O Brasil vem passando por um processo de limpeza na política, haja vista
o excelente trabalho da Justiça e, até, de boa parte da sociedade que,
vigilante e com mais recursos à mão, resolveu entrar na guerra,
culminando nos últimos resultados eleitorais e no número de processos
por má gestão e corrupção, levando à prisão e à perda de mandatos
ex-presidente da República, governadores, prefeitos, deputados,
senadores e até representantes do Judiciário como procuradores,
ministros de Tribunais de Contas e tantos outros que se encontram em
vias de entrarem na " boco do lobo". A maneira errada de se administrar e a roubalheira desenfreada - aliadas às velhas práticas políticas e à compulsividade
humana de levar vantagem, principalmente, sobre os recursos públicos -,foram as principais responsáveis pelo grito de revolta e desejo de
liberdade, sobretudo, pela virada que está no início mas que pretende
punir com rigor todos aqueles que roubam, matam, mentem, desviam, dão
maus exemplos, enfim, fazem de tudo para aumentar o patrimônio alcançado
à custa da pobreza alheia e dos desserviços prestados à população.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
O MEU ACIMA DE TUDO
Como era de se esperar, no apagar das luzes de um final melancólico de governo, Temer e seus desesperados e mau-intencionados cúmplices acabam (sem trocadilho) de sancionar o reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), passando o salário dos atuais R$ 33 mil para R$ 39 mil ocasionando, segundo a área técnica, um custo extra de R% 4,1 bilhões por ano, além de elevar todo o teto do funcionalismo público. O chamado efeito-cascata - isto porque a remuneração dos ministros serve de base para o pagamento de outras categorias - e a chamada "baita sacanagem" com o futuro governo de Jair Bolsonaro que a partir de 1° de janeiro tem mais este grande abacaxi nas mãos. Todo mundo sabe, pelo menos os 58 milhões de eleitores que votaram em Bolsonaro, que o Brasil está na crise que está graças ao Congresso Nacional, cuja maioria vem chancelando tudo que os governos petistas e emedebistas determinam. Todo mundo sabe, inclusive todos os outros eleitores que se abstiveram ou votaram branco ou nulo, principalmente, no segundo turno, que a corrupção aumentou porque o Congresso fugiu de todos os princípios constitucionais de investigar e ficar ao lado da população. Finalmente, todos os 208 milhões de brasileiros e brasileiras sabem que o STF também deixou de cumprir com muitas de suas verdadeiras atribuições tornando-se mais um braço forte deste mesmo Congresso contaminado e de um governo que, como todos eles, pensou muito mais em se locupletar da miséria alheia, da onda de corrupção, enfim, no próprio umbigo.
NAS MÃOS DE DEUS
Este programa "Mais Médicos", além de roubar os profissionais da Ilha e de outros países, também representa um dos maiores embustes das Terras Tupiniquins ainda chefiadas pela dupla PT-PMDB. O governo, e o que resta de publicidade do atual governo, diz que os médicos, recentemente, auto-expulsos do Brasil, cuidavam, cada um, de cerca de 3.500 pessoas pois a conta é de 30 mil brasileiros para 8.500 médicos estrangeiros. Ninguém, em sã consciência, vai dizer que a nossa Medicina e o nosso número de profissionais são capazes de nos dar um bom padrão e a tranquilidade necessária. Mas é bom que o futuro governo tenha escondida na manga a solução, pelo menos, a médio prazo, pois se deixamos a turma ir embora, sem uma contra- partida ou outra proposta que os persuadisse de viver sob regime socialista como o de Cuba que, entre outras injustiças, " roubava a maior parte de seus salários, é porque sabemos o que fazer para diminuir o sofrimento da maioria que depende do SUS, dos serviços públicos dos estados e municípios e que não têm planos particulares.
VAI QUE COLA?
