No próximo dia 16, se tudo corresse bem, deveríamos "decolar" num voo
com destino aos EUA e Canadá. Mas, como nada vem correndo bem, pelo
contrário, pior situação o mundo não poderia estar passando, uma vez que
estamos atravessando um período grave com a pandemia
provocada pelo coronavírus, como todos, estamos lutando para sobreviver
sem, no entanto, nos esquecer de nossos deveres e, claro, de que temos
direitos. Ou deveríamos ter. Como todos, estamos, também, seguindo uma
ordem quase mundial, de permanecer confinados
em casa, evitando as aglomerações e fazendo o que é possível para
"tocar o barquinho" e, no caso em tela, tocar a viagem aérea assim que a
crise e a lei permitissem. Sendo assim, "decolar", semana que vem,
tornou-se impossível, levando-nos a, do solo, e de
casa, tentar saber com a Decolar (agência de viagens contratada) como
deveríamos proceder, o que, até o momento, tem sido tarefa tão difícil
quanto outras provocadas pelo vírus. Isto porque não se consegue fazer
contato com a referida empresa, tampouco, entender,
claramente, as propostas estabelecidas e exclusivas através de seu
site ( falar pelo tel nem se fala) para não causar prejuízo aos
clientes que pagaram por um serviço e, independente de sua vontade, não
estão conseguindo recebê-lo, quer seja através da remarcação
futura das passagens (após a crise) ou, na pior das hipóteses, receber
os valores pagos, algo que não desejamos por entender que poderíamos
aumentar os prejuízos das empresas. Sendo assim, tentando evitar a
judicialização (provavelmente o caminho a ser percorrido
neste e em outros tantos casos) e usufruir de um direito o qual
consideramos inalienável por entender que a responsabilidade não é das
empresas aéreas, apelamos através deste e de outros prestigiosos veículos de comunicação que
costumam conceder espaço a quem se sente, de alguma
forma, injustiçado , sem vez e sem voz.
quarta-feira, 8 de abril de 2020
VÍRUS POLÍTICO
Nunca se leu e ouviu tanta bobagem quanto agora, justamente, num momento
onde deveriam prevalecer o bom senso e a verdade para diminuir os
impactos de uma crise internacional inevitável. Nunca se viu tantas fake
news tão perversas e desumanas. A pandemia e
a consequente necessidade de se fazer o isolamento social, provocados
pelo Covid-19, também tem servido para muita gente, que prega o quanto
pior melhor, tentar provocar um caos ainda maior e as redes sociais é
uma das ferramentas utilizadas para aumentar
o clima de intranquilidade e terror. A última dessa gente desocupada e
doente é insistir que o coronavírus é "uma farsa e o vírus é político em
nome de uma tal ordem mundial ( faltou combinar com os países)
liderada, principalmente, pela Rússia e pela China".
Alguns áudios e vídeos desses aloprados dizem, ainda, que " a gripe não
é nada demais e que alguns dos que lideram quebrar o País são
representantes do Congresso Nacional e do STF, ministros, governadores e
prefeitos. Contrariando
organismos técnicos e científicos como, por exemplo, a OMS, eles
colocam mais gasolina na fogueira ao dizer que " políticos e Imprensa
têm objetivos econômicos e querem até derrubar o presidente Bolsonaro".
Uma pena que uma doença gravíssima como esta, que
vem vitimando milhares de pessoas ao redor do mundo, além de todos os
problemas advidos, ainda seja vista como " gripezinha e um vírus
político". Uma pena que circule por esta importante ferramenta - que
deveria servir para informar e advertir sobre maneiras
e métodos verdadeiros para se salvar vidas - tanto lixo e desserviço
compartilhados por pessoas portadoras de outra doença grave como a
maldade.
