domingo, 29 de setembro de 2019
PRA COMEÇAR A SEMANA
Tem o cantor/compositor de um único sucesso, o ator de uma novela só, o escritor que emplaca um só livro...Mas também tem o vereador de um único mandato e o puxa-saco de governo e/ou "combatente" de redes sociais que costuma durar apenas quatro anos.
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
MEU PIRÃO PRIMEIRO
A Câmara acaba de aprovar a votação do projeto que altera a legislação dos partidos e que promove uma minirreforma eleitoral (bem ao estilo do " MEU PIRÃO PRIMEIRO", isto é, usar a política em proveito próprio). Os deputados conseguiram manter a espinha dorsal da medida articulada pela Casa, mesmo após as tentativas do Senado de alterar significativamente o projeto. Dispositivos vistos como prejudiciais à transparência nas eleições, retirados na votação do Senado, foram resgatados pelos deputados – tal como a brecha que permite o caixa 2. O texto vai agora à sanção presidencial. Havia pressa para a aprovação do projeto entre as lideranças da Câmara, porque, para que as novas regras possam valer para as eleições municipais no ano que vem, a lei tem de ser publicada no máximo um ano antes de 4 de outubro de 2020. Ao final da tramitação, a medida acabou mantendo a maior parte das benesses aos partidos. Veja os principais pontos aprovados:
- Autorização para usar recursos públicos, do Fundo Partidário, para diversos fins: construção de sede partidária; pagamento de juros, multas e débitos eleitorais; compra ou locação de bens móveis e imóveis; pagamento de serviços advocatícios em processos individuais de candidatos relacionados às eleições; e pagamento para impulsionamento de conteúdos na internet.- Anistia a multas eleitorais.
- Volta do tempo de propaganda partidária em rádio e TV.
- Brecha para aumento do valor destinado ao Fundo Eleitoral: o montante de recursos será definido na lei orçamentária para 2020, de acordo com o percentual de emendas de bancada com execução obrigatória.
MALDIÇÃO DO PETRÓLEO
Cada vez fica mais evidente que a Teoria da Maldição do Petróleo não é
nenhum conspiracionismo, coisa da turma do contra. Ou das oposições. O
Estado do Rio de Janeiro, bem como o Espírito Santo e a maioria de seus
municípios - principalmente, aqueles que vivem
dos royalties pagos como forma de compensação - que o digam. Ainda mais
agora, quando, no dia 20 de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) -
também conhecido por várias decisões " surpreendentes, aliás, comuns
à cabeças e bumbuns de nenéns - irá votar
o referendo da liminar da ação relativa à Lei do Petróleo que trata da
redistribuição dos royalties. Uma verdadeira catástrofe e algo que pode
representar - e decretar - quase a falência dos produtores que, mesmo
legal e discutível, desgraçadamente, passarão
a ver seus recursos minguarem e sua população empobrecer passando a
viver todos os problemas advindos, cujo reflexos dar-se-ão nos serviços
públicos, nas estradas, na segurança, na saúde, na educação, no
pagamento de salários e aposentadorias e tudo que,
com a diminuição drástica nos recursos previstos e garantidos, hoje,
pela lei e pela Constituição que muitos parlamentares já manifestaram o
interesse de querer modificar para tornar a distribuição "mais
isonômica", poderão ir para o fundo de um poço ainda
maior. Tal qual um inferno, caso aprovada a mudança referendada pelo
STF, a nova forma de partilha deverá gerar um caos maior nos dois
Estados produtores e nos municípios extremamente dependentes da
compensação que, desafortunadamente, querem lhes tungar.
Se existem males que perdurem para sempre e a tal da " maldição", só os
próximos anos e as próximas gerações irão ver. E viver.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
PRA COMEÇAR A SEMANA
Quem não tem competência, não se estabelece. Esta deveria ser, SEMPRE, a regra no serviço público. SQN.
terça-feira, 17 de setembro de 2019
JOGADORES SUJOS
Quem tem ....., tem medo. Este, talvez, seja o melhor ditado para traduzir o pavor que muitos do governo, do Congresso e dos tribunais têm de investigações, CPIs e mudanças nas leis que possam representar ameaça para quem fez coisa errada como, por exemplo, mentir, subornar ( ser subornado), apadrinhar e proteger aliados, beneficiar-se das instituições, lavar e rachar dinheiro público. E, claro, roubar na maior cara e mão grandes. Sendo assim, nada mais apropriado para esta classe de gatunos e canalhas do que o corporativismo calhorda, desclassificado, impiedoso e, principalmente, sujo feito por "representantes e defensores da sociedade" que, apesar da pressão e de todo o poder, devem estar se borrando de medo pois as coisas estão mudando. Pouco, mas reconheçamos que ainda tem gente boa por aí.
