segunda-feira, 20 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

O Brasil só vai melhorar, de verdade, quando acabar a cultura do "eu quero
 mudança, desde que não mude nada". E, claro, o toma lá dá cá.

domingo, 12 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Na administração pública, tem gente que ainda não entende a diferença entre os anéis e os dedos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

PEQUENO PRETÓRIO EXCELSO

O brasileiro de bem, aquele que ainda acredita nas instituições, principalmente, no Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição, capaz de promover a justiça em sua plenitude, bem como dar bons exemplos de responsabilidade, patriotismo e maturidade ao julgar e agir em prol da população, não tem tido motivos para vê-lo tanto assim. Os últimos acontecimentos polêmicos, estranhos mesmo, envolvendo muitos de seus ministros, como os intermináveis habeas corpus de Gilmar Mendes; as justificativas 'injustificáveis' - sob o ponto de vista do entendimento e desejo da maioria - de Marco Aurélio; as 'teses governistas de Alexandre de Moraes; a arrogância de Lewandowski, o decanato supremo até exagerado do grande Celso de Mello (lá e sobre eles qualquer trocadilho é insuficiente); o partidarismo vermelho e sectário de Dias Toffoli (ele assume a presidência dia 13 de setembro), e tantos outros tem levado quase à desesperança e perda de confiança naquela que é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil e acumula competências típicas de Suprema Corte e Tribunal Constitucional. O Supremo Tribunal Federal, também chamado Pretório Excelso no jargão jurídico, é de vital importância para o Poder Executivo (a administração pública), já que cabe a ele decidir as ações que versem sobre a constitucionalidade das normas, as ações penais, nos crimes comuns contra o chefe do Executivo federal, senadores e deputados federais, aliás, coisas que não vem fazendo de maneira muito, digamos, republicana pois, num País que vive uma de suas mais terríveis crises, até a máxima do 'meu pirão primeiro' impera naquela Corte. Exemplo maior foi a sessão administrativa da última quarta-feira (8) que resolveu reajustar seus próprios salários e de todos juízes em 16,38% o que pode levar o atual salário de míseros R$33,7 mil a ultrapassar os R$39 mil ano que vem, causando um efeito-cascata no Judiciário com forte impacto nos três poderes, uma vez que servidores públicos que recebem salário acima dos ministros do STF, em razão de benefícios, são alvos do abate-teto. Com reajuste no salário do STF, o abate-teto sobe.
Justiça seja feita 1: a decisão ainda vai passar pelo Senado, mas alguém duvida que vossas excelências vão votar contra com as campanhas eleitorais em curso e as gavetas do STF e do TSE abarrotadas de processos de muitos dos candidatos e/ou aliados? 
Justiça seja feita 2: Votaram CONTRA somente os ministros Celso de Mello, Rosa Weber, Edson Fachin e a presidente Carmem Lúcia. O outros sete disseram SIM à canalhice e à imoralidade.
Sendo conhecedores das leis e dos problemas em que vivem milhares de cidadãos e cidadãs - algo em torno de 200 milhões de pessoas (corrupção institucionalizada, desemprego crescente, falta de recursos e de investimentos em quase todos os setores, necessidade de reformas, salários congelados - dos mortais, claro! -, índices recordes de violência, etc.), os ministros que votaram a favor deveriam se envergonhar de pedir aumento, inclusive pelo momento crítico e, principalmente, por estarmos no curso de uma campanha eleitoral visando eleger um novo presidente que tomará posse em 1° de janeiro com mais um grande abacaxi nas mãos - sem falar na batata-quente chamada Congresso Nacional faminto - que poderia ser evitado pelo STF, a quem caberia fazer a justiça maior nesta hora tão difícil do apagar das luzes do atual governo e da possibilidade de chegada de outro, espera-se, menos ruim, corrupto e parcial como este que aí está.