domingo, 5 de abril de 2020
CHAMEM O MÉDICO
Não é mais uma tese ou implicância de adversários políticos ou da
Imprensa: o presidente Bolsonaro pode estar sofrendo de transtorno
mental crônico e grave como, por exemplo, a esquizofrenia, haja vista o
distúrbio da mente dividida ficar bastante clara quando
fala e faz uma coisa num momento e logo em seguida faz e fala outra bem
diferente, muitas vezes, sem a menor lógica. Outra evidência de que
ele, com tantos problemas de personalidade e desvios de conduta - uma
vez que vem colocando interesses pessoais e políticos
acima da Nação -não tem capacidade de governar o Brasil, tampouco sabe
administrar crises e seu próprio ego - sem falar nos filhos -, é que
durante a pandemia causada pelo coronavírus, que pode matar milhares de
pessoas se não continuar o confinamento social,
o presidente continua peitando os organismos internacionais de saúde
insistindo na idéia de decretar a volta ao trabalho, sem falar na
perseguição ao Ministro da Saúde que vem, reconhecidamente por todos, trabalhando para
diminuir os impactos e consequências da doença, e Bolsonaro diz " não
ter humildade" numa hora que a técnica e a ciência têm de estar bem
acima da politicagem e da fogueira de vaidades.
Uma pena que todas estas constatações tenham ocorrido, justamente,
neste momento dramático pelo qual passa o mundo e, em especial, nosso
País, que pode ter uma estatística de terror muito maior causada pela
falta de liderança, pelo despreparo e pela falta
de humildade de quem deveria ser a pessoa mais equilibrada do País.
PRA COMEÇAR A SEMANA
Em tempos eleitorais, é bom ficar de olhos abertos nos "artimanhosos e perversistas", lembrando o Bem-Amado Odorico.
terça-feira, 31 de março de 2020
MAUS BRASILEIROS
... e os maus brasileiros continuam fazendo o que sabem fazer de melhor
quando o país mais precisa deles: escondendo mercadorias e aumentando
preços. Com a pandemia começando a entrar no período mais crítico,
segundo os especialistas, onde a maioria da população
vai precisar, desesperadamente, ficar em casa para se precaver da
doença e esticar o dinheiro para comprar comida e medicamentos para
sobreviver, alguns empresários praticam extorsão e aumento abusivo
naquilo que chamam de " política natural e legal de preços".
Como faz, hoje, 1° de abril ( e não é nenhuma brincadeira do Dia da
Mentira) o setor farmacêutico reajusta os remédios em 4%,
provavelmente, para ajudar a matar os idosos que após escaparem do
Covid-16 vão sofrer por não poderem continuar com o tratamento.
Além deles, outros parecem não estar nem aí para o momento dramático
pelo que todos passam, inclusive eles, como condomínios, mercados e
outros ligados ao comércio que apostam no quanto pior, melhor, para
aumentar o tamanho descomunal da crise causada por
um vírus que só não é maior que os sonegadores, corruptos, insensíveis
maus brasileiros.
segunda-feira, 30 de março de 2020
PRA COMEÇAR A SEMANA
O que o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, fez ao se desculpar por ter errado quando não acreditou no poder do coronavírus, mandando as pessoas seguirem normalmente, foi algo digno de elogios. E um bom exemplo a ser seguido por aqui onde a maioria dos governantes não costuma reconhecer suas lambanças.
quinta-feira, 26 de março de 2020
POR QUE NÃO SE CALAS?
