quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FALSAS PROMESSAS

Pelas "propostas" apresentadas, a maioria dos candidatos a cargos eletivos no Brasil mereceria ter assento permanente na ONU pois promete acabar com os principais problemas da população. Ou cumprir longas penas numa prisão de segurança máxima por tantas mentiras e falsas promessas feitas - e não cumpridas - principalmente, durante a campanha. Do céu ao inferno, se promete de tudo mas, ao cabo de quatro anos, tem-se o mesmo: crescimento da corrupção e de seu patrimônio pessoal e o empobrecimento de mais pessoas que veem o dinheiro público ir pro ralo, bem como o sonho de uma vida melhor. Mas isto tem solução. Bastaria se criar leis, por exemplo, que punissem com rigor quem teve a chance e não fez ( o detentor de mandato teria um ano pra realizar ou cumprir o prometido sob pena de perdê-lo) , prisão imediata para qualquer crime, de qualquer natureza, praticado na administração pública com a imediata decretação de inelegibilidade ( para sempre) e tantas outras que seriam criadas por uma grande comissão de notáveis, sem nenhum envolvimento ou pressão política, para que deem certo e desarmem as muitas quadrilhas que tomaram conta do país.

domingo, 16 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Nesta eleição ( nas outras também) você tem duas opções: votar em quem pode fazer ( ou já fez) pelo coletivo ou em quem, de alguma forma, te interessa. Você decide!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

FRAUDE ELEITORAL

Nestes tempos de campanha política - aliás, uma das mais conturbadas por tudo que vem acontecendo, na rua com o ataque ao candidato líder em todas as pesquisas até o momento e nos tribunais com suas longas e estranhas batalhas e decisões proferidas - resta-nos torcer por um porvir muito menos ameaçador ao processo e à própria democracia (ou o que resta dela). Resta-nos, também, informações relacionadas ao que pensa e quer o eleitorado e o que fizeram e vêm fazendo os candidatos a cada dia mais esperançosos por uma guinada que lhes permita ir para um segundo turno contra alguém que parece já ter sido escolhido por mais de 22 % do eleitorado. Mas, como vive-se num País onde a imprevisibilidade e a corrupção são uma constante, nada como um olho no peixe, outro no gato e, principalmente, na frigideira (fazendo de conta tratar-se de algum personagem mitológico). No caso, partidos políticos e seus candidatos, o TSE e o STF e as urnas eletrônicas, estas começando a atrair interesse mundial desde que, por coincidência, o deputado Bolsonaro ( Lei 13.165/2015) conseguiu aprovar, no Congresso Nacional, a emenda do voto impresso o qual foi barrado em decisão do STF a pedido da PGR, da imprevisível - tudo indica, não corrupta - Rachel Dodge que argumentou que "o voto impresso compromete a segurança e o sigilo das eleições", algo que Bolsonaro e mais 433 outros deputados (só sete votaram contra), assim como grande parte da população e até alguns organismos internacionais  não concordam. A propósito, o MOSSAD - serviço secreto israelense - alerta para um esquema de fraude que vem sendo armado para Bolsonaro perder as eleições (artigo DEFESANET intitulado "Exclusivo", de autoria de Nelson Düring em 10/09), sob mantras como o "índice de rejeição ao candidato do PSL que o inviabilizam vencer no 2° turno" e outros que poderão ser usados para ocultar uma possível fraude. A qual, resta-nos a opção de votar e torcer que seja apenas uma fake news, uma estória criada por alguém que deseja acabar com o que resta da democracia brasileira.


