sábado, 13 de novembro de 2021

SHEIK BOLSONARO

O cara não consegue resolver os graves problemas de seu país, entre eles, a fome, o desemprego, a inflação (que inclui alta constante dos combustíveis), a responsabilidade sobre as mortes pela pandemia, o "emendão" (compra de votos no Congresso) e os muitos escândalos de rachadinhas e ações de milicianos e ainda sai de férias para Dubai com uma supercomitiva de dar inveja a qualquer sheik composta pelos ministros da Defesa e do Gabinete Institucional, além da primeira-dama, certamente, deslumbrada pelas mil e uma noites e pelo que cartões corporativos são capazes. Bolsonaro é, sem dúvida, insensível, indecoroso e cheio de defeitos, como a incompetência e falta de qualquer preparo para gerir um país como o Brasil. Entretanto, ninguém pode dizer que ele e a família não são espertos e amantes das coisas boas da vida como curtir os encantos dos Emirados Árabes Unidos e tudo que eles "podem trazer" para os milhões de brasileiros que não têm nem o que comer.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

VENDE-SE UM PAÍS

O filho 01 do presidente, senador Flávio Bolsonaro, tuitou que seu colega, Humberto Costa, errou quando colocou uma foto tirada em Portugal como se fosse no Brasil. Nela, o autor diz que "está vendendo o carro para pagar a gasolina". A brincadeira- ou quase - pode até ter acontecido além-mar, entretanto, alguém por estas terras tupiniquins pode dizer que não está sendo obrigado a, no caso dos combustíveis, deixar o carro parado por causa dos elevados preços, vender o veículo ou mesmo trocá-lo por algum outro bem? Ou dizer que não há desemprego, inflação, corrupção (rachadinhas) e tanta incompetência gerada pelo governo de seu pai? João Di Renna - Quissamã - RJ

domingo, 7 de novembro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Mais uma vez, a queda de uma aeronave, como a da cantora Marília Mendonça, mostra que no Brasil há exploração no trabalho (pilotos cansados, etc) e fiscalização inadequada. Como sempre, tragédia anunciada.

sábado, 6 de novembro de 2021

CALOTE EM CURSO

O presidente da Câmara, Arthur Lira, deixou claro outro significado para a PEC dos Precatórios. Depois do que ele e 312 deputados fizeram durante o primeiro turno da votação que pretende dar o calote naqueles cidadãos que ganharam ações na Justiça, inclusive com apoio "irrestrito" de gente que diz fazer oposição ao governo, não há mais dúvida: é o mais autêntico modo de se aplicar o velho toma lá, dá cá, o vale-tudo, a compra de votos descarada, a mais representativa forma de mostrar o quão abjeta é a grande maioria do poder legislativo brasileiro (de todos em todas as esferas) que só pensa em defender a população quando seus interesses pessoais - sejam eles políticos ou não - são atendidos. Por mais que o País necessite ajudar aqueles cerca de 20 milhões de brasileiros que passam fome, - e isto é, de fato, necessário - a justificativa que o dinheiro dos precatórios poderá servir para manter o Bolsa-Família, ou qualquer outro nome, não se sustenta por si só já que deixa de reconhecer direitos de outros brasileiros que também precisam do dinheiro para sobreviver. Como, por exemplo, centenas de milhares de aposentados, cujo um terço dos R$ 90 bilhões devidos diz respeito a processos relacionados ao seu sustento, os chamados precatórios alimentares. Além disso, a luta hercúlea, desesperadora e, até certo ponto, inconstitucional, travada por Lira, cujo amo e senhor se chama, neste momento, Bolsonaro, está muito mais para o objetivo de injetar bilhões de reais nas emendas daqueles que, ano que vem, tentarão se reeleger e a seu, neste momento, amo e senhor. Que se encontre outro caminho que não seja tapar o sol com a peneira, no caso, diminuir o sofrimento à custa de mais sofrimento. Que o governo encontre outra solução como, quem sabe, cortando na própria carne os bilhões e bilhões de reais gastos e desperdiçados com os próprios políticos que só aceitam "furar o teto, salvar os pobres e o Brasil, diminuir o número de invisíveis, dar calote e pedaladas" se o "pirão vier primeiro".

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

GOVERNO NATIMORTO

Nunca o dia de amanhã (02.11) é tão representativo como agora. Primeiro, após render todo o nosso respeito pelos que já se foram, lembrando das 609 mil famílias que perderam os seus para uma pandemia cuja maioria dos "finados" poderia ter lutado e estar entre nós, caso o presidente da República e aquela caterva que o cerca tivessem feito, pelo menos, o dever de casa dando bons exemplos, respeitando as regras sanitárias, como uso de máscara, o distanciamento possível - cujo o impossível foi feito por governadores e prefeitos - e, principalmente, vacinando a população. E, não menos importante, lembrando de um governo que, se não pode ser considerado ainda pelos reacionários, extremistas e alguns doentes mentais como natimorto, já começa a ser considerado morto e enterrado.

domingo, 31 de outubro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Inimaginável ver um presidente brasileiro ser tão achincalhado pela mídia de todo mundo como Bolsonaro tem sido.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

NOME EM VÃO

"Conhecerás as mentiras e (mesmo assim) elas me elegerão". Esta parece que deverá ser a principal passagem da bíblia de Bolsonaro e de sua camarilha na campanha à reeleição ano que vem, já que em 2018 lhe deu vitória nas urnas. Esta e tantas outras usadas nestes quase três anos de descaso, incompetência, corrupção, toma lá, dá cá e outros crimes praticados. Só não se sabe se suas palavras e atos insanos, imorais, inclusive, pecaminosos continuarão a enganar os trouxas e os incautos que ainda acreditam e insistem ser ele o "salvador da pátria, o rei Midas, o santo homem (número cada vez menor, graças a Deus!) capaz de dar um jeito no país arrasado, colocar as instituições cada uma em seu lugar, acabar com a corrupção (inclusive da famiglia), manter os preços dos combustíveis sob controle, os empregos, os investimentos (sem a grana desviada para os offshores), dólar em queda, bolsas em alta, isto é, tudo que o messias tupiniquim não conseguiu e nem conseguirá neste plano. Nem com reza forte.

domingo, 24 de outubro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Quando o "combustível" não é de qualidade, a clientela procura outro "posto".