Não me encontro entre os 55% que votaram em Bolsonaro e sim entre os 21%
que se abstiveram. Não que não tivesse opinião a respeito ou, muito
pelo contrário, quisesse a continuação de governos corruptos,
perdulários (como os do PT de Lula e Dilma) ou os sem-credibilidade
e tapa-buracos (como o do PMDB de Temer). Isto porque no dia de votação
me encontrava fora do domicílio eleitoral e não pude manifestar o "
sonho" de ter um país mais justo, com leis mais severas, menos pressões
de um Congresso acostumado aos achaques, direito
a se defender em casos extremos usando métodos extremos, etc., coisas
que, como muitos, eram possíveis de serem alcançadas. Só que, muito além
das bobagens ditas e feitas pelo clã da família Bolsonaro, o Brasil
começa a demonstrar que não sabe administrar
crises graves como, por exemplo, a provocada pela pandemia do
coronavírus e, aí, o caos só tende a aumentar e a população ficar mais
deprimida, estressada e, pior, desassistida e morrendo mais por causa de
irresponsabilidades. O " espetáculo" produzido, em
cadeia de rádio e tv, pelo presidente nesta quarta-feira ( 24) e
escrito pelo 01 Carluxo ( principal ghost writer), quando repetiu ser a
doença " apenas uma gripezinha, desnecessário o confinamento de todos" e
outras pérolas dignas, até, de teorias da conspiração,
só reforça a vontade de muitos pelo seu impeachment, o que num momento
dramático como este piora muito as coisas. Tendo sido a gota d'água para
que pessoas bem-intencionadas e patriotas deixem de acreditar em sonhos
e exijam atitudes responsáveis, constitucionais
e republicanas.
quarta-feira, 25 de março de 2020
FLOR DA IDADE
Devemos reconhecer que o coronavírus tem criado problemas quase
incontroláveis. Alguns que parecem transcender até mesmo a grave doença.
Além do confinamento e do risco de ceifar mais vidas, inclusive, a de
qualquer um de nós, tem surgido outro ligado à autoridade
pública e à legalidade. Um exemplo que pode retratar o momento em que
estão todos apavorados, estressados, e sem saber o que fazer - e a quem
obedecer -, refere-se à crise de identidade e de autoridade pelo que
estamos passando. E isto pode ser constatado, dia desses, quando dois funcionários de uma companhia de luz do Rio de
Janeiro chegaram para cortar um fornecimento de energia na casa de um conhecido, o qual NUNCA
recebeu sequer UMA conta, e para os quais fora apresentada uma medida
sancionada pelo governador no dia 23,
tendo sido ignorada, ironizada mesmo, pelos aludidos senhores da
empresa, pelo visto, desinformados e andando às cegas, pois demonstravam serem uma espécie de donos da situação e do poder de permitir ou não
que o usuário tenha ou não os devidos direitos, "até
que o seu jurídico diga ao contrário" (lhes foi apresentada a lei
através de site específico), uma vez que depois de grande entrevero
resolveram ir embora sem cortar o fornecimento (mas com a pulga atrás da orelha e desconfiados se o decreto era ou não fake news, outro problema criado no País com ou sem coronavírus). Aliás, direitos que nem a
boa intenção do governador do Rio faz prevalecer.
A doença mata, sim. É um perigo iminente, sim. Mas seria bom para nós,
eleitores, contribuintes, usuários, enfim, cidadãos, que os poderes se
entendessem bem, e logo, - enquanto há tempo - para que todos sobrevivam
ao Covid-19 e ao caos que vem sendo instalado
porque o presidente, reciprocamente, não respeita o governador, que não
respeita o presidente, que não respeita o prefeito, que não respeita
ninguém. Tampouco, são respeitados. Nem amava as concessionárias, nem
ninguém, fraseando a música de Chico Buarque, Flor da Idade.
MEDO GERAL
Muito louvável o que os governos estaduais - alguns municipais - estão
fazendo para minorar o sofrimento da população em relação à disseminação
do coronavírus. Só que os decretos e medidas provisórias, todos
necessários, a bem da verdade e do estado em que
o mundo se encontra, por entrarem em vigor bem no meio da pandemia, têm
gerado apreensão e medo para muitos segmentos. Como os profissionais
que têm de trabalhar mas não encontram condições de transporte, pois
alguns meios estão escasseando e de segurança
já que as ruas, vazias, estão à mercê da criminalidade e de dependentes
químicos, por exemplo, motivos tanto quanto ou até maiores que a
própria doença. Muitos desses trabalhadores " essenciais" vêm
demonstrando pavor ao sair de casa e pedem que os governos
estaduais, através das polícias militares e federal, através das forças
armadas, dêem a tranquilidade que todos ( trabalhadores, famílias e
pacientes) precisam.