NÃO FOGE À LUTA

O candidato Jair Bolsonaro é aquilo que, popularmente, se chama de massa de pão: quanto mais bate, mais cresce. Não têm sido os constantes e mentirosos ataques, de boa parte da mídia e dos esquerdopatas, tampouco, aquele criminoso e covarde contra sua própria vida, que vão fazer ele sair do páreo, descer ladeira abaixo nas intenções de voto permitindo que outro candidato tome seu lugar. Muito menos inventarem coisas do tipo "o maior índice de rejeição", misoginia (ódio às mulheres), homofobia, racismo, que "dará armas para todos" e outras que ninguém acredita mais. Isto porque o cara tem aquilo que muitos não têm e, pelo visto, não terão nunca nem nestes vinte e poucos dias até o pleito (07/10) que são coragem, autenticidade, fé, obstinação (seu quadro clínico vem melhorando muito após a cirurgia realizada quarta-feira), autonomia, experiência nos 30 anos vivendo na política e, claro, o voto de milhões de brasileiros e brasileiras que veem nele possíveis e profundas mudanças no estado paralelo criado pelos últimos governos. Não adianta, também, institutos de opinião, dentre eles o Datafolha (que tem 'errado' tanto nos últimos tempos que ganhou o apelido de Datafalha) tentarem fazer com que a população engula pesquisas indicando que Bolsonaro "perde pra todo mundo num segundo turno". Neste momento importante para a democracia do País, o que se quer é ver o homem restabelecido e o soldado de volta à batalha. E as instituições, daqui e de fora, de olho nas urnas eletrônicas que alguns consideram - razões não faltam -  ser possível haver fraude a ponto de dar uma vitória a outros que perdem feio para a falta de interesse de grande parte do eleitorado (abstenções, nulo e em branco) e para o candidato que, desde muito antes das campanhas iniciarem, vem vencendo todos os adversários com absoluta vantagem. E, pelo visto, na maioria (Ibope confirma tendência de alta para Bolsonaro e de baixa para Marina na pesquisa divulgada terça-feira, 11) dos lares e  nas ruas,  bares, escolas, locais de trabalho e nas pesquisas de opinião realizadas até agora.

CONEXÃO NITERÓI

Niterói, que já foi apontado com um dos municípios com maior qualidade de vida (em 2017  tinha o sétimo IDH entre os municípios brasileiros e o maior do Estado do Rio de Janeiro) acaba de conquistar outra importante e honrosa premiação de mais inteligente e conectado do País. Entre as cerca de 700 cidades participantes do Ranking Connected Smart Cities 2018, conquistou a 10ª colocação (ranking obtido a partir de 70 indicadores), subindo oito posições na comparação com 2017. A cidade também ficou em 10° lugar na categoria Tecnologia e Inovação. Com este resultado, subiu oito posições na comparação com a edição anterior. Em sua 4ª Edição, o Ranking Connected Smart Cities tem como objetivo definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, sendo dividido em quatro resultados: geral, por eixo temático, região e por faixa populacional sendo composto por indicadores de 11 principais setores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança, mesmos eixos temáticos do evento Connected Smart Cities. O 1° lugar no Ranking Connected Smart Cities 2018 ficou com Curitiba (PR), seguida por São Paulo (SP). O 3° lugar foi conquistado Vitória (ES), seguida por Campinas (SP) e Florianópolis (SC). Na sexta colocação está o Rio de Janeiro (RJ), seguida por Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Santos (SP) e Niterói (RJ), na 10ª colocação.

