Após a fritura e, consequente, exoneração ( "a pedido", no dicionário bolsonariano) do ministro da Saúde, Nelson Teich, a pergunta que não quer calar milhões de brasileiros é: qual será a próxima vítima? Memes dão conta de Osmar "Trevas" e até de figuras como o hilariante médico brasilo-americano, Dr. Rey e assim como tantos outros que no final terminam dentro de um caixão de funeral em Gana. Aliás, destino que poderá ser o mesmo para colaboradores ligados ao governo de Jair Bolsonaro que, por não pactuar ( fazer pacto, combinar, neste caso, correr sério risco de se f.... e ser humilhado), são colocados pra fora às botinadas. Independente de se tornar viral ou não na internet, como milhares ligadas ao presidente, a verdade é que ficou difícil acreditar em alguém que quer brincar de médico, cientista e, às vezes, de marechal.
sábado, 16 de maio de 2020
sexta-feira, 15 de maio de 2020
BREAKING NEWS
Como tem feito muita gente em tempos de pandemia e de confinamento rígido, estávamos em frente à telinha quando de repente a CNN anunciou sua " breaking news" ( notícias de última hora). Imediatamente, todos pensaram tratar-se de informações quentes ligadas ao vídeo da reunião do conselho de ministros, que aconteceu no último dia 22 ( quando o Brasil foi descoberto e a República pode ter sido proclamada de verdade), quando denúncias feitas pelo ex-ministro, Sérgio Moro, poderiam ser confirmadas. Só que não. Era, APENAS, mais uma saída de um ministro da Saúde, justamente, durante a pandemia provocada pelo coronavírus que já ceifou quase 14 mil vidas no Brasil. Uma nova desgraça causada por um presidente que insiste
em ter um governo alinhado com algumas de suas sandices como uso de medicamentos no tratamento da doença, os quais não mostram muita eficácia ( pelo menos até o momento), que há exagero e politicagem no enfrentamento ao Covid-19, adoção do confinamento vertical, reabertura de parte significativa do comércio e da indústria, bem como serviços essenciais e outras vindas de alguém que no início da pandemia a considerava " uma simples gripezinha".
em ter um governo alinhado com algumas de suas sandices como uso de medicamentos no tratamento da doença, os quais não mostram muita eficácia ( pelo menos até o momento), que há exagero e politicagem no enfrentamento ao Covid-19, adoção do confinamento vertical, reabertura de parte significativa do comércio e da indústria, bem como serviços essenciais e outras vindas de alguém que no início da pandemia a considerava " uma simples gripezinha".
FARELOS COME
Muitas pessoas já comparam o governador do Rio, Wilson Witzel, aos seus antecessores, todos presos ou em vias de voltarem a ver o "sol nascer quadrado". No caso, Sérgio Cabral e Luiz Pezão e Rosinha e Anthony Garotinho, respectivamente. Isto ocorre, principalmente, pela máquina de corrupção instalada há pelo menos duas décadas que vêm saqueando os cofres do Estado, seja pela máfia nas áreas de Saúde e Transportes, seja na administração pública e no eterno toma lá dá cá vindo da Alerj. Têm, ainda, contra ele, sua inexperiência política, já que nunca desempenhou cargo eletivo, bem como uma legião de extremistas, principalmente, os bolsonaristas, uma vez que o governador não vem concordando com algumas posições do presidente da República, entre elas, o fim do isolamento social e uso indiscriminado de alguns medicamentos experimentais no combate à pandemia do coronavirus, como a cloroquina, e reabertura do comércio e liberação de serviços considerados - por ele - essenciais ( salões de beleza, academias de ginástica, etc). Mas, diferente, dos réus-confesso presos e investigados que continuam negando a prática de crimes, Witzel tem tomado medidas que cabem a ele neste momento de grave crise que é determinar exoneração imediata de alguns envolvidos ( falta muita gente), coisa que os antecessores demoravam muito a fazer ou só ' debaixo de vara'. Ou após a explosão da mídia e redes sociais. Uma boa medida para quem pretende não se misturar com tantos porcos que existem no governo do Rio.