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Ciro Gomes (PDT) ainda tem motivos para se firmar como uma excelente opção em 2022. E tempo. Isto se deixar de fazer o que "marqueteiros" mandam. É bom alguém dizer em seu ouvido que, se continuar com estratégias erradas, o próprio presidente do partido, Carlos Lupi, pode lhe deixar a ver navios. Ano que vem será travada uma guerra, possivelmente, sem precedentes e não é hora de se lançar balões de ensaio, tampouco, fazer política com o fígado.

sábado, 16 de outubro de 2021

AMIGOS PARA SEMPRE

Quem acha que existe algo impossível na política, ou é tolo ou idiota. Quando se trata de união para chegar à vitória nas urnas, nada de partido x, partido y, nada de esquerda ou direita, nada de permanentes diferenças entre fulano e sicrano pois os caras fazem qualquer coisa para manter o poder próximo, acessível, duradouro e afável aos seus interesses. Até pacto com o diabo e vários daqueles deuses - que compram inclusive amor eterno - , se for necessário. Como vêm fazendo pré-candidatos e caciques que já começam a mexer num tabuleiro onde todos objetivam "comer" os peões, no caso, os eleitores. Tolos e idiotas que acreditam no impossível político e ideologia capaz de afastar adversários para sempre.

domingo, 10 de outubro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Não odeie o jogador. Odeie o jogo. (Neil Strauss)

terça-feira, 5 de outubro de 2021

AGRADANDO AO CHEFE

Audaciosa, ridícula e imoral - além de desnecessária para o País -, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende aumentar, dos atuais 11 para 15, o número de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela não é nova, pois foi protocolada, em 2013, na Câmara dos Deputados e, agora, certamente, para atender mais um dos desejos alucinantes e espertos delírios do presidente da República - aliás, delirium tremens - acaba de ser desengavetada por dois daqueles deputados bolsonaristas que fazem de tudo para agradar às chefias. Mesmo com a aparente convicção de que, hoje, seria difícil aprovar a sandice, é bom se ficar atento uma vez que aquela "casa do povo" - também conhecida como casa-da-mãe-joana - tem o costume de aprovar coisas assim a toque de caixa e no apagar das luzes. Tudo para agradar às chefias.

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

TERCEIRAS VIAS

Pelo andar da carruagem - já que o assunto "eleições" só começa lá pra abril, maio -, a maioria do eleitorado não deseja nem a reeleição de Bolsonaro, tampouco a volta de Lula em 2023. As discussões sobre o tema, desde as redações dos jornais, passando pelas redes sociais e locais de lazer (aglomerados por gente que já decretou o "fim da pandemia"), bem como as últimas pesquisas, mesmo apontando para uma polarização entre os dois, deixam claro que ainda é grande o número de eleitores indefinidos, insatisfeitos e que outras "vias" poderão atingir, novamente, recorde de candidatos, tal qual 1989 quando 23 tentaram o cargo máximo no Executivo nacional. Até lá, é claro que muitos fatores deverão nortear as pré-campanhas, definir nomes, apoios, coligações e tudo mais que compõe o cenário eleitoral e qualquer aposta, neste momento, é temerária e pode fazer muita gente perder muito na bolsa de apostas num país que, tradicionalmente, costuma errar feio quando insiste em apontar vitórias antecipadas. Outros, como o relatório da CPI da Covid-19, surpresas vindas do STF e do TSE, decisões pessoais, amadurecimento de candidaturas novas e até o surgimento de algum radicalismo e extremismo ainda maior que o atual são outros elementos possíveis e prováveis neste jogo do poder no Brasil.

domingo, 3 de outubro de 2021

PRA COMEÇAR A SEMANA

Antigamente, sabíamos os nomes dos ministros e até da maioria de secretários estaduais e municipais. Agora, mesmo com todos os meios de comunicação, muitas vezes, não conhecemos quase ninguém. Sinal dos tempos ou desinteresse e pouco caso da população em relação à política?

sábado, 2 de outubro de 2021

SONHO DE GOLPE

Tem gente que insiste na possibilidade de o presidente Bolsonaro "dar um golpe" ainda maior do que a insegurança institucional, a fome, o desemprego, a inflação, a submissão do Congresso Nacional e a corrupção promovidas por ele e boa (sic) parte de seu governo nestes quase três anos de muito caos. Só mesmo o desejo de rasgar a Constituição e colocar mais fogo no país, como vêm fazendo o pior presidente da história e aqueles nazifascistas que se mantêm numa trincheira de pura ignorância, ceticismo e cegueira total em relação aos verdadeiros problemas nacionais. Como desejam, também, os maus militares, aliás, maus brasileiros que, em seus delírios, sonham em ver sangue derramado e derrotados inimigos imaginários de uma Pátria que lhes traga novas "vitórias" pessoais.