quinta-feira, 3 de novembro de 2016

VOTO LIVRE

Os resultados das eleições municipais deste ano confirmaram que, além de não suportar mais a roubalheira dos políticos que ainda envergonham o Congresso - e que não são poucos - não dá pra continuarem com o paternalismo de obrigar os eleitores aptos a participar de um processo democrático igualmente paternalista em vários aspectos. De dois em dois anos, num domingo, pelo menos, uma vez no caso de turno único. Com todos os avanços alcançados, através das muitas informações oriundas das redes sociais e da mídia tradicional, nos últimos anos, não se justifica, hoje, forçar alguém sair de casa para votar ou justificar algo que não quer ou acredita. Nem sob a alegação de se precisar obter uma maioria em torno de nomes, mesmo porque as abstenções, os votos nulos e brancos têm sido a maioria em muitos lugares Brasil afora, o que, por si só, mostra o desejo por uma reforma política que inclua o voto facultativo. Assim, que as autoridades avancem, também, permitindo que as pessoas votem quando é como quiserem.

LIDERANÇA DE GALLO

Amizade é amizade. Política é política. Mas fica a pergunta: alguém que não seja bom sobrevive tanto tempo numa função pública, como o vereador Gallo que está indo para seu oitavo mandato? Alguém que não tenha qualidades suficientes que o credenciem - perante a população - a continuar fiscalizando e julgando os atos do prefeito, a aplicação do dinheiro público, acompanhar os gastos públicos, julgar quando necessário e legislar sobre cada matéria, coisas que, aliás, exigem conhecimento e muito jogo de cintura, dentro e fora do parlamento, pode ficar 32 anos ocupando um lugar espinhoso como a Câmara Municipal de uma cidade com quase 500  mil habitantes e tantos problemas? Apesar de algumas exceções por aí, nada e ninguém que não seja bom sobrevive por tanto tempo.

GOVERNO PARA TODOS

Finalmente, após ter convivido com ataques de adversários vindos de todos os lados e direções (sabe como é a história da vidraça), Rodrigo Neves foi reeleito e vai seguir em frente governando Niterói. Com 58,59% dos votos válidos (130.473), contra 41,41% (92.205) de Felipe Peixoto o, agora, prefeito reeleito, diz que sua vitória e a continuidade dos projetos desenvolvidos estarão voltadas para a qualidade de vida de todo niteroiense, não importando se votou em a, b ,c ou d ou mesmo fez outra opção. Isto prova que, mais importante do que se defender de acusações infundadas, delações e da tentativa de confundir o eleitor, todos feitos de maneira e em momentos inapropriados, foi falar das realizações e de um futuro que inclui a consolidação do BRT TransOceânica, a integração com os governos estadual e federal para reduzir a criminalidade (exclusividade do 12° Batalhão), a ampliação do número de vagas no Ensino Fundamental em horário integral, a expansão da cobertura do programa Médico de Família e tantos outros que pretende desenvolver nos próximos quatro anos. Os quais apoiaremos e cobraremos daqui.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

CASAL 13

O que falta para prender 'o Amigo' Lula, aquele que pensava ter enganado todo mundo o tempo todo? Nada. E a ex-guerrilheira, golpista, Dilma, vulgo Janete? Muito pouco. Se a Justiça agora tem certeza que o ex-presidente é, mesmo, o mais corrupto e dissimulado da história do Brasil e, se tudo der certo para o país, ele for 'em cana', a prisão da companheira Dilma é só uma questão de tempo. Tem gente por aí - solta ou não - abrindo uma bocarra tão grande (Marcelo Odebrecht já acertou com a Lava Jato uma pena total de 10 anos) que os dois ex-presidentes podem se tornar o casal mais perigoso de Curitiba. Já, já! Só que bem ao contrário do Casal 20, antigo episódio de TV, onde se combatia o crime, os dois personagens tupiniquins são os anti-herois, os vilões da história, aqueles que todos querem ver atrás das grades no final de uma trama, real, cujo enredo principal foi roubar o dinheiro de milhões de brasileiros.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