Até que enfim prevaleceu o bom senso e a pressão feita pela sociedade para que o Senado retirasse de pauta o projeto de lei que pretendia aliviar a barra de agentes públicos condenados pela Lei da Ficha Limpa. A maioria da Casa parece ter entendido que qualquer alteração, por menor que fosse, traria novos problemas para os políticos, os partidos e tudo que os prejudique ainda mais. E problemas não lhes faltam em relação à credibilidade quase zero pelos muitos erros cometidos como lavagem de dinheiro e corrupção os quais alguns deputados e senadores queriam dar uma "aliviada" mas que não emplacou. Assim, a Ficha Limpa continua tentando melhorar o processo eleitoral, servindo de bússola para onde se deve caminhar com o objetivo de tornar a vida de todos melhor e digna e Aécio e tantos outros podem entrar por um cano longo e bastante sujo.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
BOI LADRÃO
O depoimento do presidiário Luis Inácio Lula da Silva, sobre o sítio de
Atibaia (SP), à juíza Gabriela Hardt - substituta de Sérgio Moro que
deve assumir, em janeiro, o superministério da Justiça do presidente
Jair Bolsonaro - começou a deixar claro sua culpabilidade e que, daqui
pra frente, ele continuará apanhando igual a " boi ladrão" . Se o
ex-presidente não tivesse feito tudo que fez para destruir o País não
estaria nesta situação (nem a maioria do povo brasileiro). Primeiro foram
as "surras" de Moro e as condenações em duas instâncias. Depois, a sova
que ele, e seu partido, o PT, - através do poste Haddad e de vários
companheiros- levaram nas urnas. Agora, o salafrário pegou pela frente
uma brava, destemida e preparada mulher que já mostrou não estar pra
brincadeira e que, ao contrário do que ele pensa e falou no primeiro
depoimento a ela, acabou essa de " nunca foi tão fácil roubar neste
País".
domingo, 18 de novembro de 2018
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
SE TIRAR, DÁ. TÁ OK?
Circula pela redes uma enxurrada de notícias falsas, mentirosas, as chamadas fake news. Entretanto, também tem-se a disseminação de conteúdos verdadeiros, aqueles capazes de acrescentar muito à vigília permanente sobre a política, a corrupção, as estratégias do novo governo que começa em 1° de janeiro, enfim, tudo que diga respeito à melhoria de qualidade de vida da população. Em todas as áreas. Dentre elas, na segurança pública, onde se propõe abater marginais portando armamento pesado. Ok! Ajudar estados e municípios com mais recursos. Ok! Atrair novos investimentos que representem a geração de milhões de empregos. Ok! Incentivar a continuidade de operações ligadas à Lava Jato e outras que objetivem acabar ou diminuir drasticamente a corrupção. Ok! Combater a entrada ilegal de armas, munições e drogas ilícitas. Ok! Abrir caixas pretas do BNDES e outras. Ok! Fazer reformas estruturais, como a previdenciária, a tributária e melhorar ainda mais a trabalhista. Ok. Mas como nem tudo são flores, e a política? Aí, mais ou menos, ok? Isto porque tudo indica que ninguém, ou quase ninguém, que está ou vai entrar nos poderes legislativos vai querer cortar na própria carne, isto é, acabar com os muitos privilégios e mordomias como as aposentadorias e pensões, planos de saúde vitalícios e estendidos a familiares, número de assessores injustificável, carros oficiais, cartões corporativos, passagens aéreas, moradia, combustíveis para transitar pra lá e pra cá, o vergonhoso recesso e dezenas de outros que, dizem os especialistas, encerrados representariam a verdadeira reforma do Estado e a continuidade da saúde financeira do INSS. Político não é profissão. Não necessita de formação, nem presta concurso público. O político é escolhido para prestação de serviço temporário, portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões. O político legislou em causa própria e isto é ilegal. Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas. Que sejam extintas todas as aberrações criadas e que hoje querem perpetuar através de mais impostos e medidas contra direitos adquiridos contra quem, de fato e de direito, produz pelo País. Tá ok?
CASA SEM CAIXA DOIS
Nos últimos dias, com exceção do crime brutal contra o jogador Daniel Corrêa, praticado por Edison Brittes, com o envolvimento da mulher, filha e primos, da propinolândia da Alerj e dos depoimentos de Lula à juíza que substituiu Sérgio Moro ( a magistrada né mole não!), o que mais toma conta dos noticiários são as nomeações que Bolsonaro fará daqui a uns dias. E, por conta disso, os veículos têm começado a vasculhar e a opinar sobre muitos dos escolhidos, começando pelo futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni contra o qual pesam algumas dúvidas envolvendo caixa 2. A coisa pode até não prosperar e o ex-deputado gaúcho - um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro e porta-vozes do futuro governo, não ter feito nada que contrariasse a lei eleitoral. Mas devolver dinheiro e chorar não torna ninguém honesto, viu Moro? Como guardiões da honestidade e da ética, dentro e fora da política, a quase totalidade da população só quer uma investigação completa e que Bolsonaro - que já se manifestou dizendo que "Onyx continua indicado, ainda" e "100% de confiança ninguém tem, tá ok"? - cumpra com o prometido de não ficar com nada que ande, respire ou tenha qualquer vestígio de corrupção ao seu lado. Sob o risco de perder a credibilidade e dar munição para os inimigos. Seus e da maior parte da Nação.