quinta-feira, 14 de maio de 2020
MEIAS VERDADES
A César o que é de César. Finalmente, o resultado do exame para o novo coronavírus do presidente Bolsonaro apareceu. E deu negativo para a doença. Só que o provérbio baseado na história do império romano não se aplica muito à nossa que prefere mais a do gato escaldado que tem medo de água fria. Primeiro, porque em terras tupiniquins, políticos e governos não costumam usar muito de transparência e verdade quando da divulgação de seus feitos, atos e, até, sobre reuniões de conselhos gravadas que costumam esconder "verdades". Outro motivo para a desconfiança dos resultados, após mais de dois meses, é que dois continham pseudônimos (2) e outro com o número 05. Isto tudo poderia ser evitado se fosse feita uma simples demonstração real do paciente, por ele mesmo, com os exames nas mãos ( PCR e sorológico), a exemplo de quando mostra jornais contendo matérias " mentirosas", ou nos moldes de quando, corajosamente, mostrava as cirurgias feitas em razão da tentativa de homicídio, bolsa de colostomia, etc.
terça-feira, 12 de maio de 2020
MONTURO DA HISTÓRIA
Ao trair milhões de brasileiros que lhe depositaram confiança e a Pátria, uma vez que vem ferindo a própria Constituição ao participar de movimentos que pedem fechamento do Congresso e gritam palalavras de (des) ordem contra o STF, Jair Bolsonaro corre sério risco de passar à História como um dos piores presidentes do Brasil. Tirando todas as bobagens ditas e feitas com uma frequência maior até do que a antecessora eleita, Dilma Roussef, ele tem levado muitos eleitores ao arrependimento pois na campanha prometeu, por exemplo, não ceder ao toma lá dá cá e, ao contrário, praticamente, já está de" casamento marcado com o Centrão; disse apoiar o o combate implacável à corrupção e um de seus símbolos, o ex-juiz Sérgio Moro, é colocado pra fora; dizia não ser misógino e ataca jornalistas mulheres com bastante frequência, além de dar maus exemplos ao pregar o fim do isolamento social e cometer crimes como exonerar o ministro da Saúde durante uma pandemia somente por razões, aparentemente, políticas e por vaidade, aliás, outro grande defeito para quem diz que vai disputar a reeleição, caracterizando campanha extemporânea, e vencê-la (as urnas eletrônicas são vulneráveis ao ponto de permitir fraudes, presidente?). É por essas e outras - muitas outras -, e por tudo que virá (superada a crise epidemiológica projeções apontam para o pior PIB anual da história da economia brasileira), Bolsonaro não só joga seu nome na lata de lixo como o próprio País e o povo tão machucado pelo coronavírus e humilhado pelas filas formadas pra enganar as injustiças sociaid. E a fome.
domingo, 10 de maio de 2020
sábado, 9 de maio de 2020
CIDADANIA
Em tempos de pandemia, causada pelo coronavírus, quando muitos vivem
confinados em suas casas, cabendo-lhes além de suprir necessidades
básicas, restam, aos confinados, e até para aqueles que continuam
"segurando a barra" ( pessoal dos serviços essenciais aos
quais rendemos nossas homenagens) para minimizar os problemas, momentos
de reflexão, pessoal ou familiar ( talvez uma das poucas coisas
válidas) sobre a tragédia que se atingiu um planeta arrasado por
problemas causados por TODOS nós. Resta, também, observar
ações públicas no sentido de diminuir os impactos de TODAS as crises
advindas, pois são eles, os agentes públicos, os maiores responsáveis e
que ninguém ouse lhes tirar tal responsabilidade. Por isto que quando
ligamos a TV ou acessamos mídias sociais nos
deparamos com tanto patrulhamento sobre órgãos, instituições e gente
que é paga - e existe - para cumprir seu papel, publicitando as ações,
planejando, usando os recursos, inclusive, dando exemplo àqueles aos
quais não resta outra atitude além de seguir recomendações
sem, no entanto deixar de questioná-las.
DEPOIS DA TEMPESTADE
A tragédia da Covid-19 tem mostrado cenas chocantes. São caixões
empilhados, covas abertas à espera do presente e do futuro, caos no
sistema de saúde com pessoas passando por "triagem" quando do
pré-atendimento, além de ações desastrosas e absoluta falta de
previsibilidade como sempre acontece quando do surgimento de "coisas
novas". Um verdadeiro horror daqueles nunca vivenciados e transmitidos
com a intensidade e proporção digna do pior pesadelo que seres humanos
podiam imaginar. A fragilidade de cada cidadão,
de qualquer etnia, idade ou classe social, vem mostrando, ainda, o quão
pequenos somos e o quanto temos de mudar. Mas a pergunta é: será que
passado este pesadelo nos tornaremos diferentes, melhores e mais
disciplinados?