ABANANDO O POSTE

Finalmente, o poste - também usado por cães para fazerem suas necessidades - assumiu. Como já era de se esperar, o Partido dos Trabalhadores (PT) foi obrigado, pela justiça eleitoral (ou o que resta dos muitos imbróglios produzidos e/ou permitidos por ela), a oferecer a cabeça de Fernando Haddad numa bandeja, não ao rei Herodes, mas, sim, à população brasileira que desejava acabar logo com todo o circo. Vê-lo como candidato do partido disputando a presidência no lugar de Lula - devidamente  preso e condenado em segunda instância, portanto, barrado pela Lei da Ficha Limpa - representa quase tudo aquilo que já era previsto há muito (exceção apenas ao ataque praticado pelo terrorista Adélio Bispo que, segundo ele mesmo, "pretendíamos" acabar com Bolsonaro por razões políticas e ideológicas") por analistas e até por quem não entende tanto do assunto mas que sabia que os planos continuam sendo dar continuidade ao projeto criminoso de poder elegendo um capacho. E, pelo perfil apresentado, desde sempre, Haddad é o homem certo. Só que faltou combinar com os russos, isto é, com Bolsonaro, mais vivo do que nunca e líder isolado nas pesquisas e, principalmente, com a maioria da população que parece não ajudar muito na "decolagem" do PT, do ex-prefeito de São Paulo e do ex-presidente (atual presidiário) com toda a pretensão de voltarem aclamados nos braços do povo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

UMA COISA SÓ

Nada como um dia atrás do outro. Nada como ver o PSDB - partido político que tenta se mostrar como arauto da moralidade, acima de qualquer suspeita - começando a parar na lata de lixo da história por envolvimento de um de seus "caciques" em práticas de corrupção. A prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, em operação da Polícia Federal que, a despeito do que quer a maioria dos políticos brasileiros ( isso mostra o nível da política nacional), continua desbaratando a quadrilha que estava (?) a serviço de grandes empreiteiras. Mostra, também, que os últimos governos do PT e do PSDB, sempre capitaneados pelo (P)MDB, são exatamente iguais e têm os mesmos interesses, ou seja, roubar o dinheiro da população e relegá-la a planos inferiores. Tudo isto acontece durante o processo eleitoral - que já teve até candidato sofrendo atentado político, sim - deixa claro, ainda, que estes dois partidos e seus eternos "donos" ( acumpliciados com os outros da base alugada) estão desesperados e dispostos a tudo. E atolados até o pescoço por denúncias e provas incontestes de que fazem parte de um grande esquema de roubo aos cofres públicos capaz de se unir, sempre, contra tudo aquilo que os ameace. Como Deus e o próprio país.

domingo, 9 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Em pouco tempo, "estaremos" de volta à campanha. (Jair Bolsonaro)

NÃO É GUERRA

Que país queremos? Com certeza, um onde não haja tanta corrupção, criminalidade e tamanha truculência, tampouco, agressão à democracia como aquela que levou um desesperado, partidário e ideologicamente extremista ser capaz de perder a razão - que alguns tentam dizer, agora, que é louco - atacando com muita violência a um candidato a presidente durante campanha popular de convencimento. Aliás, que defende, exatamente, uma mudança radical nas atuais leis visando inibir ataques como estes e atos irracionais que sabem ser protegidos por elas e por advogados dispostos a defender o indefensável desde que bem pagos. O que aconteceu com Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, queiram os 'adelios' e outros esquerdopatas lunáticos ou não, foi um ato terrorista, um ato covarde numa guerra onde cidadãos comuns ou não estão à mercê de pessoas, grupos, partidos políticos ou quaisquer outros movimentos que desejam continuar fazendo do Brasil um país que a maioria não quer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