SEM VOTO

Pesquisas realizadas por alguns dos mais importantes institutos apontam que cerca de 30% dos eleitores brasileiros (dos quase 150 milhões) pretendem votar branco ou nulo em outubro próximo. Dentro da margem percentual -para mais ou para menos - bem como pelo que se escuta nas ruas, no trabalho, nos ambientes de descontração, etc, e se analisa nos debates feitos entre "experts", este índice poderá ser superado. A falta de perspectivas e, principalmente, a insatisfação pela classe política, somada à intolerância aos desvios praticados por ela, ainda devem fazer crescer outro grande sinal de alerta assaz perigoso: o das abstenções, muitas das quais quando o eleitor não faz nenhuma questão de dirigir-se a sua sessão eleitoral para " cumprir com o dever cívico". Aliás, coisa cada vez mais rara num país onde a malversação de dinheiro público, a cleptocracia, a maneira perdulária de governar, o nepotismo, as vergonhosas benesses aos agregados aos Poderes da República ( em todas as esferas) e o antipatriotismo são cada vez maiores. E como o povo, que um dia disseram não saber votar, vem aprendendo direitinho com os " professores" - presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores -, é bem capaz que no dia 7 de outubro a maioria opte em não votar, algo que, em condições normais, teria de ser uma atitude abominável num processo de aprimoramento democrático.

PROPOSTA INDECENTE

A senadora Ana Amélia, ao que tudo indica, acaba de se meter numa daquelas enrascadas políticas. Motivada, talvez, pela cobiça de seguir a trajetoria de outros presidentes que cederam lugar aos vices - ela aceitou compor na chapa de Geraldo Alckmin, apontado por delatores da Lava Jato com o codinome de "Santo", sem falar que, mesmo tendo feito uma daquelas " grandes e suspeitíssimas coligações" não deve lograr êxito pois a maioria da população não aguenta mais tantas coligações suspeitíssimas, corrupção e, evidentemente, tanta mesmice e o mais do menos. E a senadora gaúcha - com a qual troquei algumas mensagens há algum tempo e pude identificar como política insuspeita e, até, bem-intencionada - representa, neste momento, o mais do menos e a mesmice da política nacional a qual nenhum de nós parece tolerar.  Uma pena vê-la trocar uma quase reeleição ao Senado pela espinhosa função determinada por seu partido, o PP, de, ao tentar agregar valor, se submeter à possibilidade real - segunda pesquisas - de manchar sua imagem, seu nome e perder a disputa para candidatos menos envolvidos com escândalos como muitos dos políticos do PSDB, PP, DEM, PR, Solidariedade, PRB que hoje sustentam a "grande coligação", o Centrão, que quer derrotar a direita e as esquerdas do País. E a senadora Ana Amélia, ilibada, combativa e ex-independente que pode ter entrado numa fria daquelas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

PRA COMEÇAR A SEMANA

Muito pior que os programas Roda "Morta" Viva, da TV Cultura, alguns da Globo News e outros do gênero que costumam ser tendenciosos, quando lhes convêm, são os de governo da maioria dos candidatos a presidente.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

RODA VIVA

Pra quem, como eu, já assistiu memoráveis entrevistas no Programa Roda Viva, da TV Cultura, a de segunda-feira, com o presidenciável Jair Bolsonaro, foi o que pode se chamar de uma tentativa de massacrar (que surtiu efeito contrário, segundo todos os experts em política) o candidato que, queiram ou não alguns, aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas de opinião onde não conste o nome do presidiário de Curitiba e Ficha Suja, Lula da Silva. Foi, também, a antítese do que devem fazer profissionais de comunicação, principalmente, ao lidar com quem tem propostas para o país (coisa que os 'convidados' não fizeram) que têm sido muito bem aceitas pela população. Mesmo que sejam elas controversas, mas é aí que entra a 'malandragem' do jornalista em explorá-las. Foi, e poderá ser, durante um bom tempo, uma aula da antiaula de jornalismo. O professor poderá exibir para seus alunos a cópia do DVD com o tal programa (se quiser eu empresto) e dizer a eles para, se forem convidados a participar de uma entrevista importante, ao vivo, que, inclusive, bateu recordes de audiência, deixarem impressões- e pressões - pessoais e paixões fora do estúdio pois aquela era uma oportunidade de ouro para todos perguntarem, por exemplo, sobre projetos de governo e ideias sobre segurança, saúde e educação. Coisa que os 'entrevistadores' - as meninas da Veja, do Valor e da Folha, além do menino do Globo chamado Leonêncio (Nossa Senhora!) - não sabiam ou não quiseram fazer. A todo momento tentavam buscar "explicações " de fatos que a História já se encarregou de mostrar (era só pesquisarem um pouco...como nos ensina o bom manual de jornalismo). Profissionalismo e lamentações à parte, Bolsonaro e sua legião de admiradores consideraram que houve, sim, uma inestimável colaboração dos jornalistas do Roda Viva porque se eles combinaram um massacre ao candidato, o tiro saiu pela culatra. Aliás, coisas que o deputado e capitão do Exército sabe lidar muito bem.