sexta-feira, 8 de maio de 2020
SHOW DOS HORRORES
Depois de fazer sucesso por cerca de 60 anos na TV, com novelas e minisséries de grande audiência, entre elas, Malu Mulher, Roque Santeiro, Irmãos Coragem, Vale Tudo e Selva de Pedra, a atriz e dublê de secretária de Cultura, Regina Duarte, preferiu rasgar sua biografia de artista consagrada ficando indiferente à arte e aos que vivem dela. Preferiu, também, se manter ao lado de uma ideologia que todos sabem não ser a sua pois o governo Bolsonaro vem praticando atos nada republicanos como atacar a Imprensa, provocar crise institucional, dar maus exemplos ao incentivar o fim do isolamento, do uso da máscara e da aglomeração, comprometer as Forças Armadas e tantas outras. Além de todos estes posicionamentos de quem parece ter se deslumbrado mais com o "poder" efêmero da política do que com as luzes e cortinas do palco, a ex-namoradinha do Brasil ainda testou positivo para a insensatez e desprezo quando, durante recente debate ao vivo na CNN-Brasil, mostrou indiferença por colocações de colegas do porte de Maitê Proença, a jornalista que fez perguntas ligadas às mortes durante a ditadura - às quais respondeu citando Stalin e Hitler - e, até, os quase 10 mil mortos pelo coronavírus aos quais chamou de " desenterrar mortos". Um verdadeiro show de horrores nunca imaginado para uma estrela que preferiu a glória dos aplausos vindos de um palanque político ao do trabalho de uma vida inteira. Mas como o show não para...
quinta-feira, 7 de maio de 2020
ESCOLHAS DE SOFIA
Lockdown (adoção de isolamento forçado) ou não? Liberação do comércio para que não haja problemas ainda maiores na economia? Atendimento emergencial e cronológico (primeiro os mais novos) aos pacientes infectados pelo Covid-19 ou pelo sistema de chegada? Processo de Impeachment com o vice Mourão assumindo ou se deixa tudo como está? Até o vídeo da tal reunião no Palácio do Planalto, que Moro quer tornar público, tem importância? Essas são algumas das questões que vêm tomando conta das redes sociais e são temas constantes nos principais debates nas TVs e rádios pois vive-se um momento, além de muito caótico, inusitado, cheio de surpresas e ações nunca vivenciadas no planeta. Muitas que requerem rapidez e, por vezes, um processo tão seletivo que lembra a expressão "Escolha de Sofia" que significa quando há imposição de se tomar uma decisão difícil sob pressão e enorme sacrifício pessoal. Escolhas nada fáceis por se tratarem de vidas humanas, como no caso da Saúde; delicadas, em se tratando do comércio e polêmicas, como a saída ou não do presidente Bolsonaro e do vídeo, ambas suscitando paixões (viés político), bem como um debate dificílimo de ser travado pelo momento difícil pelo qual todos, sem exceção, passam e que deverá ser ampliado por causa do coronavírus. Uma verdadeira Escolha de Sofia que muitos têm de fazer todos os dias e nem sempre são justas, lógicas e fáceis.
quarta-feira, 6 de maio de 2020
PRESIDENTE DO CHILIQUE
Muitos presidentes brasileiros passaram à história por características pessoais, particulares ou até fatos que marcaram, profundamente, seus governos. Foi o caso de, por exemplo, Getúlio Vargas, pela ditadura do 1° governo culminando no suicídio que ocorreu no terceiro ano do segundo mandato; o modernismo de Juscelino Kubitscheck, o presidente Bossa Nova; a renúncia e a " vassourinha" de Jânio Quadros; o regime militar que acaba com o general João Figueiredo, autor da abertura política e do " prendo e arrebento"; Sarney que assumiu por causa da morte de Tancredo Neves; a grande corrupção implantada no governo populista de Luiz Ignácio Lula da Silva e os impeachments de Collor e Dilma. Temos, agora, no Palácio do Planalto - e nas ruas e mídias - Jair Bolsonaro que já começa a se notabilizar como o presidente das falas desconexas, atos intempestivos, extremismos dos que amam e odeiam, perseguição à Imprensa, tentativa de ingerência em outros poderes, pelos conflitos institucionais, suspeitas e indícios de corrupção praticada por familiares, por não conseguir emplacar promessas de campanha como " acabar com o toma lá dá cá no Congresso Nacional, pelo número de nomeações e exonerações recordes e desastrosas como a do ministro da Saúde durante uma pandemia, etc. Sem falar em outras que, a cada dia, marcam mais seu temperamento e o governo que parecem ser a subserviência aos filhos e ao imperialismo dos americanos, conhecidos como aqueles que não têm amigos e sim interesses (coisa que o presidente não quer ou não pode ver), e os " chiliques" cada vez mais frequentes e intensos. Pena que as últimas páginas desta nova edição venham sendo preenchidas assim, por governos que tem à frente pessoas eleitas para conduzir o País com eficiência, maestria, equilíbrio e sem faniquitos, fricotes, o que acarretaria em mais Ordem e Progresso que os milhões de brasileiras e brasileiros tanto merecem.