FESTA ERÓTICA

Lembro- me de ter ouvido alguém comparar a política nacional a "uma suruba, uma bacanal". Lembro-me, também, que não foi alguém que o fez num bar da esquina ou qualquer outro ambiente de descontração. O autor da pérola - que não deixa de ter fundamento - foi, nada mais, nada menos que o veterano senador Romero Jucá ( PMDB-RR) que deve entender muito bem de tudo isto pois representa uma das formas mais vis de se praticar a "arte" da política com todos seus aspectos repulsivos de praticá-la sempre de forma a se servir dela em benefício próprio ou para atender grupos, amigos, parentes, etc. Aliás, como se faz em, praticamente, todos os municípios brasileiros. De Norte a Sul, não importa o tamanho. Estamos em plena campanha eleitoral, oportunidade para se começar a mudar a grande confusão criada pelos últimos governos que conseguiram transformar o Estado numa grande máquina de corrupção, onde o serviço público fica à mercê do privado; sua qualidade é discutível, uma vez que o sistema é viciado - e viciante -, gasta-se tudo que é arrecadado (uma das maiores cargas tributárias do planeta), quase sempre de forma perdulária e numa  desproporção (custo- benefício) descomunal, inclusive para manter os Três Poderes de maneira nababesca, todas provas inequívocas de que vive-se uma grande "suruba" tal qual o senador, nada impoluto e moralista, referiu-se, dia destes, em discurso na "Casa Alta" e que precisamos começar a mudar. Lemas como família, amor a Deus, à Pátria e às famílias, a ordem e o progresso como regra geral e a permanente guerra à corrupção, bem como à perda do direito de ir e vir com a criminalidade que grassa em cada canto do País, devem ser muito bem analisados todos os dias e no próximo dia sete de outubro, devidamente, instrumentalizada quando teremos em mãos o voto e o dever de mostrar se queremos mudanças ou permanecer como estamos, por exemplo, nas garras do pacto feito entre o PSDB, PT, (P)MDB e congêneres, partícipes e cúmplices de uma estrutura carcomida que permite o avanço de uma epidemia que se não for combatida representará, mesmo, nossa destruição e independência.

BRASIL ACIMA DE TUDO

O Brasil clama, desesperado, por mudanças. E elas podem começar já a partir do primeiro dia de 2019, quando deverão assumir o novo presidente da República, governadores, 2/3 de senadores e deputados federais e estaduais que, espera-se, também espelhem uma necessária renovação (para isto, é importante se investigar bem o histórico e o perfil de cada um pra não se trocar seis por meia dúzia). Muitas são as reivindicações da sociedade que hoje vive refém, principalmente, da politicagem, do poder paralelo vindo das entranhas da criminalidade - marginal, perversa e quase invulnerável - e das leis vigentes que os protege. E nos desprotege. Fosse feita uma pesquisa de prioridades, destinadas ao presidente eleito, muito provavelmente constariam a mudança do atual Código Penal (penas mais rigorosas, incluindo rigor e seriedade na execução, redução da maioridade, etc), ampla revisão da Reforma Trabalhista (com revogação de vários itens), Reforma Tributária (benefícios para quem produz e diminuição da injusta e pesada carga), Reforma Previdenciária (com manutenção de direitos adquiridos e busca por recursos oriundos da sonegação, por exemplo) e, talvez, uma das mais importantes que seria a Reforma Política para acabar com privilégios (salários, benefícios estendidos às famílias, mandatos longos e duradouros servindo de moeda de troca entre os governos) de uma classe desclassificada de políticos que sequer faz o dever de casa e, sem dúvida, é a maior responsável pela onda de corrupção que afoga cerca de 200 milhões de brasileiros há um bom tempo. Outras seriam elencadas nesta possível - e pouco provável - pesquisa, tais como, a exigência por serviços públicos de qualidade, como na educação (respeito ao professor, ao aluno e às famílias, criação de mais colégios militares multiplicadores da Ordem e do Progresso), na saúde ( que pode incluir um amplo estudo nos planos de saúde e mais investimentos no SUS) e na segurança (a restauração pela figura da autoridade e do cumprimento do dever); favorecimento da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante), a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal; privatizações voltadas a diminuir a máquina estatal criada para abrigar o partidarismo), tudo isto convergindo, naturalmente, para a necessidade básica que é por emprego e a dignidade que ele trás. Resumindo: um Estado mínimo e com espírito nacionalista, onde o que se paga deve servir como estímulo, incentivo e oportunidade para que os brasileiros vivam bem e melhor.