SEM CRÉDITO

Ao ouvir os discursos da maioria dos prefeitos eleitos, tem-se a impressão que tudo foi (é) minuciosa, milimétrica e quase conjuntamente ensaiado de forma a convencer a população que seu governo será perfeito, levando-a a acreditar que serão feitos todos os esforços e, até, milagres se preciso. Entretanto, fica bastante aparente que, apesar dos ensaios, da decoreba e comunicabilidade afável de Vossas Excelências, Rolando Leros, ninguém acredita mais nas mudanças propostas e na melhoria de suas vidas. Em suma, na equação da atual conjuntura política nacional, discurso = mentira + enganação + desrespeito

EM FRENTE COM RODRIGO

Já na quinta-feira, postei, antecipadamente, a vitória definitiva de Rodrigo Neves como prefeito de Niterói. Não por mera adivinhação (apesar das visões e dicas da amiga madame Quissalah), muito menos movido por quaisquer interesses particulares, mas por tudo que vinha vendo e ouvindo, durante as muitas andanças e diálogos mantidos, no período da campanha eleitoral, em cantos e recantos de uma cidade que, inegavelmente, cresceu e necessitava seguir em frente pelos muitos projetos desenvolvidos por ele à frente da administração. Também, pela coragem e maturidade de trocar o antigo, altamente comprometido e desgastado PT (apesar da grande coligação, mas aí faz parte da política como integrante da "Pólis" como arte ou ciência da organização) pelo PV, partido, hoje, mais antenado com quem desejava continuar fazendo a coisa certa e em prol da população. Sem risco algum. E, claro, pelo vazio da campanha de seu oponente, Felipe Peixoto, que insistia, apenas, em dizer que transformaria Niterói 'numa cidade limpa' e faria 'uma grande auditoria na prefeitura', insinuando ser, ali, um antro de irregularidades. Sem falar na tentativa - frustrada, como se vê, agora - de associar Rodrigo a meras delações e suposições por envolvimento com a Operação Lava Jato, despejando, nos muitos carros de som, notícias cuja fundamentação era dúbia e cheirando mais para ao estardalhaço politiqueiro puro e simples.

RECADO DAS URNAS

A exemplo do primeiro turno das eleições, as urnas das 57 cidades onde houve a segunda - e definitiva - etapa, deixaram alguns recados importantes para todos. Principalmente, para os responsáveis pelo processo (TSE e Congresso Nacional) que ainda insistem na obrigatoriedade do voto (mesmo na justificativa), se negam a fazer uma ampla e verdadeira reforma que motive o eleitorado e o faça acreditar que vale à pena participar daquilo tudo que, muitas vezes, não dá em nada e contribuem para que se continue torrando  dinheiro público (uma fortuna, aliás) com quem e com algo que, na maioria das vezes, pouco acrescenta na melhoria de vida dos brasileiros e brasileiras. O significado dos brancos e nulos, a força dos candidatos ‘não-políticos’, as mudanças nas regras de campanha, a derrota ‘acachapante’ do PT e a pulverização partidária no Brasil estão entre os mais expressivos, revelando o distanciamento entre eleitor e políticos. Sem falar no número recorde de abstenções, como no Rio de Janeiro, mostrando que a capital cultural do país está se lixando para a multa quase simbólica, de R$3, para as propostas, para os candidatos e que já passou da hora de se banir da vida pública todos os que cometem os mais variados crimes e ainda continuam - livres, leves e soltos - com seus nomes nas urnas eletrônicas para serem avaliados. Obrigatoriamente, de dois em dois anos e, como domingo (30/10), em dois turnos. Neste particular, os resultados das eleições em 2016 também apontam para o caminho do voto facultativo pois, talvez, já tenha havido um amadurecimento que nos coloque no mesmo padrão de países com democracia consolidada (segundo relatório do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral, com sede na Suécia, apenas 30 países mantêm hoje em dia voto obrigatório nas eleições nacionais). Sendo assim, independente de tudo que foi mostrado, de norte a sul do país, nas eleições municipais de outubro, como a repulsa pela classe política, a derrocada da esquerda, o afundamento do Partido dos Trabalhadores (PT) ou mesmo a aparente ascenção da direita, com o PSDB, ficou claro que a população não deseja continuar participando de algo em que não acredita mais, tampouco, ser cúmplice de uma classe política desqualificada ou conivente com tanta roubalheira e descaso praticados por ela.