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

BRASIL SEM RATOS

Recentemente, entrei no mundo fascinante, incomparável, emocionante e mágico dos avós - aquele que ouvia-se falar que era bem diferente de outra maravilha chamada pai e mãe ("o avô é pai duas vezes e a avó é mãe duas vezes", como disse o Papa Francisco dia desses) - e, ao procurar desenhos através de plataformas de compartilhamento de vídeos para distrair uma das mais valiosas dádivas a nós oferecidas por Deus (o Youtube desempenha um relevante e quase imprescindível papel também nesta hora), deparei-me com um antigo mas que marcou nossa gerações: O Flautista de Hamelin (O Flautista Encantado, fábulas Disney). Nele, apesar das muitas versões criadas a partir da obra do irmãos Grimm, a fábula diz respeito, basicamente, a uma severa infestação de ratos na cidade de Hamelin (Alemanha) e o que o flautista - contratado pelo prefeito da cidade que vivia sendo pressionado pela população - fez para acabar com o problema, ou seja, tocou sua flauta encantada, hipnotizou todos os ratos, afogando-os no rio. Enquanto o netinho, aparentemente, 'se entretia' (o desenho é antigo e bem fora dos padrões atuais exibidos nos tablets, smartsphones e TVs da garotada) e, apenas para não perder o costume de comparar ficção com realidade, comecei a ver que aquela cena de acabar com os ratos, de extirpar o mal para proteger a vida dos cidadãos, se aplica à política nacional, à Justiça e à necessidade que o povo brasileiro tem em ter seu País de volta, sem tanta corrupção, tanto desmando, tanta coisa errada, tantos desvios sendo cometidos de todas as naturezas. Inevitável, também, pensarmos no que tem sido feito até agora (muito aquém do ideal, claro), por exemplo, com a retirada de circulação de alguns 'ratos' da política, como o ex-presidente Lula, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ex-presidentes da Câmara federal, Eduardo Cunha e da Alerj, Jorge Picciani, sem falar nos muitos senadores, deputados, prefeitos, vereadores, conselheiros de tribunais de contas e outros ratos que ainda precisam ser 'encantados pelas flautas mágicas' de juízes como Sérgio Moro e outros que vêm tentando conduzi-los, ao invés de rios profundos e de águas turbulentas, para  dentro de celas bem escuras e sujas. E cheias de ratos de verdade, mas que, mesmo assim, fazem muito menos mal que os temíveis roedores.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

SHOWMÍCIO, PODE?

Gilberto Gil, Chico Buarque e Odair José, entre outros artistas, realizaram na noite de sábado (28) no Rio de Janeiro o Festival Lula Livre. O evento pró-Lula tem todas as características de um showmício, proibido durante a minirreforma eleitoral de 2006 assinada pelo próprio Lula. O festival de música - e de irregularidades - foi realizado no bairro da Lapa.
No início do evento, fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio recolheram panfletos e materiais da deputada federal Jandira Feghalli (PCdoB) e do deputado estadual Gilberto Palmares (PT) que julgaram configurar campanha antecipada.
Questionada, a assessoria de imprensa da campanha de Lula informou que não houve violação de qualquer regra da Justiça Eleitoral, porque “nenhum político subiu ao palco, nem foi pedido voto ao ex-presidente”. O evento teria sido apenas “um ato pela liberdade de Lula”.