domingo, 3 de maio de 2020
PRA COMEÇAR A SEMANA
O governo Bolsonaro vai começar a " desfrutar" do inferno astral, principalmente, por causa da briga com o STF, crescimento exponencial de óbitos pelo Covid-19, acirramento dos problemas com a China (nosso maior parceiro comercial) e aprofundamento dramático da recessão. E daí?
sábado, 2 de maio de 2020
CAIXA DE SURPRESAS
Ninguém se esquece do dia em que Bolsonaro, logo após a posse, falava de seu orgulho por ter montado o mais seleto ministério de todos os tempos e de ter aliados de primeira hora de fazer inveja a qualquer líder político. Passado quase um ano e meio, vários colaboradores seus saíram por não aguentar as pressões, ou não suportar algumas atitudes e falas do " chefe". Após frituras, desprestígio e indisposições, uns foram obrigados a pegar o boné e o banquinho e sair de fininho, outros pediram demissão e um até saiu do cenário para sempre , literalmente, após ficar " mortinho" no governo. Dizem que os culpados fazem parte de um tal ' gabinete do ódio,, liderado por um de seus filhos, mas a verdade que o outrora dito super-ministério - ou o que restou dele - hoje já não tem tanta credibilidade, tampouco, demonstra capacidade para superar a grave crise que o País atravessa tendo no " elenco" um ministro da Saúde que mais parece um Rolando Lero; um astronauta que continua em órbita; um economista que deixa claro não acreditar nem no que fala; um ministro da educação sem muita educação e conhecimento das letras; um diplomata sem muita diplomacia, capaz de contornar problemas internacionais, por exemplo, com a China, Israel e países árabes, isto sem falar nos problemas que levaram o presidente a ficar sem partido já que o PSL, que o elegeu, possuir em seus quadros membros que não querem vê-lo nem pintado, sejam quais forem as cores. E para não dizer que os problemas param por aí (e daí?), Bolsonaro tem atirado para todos os lados fogos amigos e inimigos, podendo significar uma crise institucional cujo resultado pode ter precedência bem recente na História do Brasil. Coisa que os sobreviventes do Covid-19, do desemprego e da fome também não desejam por vivermos tempos de pandemia, de ficar em casa e evitar novos problemas.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
ESCOLHAS
Vive-se, hoje, no Brasil, a tragédia do Covid-19 e suas inevitáveis consequências e uma polarização política ( além daquela que seleciona quem vive e quem morte). Com exceção do chamado " Centrão", com todos aqueles traíras aproveitadores de ocasião ( aliados DE presidentes), a política está polarizada com aqueles que estão a favor de Bolsonaro e os que estão contra o presidente Sem Partido. Sendo assim, venho pensando " cá com meus botões", em outubro, se mantido o processo eleitoral para escolha de prefeitos e vereadores, os candidatos ficarão contra ou a favor do cenário atual? Uma boa reflexão para os que ainda votam ( número cada vez menor) e para aqueles que discordam de provérbios como "farinha do mesmo saco", "meu pirão primeiro", "as fezes são as mesmas...", " Matheus, primeiro os meus..., etc. Vai chegar a hora de se defender um lado, geralmente, o da conveniência para a maioria como sempre acontece.
E DAÍ?
Sem dúvida alguma, o "E daí?" , desta semana, foi o maior petardo lançado pelo presidente Bolsonaro contra a dor de pessoas do mundo inteiro que têm perdido seus entes queridos e contra milhões de brasileiros e brasileiras que vêm convivendo com a ansiedade vivida nestes tempos de pandemia e com a crise provocada, por exemplo, na economia. A atitude desmedida, impensada e desprovida de qualquer sentimento de solidariedade, demonstra que, passado este grave momento, vai ser difícil recolocar o País nos trilhos pois Bolsonaro insiste em vê-lo como um grande campo de batalha - frio e sanguinário - repleto de "soldados" dispostos a matar ou morrer ao invés de ver pessoas fragilizadas e que precisam de todo apoio para preservar suas vidas - e das famílias - em toda sua plenitude. Sem o mínimo respeito, espírito altruísta, humildade e preparo - aliás, qualidades que Bolsonaro, efetivamente, não tem, fica cada vez mais claro que será muito difícil superarmos este momento já apontado como o mais crítico para a humanidade nos últimos cem anos.
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