domingo, 30 de outubro de 2016

CRIME CAIXA DOIS

Anistiar o caixa dois, das últimas campanhas eleitorais, como quer o ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB, é mais uma daquelas aberrações que deveriam colocar seus apoiadores atrás das grades. Esse negócio de 'o que passou, passou, vamos pensar no futuro', pra aliviar quem praticou crimes, tem de acabar de uma vez. Sem essa de anistia. Sem essa de proteger a cambada que contribuiu para arruinar com a vida de milhões de brasileiras e brasileiros que, hoje, vivem o tal do jeitinho para aliviar os políticos corruptos deste país.

PRA COMEÇAR (BEM) A SEMANA

Não tem jeito: seguir em frente, é Rodrigo (43) pra prefeito!

sábado, 29 de outubro de 2016

TÁ CHEGANDO A HORA

Basta dar um giro, por alguns bairros de Niterói, (como acabo de fazer), pra sentir o clima das eleições, do segundo turno que, amanhã, vai definir quem será o próximo prefeito da cidade. Basta conversar com as pessoas ou observar o que acontece com as denúncias, sem muita fundamentação, contra Rodrigo Neves feitas por um candidato e um grupo desesperados que tentam chegar ao poder de qualquer maneira. Basta um olhar um pouco mais atento para ver que a maioria está dando de ombros pra tanta mentira, tanto exagero contra RN. Mas, tá chegando a hora, de os niteroienses saberem que valeu à pena Rodrigo ter trabalhado tanto e não se preocupar com a tentativa de desestabilizar seu governo e sua campanha cujo objetivo foi - e é - seguir em frente.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

RODRIGO REELEITO EM NITERÓI

Longe de mim humilhar, menosprezar ou desqualificar alguém, principalmente, no curso de um segundo turno de uma disputa eleitoral. No caso de Niterói, jamais falar mal do candidato Felipe Peixoto, o qual apoiei há quatro anos, mesmo porque está à altura de disputar a vaga com o atual prefeito, Rodrigo Neves. Mas, neste caso, só pode haver um vencedor e, considero mais apropriado e coerente, o município seguir em frente e o atual prefeito ser reeleito. Não pela incapacidade do Felipe e, muito mais, por tudo que Rodrigo fez ao cumprir várias promessas de campanha, atendendo as principais reivindicações de sua população.

PREFEITO ENÉRGICO

Madame Quissalah, aquela amiga dos EAU, acaba de me revelar mais uma de suas visões políticas: Rodrigo Neves fica por mais quatro anos como prefeito de Niterói. Ela disse ter visto tudo verde (ainda bem que, agora, vermelho só a vergonha dos presos pela Lava Jato) e uma grande predominância do número 43. Com todo respeito ao trabalho de Madame, sua última revelação é quase uma 'pule de 10' pois o cara é competente, montou uma equipe muito boa e está tão vigilante aos problemas da cidade que basta chamar atenção para algum deles, sério e grave, que logo manda averiguar. E eliminar, se for o caso. Como aconteceu, semana passada, quando publiquei a deterioração de postes de luz na orla das praias de Icaraí e Flechas. Em pouquíssimos dias - coincidências, neste caso, não existem - ele entrou no circuito e, agora mesmo, se vê vários novos 'deitados' ao lado dos danificados para troca. Sendo assim, Madame, eu e você devemos acertar mais uma.