MORTO E ENTERRADO

O Partido dos Trabalhadores (PT) está convocando sua militância - certamente, aquela mais radical, fanática, malandra, pelega e capaz de tudo para criar mais anarquia no País ao desrespeitar as leis vigentes - para um "jejum nacional" no próximo sábado (4) visando apoiar a oficialização, durante a convenção do partido,  de seu "líder" , quadrilheiro e ladrão, Lula da Silva (que está confortavelmente instalado na sede da Policia Federal em Curitiba, cumprindo pena de quase 13 anos) para disputar a presidência da República daqui a pouco mais de dois meses. Na mesma oportunidade ou, em se tratando de PT, no mesmo oportunismo barato e midiático, - aliás, coisa que essa gente mais corre atrás -  os militantes e os " caciques" estarão apoiando, também, "greve de fome pela libertação do condenado que aguarda os resultados, em sua sala na PF, aumentando a " intelectualidade" lendo uma média de três livros por semana. Eu e, provavelmente, muita gente, tememos que o pior aconteça por causa do desespero que vem crescendo pela indefinição do processo eleitoral que ainda permite a possibilidade de ver Lula registrado. Do jeito que as instituições, como o STF e o TSE, ainda permitem imbróglios e  intermináveis dúvidas, e do jeito que dentre os petistas não faltam loucos, é bem possível que o fanatismo aumente tanto que o "companheiro" Lula - e seus "ideais por um mundo melhor" - possa ser comparado a outros loucos como, por exemplo, Jim Jones que, em 1978, na Guiana, provocou o massacre de quase mil pessoas motivado por falsas crenças e lideranças. Para que não aconteçam excessos, seria bom que ficasse bem claro, logo, que Lula é o Ficha Suja Número 1 e, portanto, a possibilidade de ter sua candidatura registrada pode ser comparável às chances de um camelo passar pelo buraco de um agulha. Mesmo com Dias Toffoli, no STF e Rosa Weber, no TSE.

ESTAMOS TODOS F.......(ERRADOS)!

Talvez esta seja uma das frases mais faladas, pensadas e, neste período insuportável de campanhas eleitorais - pelo menos em se tratando da escolha de presidente da República - mais integrante do inconsciente coletivo do povo brasileiro. Os nomes, e suas coligações incompreensíveis sob o ponto de vista da ética, responsabilidade, capacidade e mandato visando ao interesse público, salvo alguns " muitíssimos pouquíssimos " que, até agora, são considerados Fichas Limpas, representam o que poderia haver de pior quando se pensa na ética, responsabilidade, capacidade e no interesse público. Nos últimos dias, são tantos os (maus) exemplos de malandragem - com o eterno toma lá da cá entre candidatos e partidos -, corrupção escancarada e tudo que vem sendo feito nos últimos anos pra deixar a população refém e à míngua, que não resta outra alternativa senão a de dizer que estamos todos f......(errados)!

PRA COMEÇAR A SEMANA

Enquanto insiste na tese de registrar Lula para participar da campanha presidencial, algo que a Ficha Limpa deve barrar, o PT continua desrespeitando tudo. Sábado, por exemplo, promoveu showmício no Rio com vários cantores. Algo vedado pela Lei Eleitoral.