HISTÓRIA NÃO CONTADA

Nossa vizinha, professora aposentada, patriota, politizada, portanto, cheia de histórias e experiências para nos passar, a exemplo de outros brasileiros e brasileiras, pode estar sofrendo alguma influência negativa (do tipo PT, PC do B, MDB, etc) apontando para erros cometidos durante os governos militares (1964-1985) os quais, para ela, "não justificariam a ascensão tão expressiva de alguém oriundo da Caserna, tampouco, seu voto". Para muita gente boa, como a nossa vizinha, super bem-intencionada, ficou uma ideia de que os militares fizeram uma revolução para torturar e matar milhões de inocentes, apolíticos, indefesos, pessoas das quais eles, simplesmente, "não gostavam, não pactuavam de sua ideologia ou não iam com a cara". Só que a verdadeira história -  não aquela que o Partido dos Trabalhadores quis transformar através da fantasiosa, oportunista, lucrativa e revanchista Comissão da Verdade, embora alguns excessos possam ter sido cometidos - é bem diferente, a começar com o que havia no País naquele momento. Vivia-se um grande caos, insegurança jurídica e institucional, subversão e, claro, muita corrupção em cada canto do território nacional, lembrando - guardadas as devidas proporções -  os últimos anos de um "regime democrático" que mata 60 mil pessoas por ano; mantém mais de 40 milhões de desempregados ou que vivem de programas sociais; uma classe política voltada em atender seus próprios interesses e que vive à custa de Nababo (no caso, nós, os contribuintes); uma bolha na economia prestes a explodir; paralisação de obras de infraestrutura; governos perdulários e ladrões; partidos e políticos de aluguel, situação bem parecida com aquela de 1964 que a grande maioria clamou por um fim mas que comunistas, "intelectualoides" e antipatrióticos tentavam dizer que não havia, pegando, até, em armas para combater tal "autoritarismo". A historiografia brasileira defende a ideia de que o golpe não deve ser considerado como exclusivamente militar, sendo, em realidade, civil-militar. Segundo vários historiadores, houve apoio por parte de segmentos importantes da sociedade: os grandes proprietários rurais, a burguesia industrial, uma grande parte das classes médias urbanas (que na época girava em torno de 35% da população total do país) e o setor conservador e anticomunista da Igreja Católica (na época majoritário dentro da Igreja) que promoveu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada poucos dias antes, em 19 de março de 1964. Neste ano, houve um movimento de reação, por parte de setores conservadores da sociedade brasileira – notadamente as Forças Armadas, o alto clero da Igreja Católica e organizações da sociedade civil, apoiados fortemente pela potência dominante da época, os Estados Unidos – ao temor de que o Brasil viesse a se transformar em uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba e, hoje, na Venezuela, Bolívia, Nicarágua (sonho de Lula, Dilma e de toda petralhada,), após a falha do Plano Trienal do governo de João Goulart de estabilizar a economia, seguido da acentuação do discurso de medidas vistas como comunistas na época, tais como a reforma agrária e a reforma urbana. Inúmeras entidades anticomunistas foram criadas naquele período, e seus discursos associavam Goulart, sua figura e seu governo, e o "perigo comunista" ou "perigo vermelho". Esse discurso, que até fins de 1963 ficara confinado a setores da extrema-direita, conquista rapidamente maior espaço e acaba por servir de "cimento da mobilização anti-Goulart", propiciando uma "unificação de setores heterogêneos numa frente favorável à derrubada do presidente".O que houve em 1964 não foi uma revolução. As revoluções fazem-se por uma ideia, em favor de uma doutrina. Para muitos, simplesmente , existiu um movimento para derrubar João Goulart. Foi um movimento contra, e não por alguma coisa. Era contra a subversão, contra a corrupção. Era algo destinado a corrigir, não a construir algo novo, e isso não é revolução. O Brasil estava numa encruzilhada, com a maioria do povo, vivendo dúvidas e incertezas, como agora, vivemos eu, nossa vizinha e milhões de brasileiros e brasileiras que precisam de mudanças que podem vir através do sufrágio universal e do surgimento de alguém que possa fazê-las. De verdade.