segunda-feira, 23 de março de 2020
PRA COMEÇAR A SEMANA
Nunca um clichê foi tão usado como agora: melhor ficar "preso" em casa do que num leito de hospital.
quinta-feira, 12 de março de 2020
ARROUBOS X ROUBOS
Dúvida que ronda lares, ruas e não sai da cabeça de milhões de brasileiros: o que é pior para o Brasil? Os arroubos
do presidente Bolsonaro, que não consegue conter a língua afiada - nem
as bobagens feitas e ditas pelos filhos -
e vem disparando sua fúria incontrolável (muitas até justificadas), ou
os diversos desvios praticados, por exemplo, dentro e fora do Congresso,
dos governos estaduais e municipais e outras anomalias como impedir
que
sejam feitas as verdadeiras reformas que o
Brasil necessita? Como, por exemplo, a que coloca políticos corruptos
na cadeia e outros bandidos como assassinos, estupradores e
sequestradores atrás das grades para sempre? A resposta,
para a grande maioria de brasileiros e brasileiras que ainda vive ou
sobrevive de seu trabalho e de sua honra, não poderia ser diferente
daquela que aponte para o fim da escalada contínua da criminalidade e do
que vem fazendo uma classe política constituída,
legal, obrigatória e desgraçadamente, por representantes cujo objetivo é
fazer da coisa pública sua privada, bem como dar boa vida aos
apaniguados e suas famílias. Sem esquecer da excrescência e dos
excrementos oriundos dos partidos, aliás, sempre inteiros
quando trata-se de achacar o Estado e os " chefes". Claro que ninguém
se sente bem com as últimas bobagens praticadas pelo
presidente da República e pelo que vociferam e fazem - ou fizeram -
seus herdeiros políticos, no caso,
os filhos de um a três. Tampouco, seus colaboradores como os ministros
da Fazenda, da Educação, do Meio Ambiente e, até, a "recém-casada"
secretária da Cultura que fez a maior de todas ao se expor e acreditar
em porteira fechada, carta branca, etc. Mas pensar
que existe algo pior do que deixar o País refém dos políticos, de um
STF que muitas vezes tem se apequenado e a maioria da população sem
serviços básicos de qualidade apesar do muito dinheiro que é gasto - ao
invés de investido - ( também conhecido como roubado),
é uma bobagem muito maior do que vêm fazendo membros dos governos
Federal, estaduais e municipais e as que saem da boca de Bolsonaro.
terça-feira, 10 de março de 2020
PRA COMEÇAR A SEMANA
Alguém acredita que o Brasil vai atravessar bem uma crise mundial com um Congresso liderado por Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, ambos do DEM?
segunda-feira, 2 de março de 2020
PRA COMEÇAR A SEMANA
A natureza é sempre implacável quando há malfeitos. Por isso, cai tanta coisa quando vêm os fortes ventos e chuvas. Até os postes não resistem.
domingo, 16 de fevereiro de 2020
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
SANTO DO PAU OCO
Lula tem concedido várias entrevistas e, na maioria delas, feito várias
críticas ao governo federal. E, como era de se esperar, ao presidente
Bolsonaro o qual, na visão do condenado em todas as instâncias - e,
também, como era de se esperar, devidamente libertado
pelo STF - " tem a obrigação de governar para a população,
principalmente, a mais pobre", aliás, tese pela qual comungam todas as
pessoas decentes deste País. Engraçado ver o ex e padrinho do poste posando de arauto da
Justiça e defensor dos menos favorecidos. Logo ele que foi,
e, não nos esqueçamos, está sendo acusado de roubar muito, muuuuuuito dinheiro de
todas as classes. Mais engraçado, ainda, vê-lo praticando a velha
política, falando impropérios, sendo redundante, cara de pau e hipócrita
e também encontrando algumas caixas de ressonância
que tanto ajudaram a destruir o Brasil, numa tentativa desesperada de voltar a gozar de tudo que o poder costuma proporcionar aos políticos de um modo geral. Igualzinho a uma grande gama deles que têm ou querem voltar a usufruir dos benefícios de mandatos eletivos.
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