RN, UM VOTO COERENTE

Domingo, Niterói vai pro segundo turno e, se não houver ingratidão e incoerência por parte da maioria do eleitorado, Rodrigo Neves ganha as eleições. Até com certa facilidade. Ingratidão, sim, pois, apesar de alguns erros cometidos ao longo dos quase quatro anos, a administração atual acertou muito mais pois conseguiu atender a grande maioria das reivindicações de sua população - sem falar nas promessas de campanha - tão necessitada de obras de infraestrutura e investimentos nas áreas sociais, principalmente,  de saúde e educação, além da segurança e no setor de transportes, aliás, outras das grandes preocupações dos niteroienses e visitantes da cidade que, pelas mãos do atual prefeito, foram atendidas. E que pelas mãos do eleitorado de Niterói vai continuar seguindo em frente.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

SEM SENSACIONALISMO

Quando se diz que as prisões recentes de muitos 'cumpanhero' do PT, como Palocci (vulgo "Itália"), de Eduardo Cunha e de Marcelo Odebrecht vão trazer revelações capazes de abalar toda República, não há nenhum exagero, muito menos sensacionalismo pra vender jornais e revistas. Quando se diz que "Amigo", segundo a PF, é uma das muitas alcunhas do chefe de toda organização criminosa, ou seja, do ex-presidente Lula da Silva, que poderá ser preso a qualquer momento e que estas não são mais apenas suspeitas, nem perseguição política a quem quer que seja, também não há excesso algum. O que se vê, a todo momento, é um trabalho sério da Justiça e boa parte da Imprensa cumprindo com suas obrigações de colocar bandidos atrás das grades e mostrar à população quem são eles. Pelo menos, é o que fazem os profissionais de verdade.

SEGUINDO EM FRENTE

Às vezes, tenho vontade de parar de falar mal - na verdade, muito mal - da política e, principalmente, do conjunto da obra realizado pela grande maioria dos políticos do país, ou seja, a corrupção promovida para alcançar espúrios objetivos, sejam eles corporativos, partidários, familiares (incluidos amigos e companheiros ocasionais cujo lema é sempre A Ocasião Faz o Ladrão) e, claro, pessoais. Tenho desejo de me calar, frente às vantagens recebidas por uma corja alimentada pelo dinheiro público e, com mandato, devidamente, conferido, que ainda se beneficia através das muitas benesses e mordomias, todas desproporcionais e em completo desacordo com o número de desassistidos, desempregados, explorados pelas instituições bancárias, mortos nos hospitais e postos, pasmem, de saúde e em cada casa, rua e estrada, vítimas, por exemplo, de feminicídio, latrocínio e das leis secas desrespeitadas, de mal-educados por um ensino cada vez mais reprovável e pela falta de cultura (aquela que se trazia de casa no tempo dos nossos avós), os salários de aposentados, pensionistas e os que ainda estão sobrevivendo de ganhos (ganhos?) cada vez mais corroídos pela inflação - a real, não a que os governos desejam e costumam revelar através de indices, institutos e pesquisas, digamos, pouco confiáveis  - e por tantos outros problemas, muitos sem solução, pois grande parte do bando de gente desprezível, ladrões e partícipes do sistema, que tomaram o país de assalto, continua por aí, livre, leve e solta. Tenho uma forte aspiração por interromper o ciclo de uns bons anos falando das injustiças cometidas contra os mais humildes e limitados, das fraudes eleitorais, dos embustes praticados para tungar nossa economia, dos paraísos fiscais para onde essa classe desclassificada de políticos desonestos costuma remeter o produto do roubo, manchado de sangue de milhões de brasileiros e brasileiras, da maneira como zombam das leis e nos ironizam o tempo todo, protegidos, sempre, pela impunidade, imunidade e o tal do foro privilegiado, mais uma das muitas excrecências existentes, dos excessos e de tantos outros crimes de lesa-pátria. Mas aí, quando vejo a luta quase implacável da Justiça e do que ainda resta de confiável nos outros Poderes (deputados, senadores e servidores públicos imbuídos do mais alto espírito republicano) e a necessidade que ambos têm de contar com o apoio da população, me vejo obrigado a continuar batendo na mesma tecla, isto é, expressar o que muitos não têm oportunidade e espaço, procurando esclarecer parte do contexto que ainda domina este país, onde predomina o simulacro para os 'bobos da Corte, que somos nós, simples eleitores, usuários, contribuintes, enfim, aqueles 'otários' cujos deveres são, infinitamente, maiores que os direitos. Portanto, amigos e amigas que se dão o trabalho de chegar a esta parte do texto, a vontade de parar de apontar injustiças e erros cometidos, por políticos ou quaisquer outros transgressores e criminosos, ficará, só, na vontade.