AULAS DE LIBERTINAGEM
Com perdão da palavra, mas o País todo parece uma grande bacanal. Embora
exista uma Constituição a ser seguida, alguns governantes a estão
interpretando ao bel-prazer, além da roubalheira quase
institucionalizada e oficial. O governador reeleito do Maranhão, Flávio
Dino, por exemplo, acaba de editar um decreto sobre escolas com
liberdade e sem censura bem nos moldes do que vinha - e vem - sendo
proposto por seu partido, o PT, e, certamente, seus gurus, Lula, Haddad,
Gleise e o "resto do que restou" da petralhada que além de desviar
recursos públicos insiste em desviar caráter, personalidade, ideologia,
gênero e tudo mais que pretenda doutrinar para atingir seus objetivos,
muitas vezes amorais, pervertidos e, claro, prestando mais desserviços
aos alunos e à Nação. Onde já se viu ambientes de ensino com mais
liberdade e menos censura do que aqueles que o PSDB ( desde o ex-
ministro Paulo Bernardo), o PMDB e, o PT conseguiram instituir nos
últimos anos no Brasil, transformando-os num ambiente de baixa qualidade
e com atribuições completamente equivocadas? Onde já se viu ambientes
escolares, cujos alunos vêm, a cada dia, perdendo mais a noção de
respeito, moral, ética e autoridade? Onde já se viu governantes
modificarem princípios básicos de cidadania? Lamentavelmente, no
Maranhão e em todo o resto de um Brasil destruído pela corrupção, pelo
assistencialismo e por aulas ideológicas e mal dadas.
CINZA E ANIL
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, para poder continuar gozando da
confiança de quem lhe conferiu os votos suficientes para vencer as
eleições - e até daqueles que preferiram o voto de protesto no nulo, branco ou abstenção - não pode esquecer de alguns provérbios antigos que podem
nortear seu governo, tais como: "caldo de galinha e cautela não fazem
mal a ninguém"; "devagar com o andor que o santo é de barro" e,
principalmente, " não se deve ir com tanta sede ao pote". Isto porque,
no ímpeto de conquistar apoios que julga importantes, tem declarado, por
exemplo, que vai transferir a embaixada de Israel para Jerusalém; colocar a China (ei, somos capitalistas e temos mais de 20 milhões de desempregados!) em seu lugar; aceitar
indicações político-partidárias; extinguir ministérios; privatizar quase tudo; aproveitar colaboradores ligados, até pouco tempo, ao PT e até nomear o atual presidente, Michel Temer, como embaixador na
Itália (ah, tem o BNDES nas mãos do Joaquim Levi!). Ora, ao disputar as eleições dizendo que não ia entrar na
tradicional mesmice do toma lá dá cá e que ia expandir e manter as
parcerias com o mercado exterior - exceção para o bolivariano,
principalmente- e que não ia colaborar para livrar a cara de corruptos,
ele angariou muitos votos. Mas, aí, mal pega na caneta, já pensa em
afastar os árabes - importantes parceiros comerciais do Brasil - e se
tornar cúmplice de alguém que, supostamente, tem muita coisa a explicar a
Justiça. Só falta ele dizer agora que vai conceder indulto ao pobre do
Lula porque " tá velho e , portanto, merece uma nova chance". Bolsonaro, apesar da 'enoooooorme' experiência política de 30 anos no Parlamento e as 'boooooooas'
intenções, sabe muito bem que não se pode agradar gregos e troianos. Tampouco ganhar tudo. E que ser presidente em um País
como o Brasil nem sempre o céu está para brigadeiro. Portanto, senhor presidente eleito, se mantenha altivo e coerente para fazer as reformas (TODAS) necessárias pensando, sempre, nos brasileiros e brasileiras acima de tudo.
MEIAS VERDADES
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, continua citando o versículo João
8:32 da Bíblia que fala da verdade como libertação. "E conhecereis a
verdade e a verdade os libertará". Só que, ninguém melhor do que ele
sabe, na política nacional é quase impossível colocar a verdade acima de
tudo e, principalmente, libertar a maioria de nosso povo que, hoje, ou
vive em opressão, do assistencialismo, ou na pobreza. Quando
consegue sobreviver. A tarefa de unir os povos, com todas as suas
diferenças e dificuldades, e apaziguar, mesmo que durante o período de
adaptação do novo governo (100 primeiros dias), a ferrenha, vingativa,
muitas vezes mentirosa oposição, não será nada fácil pois há muito por
se fazer para recuperar o tempo perdido e o atraso e porque o PT voltará àquilo que sempre foram suas marcas principais: barulho, estardalhaço, mentira e a levar algum tipo de vantagem. Seja ela política ou até mesmo financeira, como podem atestar os últimos 13 anos e os ex-companheiros que têm contado as peripécias de seus principais líderes.
