católica, a diplomacia presente e os milhões de brasileiros que assistiam tudo aquilo ao vivo, de corpo presente ou nos aparelhos de rádio e TV, talvez o objetivo maior para a montagem do palanque eleitoral extemporâneo.
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