terça-feira, 24 de julho de 2018

MEU NOME É BOLSONARO

Quem nunca ouviu o bordão " Meu nome é Enéas"? Ele surgiu na campanha a presidente, em 1989, quando o candidato, Dr. Enéas Carneiro, foi obrigado a utilizar seus 10 segundos na propaganda eleitoral, praticamente, para se apresentar de maneira relâmpago já que seu partido só dispunha desse tempo de acordo com as " regras" da Lei Eleitoral. Passados quase 30 anos o absurdo continua pois, durante o primeiro turno, a disputa segue as mesmas regras e quem não consegue entrar no jogo do toma lá dá cá, das coligações feitas a partir de acordos espúrios que na grande maioria das vezes atendem apenas aos interesses pessoais dos " donos" dos partidos, mandatos e outras formas de poder, já sai prejudicado e com enorme desvantagem mesmo que esteja bem cotado nas pesquisas. Como vem acontecendo com o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, isolado por não pactuar com o sistema vigente ( aquele dos acordos malandros que pretendem continuar mantendo a população refém, pobre e obrigado a aceitar os mesmos políticos de sempre e ao loteamento do Congresso, por exemplo) que, até o momento, continua isolado, quase sem tempo para apresentar suas propostas a nível nacional - a famigerada capilaridade - mas, mesmo assim,  não se rende aos inimigos da Pátria ou muda de opinião a ponto de aceitar fazê-lo à custa de mais sofrimento da população em nome de uma possível governabilidade. Só que hoje as redes sociais exercem um papel importantíssimo no processo eleitoral - que deveria ser mais democrático ao disponibilizar o tempo de propaganda e, principalmente, ficar mais atento à proliferação de partidos e ao comércio a eles peculiar - e, apesar de tanta desigualdade, quem decide é o eleitor cansado de tanta criminalidade, tanta corrupção e tanta gente que compra voto para continuar roubando e deixando roubar.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

PACTO COM O DIABO

Não pode - e não deveria -  existir atentado maior à democracia do que o leilão iniciado com as convenções partidárias em curso. Os acordos para apoiar este ou aquele candidato à presidência da República, portanto, o cargo mais importante do País, são o que pode se chamar de os mais inapropriados, espúrios, indecentes que existem pois só visam resguardar interesses pessoais de seus líderes ( também conhecidos como donos) e dos detentores de mandatos ou em vista de. Mais uma das grandes e intoleráveis aberrações nacionais, uma vez que não se discutem idéias, conteúdos programáticos, tampouco propostas. Só mesmo o tradicional toma lá dá cá, os apoios para os outros candidatos aos governos estaduais, deputados, senadores e, até, nas futuras composições municipais (prefeitos e vereadores), quase todos vendilhões do tempo e ladrões de dinheiro público. E o pior- se é que existe algo pior do que a maneira como (mal) tratam a política - é que esta gente ( se é que se pode considerar o político brasileiro assim) ainda diz tratar-se de pactos do Centrão,/Blocão (ou qualquer outro nome que possa designar malandragem), Centro- Esquerda, Centro- Direita, Esquerda, etc., pensando na futura governabilidade e no " melhor para o Brasil. Todo mundo sabe que rola muita grana, muitas promessas são feitas e tantas outras imoralidades para que as coligações surjam e os candidatos disponham de mais tempo de TV e impressionem o frágil eleitorado que costuma ser enganado por eles, seus falsos e vazios discursos e pelos pactos com o diabo.

LUZES DA RIBALTA

Dentre as muitas patifarias praticadas na corrupta política nacional, principalmente, no campo eleitoral, está a forma de os políticos se perpetuarem no poder, acobertarem suas safadezas e malandragens e isto se reflete, por exemplo, no tempo de TV disponibilizado para que candidatos apresentem propostas, falem de realizações, ataquem adversários, etc. E, para tal, os "donos" dos partidos, os caciques, os poderosos e os que detém mandato levam extrema vantagem sobre os neófitos e outros que não querem fazer pacto com o diabo para atingir o intento principal de atingir interesses pessoais. E isto fica bem nítido quando começa a campanha no rádio e na TV e candidatos, mesmo bem cotados pela voz das ruas e através das pesquisas - como o deputado Jair Bolsonaro -, dispõem de parcos e porcos segundos para dar seu recado e terem maior visibilidade nacional, coisa que os corruptos, malandros, patifes e safados não querem. Isto lembra aquela história do formando em algum curso superior que, cheio de esperanças, deseja entrar no mercado de trabalho mas é barrado porque " não tem experiência, nunca trabalhou, nunca teve a carteira assinada" e outras justificativas muitas vezes injustificadas. Queira Deus que haja uma profunda renovação no Congresso Nacional ( algo pouco provável por causa do sistema corrupto, safado, malandro, viciado e viciante)  e se comece a por em prática uma reforma política verdadeira que contemple a quem queira participar do processo democrático de escolher os melhores, mais competentes e, claro, cândidos na acepção de todas as palavras.