Portanto, é bom o presidente " já ir se acostumando com a ideia de ter
de lidar com a disseminação do ódio e com as muitas mentiras - ou falta
da verdade - em seus calcanhares produzidos por petistas inimigos da
Pátria e parte da mídia que aprendeu a mamar nas tetas do Estado. Mas também deve se preocupar com o chamado fogo amigo produzido por muitos que estão ao seu redor, falando 'pelos cotovelos', como o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o futuro Ministro da Economia (posto Ipiranga), Paulo Guedes e outros que, no afã de mostrar serviço e de serem logo nomeados, vêm proferindo tudo que diga respeito a suposta economia de dinheiro público mas que podem não passar de medidas demagógicas e ainda 'queimar' uma imagem que ainda nem começou a ser construída.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
PRA COMEÇAR A SEMANA
Dizem que a vida é cheia de surpresas. Que nossos sonhos realmente se realizam, assim como nossos pesadelos.
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
PROPINOLÂNDIAS
Todo mundo sabe que na corrupta política que impregna gabinetes e corredores de todas as instituições públicas, mensalinhos e mensalões" fazem parte da realidade e da cultura nacionais. Todo mundo sabe que os serviços públicos são ruins graças a esta carcomida e desumana máquina de contemplar políticos, seus parentes, amigos, patrocinadores de campanhas, a mídia parcial e parcimônica que também quer levar vantagenzinha e até vantagenzona ou qualquer outro elo de ligação entre o público, o privado e a privada, para onde deveriam ir todos que roubam nas prefeituras, nas câmaras municipais, nas assembleias, no Congresso Nacional e nos suntuosos palácios de governos estaduais e federal. A coisa é antiga, uns dizem que data do Império, quando o toma lá dá cá era feito dentro de santos de barro, na concessão de favores, nomeações ou na cara grande mesmo, com grana viva oferecida a corruptos e corruptores para se conseguir aprovar ou legalizar algum desvio. O tempo foi passando, passando, passando e nada - ou muito pouco - foi feito para acabar com isso. A mais recente descoberta, desde o descobrimento do Brasil, acaba de acontecer na Alerj onde, segundo investigações da PF, havia um grande esquema de compra e venda de votos movimentando mais de R$ 54 milhões. Segundo a Operação Furna da Onça, o suposto (?) "mensalinho" girava em torno de R$ 900 mil, beneficiando ao menos 10 deputados (cinco deles reeleitos), além de secretários de governo, presidente e ex-presidente do Detran e os três deputados já presos em Bangu ou em prisão domiciliar. Mas isto aconteceu somente nos governos de Cabral e Pezão? Não, claro que não! Entretanto, o esquema cresceu tanto e ficou tão incontrolável nestes governos que, pasmem, foi preciso "terceirizá-lo", para atrair e seduzir mais gente e para mostrar que o crime compensa. Pelo menos até a chegada dos camburões da polícia e das garras de uma Justiça que deve continuar fazendo seu trabalho de eliminar corruptos, mantendo-os longe da sociedade durante um bom tempo.
O ÚLTIMO A SAIR
Como sempre acontece, ao apagar das luzes, o governo federal, acumpliciado com o Supremo Tribunal - que a cada dia perde um pouco de supremacia pelos muitos equívocos cometidos aos olhos da população - e o que restou do Congresso Nacional, acaba de deixar um "pepino" daqueles para o novo que se avizinha. Nesta quarta-feira (7), o Senado aprovou a pauta-bomba concedendo aumento de 16% para ministros do STF, devendo ter impacto em vários setores do judiciário. Com o reajuste, os salários dos magistrados passarão dos "míseros" R$ 33,7 para R$ 39 mil. O Projeto de Lei agora vai para sanção presidencial, desde que atendida uma contrapartida do presidente Michel Temer que é terminar com o auxílio-moradia em nível federal (e eu aqui pensando que era para os ministros aliviarem, muito em breve, sua barra em relação aos muitos processos contra ele, livrando-o da possível condenação e da companhia de velhos companheiros). Caso não seja vetada, a esmola com o chapéu e o dinheiro de 208 milhões de brasileiros, pode ser chamado de um grande 'soco' na ainda dolorida barriga de Bolsonaro pois, pelo efeito cascata, representa algo próximo a R$ 6 bilhões. Um novo salto no abismo e um problemão daqueles no chamado ajuste das contas públicas pretendido pela equipe econômica liderada pelo futuro superministro Paulo Guedes - que queria dar uma prensa no Congresso - que, assim, será obrigado a ter muito mais do que superpoderes. Resta torcer para que Bolsonaro consiga impor seu estilo e sua firmeza de propósitos baseados em João 8, 32 ( conhecereis a verdade e a verdade vos libertará) e que 'não aumentar ou criar novos impostos' se torne uma grande mentira.
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