ELEITOR ARREPENDIDO
Nada como uma boa - e confiável - pesquisa de opinião para mostrar a cara de um governo. E de seus governantes. Quando há tempo hábil, o resultado, se desfavorável, permite, por exemplo, que hajam mudanças para que o navio e seu capitão encontrem um novo curso diferente daquele que pode levar à colisão e ao naufrágio. No caso das 5.565 prefeituras existentes, muitas não conseguirão reverter o quadro e reeleger os alcaides, haja vista o mau desempenho de suas administrações e a rejeição apontados nas tais pesquisas. Claro, e do pouco tempo para as próximas campanhas que acontecem daqui a nove meses ( uma gestação para o surgimento de novas aberrações). A corrupção, a paralisação de serviços importantes, obras eleitoreiras, a manutenção de trens da alegria, comprometidos, principalmente, com as câmaras municipais, partidos políticos e os financiadores de caixas dois além do interesse pessoal acima do interesse público, são alguns dos motivos para que as pesquisas venham refletindo o pouco caso do eleitor pelos quadros atuais e até da chamada " nova política ", nova forma para se enganar a população e colocar gente que, nos palanques, promete fazer diferente" mas que, ao assumir, deixa claro ser " do mesmo saco". E nem se precisa de pesquisas pra ver isto.
domingo, 15 de setembro de 2019
PRA COMEÇAR A SEMANA
Ódios e paixões são péssimos conselheiros. Portanto, devemos analisar a política sem eles.
domingo, 8 de setembro de 2019
domingo, 1 de setembro de 2019
INFERNO É AQUI
Dizem que de boa intenção o inferno tá cheio. Dependendo do governo,
mais precisamente, do ministro da Economia, Paulo Guedes, isto encaixa
como uma luva pois, além da Reforma da Previdência, que alegam "estar
quebrada e vai salvar o País", agora começam a
planejar a privatização de 17 empresas que, na "melhor" das hipóteses,
vai trazer mais insegurança, instabilidade e colocar na rua milhares e
milhares de servidores públicos que, em situação de penúria, na "
melhor" das hipóteses, vai engrossar a fila do
desemprego. É bem verdade que o Brasil tem acumulado - e enfrentado-
historicamente, problemas com os modelos de Previdência e de
estatização, corroídos e corruptos. Diferenças de opinião e sem essa de
quaisquer viés político ou ideológico, o que se tem de
levar em consideração é que a conta não pode ser paga, sempre, por quem
produz em detrimento do que se pratica no inferno chamado Três Poderes e
pelos demônios chamados de políticos, os ladrões, perdulários,
parasitas e marajás em sua grande maioria. Aliás,
personagens de uma sub-raça que provocou todos os nossos problemas e
que devem arder nas urnas. E no inferno.
domingo, 25 de agosto de 2019
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
CARA DE PALHAÇO
Alexandre Frota, dublê de artista de TV, teatro, filmes pornôs e
deputado federal, parece que agora está realizado pois conseguiu marcar seu nome no maior espetáculo da terra, isto é, entrou para o
circo chamado Congresso Nacional com seus multifacetados
" artistas", o jogo das traições e vaidades, dos interesses pessoais
acima de tudo, corrupção quase generalizada, mordomias, etc. E estreou
bem, uma vez que foi eleito através da suposta oposição ao PT, se
dizendo fiel às propostas revolucionárias do PSL
(de Bolsonaro) e tantas outras que acaba de virar as costas, ao entrar no
PSDB ( de Aécio e FHC) - quase quase no DEM (de Rodrigo Maia), ignorando o voto daqueles que o consideravam diferente e
contrário ao continuísmo dos últimos 20 anos. Como se vê, a velha
política e a arte de nos fazer rir continuam mostrando
que o Congresso brasileiro é, mesmo, um grande circo e nós palhaços
das perdidas ilusões.
MIGALHAS ELEITORAIS
Há um ano do início do próximo processo eleitoral, quando as campanhas
já estarão em curso para eleger prefeitos e vereadores em 5.570
municípios, estará sendo testada - pela primeira vez desde que o
Congresso a aprovou, em 2015 - a minirreforma com todas
as suas "migalhas" pois ficarão muito aquém do que a sociedade espera
de deputados e senadores. Ainda não será em 2020 que teremos eleições
mais transparentes, isonômicas, motivacionais e, principalmente, com
moralidade em relação ao processo de escolha de
candidatos e demais mudanças necessárias e urgentes, haja vista que
quem as controla - e deles participa e/ ou indica sucessores - são os
próprios parlamentares, detentores de mandatos, "donos de partidos" - os
caciques e seus protegidos -, portanto, os
maiores interessados no continuísmo que, de alguma forma, os beneficia.
Em que pese o muito que deve ser feito, algumas destas mudanças - as
quais podemos chamar de pequenos ajustes - já poderão fazer diferença
como, por exemplo, a formação das chapas e suas
políticas de alianças e as eventuais formações de coligações, esta
despertando maior interesse para partidos e pré-candidatos uma vez que
pode fazer alguma diferença (sabemos do jeitinho brasileiro) na hora de
se definir quem vai para o trono, lugar para onde
irão muitos dos prefeitos e vereadores que costumam se sentir assim,
como discípulos de Nababo, Midas (ao contrário), verdadeiros reis e
deuses quando vencem um pleito. Como vivemos no País da esperança e do
futuro, vamos torcer para que chegue, logo, o dia
da verdadeira reforma eleitoral onde não haja tanta corrupção, tanto
desvio de dinheiro público, compadrio, nepotismo e políticos se achando
acima do bem e do mal. E tanta gente participando da "festa da
democracia".
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