ROTA DA MUDANÇA

Anda sendo compartilhado um áudio, bem como uma espécie de comunicado da União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC), dando conta de uma grande paralisação POR TEMPO INDETERMINADO em todo transporte rodoviário a partir da meia noite de domingo (09). Só que, mais uma vez, tudo indica que isto é mais um fake news criado pela esquerda paranoica que não se conforma que a prisão de seu líder não é política (nem de que a tentativa de manter os brasileiros de baixa renda sob o regime de servidão a eles acabou). Lula não é uma figura antiestablishment apanhada no turbilhão de elites raivosas e vingativas. Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários com grande força no país. Bem como perde fôlego, neste momento delicado que vivemos, qualquer tentativa de parar um País que, absurda e ignorantemente, insiste em transportar cerca de 85% de sua carga pelas estradas. Aliás, mal cuidadas, mal sinalizadas, com pedágios que não justificam preços desproporcionais mas que, no entanto, não devem ficar sem os gloriosos trabalhadores - pelo menos nos próximos meses - por entenderam que o objetivo seria tumultuar um processo eleitoral em curso e voltado para dar a vitória a um candidato, abraçado pela maioria deles, que deve promover profundas mudanças e colocar o Brasil, novamente, nos trilhos e na estrada da Ordem e do Progresso

Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola
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Segundo o artigo, apesar da campanha, Lula está preso por causa da corrupção na Petrobras, e o argumento de perseguição perde força ao ver que ele não é o único processado em uma investigação que envolve políticos e empresários co... - Veja mais em https://brasilianismo.blogosfera.uol.com.br/2018/07/10/lula-nao-e-preso-politico-e-campanha-mundial-faz-mal-ao-pais-diz-forbes/?cmpid=copiaecola

LULA LÁ

Acabou! Acabou! Acabou!, bradaria um conhecido narrador esportivo. Finalmente, - ou quase - "o cara" que sancionou a Lei da Ficha Limpa - aquela que impede que condenados possam ser candidatos a cargos eletivos por terem cometido crimes, como lavagem de dinheiro, corrupção ativa, passiva, etc. - foi pego, exatamente, pela Lei da Ficha Limpa. Apesar de ainda existirem recursos procrastinadores e protelatórios - também conhecidos como chicana, 'rolando lero', 'me engana que eu gosto', etc., o ex- presidente Lula, que cumpre uma espécie de prisão em Curitiba, foi declarado mesmo inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após seis ministros rejeitarem sua candidatura a presidente (só Deus sabe o porquê, apenas o ministro Edson Fachin votou a favor do registro da candidatura). Mas o circo, chamado processo eleitoral, e a farsa chamada Justiça eleitoral, que conta, sempre, com a imprevisibilidade e recursos de toda ordem, ah, estes continuam de pé, pois a rejeição da candidatura, pelo TSE, do chefe da maior organização instalada no País pode ser contestada, contribuindo para um caos ainda maior, mais incertezas e mais afastamento do eleitorado por este que tem se mostrado um processo viciado, ineficaz, desgastante, ultrapassado e, quiçá, fraudulento por permitir que centenas de candidaturas como as de Lula perdurem o máximo de tempo que puderem. Mas, tudo indica que, apesar da balbúrdia pretendida pelo prisioneiro e sua gangue, o candidato do PT será mesmo o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tendo Manuela D'Ávila, do PC do B, como vice, os quais não conseguem decolar nas pesquisas nem que a vaca tussa.

domingo, 2 de setembro de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Tudo a mesma coisa. Políticos com mandato fazendo " reuniões, encontros, festas" para outros que pretendem voos maiores. Por exemplo, vereador apoiando colega candidato a deputado estadual. Motivos? Os me$mo$ de sempre, como futuros apoios, indicações para parentes e amigos, etc. Tudo conseguido com o voto de quem vai nestas reuniões, festinhas e nos " encontros com amigos".